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<title>Usabilidoido: Vídeos</title>
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<dc:creator>fred@usabilidoido.com.br</dc:creator>
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<itunes:subtitle>Mais usabilidade no mundo!</itunes:subtitle>
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<copyright>Frederick van Amstel</copyright>

 
<item>
<title>Mercado de ideias</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/mercado_de_ideias.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O mercado de ideias é um <a href="https://www.usabilidoido.com.br/intervencao_formativa_com_jogos_expansivos.html">jogo expansivo</a> para estudantes de design aprenderem a colaborar e a competir no mercado. Cada estudante tem um ideia, mas precisa convencer o outro a desistir da sua própria ideia para passar de fase. Na medida em que avançam, os estudantes precisam colaborar em grupos maiores. As ideias são desenvolvidas colaborativamente e postas à prova pela competição. No final, a melhor ideia é eleita pelos próprios alunos. O jogo desenvolve habilidades fundamentais para o pensamento projetual, tais como criação, apresentação e negociação. </p>

<p>O jogo simula a dinâmica de um ecossistema de startups, no qual os participantes desempenham papéis tanto de empreendedores quanto de investidores. Cada jogador começa com uma ideia individual, esboçada no papel, e avança por diversas fases competitivas e colaborativas. O <a href="https://www.usabilidoido.com.br/pensamento_visual_expansivo.html">pensamento visual</a> desempenha um papel central na fundamentação da formação do conceito de startup, ao exigir que os participantes desenhem e representem visualmente suas ideias. Esse processo ajuda a esclarecer conceitos abstratos e incentiva a iteração rápida, algo crucial no empreendedorismo.</p><h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/nTnkDtQtLy8?si=p690QFQrNPkO4SdJ" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<h2>Temas</h2>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br//mercado_ideias3.JPG" alt="Mercado ideias3" title="mercado_ideias3.JPG" border="0" width="1200" height="264" />
<p>Organização do espaço para a colaboração.</p>


<img src="http://www.usabilidoido.com.br//mercado_ideias1.JPG" alt="Mercado ideias1" title="mercado_ideias1.JPG" border="0" width="600" height="273" />
<p>Apresentação persuasiva de ideias.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br//mercado_ideias2.JPG" alt="Mercado ideias2" title="mercado_ideias2.JPG" border="0" width="400" />
<p>Embasamento em pesquisas com usuários.</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br//mercado_ideias4.JPG" alt="Mercado ideias4" title="mercado_ideias4.JPG" border="0" width="600" />

<p>Documentação com <a href="http://corais.org/node/375">service blueprint</a>.</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br//mercado_ideias6.JPG" alt="Mercado ideias6" title="mercado_ideias6.JPG" border="0" width="600" />

<p>Prototipação de <a href="http://corais.org/node/105">serviços com Lego</a>.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br//mercado_ideias5.JPG" alt="Mercado ideias5" title="mercado_ideias5.JPG" border="0" width="600"/>

<p>Criação de narrativas sobre <a href="projetando interacao em video usabilidoido">interações em vídeo</a>.</p>

<h2>Tutorial</h2>

<p>Na primeira fase do jogo, cada participante apresenta sua ideia aos demais, tentando "vendê-la" em troca de formar uma parceria com outro jogador. Os esboços funcionam como apoio visual, ajudando os participantes a comunicar suas ideias com mais eficácia. Essas representações também facilitam a discussão, permitindo que potenciais parceiros visualizem possibilidades de aprimoramento e colaboração. O uso do desenho encoraja os participantes a pensar criticamente sobre a integração de diferentes conceitos e sobre a melhor forma de comunicar a visão de startup em evolução.</p>

<p>O jogo se desenvolve em 3 fases:</p>

<ul>
<li>
Fase 1: Cada participante esboça sua ideia e sai para "vendê-la" aos outros. Os jogadores devem convencer outro participante a comprar sua ideia, o que leva à fusão ou ao abandono de uma das ideias.</li>

<li>Fase 2: Os jogadores que formaram duplas passam a trabalhar juntos para desenvolver ainda mais a ideia combinada, ou a nova ideia resultante da fusão. Eles então criam um segundo esboço em uma nova folha de papel. Nessa etapa, os participantes focam no refinamento da ideia e na preparação para a fase seguinte.</li>

<li>Fase 3: A dupla deve agora recrutar novos membros, convencendo outros a juntar-se ao seu time, formando grupos maiores. O objetivo é montar uma equipe com pelo menos 8 pessoas, incluindo membros de diferentes áreas ou formações. Times que não alcançarem esse número mínimo não podem avançar à etapa final.</li>

</ul>

<p>Um aspecto único do jogo é a flexibilidade concedida aos jogadores: eles podem deixar seu time atual e juntar-se a outro a qualquer momento, promovendo constante interação e negociação. À medida que o jogo avança para as fases posteriores, as duplas precisam convencer outros a entrar em seu grupo apresentando visualmente suas ideias refinadas. Quanto maior e mais coesa a equipe se torna, mais forte deve ser sua narrativa visual. A fase final consiste na formação de um time com pelo menos oito participantes, cujo progresso é acompanhado visualmente em uma grande parede de papel kraft, onde todas as ideias e equipes são interconectadas por meio de esboços e diagramas.</p>

<p>As imagens da implementação do jogo demonstram como os participantes se engajam ativamente nesses exercícios visuais, apresentando suas ideias, discutindo-as em equipe e extraindo novos insights do processo colaborativo. As representações visuais funcionam como uma linguagem comum, reduzindo lacunas de entendimento e facilitando a convergência de participantes de diferentes formações em uma visão empreendedora compartilhada.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/mercado_de_ideias.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 18:00:49 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer um storyboard de interação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Storyboard é uma sequência de cenas que ilustram a interação do usuário com um produto ou serviço, revelando aspectos cruciais do contexto: onde, quando, como e por quê. O desenho do storyboard não precisa ser bem feito pois o foco é demonstrar a sequência de passos. </p>
<p>Por que é feito? O Storyboard foi criado originalmente para planejar filmes e animações, aproveitando a referência das revistas em quadrinhos. Os diretores de cinema precisam visualizar como será a sequência de cenas antes de começar a filmar, pois a filmagem custa muito caro. O storyboard ajuda a evitar erros e planejar algo bastante subjetivo.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol>
<li>Imprimir 5 cópias do <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/13_storyboard.PDF">template de storyboard</a>. Utilizar apenas lápis para poder apagar caso necessário. Escolha uma das histórias de interação com produtos e serviços que você ouviu do usuário ou observou.
</li>

<li>Escrever nas linhas em branco o que acontece em cada cena antes de desenhar. As cenas não devem conter balões de texto, ou seja, escreva também as falas dos personagens se houver.</li>

<li>Depois de escrever todo o texto, comece a desenhar as cenas. Não se preocupe se só conseguir desenhar a figura humana em formato de palito. O ponto do exercício é pensar na sequência da interação.</li>

<li>Fotografar o storyboard com o celular ou câmera digital.</li></ol>

<h2>Vídeo</h2>

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<p>
Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

   <p>O Storyboard é como se fosse uma história em quadrinhos sobre a interação que o usuário teve com um concorrente seu ou que vai ter com o produto ou serviço que você está projetando.</p>
    
    <p>Para começar, imprima cinco cópias do template de Storyboard em uma folha de papel A4. Utilize lápis para poder apagar e rabiscar livremente. Escolha uma das histórias de interações que o usuário teve com produtos ou serviços que você observou diretamente ou que você ouviu do usuário para representar no seu Storyboard.</p>
    
    <p>Cada quadradinho do Storyboard é como se fosse uma etapa na interação que o usuário tem com o produto ou serviço.</p>
    
    <p>Antes de desenhar, você deve escrever embaixo o que está acontecendo naquela cena de modo que você se concentre nas ideias para depois pensar no visual.</p>
    
    <p>Para o Storyboard, não é necessário desenhar com precisão. Esboços simples, bonequinhos de palito já são suficientes para expressar a ideia. O importante é contar uma boa história.</p>



<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html">Jornada do usuário </a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:14:00 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer um protótipo bruto</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Protótipo bruto é um modelo cru do produto ou serviço, exibindo apenas o necessário para simular o uso. O modelo pode ser feito com lápis e papel, isopor, massa de modelar, Lego, papelão ou qualquer outro material de baixo custo. </p>
<p>Por que é feito? Um conceito que funciona muito bem na ideia pode não funcionar no mundo físico. Ao construir o protótipo, a ideia costuma ser adaptada para viabilizar sua execução. O protótipo ajuda a refletir sobre a ideia e torná-la mais concreta.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol><li>Conseguir os materiais que parecem ser necessários para criar o protótipo.</li>

<li>Experimentar combinações dos vários materiais para dar forma ao protótipo. Tirar foto ou captura de tela de cada uma.</li>

<li>Implementar as funcionalidades do protótipo através de partes móveis, desenhos, texto de instrução e outras marcações.</li>

<li>Imaginar diversos usos do protótipo falando em voz alta o que você está fazendo.</li>

<li>Dentre os experimentos feitos, escolher um protótipo para testar na próxima fase do projeto. </li></ol>

<h2>Vídeo</h2>
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<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

    <p>No começo de um projeto de produto ou serviço, é muito comum as pessoas pararem e não saberem como progredir. Nessa situação é muito indicado fazer um protótipo, um modelo físico mesmo, que permita o mínimo possível para poder experimentar o uso desse produto ou serviço e dessa maneira poder continuar o desenvolvimento do projeto.</p>
    
    <p>Você pode usar vários materiais de baixo custo para fazer protótipos, tais como Lego, lápis, papel, isopor, massa de modelar, papelão ou poliestireno. É bom ter uma variedade de materiais à mão para que qualquer ideia possa ser imediatamente prototipada com as mãos. Comece colocando os materiais que você tem às mãos um em cima do outro só para imaginar como ficaria o produto ou serviço.</p>
    
