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Palestras online gratuitas sobre Flash

[Atualização] A palestra está disponível para donwload por alguns dias. Quem não pôde estar presente, agora não tem mais desculpa ;)

O Flash User Group São Paulo adiou a conclusão do ciclo de palestras Heavy para os dia 10 e 11 de novembro de noite. Eles marcaram anteriormente palestras nos sábados, mas a Macromedia esqueceu de avisar que nesse dia o servidor do Breeze entra em manutenção.

Na quarta-feira teremos palestras sobre Actionscript com Maxwell Dayvson, Neto Leal e Gabriel Laet. Na quinta, teremos mais Actionscript com o Laet e em seguida, minha palestra intitulada A Vocação do Flash: Ria, Hotsites e Infográficos, cujo resumo segue abaixo:

Para quê o Flash realmente serve? Para trazer maior usabilidade para aplicações, mais emoção para a publicidade e ensinar conceitos complexos através da hipermídia. Isso é o que ele faz de melhor e sem concorrência. Usá-lo para substituir HTML e criar introduções animadas é desperdício e equívoco. Entenda os prós e contras do Flash e os conceitos que ele permite por em prática.

Quem não puder estar online no momento da palestra, fique frio. Elas serão gravadas do mesmo jeito que essa palestra sobre Flash na publicidade online, do Fabiano Cruz. Outras palestras gravadas, vejam no site deles.


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Autor

Frederick van Amstel - Quem? / Contato - 09/11/2004

Palavras-chave

palestra    palestras    heavy    actionscript    motivação    feest    fod    

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Comentários

Discussão
Marcelo Linhares
10/11/04 às 15:22

pena q eu vou ter aula na hora.......
queria tanto assistir as palestras e a concorrer aos premios :-)

ver a palestra gravada posteriormente e um paliativo, mas nao substitui a interacao da palestra ao vivo.

Em falar em Breeze, ele nao esta impressionando muita gente nao...
tenho visto alguns sistemas de videoconferencia elaborado por terceiros, utilizando flashComm, com uma performance melhor que o Breeze....


Discussão
Wesley Rocha
08/04/05 às 08:47

Essa é uma discussão que ocorreu aqui no meu trabalho, gostaria que desse uma olhada e se aproveitar algo, poste para os leitores que estão engajados no assunto, um abraço Wesley Rocha:

Andre

Amigos,

Para complementar nossos conhecimentos.
No Governo, este conceito pode ser de difícil utilização, porém pode ser útil em suas aplicações internas.

Sucesso,

André

Imagine poder navegar em um portal sem sair da página inicial porque nela estarão os vídeos que você deseja assistir, os links que te ajudarão a seguir adiante e, ainda por cima, tendo você a possibilidade de fazer “drag and drop” (arrastar e soltar) com os ícones de uma página web, como se o browser de repente tivesse se transformado na extensão de um sistema operacional extremamente simples e intuitivo. Visualizou? Pois a implementação dessa “internet dos deuses” já está sendo estudada e pode vir a se tornar realidade.

Quem está puxando a iniciativa da criação da chamada Internet Rica (RIA), não à toa, é a Macromedia, empresa-mãe das ferramentas de programação Flash e Dreamweaver, entre outros. A idéia é levar mais interatividade para a internet e, por conseguinte, torná-la mais intuitiva. Trata-se de uma nova fase da web, na qual se privilegiaria som, áudio e vídeo, em detrimento do excesso de informações.

Desde que foi criada, na década de 70, a internet passou por importantes transformações. Em 1970, ela servia para nada mais que transferência de arquivos; no início da década de 80, apareceram os terminais remotos (Telnet); em 1990 a internet ganhou a forma do email; no meio da década de 90, surge a internet gráfica e, em 2000, a web começa a mudar e, segundo a Macromedia, começa a demandar uma mudança mais radical. Foi nesta época que começaram a surgir as primeiras referências à internet rica.

O conceito já foi adotado em escala maior na Europa e nos Estados Unidos. O Brasil, diz a criadora do Flash, estaria atrasada apenas uns seis meses na adoção da nova fase da web.

Internet baseada em texto já é coisa do passado

De acordo com Antônio Schuch, diretor geral da Macromedia no Brasil, a internet em seus primórdios era composta essencialmente por texto. No ano de 2000, diz ele, começou a se fazer notar uma certa inquietação por parte dos criadores de sites.

— Os clientes não queriam mais só informar, e sim estabelecer diálogo com o visitante — diz Antonio.

