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Usabilidade Feed só desta seção

Usabilidade é sinônimo de facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros. Veja também essa entrevista sobre o que é usabilidade.

Usabilidade e Acessibilidade para dummies

(7 comentários)

Usabilidade e Acessibilidade não precisam ser assuntos chatos.

Uma freira navegando na Web

Heurísticas semióticas

(2 comentários)

Será que a semiótica pode melhorar a pontaria da análise heurística?

Diagrama que explica a abordagem heurística de tentativa e erro, mas com evolução.

Congresso e Encontro no Rio

(2 comentários)

Eventos como esses permitem fazer contatos profissionais e expandir os horizontes do conhecimento.

Participantes do Congresso USIHC em 2004

Tem diferença usabilidade e interface?

(2 comentários)

Hoje um leitor no MSN me perguntou qual a relação entre os termos "usabilidade", "interface" e "navegabilidade". Não é só ele quem tem dúvidas sobre esses assuntos. Os tradutores do livro "Não me Faça Pensar" de Seteven Krug, traduziram "usability" como "navegabilidade", apesar de que no Brasil já usávamos há anos a tradução cognata do termo "usabilidade".

O leitor Milano fez uma crítica ferrenha sobre essa mania estadunidense de criar termos só para vender seu peixe. O resultado é que sofremos uma enxurrada de termos tão parecidos que é difícil definir onde termina um e começa outro.

Como vocês verão na conversa, vejo o fenômeno como inevitável ao processo. Se estão sendo criadas coisas novas, é preciso dar uma de Adão e dar nome às elas. Como não temos o discernimento absoluto de Deus, temos que nos contentar com nomes meramente aceitáveis.

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Palestra online sobre Usabilidade

(8 comentários)

Para quem não pôde assistir no ano passado, a Ilearn está promovendo seu novo ciclo de palestras gratuitas online dias 18 e 21 de janeiro, com vídeoconferência e tudo. Falarei sobre a importância da Usabilidade e o Prof. Bechara falará sobre webstandards, dois assuntos quentíssimos. Como as palestras não serão gravadas e o número de vagas é limitada, corra e se inscreva já. Mesm quem não estiver interessado no assunto, vale à pena só pra ver a ferramenta que eles desenvolveram em Flash para conferências online. No Brasil, funciona melhor que o Breeze da Macromedia, pode acreditar.

Quem quiser dar uma espiada nos slides, ainda tenho que fazer algumas alterações, mas o da palestra anterior está disponível nessa nova seção do site.

Mensagens de erro em Javascript

(5 comentários)

O leitor Leonardo Cidral me mandou um email perguntando se era melhor exibir os erros decorrentes da validação de um formulário no próprio corpo da página ou em caixas de alerta do Javascript. Na maioria dos casos, é melhor a primeira alternativa, mas nada impede que se tenha as duas, caso o erro seja muito grave (num contexto de aplicação, claro).

Janelinhas de Javascript não são acessíveis para quem anda com o Javascript desligado ou abre a página num dispositivo móvel. Depois os usuários tem o costume de não ler essas janelinhas e simplesmente clicar sim em todos os diálogos desse tipo. Uma vez fechada a janela, o usuário não tem como abrí-la de novo.

A solução mais comum e eficiente é uma mensagem grande de que faltou alguma informação no formulário no topo da página (incluindo um ícone triangular amarelo com um ponto exclamação) e ao lado dos campos que possuem erros explicar o que está errado.

Teste de ícones: Icon-sorting online

(13 comentários)

Como prometido na entrevista para o Tableless, estou preparando uma nova versão deste blog para 2005 e a primeira coisa que fiz foi verificar se as subcategorias do Movable Type permitiriam a expansão que pretendo fazer. Além de integrar meu portifólio no gerenciador, vou poder separar os artigos, pesquisas acadêmicas, entrevistas e etc. Parece que vai funcionar bem, já adicionei alguns tipos novos.

Esse Movable Type tá ficando um gerenciador de conteúdo poderosíssimo. Tô até cogitando usá-lo em projetos comerciais.

Porém, só depois de ter montado o diagrama de navegação para o novo Usabilidoido (totalizando 25 seções) é que me dei conta de que teria que criar ícones para as novas ou então deixar de lado os ícones atuais. Para mim, nesse tamanho diminuto eles dão um charme a mais sem poluir a página. E vocês, o que acham?

Sim, quero ouvir a opinião de vocês para a nova versão! Acho que não terei a oportunidade de fazer testes de usabilidade formais, até porque só conheço pessoalmente um punhado de leitores. A esmagadora maioria está espalhada por todos as demais cidades desse país.

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Catálogos impressos na Web

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Na ArqHp, Theofilho Mathias perguntou como convencer seu cliente a não mudar sua loja de HTML para esse modelo da Digitalpages, que tenta imitiar em Flash um catálogo de vendas impresso. O pessoal da lista foi unânime: alerte para o encarecimento do custo. O Irapuan Martinez foi além e citou as desvantages de interação daquele formato:

Virar folhas de revistas reais é um esforço. Pra querer repetir, no meio on line, O ESFORÇO DA VIDA REAL? E pelo menos, o folheto posso aprochegar perto das janelas da alma e conseguir ler as letras miúdas. Com o jornalzinho em mãos, não preciso clicar, lançar uma folha nova (pop up) e esperar uma segunda animação Flash carregar o que quero ver mais detalhado.

É um esforço patético. Se web não é TV, que dirá, uma publicação com páginas a serem viradas.