    <p>Se você estiver prototipando um serviço, você provavelmente precisará de materiais lisos para simular interfaces. Já se você estiver prototipando um produto, você precisará de materiais com volume, tais como massa de modelar, Lego, poliestireno e outros. O protótipo serve para tornar mais tangível as discussões ao redor do projeto e experimentar o uso. Ou seja, não é necessário desenvolver um protótipo muito detalhado. Apenas o mínimo necessário para experimentar o uso deve estar lá. Partes móveis, post-its, pedaços de papel, Lego, massa de modelar que se move, tudo isso pode ser utilizado com uma boa dose de imaginação para fazer o protótipo se tornar vivo e funcional.</p>
    
    <p>O protótipo ideal é aquele que o usuário consegue experimentar o uso sem precisar de instruções de uma outra pessoa, apenas tocando e interagindo com o protótipo. Durante o desenvolvimento desse protótipo, é bem interessante testar essa capacidade do protótipo de ser autoexplicativo em várias diferentes situações. Então assim que alguém desenvolver um protótipo, outra pessoa na equipe deve pegar esse protótipo e experimentar como se fosse um usuário e novas ideias podem surgir desse processo. Os protótipos serão refinados, transformados em novos protótipos e assim o projeto vai evoluir através de ciclos.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
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</li>

<li>
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</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html#comments">Comente este post</a></p>
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<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:08:21 -0300</pubDate>


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<item>
<title>Como fazer uma análise de similares</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Análise de similares (também conhecido como benchmarking) é uma comparação entre produtos ou serviços concorrentes do que você está desenvolvendo. Ela pode ser feita tanto para aperfeiçoar um produto existente quanto para ajudar a encontrar um diferencial para um novo produto.
</p><p>Por que é feito? Com frequência, a ideia que parece mais original do mundo já foi implementada em algum lugar. Para evitar o desperdício de desenvolver algo que já existe, é feita a análise de similares.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>
<ol>
<li>Pesquisar no Google as ideias mais votadas na fase de brainstorming. Verificar se há produtos ou serviços que apliquem esta ideia.</li>

<li>Dentre os produtos e serviços encontrados, escolher 4 que forem mais parecidos.</li>

<li>Definir pelo menos 3 critérios de comparação e 4 funcionalidades para os similares e colocar numa tabela seguindo o <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/7_analise_similares.xlsx">template</a>. </li>

<li>Classificar por nota de 1 a 10 os critérios e sim/não para as funcionalidades.</li></ol>

<h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/qGw2UWRnQAA?si=mxvzcEqPUOXpXnf6" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>


<h2>Transcrição</h2>

    <p>Análises similares servem para você evitar o constrangimento de apresentar essa ideia para alguém e receber como resposta "mas já não existe algo assim?" Com base na pesquisa que você fizer, você precisa mostrar que a sua ideia é diferente das outras e dessa maneira as pessoas vão acreditar que você irá sobreviver à concorrência.</p>
    
    <p>O primeiro passo da análise de similares e talvez o mais difícil é encontrar os seus concorrentes, as ideias similares às suas. Pergunte para seus amigos, pergunte para especialistas, faça várias pesquisas no Google, tente várias palavras-chave, inclusive em outros idiomas. Tenha certeza de que alguém já não fez algo parecido com aquilo.</p>
    
    <p>Alguns produtos ou serviços talvez nem valham a pena comparar com o seu, porém você deve escolher pelo menos 4 produtos ou serviços para comparar a ideia, mesmo que eles não atuem no mesmo mercado ou segmento em que você deseja atuar.</p>
    
    <p>Defina pelo menos 3 critérios de comparação, beleza, durabilidade ou funcionalidade. Além dos 3 critérios, defina também 4 funcionalidades que o seu produto ou serviço tem e que os demais da concorrência não têm. Uma funcionalidade é uma característica específica de um produto ou serviço que você deseja comparar. Depois de definir os critérios e as funcionalidades, você deve classificar cada um dos produtos ou serviços comparados de acordo com uma escala nos critérios de 1 a 10 e nas funcionalidades sim e não.</p>
    
    <p>Agora você tem uma visão clara do seu produto ou serviço em relação à concorrência. Você pode voltar e analisar a sua ideia para revisá-la a partir dessa pesquisa de análise similares.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html">Jornada do usuário </a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:00:16 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer um painel semântico</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Painel semântico é uma colagem de imagens que, juntas, tentam expressar o significado de um contexto. Por que é feito? O painel semântico é um recurso para ser usado durante todo o projeto, como uma referência para momentos de falta de inspiração ou bloqueio de ideias. O painel expressa de maneira subjetiva as várias possibilidades que um projeto tem, permitindo que elas sejam descobertas também pela visualização.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol><li>Pesquisar no Google imagens relacionadas ao seu tema. Salvar estas imagens numa pasta do computador. Filtre as imagens marcadas para reutilização com modificação na aba ferramentas. Se você tiver outra fonte de imagens com licenças de uso livres, fique à vontade para utilizar. 

<li>Abrir o <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/8_painel_semantico.pptx">template de painel semântico</a> no PowerPoint.</li>

<li>Clicar com o botão direito nas imagens existentes e escolher "Mudar imagem". Inserir as imagens selecionadas na etapa anterior.</li>

<li>Organizar as imagens de maneira criativa e caótica.</li>

<li>Exportar o slide como uma imagem JPEG.</li></ol>

<h2>Vídeo</h2>


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<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

    <p>O painel semântico é uma colagem de imagens que serve para expressar o significado de um contexto. Ele pode ser utilizado para lembrar os projetistas depois sobre esse contexto, sobre suas características, bem como para ajudar em situações em que há bloqueios de criatividade. Basta olhar para o painel semântico que as ideias vêm à cabeça imediatamente através das suas múltiplas imagens.</p>
    
    <p>Primeiro, faça uma pesquisa no Google na aba "Imagens" sobre temas relacionados ao seu projeto. Filtre as imagens marcadas para reutilização com modificação na aba de "Ferramentas". Se você tiver outras fontes de imagens com licença de uso livres, fique à vontade para utilizar, não tem problema. Salve todas as imagens numa pasta de computador. Busque imagens que representem a diversidade do tema, as emoções que as pessoas sentem, os estilos e os objetos que as pessoas usam neste contexto.</p>
    
    <p>Abra um template de PowerPoint sobre o painel semântico e modifique as imagens existentes para colocar aquelas que você salvou na sua pasta de computador. Mude elas de lugar, gire as imagens, faça cortes, ordene como quiser. Siga a sua intuição e tente deixar as imagens de maneira que elas evoquem emoções similares próximas umas das outras.</p>
    
    <p>Lembre-se, o objetivo do painel semântico é estimular a criatividade da equipe e servir de orientação subjetiva ao projeto. Quando você estiver satisfeito com o resultado, exporte o seu painel semântico com uma imagem JPEG.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
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</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html">Jornada do usuário </a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 12:55:56 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer personas de usuários</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Persona é um usuário típico do produto ou serviço apresentado como uma ficção, ou seja, através de um perfil inventado. Este perfil utiliza dados coletados em pesquisas com usuários. </p>

<p>Por que é feito? As pesquisas com usuários costumam levantar tantos dados que se torna difícil compreender e lembrar de tudo o que foi aprendido. A Persona é criada para sintetizar os dados num formato de fácil compreensão. Uma Persona pode representar vários tipos de usuários, porém, elas devem sempre parecer realistas.</p>
<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol>
<li>Os dados das pesquisas com usuários são reunidos para reflexão.</li>

<li>Escrever uma lista de tipos de usuários. Podem ser usadas variáveis para definir os tipos, tais como experiência no assunto, idade, poder aquisitivo, etc. Assim, é possível ter o tipo experiente/inexperiente, idoso/jovem, rico/pobre e assim por diante.
</li>

<li>Criar uma persona para cada tipo de usuário utilizando o <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/9_Persona.pptx">template de PowerPoint</a>.</li>

<li>Definir os objetivos da persona, os comportamentos típicos, o que deve ser feito e o que não deve.</li>

<li>Colocar uma foto na Persona com direitos liberados para reutilização. No Google Imagens, você precisa clicar em "Ferramentas de pesquisa", "Sem filtros de licença" e selecionar "Marcadas para reutilização".</li>

<li>Agrupar todas essas informações num arquivo só.</li>
</ol>

<h2>Vídeo</h2>

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<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

    <p>Persona não são perfis de usuários inventados ou imaginados. Persona são perfis de usuários baseados em pesquisas sobre os hábitos, comportamentos e características de diferentes tipos de usuários. O objetivo é sintetizar todos esses dados de uma maneira fácil de lembrar e compreender.</p>
    
    <p>O primeiro passo da criação de uma persona é reunir todos os dados levantados na pesquisa e procurar por padrões de comportamento nestes dados.</p>
    
    <p>O número de personas vai depender da quantidade diferente de padrões que você encontrar nos seus dados. Cada tipo de usuário você poderá construir a partir de uma combinação de diferentes características, como, por exemplo, idade, profissão, experiência, com um determinado assunto. Mas lembre-se, acrescente somente os usuários que tenham aparecido na sua pesquisa.</p>
    
    <p>Uma persona é uma ficha de personagem com as informações relevantes do produto ou serviço. A ficha costuma conter os objetivos da persona para usar, os comportamentos típicos, o que deve ser feito e o que não deve ser feito para essa persona. Essas informações devem ser coerentes com uma pessoa real, um perfil em que qualquer pessoa possa acreditar que existe no mundo real.</p>
    
    <p>Se você quiser colocar uma foto de uma pessoa para ilustrar a sua persona, você precisará da autorização desta pessoa. Na busca de imagens do Google, você pode pesquisar por fotos de pessoas que já liberaram o seu uso pela internet. Clique em "ferramentas de pesquisa" e modifique a opção "sem filtros de licença" para "marcadas para reutilização".</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
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<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 12:45:29 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/9_persona.jpeg" />