Assim, decidiu-se estudar a viabilidade de um novo modelo de internet. Tomada a decisão, teve início a procura por uma linguagem que pudesse substituir a HTML no processo de criação de páginas web. O Java chegou a ser cogitado, mas apresentou problemas de implementação por conta das versões diferentes de Mac para Windows, por exemplo. O escolhido acabou sendo o Flash, por ser produto da Macromedia, claro, e pela extensa penetração do plug in do software em browsers e sistemas operacionais.

União de entretenimento com aplicativos úteis

A Internet Rica é a confluência de três tendências atuais da web: oferecer entretenimento, ser um veículo de conexão e um local no qual é possível encontrar todo tipo de aplicativo que seja capaz de diminuir a quantidade de tempo necessária para que o internauta efetue operações básicas, como consultar saldos, checar email ou fazer uma compra numa loja virtual.

Outro foco de estudo dos pioneiros da internet rica é a portabilidade de aplicativos de desktop para o ambiente internet.

— A idéia é trazer a experiência do desktop só que via internet — diz Antônio Schuch.

A primeira vítima da transformação gráfica da internet pode vir a ser a linguagem HTML, já que ela é considerada uma (boa) plataforma de publicação de documentos, mas falharia nos quesitos entretenimento e interatividade.

— O conceito de páginas criadas em HTML é sensacional por conta da capacidade de informação da linguagem, mas sentimos a necessidade de usar a internet como plataforma de relacionamento e transação — diz Antônio.

Como a criação das páginas de internet rica estará a cargo de webdesigners, a Macromedia decidiu lançar, aqui no Brasil, um centro de estudos de internet rica, o Macromedia Macrocenter , para reunir informações e cursos online sobre a viabilidade e a execução de sites em RIA.

— Na web a gente surfava. Na internet rica a gente constrói experiência para o usuário — define Antônio.

Entre os exemplos de portais já desenvolvidos em internet rica estão o site de notícias de tecnologia Cnet , os classificados de carro usados da Audi e o Globo Media Center, central de entretenimento da Globo.com , com o uso de TV interativa. A Amazon também já aderiu e tomou a iniciativa de criar o site , no qual expõe curta-metragens.

Rerman

Porque o cara não citou o SVG?

É vetor e aberto.

Infelizmente não tem um editor no nível do Flash, mas faz a mesma coisa. Teriam que investir mais nisso. O Flash é legal, mas é proprietário. O governo está fugindo dessas coisas, depois do caso do formato gif o pessoal ficou cabreiro


André

A matéria era meio tendenciosa à Macromedia… Semelhante à notícia paga…
Mas é uma boa linha!!!! O Wesley havia nos mostrado um site de um hotel que já adota tal conceituação.
Aproveitemos este conceito para evoluí-lo utilizando ferramentas não proprietárias... O governo agradece... Nosso bolso também...
Rs
Com o passar do tempo e com a utilização cada vez mais freqüente, aplicativos como o SVG evoluirão bastante!!!!!

Luiz

Bah! Flash para o governo vai contra padrões de acessibilidade, os cidadãos com alguns tipos de deficiencia continuarão não tendo acesso aos serviços públicos via web(pelo menos até essa ultima versão do flash que ainda é muito deficiente no que se refere a acessibilidade).

Acho que o uso de RIA pode ter boas aplicações se levarmos em consideração o público-alvo. Para aplicações abertas não acho que seria viavel se projetarmos pensando em acessibilidade(que agora é lei para sites governamentais e deve ficar mais abrangente e atingir sistemas e sites da iniciativa privada seja por leis ou por exigência dos próprios usuários nos próximos anos).

De qualquer forma o Jonas Galvez lançou um livro (http://jonasgalvez.com/br/blog/2005-03/flash-descomplicado ) sobre flash actionscript que me pareceu bem interessante.
Pra quem não conhece o guri começou a programar desde os 14 anos e escreveu o primeiro livro sobre actionscript aos 16 que foi publicado pela editora Erika, (eu comprei é muito bom).
http://www.tableless.com.br/anexo/jonasgalvez.mp3
http://www.tableless.com.br/anexo/jonasgalvez2.mp3

Luiz

Putz, o site da Audi é muito bom!!
www.audicpo.com
Pena que os ceguinhos que tentarem acessar nunca poderão conhecer as vantagens de ter um audi e os ceguinhos ricos nunca darão um de presente para alguém se dependerem do site...