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Engenharia de Usabilidade

(3 comentários)

Recebi a monografia da leitora Tissiane Quevedo sobre uma pesquisa feita com as páginas iniciais dos websites de três universidades catarinenses, seguindo os parâmetros da Engenharia da Usabilidade. Soa familiar não? Tem tanto a ver com meu Trabalho de Conclusão de Curso que aproveitei e já citei na versão final.

O grande mérito do trabalho dela é dar uma visão bastante ampla para uma monografia sobre a Engenharia de Usabilidade, disciplinas que foca na análise e solução de problemas de usabilidade. Em primeio lugar ela conceitua Usabilidade e Ergonomia, em segundo levanta recomendações para designs usáveis provenientes de diversos autores (muito bem resumidas, recomendo), em terceiro aplica testes com usuários e quantifica resultados precisos e, afinal, faz recomendações específicas ao que pode ser mudado aos websites para melhorarem. É isso aí que faz um Engenheiro de Usabilidade (também chamado de Analista de Usabilidade).

Usabilidade de Interfaces Universitárias na Web: Interações Homem-computador [PDF - 2.8MB - 149 páginas]

Para realizar testes de usabilidade

(3 comentários)

Encontrei no Google Scholars a monografia sobre Testes de Usabilidade escrita por Kátia Gomes Ferreira. Grande achado. Sempre procurei uma referência em português sobre o assunto e nunca tinha encontrado nada que fosse aprofundado.

Quem deseja realizar testes de usabilidade com validade científica, precisos e quantitativos, agora não tem mais a desculpa de falta de referência em português. A monografia já é suficiente para começar a fazer testes. Contém exemplos dos documentos necessários para a realização dos testes, como por exemplo, o Guia do Avaliador. Lá, se encontra o roteiro do teste, sente só:

  1. O avaliador recebe o participante, o cumprimenta e o convida a se sentar e se sentir confortável e relaxado.
  2. O avaliador entrega ao participante o Questionário para Identificação do Perfil do Participante (Anexo 3).
  3. Após completar o questionário, o participante recebe o Script de Orientação do teste (Anexo 4). O avaliador lê o script junto com o participante reforçando que o anonimato do produto deve ser mantido após os testes e que o centro da
    avaliação é o produto e não o participante em si. O participante deve ser informado que ele estará sendo observado e filmado e que a integridade do participante será totalmente resguardada, sendo utilizada a observação e as imagens somente para fins de análise do teste. O avaliador deve reforçar outras informações constantes do script e retirar dúvidas do participante sobre a sessão de teste.
  4. Após serem passadas as orientações, o avaliador informará ao participante que ele pode utilizar o sistema livremente durante cinco minutos.
  5. Passado este tempo, o avaliador irá orientar o participante a retornar à Área de Trabalho do Windows (se for o caso) e será entregue a lista de tarefas para execução (Lista de Tarefas, Anexo 5). Os acontecimentos observados pelo avaliador deverão ser registrados no formulário de Coleta de Dados pelo Avaliador (Anexo 6). Um outro integrante da Tools Corporation irá cronometrar e registrar o tempo gasto na realização das tarefas.
  6. Depois de completadas todas as tarefas, o avaliador irá entregar ao participante o Questionário de Avaliação do Sistema pelo Participante (Anexo 7) para ser completado.
  7. Depois que o participante acabou de completar este questionário, o avaliador informará que será dada uma pausa de dez minutos para o café.
  8. Passada pausa para o café, terá inicio a sessão de questionamento do participante sendo usado como guia o formulário de Tópicos para Questionamento (Anexo 8). Outros tópicos além dos descritos neste formulário deverão ser acrescentados de acordo com os acontecimentos ocorridos durante o teste.
  9. O avaliador agradece ao participante, entrega- lhe um brinde por sua colaboração
    e se despede.

Testes como esses são excelentes para garantir a usabilidade de uma aplicação. No projeto de websites, entretanto, prefiro uma abordagem mais solta, como a sugerida pelo Steve Krug, no Don´t Make Me Think.

Num antigo post falei um pouco sobre as chamadas táticas de guerrilha em testes de usabilidade.Vamos lá, pessoal, usabilidade é para todos!

Design Centrado no Usuário na Web

(4 comentários)

Após algumas semanas sem dormir direito, terminei finalmente meu Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo. O assunto, é claro, tinha que ter a ver com Web.

Na Web é melhor usabilidade ou estética?

(12 comentários)

Donald Norman, sócio do Jakob Nielsen e um dos maiores gurus do design, respondeu uma pergunta pública que fiz a ele. Li muitos artigos de sua autoria e estou finalizando seu livro mais conhecido, The Design of Everyday Things, que trata da usabilidade dos objetos por uma perspectiva da psicologia cognitiva. Fiquei extremamente feliz por ser contemplado por tão sábia e ampla resposta, aprendi muuuuito. Recomendo a todos que façam suas perguntas ao homem.

Minha dúvida surgiu quando tive contato com um estudo que relacionava usabilidade percebida à estética. Concluí que no contexto Web, esta última é mais importante, porém, aproveitei a oportunidade para que o autor do badalado Emotional Design me confirmasse isso. Claro, como um legítimo bom guru, desconfirmou: "não é mais, nem menos importante: tudo depende da ocasião". Ah, ficar em cima do muro é fácil. Fácil nada, note a justificativa do homem.

Pergunta

Websites e aplicações Web são supostamente feitos para serem usados uma ou poucas vezes, então a usabilidade percebida (correlacionada com a estética) seria mais importante do que a usabilidade real (tempo para finalização da tarefa, número de erros encontrados, etc) na Web?

(Não estou dizendo que a usabilidade não é importante, só estou na dúvida se a estética é mais importante para superar a competição brutal da Web e conquistar a atenção do usuário do que a usabilidade real que não é percebida)

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