</item>
 
<item>
<title>Como fazer uma jornada do usuário </title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html</link>
<description><![CDATA[
<p>A Jornada do Usuário é uma maneira de visualizar a interação do usuário com um serviço ou produto existente. Cada ação realizada pelo usuário é equivalente a um passo numa linha do tempo. Cada passo  pode ou não ter um ponto de contato com o produto/serviço (ex: telefone, website, email, balcão, etc). Além disso, o estado emocional do usuário ao interagir com aquele ponto de contato também é registrado (empolgado, desanimado, irritado, etc). </p><p>
Por que é feito? A jornada do usuário é uma descrição do produto/serviço do ponto de vista do usuário, ou seja, ela descreve quando e por que o usuário usa o produto/serviço sem entrar nos pormenores de funcionamento. Apenas aquilo que o usuário vê é mapeado. As oportunidades de mudança surgem à partir do estado emocional do usuário, que indica pontos onde deve haver melhoria ou simplificação.
</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol>
<li>Escolher um tipo de usuário a ser mapeado com base nas pesquisas anteriores. Na maioria dos casos, cada usuário é mapeado em uma jornada diferente. Fazer um desenho simples do usuário num post-it ou papelzinho.</li>

<li>Escrever em post-its ou papéis pequenos tudo o que o usuário faz com o produto/serviço atual, quais são os meios que ele utiliza e como ele se sente. Utilizar um post-it para cada ideia.</li>

<li>Dividir uma folha de papel A3 em 5 colunas (Conhecer, Começar, Usar, Desenvolver, Sair) e 4 linhas (Ações do usuário, Pontos de contato, Dores e ganhos, Análise crítica).</li>

<li>Colar os post-its nos espaços correspondentes, criando uma classificação dos passos. Acrescentar novos post-its onde for apropriado. Mover os post-it de um lado para o outro caso mude de ideia.
</li>
<li>Observar a sequência como um todo e preencher a linha de análise crítica.</li></ol>

<h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/E6v4akdytgw?si=Ptf9oRLDHsqL0EbV" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

    <p>Para a jornada do usuário, você irá precisar de uma caneta, um bloco de post-its, que pode ser substituído por folhas de papel cortado e uma folha de papel A3.</p>
    
    <p>Lembre-se de algum usuário que você viu durante a sua pesquisa e faça um desenho dele, um desenho simples, num post-it.</p>
    
    <p>Pegue um bloco de post-its e escreva em cada post-it uma ação que o usuário fez quando você observou durante a pesquisa. Escreva todas as ações que a pessoa fez, mesmo que não seja na ordem em que elas aconteçam. O importante, neste momento, é fazer uma pilha que depois você irá organizar na próxima etapa.</p>
    
    <p>Agora, pegue a sua folha A3 e divida em cinco colunas. Conhecer, começar, usar, desenvolver e sair. Elas correspondem às etapas da jornada do usuário, desde o momento em que ele descobre o serviço ou produto que você está analisando até o momento em que ele deixa de usar. Depois disso, faça quatro linhas. Ações do usuário, pontos de contato, dores e ganhos e análise crítica. Estas linhas servem para analisar como que o produto ou serviço interage com o usuário durante cada etapa de sua jornada.</p>
    
    <p>Cole os post-its que você tinha escrito anteriormente nas colunas e linhas correspondentes às etapas da jornada do usuário. Talvez você queira acrescentar novos post-its ou então mudar de lugar os post-its existentes. O objetivo é refletir sobre a jornada do usuário.</p>
    
    <p>Depois que você tiver colado todos os post-its, observe a visão geral da jornada do usuário e faça uma análise crítica dos problemas encontrados na última linha.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html">Jornada do usuário </a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">1182</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 12:39:27 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer um briefing de projeto de experiência</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Briefing é uma atividade que gera um documento que descreve em linhas gerais o que será desenvolvido num projeto. Por que é feito?Para clarear as ideias e comunicar com outras pessoas as bases de um projeto. Pode ser utilizado também como documento legal para evitar mudanças de requisitos depois de sua aprovação.</p>
<h2>Passo-a-passo</h2>
<ol>
<li>Reunir todos os membros do projeto e discutir o foco do projeto.</li>

<li>Refletir sobre as pesquisas iniciais.</li>

<li>Definir problemas, usuários, oportunidades, recursos e retorno do investimento.</li>
</ol>

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</ol>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

    <p>Como começar o briefing? Reúna os seus colegas num local onde você possa confortavelmente discutir o projeto. Uma dessas pessoas deve se responsabilizar por tomar notas de tudo o que for discutido durante a conversa.</p>
    
    <p>A discussão irá gerar o documento de briefing, um documento que contém todas as premissas básicas que irão orientar o projeto numa determinada direção, mesmo que não se saiba exatamente o que se está projetando.</p>
    
    <p>Nas pesquisas anteriores, você deve ter observado situações em que as pessoas tinham problemas com serviços, produtos e tecnologias. Na discussão de briefing, você deve lembrar desses problemas para orientar o projeto. Defina quais usuários serão atingidos pelo problema. Pense nas pessoas que você viu falando com o problema. Defina um perfil para cada uma delas, ou seja, um tipo de usuário que tenha aquele problema. Esse perfil pode ser baseado em demografia, um cargo profissional ou também um nível de relacionamento.</p>
    
    <p>O que seria possível fazer caso esses problemas não existissem? Pense nas vantagens para o usuário, para sua família, colegas de trabalho e a empresa onde ele trabalha.</p>
    
    <p>Faça uma lista de recursos que você precisará para desenvolver o projeto. Esses recursos podem ser materiais, insumos, veículos, objetos, locais, etc. Isso vai ajudar a sua equipe a saber o que precisa correr atrás.</p>
    
    <p>Discuta, por fim, o retorno para um potencial investidor do projeto. Quem você acha que poderia investir na ideia e qual será o retorno do investimento.</p>



<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
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</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
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</ol>
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]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">1181</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 12:34:18 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/5_briefing.jpeg" />


</item>
 
<item>
<title>Como entrevistar usuários</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html</link>
<description><![CDATA[
<p>A entrevista contextual consiste em conversar com o usuário em seu território, muitas vezes em sua casa, local público ou espaço de trabalho. Os temas da conversa variam de acordo com o interesse do entrevistador e do entrevistado, mas tipicamente giram em torno da relação do usuário com os serviços e produtos que o entrevistador está interessado.</p>
<p>Por que é feito? As histórias de vivências que o usuário conta ajudam a compreender suas motivações, dificuldades e desejos. A entrevista permite uma compreensão mais profunda do que outros métodos de pesquisa, pois a pessoa pode se expressar livremente.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol>
<li>Definição de usuários e temas de interesse. Não é aconselhado escrever de ante-mão as perguntas a serem feitas, apenas uma lista de temas a serem tratados.</li>

<li>Busca de usuários em locais públicos ou através de redes de amigos.</li>

<li>Marcar o local e a data da entrevista com o usuário.</li>

<li>Conversa relaxada sobre os temas de interesse, sem parecer inquérito policial. O entrevistador tem duas opções: anota num caderno para não esquecer os principais momentos das histórias descritas ou grava o áudio da entrevista, com a autorização do entrevistado.</li>

<li>As entrevistas com diferentes usuários são comparadas e histórias similares aparecem.</li></ol>

<h2>Vídeo</h2>

<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/qIpCHLdQ_VY?si=Bx-uHn4szN3FUzU0" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

    <p>Para fazer a entrevista contextual, você precisa definir quais são os usuários que você vai entrevistar e quais serão os tópicos que você irá abordar. Não é necessário fazer uma lista de perguntas, isso vai levar você a fazer uma entrevista que mais parece um inquérito policial do que uma conversa. A melhor maneira de você se preparar para a entrevista é fazer uma lista solta de tópicos a serem abordados.</p>
    
    <p>O método de entrevista contextual consiste em ter um diálogo, uma conversa no território do próprio usuário, na casa dele, no escritório, na universidade, onde ele normalmente costuma frequentar. Lá, você irá ter uma conversa sobre temas de interesse do usuário, não necessariamente os seus próprios temas. A partir do momento que você engaja nessa conversa, você pode sim acrescentar tópicos do seu interesse, mas o mais importante é não interromper o fluxo da conversa e manter o clima de diálogo aberto.</p>
    
    <p>Quando o usuário estiver falando, tome notas num caderno para se lembrar dos principais pontos da conversa. Você pode, se tiver autorização do usuário, gravar o áudio também, mas lembre-se, depois que você for ouvir esse áudio, você irá gastar o mesmo tempo para extrair algum dado relevante, logo, anotar no caderno é mais importante do que gravar a conversa em áudio.</p>
    
    <p>Enquanto o usuário estiver falando, aproveite para encaixar a sua pergunta no mesmo tema, mesmo que ele esteja numa ordem diferente na sua lista de tópicos. Isso vai ajudar o usuário a se sentir mais à vontade na conversa e você poderá ir mais a fundo no tema.</p>
    
    <p>As perguntas que você for fazer ao usuário não devem ser perguntas muito fechadas, que a pessoa possa responder sim ou não e a conversa acabar. O ideal é você fazer perguntas mais abertas, vagas mesmo, com a intenção da pessoa se abrir e aí sim você trabalhar no tema que é de interesse dela.</p>
    
    <p>Se você sentir necessidade, você pode ter uma outra pessoa te ajudando a tomar notas enquanto o usuário vai falando, você pode se concentrar então em fazer perguntas relevantes. Caso você fique sem algum assunto ou não saiba mais o que perguntar, volte à sua lista de tópicos anotada no caderno e veja se você abordou todos os tópicos.</p>
    
    <p>Se você ficar com dúvidas sobre alguma coisa que a pessoa disser, aproveite para utilizar o "por quê", essa ferramenta mais importante numa entrevista que vai ajudar o usuário a expressar as motivações dele.</p>
    
    <p>Quando você tiver abordado todos os tópicos da sua lista e não tiver mais nenhuma dúvida sobre o que o usuário falou, então agradeça essa pessoa e termine a entrevista.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
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</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">1180</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 11:49:10 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/3_entrevista_contextual.jpeg" />