Welington

Pena que os ceguinhos também não podem dirigir esse Audi. E nem outros carro

André

SVG é a abreviatura de Scalable Vectorial Graphics que pode ser traduzido do inglês como Gráficos Vectoriais Escaláveis. Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vectorial desenhos e gráficos bidimensionais. Umas das principais características dos gráficos vetoriais é que não perdem a qualidade ao serem ampliados. A grande diferença entre o SVG e outros formatos vetoriais é o fato de ser um formato aberto, não sendo propriedade de nenhuma empresa.

O formato SVG é recomendado pelo World wide web Consortium ( http://www.w3.org/ ) (W3C).

É possível que dentro de algum tempo um mesmo gráfico SVG esteja presente em um celular e num computador Desktop. Os princípios básicos do svg são leveza e portabilidade.

Nova tecnologia para produzir materiais didáticos para Web baseado em padrões. Visite o site:

http://www.abed.org.br/congresso2002/trabalhos/texto47.htm

"As tecnologias e padrões emergentes estão começando a eliminar as barreias ao uso de fontes de alta qualidade, gráficos de alta definição e multimídia. Um dos desenvolvimentos mais promissores é um formato gráfico baseado em XML, chamado Scalable Vector Graphics - SGV. O SVG é um novo padrão, recomendado pela World Wide Web Consortium - W3C, para criação de gráficos bidimensionais e animações para a Web. Algumas empresas que contribuíram para criação do SVG foram: Microsoft, Adobe, Macromedia, IBM, Sun Microsystems, Apple, Xerox, Netscape, Corel e Kodak [XHTML, 2001]. "

Fonte: http://vivaotux.blogspot.com/

Junior

Infelizmente só agora tive tempo de ler tudo sobre a discussão, mas queria acrescentar que vale uma análise maior antes de afirmarmos que não se enquadra nas regras de acessibilidade. Tenho informações que a CTIS está adotando soluções utilizando a combinação RIA com FLASH, e tem conseguido excelentes resultados de qualidade de navegação, dinâmismo nos comportamentos de tela e facilidades de implementação, além de garantirem que estão atendendo as regras de acessibilidade.
Vale um estudo para vermos o que é possível.

Wesley

Isso ai Junior, acho que acessibilidade não só se aplica a disponibilizar recursos de acesso a deficientes visuais, o conceito é bem mais amplo e se aplica no que vc acaba de falar (navegação e dinamismo nos comportamentos de tela) como a muitos outros fatores, Interação do usuário com o sistema, maior estímulo e aprendizado. Com essas novas tecnologias ocorre o surgimento de interfaces muito mais amigáveis e interessantes que as atuais, que são baseadas em conceitos tecnológicos do ponto de vista dos programadores, arquitetos e analistas, os chamados Dinossauromon. Com cinco anos de internet, tem o poder do super grito anti-inovação. Entre suas frases de efeito estão: "Olha o prazo!", "Não vai dar!", "Vai estourar a verba!" ou “Vamos usar o que já sabemos que da certo”.

Abaixo um texto fora do nosso assunto, mas bem legal sobra a nossa profissão (designer para web).

Luiz

Legal Wesley, também considero o tal do RIA um recurso que deve crescer muito em projetos de interface. Mas vale lembrar que uma interface pode ser fácil de usar, bonita, comunicativa e pode ser inacessível a alguns agentes usuários, por exemplo o google que é um dos maiores usuários cegos do planeta não consegue indexar conteúdos desenvolvidos em flash, um leitor de tela também não consegue ler caracteres “encapsulados” em um swf, até onde eu sei….
Bom a discussão é interessante para descobrirmos novos recursos, que tal uma busca conjunta por essas informações? Quem descobrir algo funcional relativo a acessibilidade em arquivos flash manda por e-mail ou coloca la no wick (que ta entregue as moscas faz meses) e avisa o resto do pessoal…

Rerman

>> . Com essas novas tecnologias ocorre o surgimento de interfaces muito mais amigáveis e interessantes que as atuais, que são baseadas em conceitos tecnológicos do ponto de vista dos programadores, arquitetos e analistas, os chamados Dinossauromon. Com cinco anos de internet, tem o poder do super grito anti-inovação. Entre suas frases de efeito estão: "Olha o prazo!", "Não vai dar!", "Vai estourar a verba!" ou “Vamos usar o que já sabemos que da certo”.