</item>
 
<item>
<title>Como pesquisar &quot;Um Dia na Vida&quot; dos usuários</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Um dia na vida é uma agenda para visualizar a rotina do usuário. Por que é feito? Para compreender as atividades de rotina, os lugares que o usuário vai com frequência e os meios de transporte e de comunicação utilizados no dia-a-dia. Esse método é útil para identificar problemas nas transições entre uma atividade e outra.</p>
<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol>
<li>Definição de usuários a serem mapeados. Estes podem ser os mesmos usuários estudados por Shadowing.</li>

<li>Mapear as atividades de acordo com o horário e local num dia típico de semana utilizando o <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/2_um_dia_na_vida.xlsx">template de Excel</a>. Apenas as atividades de rotina devem ser mapeadas. Deixar em branco o que não souber.</li>

<li>Validar a linha do tempo com o usuário para verificar que não tem nada errado por telefone ou email. Tirar as dúvidas sobre o que não se sabia.</li>

<li>Comparar o dia na vida de diferentes pessoas.</li>

</ol>

<h2>Vídeo</h2>

<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/_kA2uqB3328?si=lCb9j0Te1_iXXzEO" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

    <p>Abra a planilha "Um Dia na Vida" e insira os dados que foram coletados na sua pesquisa com usuários. Você deve preencher todas as atividades que o usuário faz durante um dia comum de sua vida. Se você não souber alguma coisa, estiver faltando alguma informação, aproveite para telefonar, mandar uma mensagem para o usuário entrevistado e verificar esses dados.</p>
    
    <p>Quando acontecer alguma coisa no dia da pessoa que você perceber que não está contribuindo para a motivação dela, isso pode se tornar um problema de projeto. Isso significa que você pode desenvolver algo que tente solucionar esse problema para essa pessoa. Dificilmente, se você perguntar para uma pessoa quais são os problemas dela, ela vai te dizer porque esses problemas serão resultado da sua análise das dificuldades que as pessoas têm em atingir as suas motivações.</p>



<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_jornada_do_usuario_.html">Jornada do usuário </a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 11:34:04 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/2_a_day_in_life.jpeg" />


</item>
 
<item>
<title>Como fazer um teste de usabilidade</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Teste de usabilidade é uma simulação de uso do produto ou serviço com usuários reais. Os usuários usam como se estivesse sozinhos, sem a ajuda do pesquisador, e o observador, por sua vez, incentiva que o usuário verbalize seus pensamentos para compreender seu comportamento.</p>

<p>Por que é feito? O produto ou serviço sempre parece mais fácil de usar nas mãos de seus criadores do que nas mãos de usuários que não sabem nada sobre o assunto. Já que o objetivo de qualquer projeto é ser útil para os usuários, nada mais coerente do que testar com usuários para obter feedback nesse sentido.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>

<ol>
<li>Recrutar pelo menos 5 usuários para o teste de usabilidade. Tentar encontrar pessoas parecidas com as personas definidas anteriormente. Agendar com cada usuário um horário separado. Não testar com todos ao mesmo tempo.</li>

<li>Escrever a lista de tarefas a serem dadas para os usuários antes do teste. Essas tarefas não devem mencionar as mesmas palavras contidas no protótipo para evitar enviesamento.</li>

<li>Durante o teste, explicar ao usuário que quem está sendo testado é o produto/serviço e não o usuário, ou seja, sua capacidade de usar não está em jogo. O usuário é o especialista em uso; ele sempre tem razão. </li>

<li>Pedir ao usuário para executar as tarefas da lista enquanto verbaliza seus pensamentos. Caso tenha uma outra pessoa disponível para te ajudar, tire fotos em momentos que o usuário tenha dificuldades para lembrar depois.</li>

<li>Pedir ao usuário verbalizar seus pensamentos sempre que ele ficar em silêncio.</li>
<li>Quando terminar todas as tarefas, agradecer o usuário e escrever uma lista de aprendizados.</li>
</ol>

<h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/fZVqLSFWCOY?si=mFPkea452dfEUe7S" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

   <p>A melhor maneira de obter feedback sobre um produto ou serviço que você esteja desenvolvendo é através do teste de usabilidade. Você apresenta o protótipo e pede para que os usuários usem como se fosse na realidade. Ou seja, o teste de usabilidade é uma espécie de simulação de uso.</p>
    
    <p>Realize o teste de usabilidade com pelo menos cinco pessoas diferentes. Acredita-se que essa quantidade é suficiente para encontrar a maior parte dos problemas. Busque as pessoas que vão participar do teste entre seus conhecidos, amigos e profissionais. Tente encontrar pessoas que são parecidas com as pessoas que você identificou nas fases de pesquisa anterior.</p>
    
    <p>Evite de fazer o teste de usabilidade com mais de um usuário ao mesmo tempo. Do contrário, pode ser que haja influência do comportamento de um sobre o outro.</p>
    
    <p>Escreva uma lista de tarefas que você deseja que o usuário realize com seu produto ou serviço. Escreva com um texto vago e impreciso de propósito, com o objetivo de que o usuário tenha uma certa dificuldade para realizar a tarefa e não venha com uma resposta muito óbvia. Do contrário, você não conseguirá obter um feedback útil para o seu teste.</p>
    
    <p>Quando os usuários chegarem para fazer o teste, cumprimente-os e explique que o objetivo do teste não é testar a capacidade do usuário em realizar as tarefas, mas sim testar a capacidade do produto e serviço em servir o usuário. Ou seja, se algum problema acontecer, a culpa não é do usuário, a culpa é do produto ou serviço.</p>
    
    <p>Leia a tarefa que o usuário precisa realizar e peça que ele verbalize tudo que vier na sua mente. Esse dado será fundamental para entender o seu comportamento. Toda vez que o usuário quiser clicar em alguma coisa, peça que ele mostre isso apontando o dedo tocando no lugar mesmo onde ele gostaria de interagir.</p>
    
    <p>Enquanto o usuário realiza as tarefas e conversa com o pesquisador, é importante ter uma terceira pessoa que anota tudo que está sendo dito e discutido e também tira fotos de momentos relevantes. Essa pessoa deve evitar de interagir com o usuário e se concentrar na tarefa de anotação.</p>
    
    <p>Se em algum momento durante o teste o usuário parar e ficar pensando consigo mesmo, é importante que o pesquisador estimule-o a verbalizar o seu pensamento para compreender as suas motivações. Sempre que o usuário tiver algum problema na sua interação, é fundamental que o anotador tire uma foto e registre aquele momento em suas anotações.</p>
    
    <p>Depois de executar todas as tarefas, converse com o usuário sobre como foi a experiência dele e, em especial, os problemas que ele teve. Se o usuário tiver sugestões de como poderia ser feito diferente, entregue-o uma folha de papel para que ele desenhe, de repente ele se anima e te dá ideias maravilhosas para melhorar o seu protótipo.</p>
    
    <p>Por fim, não se esqueça de agradecer ao usuário pela sua participação, afinal de contas ele foi o especialista durante o teste de usabilidade.</p>



<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
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</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

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</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
</li>

</ol>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">1178</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 08:39:41 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/12_teste_usabilidade.jpeg" />


</item>
 
<item>
<title>Como fazer uma avaliação heurística de interfaces</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Avaliação Heurística é um método de avaliação de interfaces baseado em princípios de usabilidade. Os princípios são chamados de heurísticas pois são desenvolvidos a partir de uma série de experiências prévias, sintetizando pontos recorrentes. A interface é submetida a diferentes avaliadores, que dão seu parecer baseando-se nas mesmas heurísticas, assim favorecendo a comparação dos resultados.</p>
<p>Por que é feito? Especialistas trazem uma visão nova para o projeto e encontram problemas até então invisíveis ao criador do projeto. A avaliação heurística é uma maneira estruturada de incorporar a experiência dos especialistas no projeto.</p>

<h2>Passo-a-passo</h2>
<ol>

<li>Escolher o conjunto de heurísticas mais apropriado para o projeto.</li>

<li>Encontrar um especialista no tema do projeto. </li>

<li>Entregar para ele ou ela o protótipo junto com o template de avaliação em Excel contendo as heurísticas e um espaço para comentários. Aqui há um template com <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/11_avaliacao_heuristica_nielsen.xlsx">heurísticas de produtos</a> e <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/11_avaliacao_heuristica_nielsen.xlsxhttps://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/11_avaliacao_heuristica_vizard.xlsx">heurísticas de serviços</a>. Você pode escolher entre repassar um conjunto de heurísticas aplicável a produtos ou a serviços. Peça que o avaliador mencione as heurísticas na medida em que for tecendo comentários. </li>
<li>
Comparar e refletir sobre os resultados.</li>

</ol>

<h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/fiP3DUXpcGY?si=_LzS1vpA6-Icvybe" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

   <p>Heurística é um conhecimento acumulado através da experiência profissional. O conhecimento surge da identificação de padrões entre problemas e soluções recorrentes. A heurística serve para lembrar e orientar os projetistas para o que é mais importante para aquele projeto.</p>
    
    <p>Na literatura de design existem vários conjuntos de heurísticas prontas para usar. Para avaliar serviços, recomendamos utilizar o conjunto de heurísticas de Visard. Para produtos, aplicativos e websites, recomendamos o conjunto de heurísticas de Jacob Nielsen e de Rolf Mollich. Também é possível aplicar dois conjuntos no mesmo projeto ou, então, utilizar outros conjuntos de heurísticas.</p>
    
    <p>O primeiro passo da avaliação heurística é encontrar um ou mais especialistas externos ao projeto, pessoas que possam avaliar o produto ou serviço que você está desenvolvendo e dar um parecer neutro a respeito daquela interação. É importante que também essas pessoas sigam as mesmas instruções de modo a facilitar a comparação na análise.</p>
    
    <p>As instruções são as seguintes. Entregue o protótipo desenvolvido em uma planilha de análise contendo as heurísticas escolhidas bem como um espaço para comentários. Peça que o avaliador relacione os seus comentários com as heurísticas existentes. Deste modo, será mais fácil comparar os resultados dos diferentes avaliadores.</p>
    
    <p>Coloque as planilhas recebidas dos avaliadores lado a lado e verifique se existem coisas que são parecidas entre umas e outras. Caso isso aconteça, marque com uma cor diferente, porque isso significa que há um consenso entre os avaliadores de que algo deve ser mudado no seu produto ou serviço.</p>



<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
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</li>



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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
</li>

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 20:14:05 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer um brainstorming</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Brainstorming é uma técnica de geração de ideias pouco estruturada mas muito efetiva. Ela pode ser usada em grupos ou individualmente. A regra básica é que toda ideia é aceita, por mais estranha que pareça. A crítica a ideia é desencorajada, para não freiar a geração de novas ideias. Em grupos, os participantes são encorajados a continuar a ideia do colega, agregando novos elementos.</p>

<h2>Por que é feito?</h2>

<p>Quem possui experiência em projetos sabe que a primeira ideia que vêm à cabeça dificilmente será a melhor. O brainstorming gera diversas ideias para explorar as possibilidades antes de escolher qual ideia desenvolver. É também uma maneira de aproveitar a empolgação de um grupo para gerar novas ideias.</p>

<h2>Como é feito?</h2>

<ol>
<li>As pessoas que vão participar do brainstorming se reúnem numa mesa em círculo. </li>
<li>Uma das pessoas se prontifica a ser o anotador da sessão. As anotações podem ser feitas num caderno ou num quadro branco/flipchart para visualização geral.</li>
<li>As pessoas falam sobre suas ideias e estendem as ideias dos outros. Devem ser criadas pelo menos 30 ideias diferentes.</li>
<li>Quando o tempo estiver acabando, é recomendável fazer uma eleição das melhores ideias. Cada participante tem direito a votar em 3 ideias diferentes. Os votos são marcados com adesivos de bolinha Pimaco ou riscos ao lado da ideia. </li>
<li>O anotador verifica se todas as ideias foram capturadas e a sessão é encerrada.</li> </ol>

<h2>Vídeo</h2>

<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/MJcyYYXuQJc?si=MMuHbWtR-ORttbi_" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

<p>Para realizar uma sessão de brainstorming, comece preparando um espaço confortável para o grupo trabalhar. Certifique-se de ter um quadro branco ou um flip chart, uma mesa pequena, canetas, papel, fita crepe e etiquetas de bolinha colorida disponíveis.</p>

<p>Reúna sua equipe e escolha um anotador para as ideias. Esta pessoa terá a responsabilidade de ouvir e anotar todas as ideias que os outros participantes mencionarem, evitando dar suas próprias ideias para manter o foco no registro.</p>

<p>Os outros participantes podem desenhar e anotar suas ideias em folhas de papel soltas e, em seguida, colá-las no quadro branco junto com as anotações feitas pelo anotador. Sempre que alguém tiver uma ideia, é recomendável que, além de falar, também a anote numa folha de papel para ser colocada na parede ou no quadro branco. Isso permite que todos tenham uma visão clara do que foi proposto e possam continuar a desenvolver a ideia na mesma linha ou explorar uma linha diferente.</p>

<p>É importante observar as ideias dos colegas e procurar acrescentar algo a elas. Ao invés de propor uma ideia totalmente nova, tente desenvolver progressivamente uma ideia já existente. O método de brainstorming sugere evitar críticas, pois elas podem bloquear a criatividade e tornar a sessão improdutiva. Em vez disso, substitua as críticas por sugestões de melhorias ou alterações nas ideias.</p>

<p>Quando o grupo não tiver mais ideias ou o tempo da sessão estiver se esgotando, reserve um tempo para observar o que foi produzido coletivamente. Para selecionar as melhores ideias para o projeto, os participantes podem fazer uma votação. Cada pessoa recebe três etiquetas de bolinha colorida e escolhe suas ideias favoritas, colando um adesivo em cada uma. No final, o grupo terá uma visualização das ideias desenvolvidas e das mais votadas.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
</li>



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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_briefing_de_projeto_de_experiencia.html">Briefing de projeto de experiência</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


<li>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
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<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_storyboard_de_interacao.html">Storyboard de interação</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_painel_semantico.html">Painel semântico</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_entrevistar_usuarios.html">Entrevista contextual</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 12:00:18 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer uma pesquisa de shadowing do usuário</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Shadowing consiste em acompanhar um usuário durante a execução de suas tarefas do dia-a-dia, observando suas ações conscientes ou inconscientes. O observador não interrompe o usuário, apenas observa o que ele está fazendo à distância. Em momentos de pausa, o observador faz perguntas ao usuário para compreender suas motivações.</p><p>Por que é feito?</p>
<p>Shadowing é usado para perceber como uma atividade depende de outra, como as pessoas reagem a situações inesperadas e que tipo de soluções criam para manter seus compromissos em dia. Estas informações são utilizadas para compreender demandas específicas e criar produtos e serviços que se encaixem na rotina do usuário.</p>

<p>Como é feito?</p>
<ol>
<li>Definição de atividades e usuários de interesse.</li>
<li>O observador encontra um usuário de interesse num local público ou dentro de uma organização.</li>
<li>O observador aborda o usuário, explica o propósito do shadowing e pede permissão para seguí-lo e fotografá-lo.</li>
<li>O observador segue o usuário durante a execução de atividades de seu interesse.</li>
<li>O observador tira fotos, toma notas e faz perguntas em momentos apropriados.</li>
<li>A observação acaba e os dados coletados são guardados e organizados. O observador agradece a participação e pede o telefone do usuário para tirar dúvidas posteriormente.</li>
</ol>


<h2>Vídeo</h2>
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<p>Créditos: Vídeo produzido pela Hotmilk PUCPR e Imago Produções Educativas em 2017, como material didático para o programa de inovação aberta Renault Experience. Esta cópia faz parte do arquivo pessoal de Frederick van Amstel, responsável pelo roteiro e apresentação. Direção: Tatiana de Paula Lopes.</p>

<h2>Transcrição</h2>

  <p>O shadowing é uma técnica utilizada para acompanhar um usuário em suas tarefas cotidianas, revelando seus sentimentos e pensamentos, tanto conscientes quanto inconscientes. Para realizar o shadowing, você precisará de um caderno de anotações, um smartphone para tirar fotos, e, principalmente, de uma pessoa, um usuário, para acompanhar.</p>

<p>Para encontrar um usuário, é melhor evitar sua rede de amigos, pois eles podem se comportar de forma diferente sabendo que você está observando. O ideal é encontrar alguém que você não conhece, em um ambiente público. Aborde essa pessoa e pergunte se ela quer participar da pesquisa, explicando que você é universitário e está tentando entender melhor o comportamento das pessoas. É provável que algumas pessoas recusem, mas não desista, continue procurando até encontrar alguém disposto a participar.</p>

<p>Quando encontrar um participante, é recomendável não começar imediatamente, mas sim marcar um horário conveniente em um outro dia, para segui-lo desde o início até o final de suas atividades diárias. No dia combinado, chegue no horário e informe ao participante que você não vai interagir com ele, mas apenas observar suas atividades à distância.</p>

<p>O principal benefício do shadowing é identificar situações em que o usuário enfrenta problemas no seu dia a dia e observar como ele lida e resolve esses problemas por conta própria. Essas situações podem revelar oportunidades de inovação e mudanças significativas para a vida do usuário.</p>

<p>Sempre que algo interessante acontecer, não perca a oportunidade de tirar uma foto para lembrar melhor depois. Durante o dia, você pode querer fazer algumas perguntas, mas guarde-as para momentos de pausa, como quando o usuário para para tomar um café.</p>

<p>Preste atenção especial às situações inesperadas que o usuário enfrenta. Essas podem ser oportunidades interessantes de inovação. O seu trabalho no shadowing é registrar tudo o que o usuário faz, tanto as coisas interessantes quanto as que você possa querer refletir mais tarde.</p>

<p>Ao final do dia, transfira os dados coletados para um computador. A maneira mais fácil de organizar esses dados é substituir o nome dos arquivos das fotos por legendas que descrevam o que está acontecendo em cada uma delas. Isso ajudará muito na hora de encontrar os dados quando você precisar deles.</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este tutorial faz parte de uma <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL9tgFFr71mw0BzckreXohNLlPuBaV_moR&si=JRdH3LY1HnG21NsA">toolkit de inovação no design</a>, com outros métodos que podem ser combinados. Esses métodos não precisam ser executados necessariamente nesta ordem.</p>
<ol class="alerta">

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_brainstorming.html">Brainstorming</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_analise_de_similares.html">Análise de similares</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_pesquisa_de_shadowing_do_usuario.html">Pesquisa de shadowing do usuário</a>


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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_pesquisar_um_dia_na_vida_dos_usuarios.html">"Um Dia na Vida" dos usuários</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_personas_de_usuarios.html">Personas de usuários</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_prototipo_bruto.html">Protótipo bruto</a>
</li>

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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_teste_de_usabilidade.html">Teste de usabilidade</a>
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<a href="https://www.usabilidoido.com.br/cat_videos.html" title="Vídeos"><img alt="Vídeos" border="0" src="http://imagens.usabilidoido.com.br/iconecategoria40.gif"></a>
<a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_uma_avaliacao_heuristica_de_interfaces.html">Avaliação heurística de interfaces</a>
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</ol>
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</description>
<guid isPermaLink="false">1175</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 13:00:06 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/1_shadowing.jpeg" />


</item>
 
<item>
<title>Criatividade: todo mundo pode aprender a liberar essa habilidade</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/criatividade_todo_mundo_pode_aprender_a_liberar_essa_habilidade.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Todas as pessoas podem ser criativas quando participam de uma atividade criativa, a tal da cria-atividade. Assim como a gente treina o corpo para ficar melhor em um esporte, é possível também treinar o cria-corpo para ficar melhor na cria-atividade. Para esse treino, sugere-se modificar o espaço em volta do corpo para que se torne um cria-espaço, cheio de materiais e ferramentas.</p>