Acho que esse conceito de Dinossauromon sao para péssimos profissionais da área. Se existirem na vida real, não duram muito. Essa definição nào é para ser levada a sério. As pessoas do ramos tecnológico são loucas por inovações. O Java (apesar de não ser novo) é a prova disso: está sendo usado mesmo não tendo vários problemas mapeados além de suporte. Essa é uma das desvantagens dele em relação ao asp ou .Net. mas é livre, então a longo prazo, na questão governamental, vale a pena.

E a questão do prazo, é algo a se levar em conta sim (e são os gerentes/diretoria, não a engenharia que cobram isso). As nossas contas que o digam.

Mas a minha experiencia em projetos é:

“Dá pra fazer no prazo? Vai ficar legal?”. Entao vamos usar, não importa o que seja. Normalmente ocorre em situações pontuais.

Que o Flash ou SVG podem gerar intefaces mais usáveis, sem dúvida. Mas tem que se estudar o caso.

E quanto a arquitetos, programadores e analistas, não podemos esquecer que essas pessoas que desenvolveram Flashs, VRMLs, Coreis, Photoshops etc.


Herman

Nova Questão:

“ permitindo assim que programas leitores de tela que interpretam esta tecnologia da Microsoft, tenham acesso ao conteúdo dos objetos Flash”

Estava discutindo com o Wesley: isso não tira a democratização da web? Vinculando acessibilidade ao padrao de uma empresa (Microsoft), ou melhos, duas (Macromedia também)?

Se apenas o browser da Microsoft permite a tal da acessibilidade no Plug-in da Macromedia, isso não seria um golpe na liberdade de acesso? Duas empresas se unindo...

E seu eu uso Linux? É de graça. Nao quero pagar para a Microsoft e nem para a Macromedia.

Argumete aí, Wesley!

Wesley
Eu acho, e todos sabem, que vivemos em um mundo competitivo e se da bem quem sai na frente, se esse tipo de acessibilidade que vc deseja não está sendo atendido pelos produtos da W3C, não vejo nada de errado em se usar softwares proprietários, já que eles vão atender suas necessidades, que seria a interatividade dos recursos de flesh com a possibilidade de disponibilizar esse conteúdo para deficientes visuais, mas já que vc não quer usar produtos proprietários e deseja esse tipo de serviço fornecido pela Microsoft e pela Macromedia, e ainda quer usar isso no Linux, aconselho a começar a estudar a programação desses softwares livres para desenvolver o um sistema de leitura de caracteres do flash, e assim prover esse tipo de solução de grassa para nos e outros amantes de Software Livre.

PS: Usabilidade usa aquilo que melhor lhe atender, se isso é caro, terá que arcar com esse prejuízo, se não, continue usando aquilo que está dentro do orçamento proposto ou tecnologia acessível, mas isso vai te deixar fora do mercado completivo ou então vai encarecer mais ainda o produto, pois alem de fazer um sistema para pessoas normais com recursos flash que funcionam no MOZILLA, terá que desenvolver a mesma coisa em HTML para que outros programas possam fazer a leitura para cegos.

Herman

Huuumm, então Wesley, entramos na questào:

Qualidade de interface ( todos os “ades”, usabilidade, acessibilidade) X liberdade da web.

Acessar a informaçao, mas de um modo não tão fantástico.

Dane-se a boa interface se temos que pagar por isso, pagar a Microsofts da vida, prefiro o html, mesmo.


Dá p/ fazer umas coisas bonitas com css.



Discussão
Alex
11/05/05 às 13:35

W3C é a resposta para acessibilidade na Web. Porque padroniza uma série de tecnologias gratuitas (principio básico para qualquer coisa ser "acessível"). Tecnologias estas que são o "core" do sucesso da web como a conhecemos, ontem e hoje (HTTP, HTML, XHTML, XML, CSS, SVG, SMIL ETC). Se seu site precisa ser acessível, siga a W3C.

Já vi sites com CSS muito mais bonitos que muito Flash por ai, sem falar que são INFINITAMENTE mais acessiveis.

O SVG é o futuro. Acho até que enchergando isso, os executivos da Macromedia resolveram vender o elefante branco.

Sobre as vantagens do padrão W3C:
http://www.maujor.com/w3ctuto/webquality.html

Sobre as vantagens do SVG sobre QUALQUER outro formato vetorial atual:
http://www.dbxgeomatics.com/xml-svg/SVG-XML.aspx




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(aguarde que é demorado mesmo...)

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