<p>Nessa reportagem do programa Descubra Paraná da <a href="https://www.tvparanaturismo.pr.gov.br">TV Paraná Turismo</a>, o repórter Luan Azevedo mostra como são as aulas de Psicologia 1 do professor Frederick van Amstel na UTFPR.</p>

<h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/dU1WZAA_Ehs" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/criatividade_todo_mundo_pode_aprender_a_liberar_essa_habilidade.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Design Participativo</dc:subject>
<pubDate>Tue, 02 May 2023 10:23:05 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/criatividade_todo_mundo.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Projetando interações com vídeo</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/projetando_interacoes_com_video.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O projeto de interações através de vídeos é uma abordagem prática de baixo custo que visa explorar o papel do corpo na interação, tanto do ponto de vista ontológico como do afetivo. Este minicurso apresenta e permite experimentar o uso do vídeo como ferramenta para estudar, avaliar e criar interações.</p>
<p class="documento"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/artigos/minicurso_projetando_interacao_videos_final2.pdf">Projetando interações com vídeo</a> [PDF] 2 páginas</p>
<p>Resumo estendido do minicurso a ser realizado no <a href="http://ihc2017.ihcbrasil.com/pt/home/">IHC 2017</a>, em Joinville.</p>

<h2>Vídeo</h2>
<p>Compilado de exemplos de projetos de interação com vídeo criados por meus estudantes.</p>
<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/AOvAHv_tv0Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<h2>Áudio</h2>
<p>Gravação da apresentação inicial do minicurso com <a href="http://gonzatto.com">Rodrigo Gonzatto</a>.</p>
<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/projetando_interacoes_video.mp3">Projetando interações com vídeo</a> [MP3] 24 min</p>

<h2>Como citar</h2>
<cite>VAN AMSTEL, Frederick M.C.; GONZATTO, Rodrigo F. Projetando interações com vídeo. Minicurso do XVI Simpósio Brasileiro sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais, 2017.</cite><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/projetando_interacoes_com_video.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">1017</guid>
<dc:subject>Pesquisa Acadêmica</dc:subject>
<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 18:08:57 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/artigos/filmando_lego.jpg" />

<enclosure url="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/projetando_interacoes_video.mp3" length="22690396" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Prototipação e diversão</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/prototipacao_e_diversao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Prototipação é um processo de materialização gradual do conceito desenvolvido por um projeto. O protótipo implementa o conceito para verificar (e também aperfeiçoar) suas qualidades materiais.</p>
<p>Como se trata de uma versão preliminar do que vai ser o produto, serviço ou processo, o protótipo costuma ter uma aparência bruta, ter partes faltando e funcionalidades limitadas. Essa incompletude é proposital, uma vez que busca-se com ela abrir espaço para sugestões e críticas que completam o conceito.</p><p>Um recurso muito útil para receber sugestões e críticas é o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/jogos_e_humor_nas_metodologias_de_design.html">humor</a> enquanto se constrói e testa o protótipo. O clima de brincadeira ajuda as pessoas a imaginar como o protótipo pode ser completado.</p>
<p>Nas minhas oficinas e aulas de prototipação, levo a brincadeira muito a sério. A gravação abaixo é parte da pós-graduação em Big Data e Analytics da PUCPR.</p>
<iframe src="//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/vhtjhYVJlgtLxH" style="border: 1px solid #CCC; border-width: 1px; margin-bottom: 5px; max-width: 100%;" width="595" height="485" scrolling="no" marginwidth="0" marginheight="0" frameborder="0" allowfullscreen=""> </iframe>
<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/guia_prototipacao.mp3">Guia de prototipação para performances emergentes</a> [MP3] 30 min - 13 MB</p>
<p>À partir do meu <a href="http://www.usabilidoido.com.br/e_possivel_projetar_uma_experiencia.html">framework para projeto de performances emergentes</a> (informação, interação e experiência), eu proponho três tipos de protótipos:</p>
<ul>
<li>Protótipo formal (modelo volumétrico, modelo em escala, rendering)</li>
<li>Protótipo estrutural (mockup, modelo estrutural, cenário)</li>
<li>Protótipo funcional (prova de conceito, simulação)</li>
</ul>
<p>Qualquer protótipo tem uma combinação de forma, estrutura e função, porém, cada tipo testa um aspecto em detrimento do outro. Quando o protótipo possui todos os aspectos, pode-se dizer que ele é quase uma versão final.</p>
<p>O vídeo instrucional que gravei para o programa <a href="http://renaultexperience.com.br">Renault Experience 2.0</a> explica como fazer protótipos estruturais.</p>


<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/bzF7aGozsR4?si=cgGq6kQxkGHOnxYE" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>


<p>No vídeo, as estudantes da PUCPR estão se divertindo não por acaso. A diversão anda de mãos dadas com a prototipação, em especial, nas fases iniciais do projeto. Uma maneira de estimular a diversão é a escolha de <a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_importancia_dos_materiais_na_co-criacao.html">materiais de cocriação</a> coloridos e parecidos com brinquedo.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/prototipacao_e_diversao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
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<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Mon, 29 May 2017 21:39:23 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer um estudo etnográfico com usuários</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_estudo_etnografico_com_usuarios.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Quando se quer conhecer o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/tudo_depende_do_contexto.html">contexto do usuário</a> em profundidade, o mais indicado é a etnografia. Importado da Antropologia, o método consiste em ir a campo observar o usuário em seu próprio habitat realizando atividades de rotina. Ou seja, diferentemente do <a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_testes_de_usabilidade.html">teste de usabilidade</a>, a etnografia observa situações criadas pelo próprio usuário e não pelo pesquisador.</p><p>Em 2005, publiquei um podcast sobre <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_de_interacao_e_antropologia.html">Design de Interação e Antropologia</a> em que apresento o método e relaciono-o com as <a href="http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_design_de_interacao.html">intenções do Design de Interação</a> de se diferenciar da Interação Humano-Computador. Eu dizia que esta última estava muito focada na interação com o computador enquanto que o Design de Interação tinha uma percepção mais ampla do contexto, considerando sua constituição social e cultural.</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/contextos_design_interacao.png" alt="" />
<p>O <a href="http://www.usabilidoido.com.br/tudo_depende_do_contexto.html">modelo dos contextos</a> que elaborei em seguida deixa esta distinção mais clara: enquanto a Interação Humano Computador expandiu os interesses da Computação para o contexto simbólico, o Design de Interação expandiu o interesse da Computação para o contexto social e cultural.</p>
<p>A etnografia foi importada da Antropologia para realizar tal visão, porém, muitos aspectos fundamentais foram deixados de lado nas aplicações em Design de Interação. Por exemplo, a intenção original de evitar o julgamento de uma cultura pela outra ainda não se converteu numa crítica ao <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_e_etnocentrismo_.html">etnocentrismo do design</a>. Esse aspecto é fundamental, pois realiza o objetivo da Antropologia de descolonizar o pensamento, reconhecer o outro e refletir criticamente sobre sua própria existência.</p>
<p>Enquanto não se desenvolvem tais aspectos nas aplicações do design, <strong>eu prefiro chamar etnografias de estudos etnográficos em design</strong>. Os estudos etnográficos no design costumam ter um escopo e duração menor do que a etnografia antropológica, em parte pelo prazo curto de projeto, em parte pela falta de conhecimento dos designers sobre o assunto.</p>
<p>Em 2013, fiz um <a href="http://fredvanamstel.com/blog/movies-related-to-ethnographic-user-research">apanhado de vídeos sobre como fazer estudos etnográficos</a> no meu blog em inglês. Agora, de volta ao Brasil, tive a oportunidade de produzir tutoriais em vídeo sobre o assunto em língua portuguesa. Estes tutoriais fazem parte do desafio <a href="http://renaultexperience.com.br">Renault Experience 2.0</a> que a PUCPR desenvolveu junto com a Renault.</p>
<p>O primeiro tutorial apresenta a técnica de shadowing, que consiste em acompanhar um usuário em suas tarefas rotineiras. Mais detalhes sobre a técnica podem ser encontrados na <a href="http://www.corais.org/node/108">Plataforma Corais</a>.</p>

<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/ISwLU2nYsbo?si=B-D6T_lnA7Iv07wg" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Durante o shadowing, deve-se evitar de interromper o usuário para conversar. O pesquisador deve atuar como "uma mosca na parede" para que o comportamento seja o mais rotineiro possível. Caso haja a necessidade de compreender melhor as motivações do usuário, é melhor deixar para o fim da observação ou para outro dia.</p>

<p>Para compreender motivações, a técnica da entrevista contextual é bem mais indicada.</p>
<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/qIpCHLdQ_VY?si=_-inHkGDcbICLK--" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Minha técnica de entrevista tem influência forte das práticas de Jornalismo, devido à minha formação. A diferença principal é que o objetivo não é coletar afirmações interessantes para usar na notícia, mas de fato entender o que o usuário está falando além de <a href="http://www.usabilidoido.com.br/empatia_com_os_pesnochao_.html">desenvolver empatia.</a> Mais detalhes podem ser encontrados na <a href="http://www.corais.org/node/110">Plataforma Corais</a>.</p>
<p>Por fim, explico como analisar os dados coletados sobre a rotina de um usuário através de uma <a href="https://www.usabilidoido.com.br/templatesrx/2_um_dia_na_vida.xlsx">planilha de Excel</a>.</p>

<iframe width="800" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/_kA2uqB3328?si=iCJhvwuYnuX0eNBm" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Os trabalhos enviados pelos estudantes até agora para o Renault Experience 2.0 tem demonstrado que realizar um estudo etnográfico não é difícil e traz insights valiosos para um projeto. Nossa intenção principal como organizadores do desafio era estimular os estudantes a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/designer_saia_da_frente_do_pc.html">sairem da frente do computador</a>. Quando o desafio terminar, pretendo verificar o grau decontribuição dos estudo etnográficos para o desenvolvimento das melhores propostas de serviço ou produto.</p>
<p>Além dessas vídeo aulas, estou publicando também um áudio sobre o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/etnografia_no_design_com_teoria_da_atividade.html">uso da Teoria da Atividade para orientar estudos etnográficos</a>. Espero que tais materiais ajudem a consolidar a prática e elevar o nível da discussão em língua portuguesa.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_um_estudo_etnografico_com_usuarios.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 10:33:23 -0300</pubDate>


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<title>Como organizar oficinas de co-criação vibrantes</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_organizar_oficinas_de_co-criacao_vibrantes.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Há alguns anos venho aperfeiçoando minha habilidade para mediar oficinas de <a href="http://www.usabilidoido.com.br/de_usuario_a_co-criador.html">co-criação</a>. Comecei fazendo isso nas minhas aulas de design e depois apliquei em projetos comerciais e projetos de pesquisa. Acumulei um conhecimento tácito difícil de ser transmitido. As pessoas me perguntavam como eu fazia para manter a energia fluindo durante o workshop e eu não sabia responder bem até ver o vídeo abaixo.</p><iframe src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/PGt80_h_WDM?rel=0" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe>
<p>Trata-se de um vídeo em timelapse da oficina que organizei para vislumbrar um laboratório vivo entre a Prefeitura de Curitiba e várias universidades. O vídeo foi gravado pelo meu colega da PUCPR, o Artur Mittelbach. Olhando o vídeo várias vezes, consegui entender melhor como faço isso.</p>
<p>Em primeiro lugar, eu tento manter as pessoas o máximo de tempo <strong>fazendo coisas além de falando</strong>. Quando as pessoas falam e não constróem algo juntas, podem empacar na diferença de opiniões. <a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_importancia_dos_materiais_na_co-criacao.html">Externalizar o pensamento utilizando materiais</a> ajuda a desvincular a ideia do pensador, o que habilita a crítica. Quando se faz uma crítica baseadas numa fala, há o risco da pessoa se sentir ofendida pois a ideia está dentro da pessoa. Quando a ideia é externalizada, fica mais clara a diferença entre pessoa e ideia e os demais podem não somente criticar como também acrescentar novas ideias.</p>
<p>Como facilitador, costumo interromper falas alongadas e perguntar à pessoa qual é a sugestão dela, principalmente se a fala tem tom de reclamação. A proposta é canalizar a expressão destrutiva para um fim construtivo. Quando as pessoas estão mais familiarizadas com o jargão da democracia participativa, uso a pergunta-chave: <strong>"e qual seria o encaminhamento disso?"</strong>.</p>
<p>Em alguns casos, a reclamação é sinal de um conflito que precisa ser trabalhado. Nesse caso, interrompo a pessoa para confrontar com uma perspectiva diferente de uma outra pessoa que tenha se manifestado anteriormente. Deixo a discussão correr entre as duas até parecer que não há solução. Então, convido a construir algo juntas: um modelo, uma imagem, um objeto, uma encenação. Essa construção se dá primeiro com contribuições individuais em silêncio e depois através da conversa e manipulação do modelo.</p>
<img title="workshop_smart_curitiba1.JPG" src="http://www.usabilidoido.com.br//workshop_smart_curitiba1.JPG" border="0" alt="Workshop smart curitiba1" width="700" height="525" />
<p>Depois que as pessoas constróem algo juntas, convido elas a contemplar o que construiram com <strong>um minuto de silêncio</strong>. Esse momento de reflexão costuma render insights inesperados e, por outro lado, descansa um pouco o ouvido e a atenção em outras pessoas. Também valoriza a construção coletiva e ajuda a identificar contribuições isoladas no todo. Os conflitos e divergências ficam patentes, porém, eles parecem agora mais construtivos do que destrutivos. Fica claro que ali deve ser o foco das atenções e que uma ação nesse conflito irão ter maior repercursão.</p>
<img title="workshop_smartcuritiba5.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//workshop_smartcuritiba5.jpg" border="0" alt="Workshop smartcuritiba5" width="695" height="351" />
<p><strong>Depois que os conflitos estão deflagrados, é interessante dividir os participantes em grupos.</strong> Inicialmente o grupo deve ser entre as pessoas que concordam com uma mesma posição. Depois, esse grupo deve ser preferenciamente desmembrado para dar lugar a grupos com diversidade de opiniões. Por fim, os trabalhos em grupo devem ser apresentados para todos, no grupo grande. Esse momento também de reflexão é excelente para avaliar o próprio trabalho em grupo.</p>
<p>Esse processo de vai e volta nas discussões é análogo ao movimento do corpo das pessoas durante a oficina. Se as pessoas estiverem sentadas, a tendência é que se acomodem em suas posições, que continuem conversando com as mesmas pessoas, construindo o mesmo objeto. Por isso, <strong>tento manter as pessoas em pé e circulando o máximo possível durante a oficina.</strong> Paredes, quadros brancos móveis e mesas sem cadeira são recursos importantes para estimular essa atividade corporal. Às vezes é preciso lembrar as pessoas de que elas podem circular.</p>

<img title="workshop_smart_curitiba2.JPG" src="http://www.usabilidoido.com.br//workshop_smart_curitiba2.JPG" border="0" alt="Workshop smart curitiba2" width="700" height="525" />
<p>Organizar uma oficina de co-criação vibrante requer planejamento, mas este não pode ser seguido à risca. Estruturar demais a interação pode deixar as pessoas numa postura passiva, em que elas esperam o facilitador dizer o que é pra fazer. Isso é ruim, pois é justamente nas iniciativas espontâneas que se encontra a inovação. Portanto, é preciso ir adaptando o planejamento da oficina de acordo com a percepção de seu andamento.</p>
<p><strong>Um indicador que eu uso muito é a chamada "energia" da oficina</strong>. Quando as pessoas estão demonstrando disposição e foco nas atividades, bem como obtendo prazer por participar, a energia está fluindo bem. Quando elas aparentam estar cansadas ou desatentas, então é hora de fazer um interval, mudar de atividade ou trocar de postura corporal.</p>
<p>Um exemplo interessante (que não aparece no vídeo) é que ficou faltando uma atividade importantíssima para pensar em fontes de financiamento para o laboratório vivo. Eu tinha programado uma dinâmica baseada em mapas para pensar isso, mas notei que os participantes estavam cansados demais para se engajar. Então, pedi emprestado um capacete de bicicleta que um participante havia trazido e pedi que todos colocassem suas fontes de financiamento dentro. Depois, sorteei algumas e li em voz alta. Isso reduziu em três vezes o tempo da dinâmica e ainda assim conseguiu levantar as ideias necessárias.</p>
<img title="workshop_smartcuritiba3.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//workshop_smartcuritiba3.jpg" border="0" alt="Workshop smartcuritiba3" width="300" height="346" />
<p>Isso foi o que eu vi. Provavelmente existem outras técnicas que utilizo que não ficaram tão explícitas no vídeo. Se você estiver vendo alguma coisa que não vi ou quiser fazer uma pergunta, utilize os comentários abaixo.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_organizar_oficinas_de_co-criacao_vibrantes.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2015 13:18:42 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br//workshop_smartcuritiba4.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>O jogo de esconder e mostrar do Facebook</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/o_jogo_de_esconder_e_mostrar_do_facebook.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Durante o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/laboratorio_vivo_e_inovacao_social_no_fisl.html">laboratório vivo no FISL16</a>, realizamos um experimento sobre como o Facebook distribui atualizações de status pela rede social. Muitas pessoas não sabem que seu hábito de gostar ou não gostar de atualizações de outros amigos define o que será mostrado na linha do tempo. A linha do tempo é o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/distribuicao_de_espaco_no_facebook.html">espaço preponderante no Facebook</a> e transmite a impressão de ser pública, porém, isso é uma ilusão. O objetivo do experimento era desfazer essa ilusão e promover um debate sobre o quanto estaríamos delegando a política brasileira para uma empresa privada.</p><p>Segundo <a href="http://www.grupomaquina.com/app/webroot/parlamentares/index.php">pesquisa realizada pelo Instituto Máquina</a>, o Facebook é o canal mais utilizado pelos parlamentares brasileiros para <a href="http://www.grupomaquina.com/app/webroot/parlamentares/index.php/habitos-de-informacao">interagir com seus eleitores</a>.</p>
<img title="graficos-habitos-08.png" src="http://www.usabilidoido.com.br//graficos-habitos-08.png" border="0" alt="Graficos habitos 08" width="500" height="314" />
<p>Os parlamentares querem estar no Facebook porque os brasileiros discutem política neste espaço como nunca fizeram antes. Em 2013, <a href="http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/12/09/manifestacao-foi-termo-mais-comentado-no-facebook-brasil-em-2013.htm">o termo "manifestação" acabou sendo mais mencionado do que "carnaval"</a> na rede Facebook (!).</p>
<p>Apesar de potencializar mobilizações, o Facebook não substitui as ruas porque não é um espaço público. Mesmo que uma pessoa escolha que uma atualização seja pública, ela não será mostrada a todos os usuários da rede. Isso se deve ao algoritmo <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/EdgeRank">Edgerank</a>. Quanto maior for a interação entre duas pessoas, maior a chance da atualização de ser mostrada na linha do tempo da outra. Além disso, quanto mais as pessoas interagirem com essa atualização, mais ela será replicada. Os valores exatos não estão disponíveis para consulta e podemos apenas conjeturar sobre seu funcionamento.</p>
<img title="formula-edgerank.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//formula-edgerank.jpg" border="0" alt="Formula edgerank" width="500" height="218" />
<p>Para ver como o algoritmo impacta na mobilização política, vejamos a recente <a href="https://www.facebook.com/celebratepride">campanha promovida pelo próprio Facebook</a> para celebrar o orgulho LGBT. Poucas horas depois da aprovação do casamento de pessoas de mesmo sexo nos EUA, milhões de pessoas já estavam usando uma camada colorida sobre sua foto de perfil. Como é possível que essa camada tenha se alastrado tão rapidamente?</p>
<img title="celebrate_pride_facebook.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//celebrate_pride_facebook.jpg" border="0" alt="Celebrate pride facebook" width="250" height="385" />
<p>A explicação é que o peso atribuído à alteração de foto de perfil é o maior dentre as interações possíveis no Facebook. Com a ajuda dos likes e comentários dados pelos amigos, a chance da foto colorida aparecer na linha do tempo dos amigos aumenta muito. Se vários de seus amigos adotaram a camada colorida, você teve a impressão (errônea) de que a grande maioria das pessoas apoiavam o movimento LGBT. <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/06/menos-de-2-dos-usuarios-do-facebook-utilizaram-arco-iris-em-foto-de-perfil-4791739.html">Segundo o próprio Facebook</a>, apenas 1,8% de todos os usuários da rede adotaram a camada colorida.</p>
<p>O ativista Eli Parisier deu uma <a href="http://www.ted.com/talks/eli_pariser_beware_online_filter_bubbles?language=pt-br">palestra muito interessante na TED</a> explicando que o algoritmo do Facebook cria bolhas sociais, compostas de pessoas que gostam das mesmas coisas. Isso se intensifica quando os usuários deliberadamente terminam a amizade ou escondem as atualizações de outras pessoas. Conscientemente ou não, <strong>as pessoas vão construindo a sensação ilusória de que o mundo ao seu redor é composto de pessoas com o mesmo ponto de vista</strong>.</p>
<img title="filter_bubble.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//filter_bubble.jpg" border="0" alt="Filter bubble" width="600" height="300" />
<p>Algumas pessoas especulam que o Facebook usou a campanha do orgulho LGBT como mais um <a href="http://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/Internet/noticia/2015/06/fotos-coloridas-no-facebook-foram-um-experimento-social-da-rede.html">experimento de comportamento massivo</a>, justamente para compreender como se dá a formação dessas bolhas sociais.</p>
<p>Nós partimos da mesma curiosidade para organizar o experimento no <a href="http://www.usabilidoido.com.br/laboratorio_vivo_e_inovacao_social_no_fisl.html">laboratório vivo do FISL</a>, porém, ao contrário do Facebook, <strong>nós deixamos claro que se tratava de um experimento</strong>. Além disso, nos comprometemos a divulgar os resultados e a liberar as instruções para replicar o experimento.</p>
<p>O experimento consiste em participar de um jogo que simula de maneira simplificada o funcionamento do algoritmo do Facebook. Ao final do jogo, os participantes podem perceber e discutir os efeitos desse algoritmo sobre a mobilização política.</p>
<p>Abaixo segue um protótipo do jogo feito antes da realização no FISL.</p>
<iframe src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/4i2DDs5Aurc?rel=0" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe>
<p><strong id="docs-internal-guid-c7255a0c-8d11-9bb8-e169-a9b670ee3786" style="font-weight: normal;"> </strong></p>
<p>No jogo real, os bonecos são pessoas e o jogo adquire uma dimensão performática. É um jogo fácil e divertido de jogar, mas que também provoca uma discussão muito séria a respeito da maneira como se relacionamos com nossos amigos e a sociedade.</p>
<img title="jogo_facebook_fisl.JPG" src="http://www.usabilidoido.com.br//jogo_facebook_fisl.JPG" border="0" alt="Jogo facebook fisl" width="700" height="525" />
<h2>Instruções</h2>
<p class="c3"><span>O jogo pode ser realizado com no mínimo 5 e no máximo 100 pessoas. O tempo de duração pode ser de 15 a 45 minutos. Antes de começar, é preciso preparar algumas coisas:</span></p>
<ul class="c8 lst-kix_z9a8xmut1xfd-0 start">
<li class="c0"><span>Cada pessoa recebe</span> 
<ul class="c8 lst-kix_z9a8xmut1xfd-1 start">
<li class="c3 c13"><span>Um pregador de roupas para colocar na lapela da camisa</span></li>
<li class="c3 c13"><span>Uma cartela com 21 adesivos de likes</span></li>
<li class="c3 c13"><span>Bloco com post-its para escrever atualizações de status</span></li>
<li class="c3 c13"><span>Alguns fios de lã para conectar seus amigos</span></li>
</ul>
</li>
<li class="c0"><span>Os jogadores se posicionam num espaço aberto, a meio metro de distância de seus amigos. Eles podem ficar sentados ou em pé</span></li>
<li class="c0"><span>Cada jogador deve adicionar seus amigos prévios com fios de lã que partem do seu pregador de roupa para o do amigo</span></li>
<li class="c0"><span>Todos os jogadores devem fazer pelo menos um amigo</span></li>
<li class="c0"><span>Anuncia-se um tema que está em voga nas redes sociais no momento. Todas as atualizações de status devem seguir esse tema</span></li>
</ul>
<p><strong>O objetivo do jogo </strong>é ficar com melhor saldo de likes (os likes recebidos nas suas atualizações menos os likes restantes em sua cartela). As regras podem ser resumidas nos seguintes pontos:</p>
<ul class="c8 lst-kix_5p6ntnpn28de-0 start">
<li class="c0"><span>Os jogadores escrevem atualizações e enviam para um de seus amigos conectados</span></li>
<li class="c0"><span>O amigo recebe a atualização e decide se gosta ou se devolve para o autor</span></li>
<li class="c0"><span>Quando o autor recebe de volta a atualização, guarda no bolso e não pode mais repassar aos amigos</span></li>
<li class="c0"><span>Se o amigo gostar da atualização, ele deve retirar um adesivo de like de sua cartela e colar na atualização, repassando em seguida a outro amigo</span></li>
<li class="c0"><span>Os jogadores podem andar e conectar-se a outros jogadores, porém, é possível que os fios se desconectem pelo movimento. Nesse caso, os jogadores perdem a amizade de maneira tácita (eles ignoram as atualizações do outro)</span></li>
<li class="c0"><span>Os jogadores podem remover explicitamente uma conexão de amizade caso as interações não sejam de seu agrado</span></li>
<li class="c0">No final do jogo ganha quem tiver o melhor saldo de likes</li>
</ul>
<p class="c1"><span> </span></p>
<p class="c3"><span>Após o fim do jogo é possível discutir o papel do algoritmo do Facebook na mediação no debate político. </span><span>Os jogadores podem propor mudanças nas regras do jogo e recomeçar o jogo para ver se um outro algoritmo seria desejável<span style="font-size: 15px;">.</span></span></p>
<p class="c1"><span> </span></p>
<h2>Resultados</h2>
<p>O tema escolhido para o experimento no FISL foi a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, uma emenda que <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=14493">tramita no Congresso Nacional</a>. Abaixo segue uma tabela com a transcrição dos post-its coletados e o número de likes que eles receberam.</p>
<table style="border-collapse: collapse; table-layout: fixed; width: 505pt;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="505">
<colgroup><col class="xl65" style="mso-width-source: userset; mso-width-alt: 18773; width: 440pt;" width="440"></col> <col style="mso-width-source: userset; mso-width-alt: 2773; width: 65pt;" width="65"></col> </colgroup> 
<tbody>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl66" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15"><strong>Atualização   de status</strong></td>
<td class="xl67" style="width: 65pt; text-align: right;" width="65"><strong>Likes</strong></td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Apoiado,   mas a educação deve melhorar em vários sentidos</td>
<td align="right">13</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">A   maioridade deveria ser aprovada junto com um pacote de melhorias na educação</td>
<td align="right">10</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Maioridade   penal é dar responsabilidades aos atos desde cedo</td>
<td align="right">10</td>
</tr>
<tr style="mso-height-source: userset; height: 19.0pt;" height="19">
<td class="xl65" style="height: 19.0pt; width: 440pt;" width="440" height="19"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>+Educação - Prisão</td>
<td align="right">9</td>
</tr>
<tr style="height: 30.0pt;" height="30">
<td class="xl65" style="height: 30.0pt; width: 440pt;" width="440" height="30">#EuApoio?   Maioridade penal reduzida, com 16 já está "grande" o suficiente   para responder por seus atos.</td>
<td align="right">9</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">A   maioridade penal, por si só, não resolverá o problema da violência</td>
<td align="right">8</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Sem   educação a redução da maioridade não resolverá muita coisa</td>
<td align="right">6</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Educação   = pessoas mais civilizadas</td>
<td align="right">6</td>
</tr>
<tr style="height: 30.0pt;" height="30">
<td class="xl65" style="height: 30.0pt; width: 440pt;" width="440" height="30">A   redução da maioridade penal é uma artemanha de um governo que não sabe propor   solução, apenas contornar problemas</td>
<td align="right">5</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>+Escolas - Prisões</td>
<td align="right">4</td>
</tr>
<tr style="mso-height-source: userset; height: 20.0pt;" height="20">
<td class="xl65" style="height: 20.0pt; width: 440pt;" width="440" height="20">Com a   redução da maioridade as pessoas podem ter mais responsabilidades</td>
<td align="right">3</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Sofrimento   não é solução. Redução não é redenção.</td>
<td align="right">2</td>
</tr>
<tr style="height: 30.0pt;" height="30">
<td class="xl65" style="height: 30.0pt; width: 440pt;" width="440" height="30">UNE,   USS, PSD, RUA, Juntos e diversas entidades estudantis foram contra a   maioridade. Cunha é golpista.</td>
<td align="right">2</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Descriminalização   das drogas</td>
<td align="right">2</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Só a   redução da maioridade não vai reduzir muito crimes realizados por   adolescentes</td>
<td align="right">2</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Acho   válido, mas sozinha, a redução não pode resolver o problema</td>
<td align="right">2</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Quem não   tem opinião formada, curte aê =D</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Por que   maiores de 16 anos podem eleger seus governantes e não serem condenados?</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Maioridade   penal é um crime para a sociedade menos favorecida #FORACUNHA</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Sexta   tem protesto unificado da Juventude Contra a Maioridade!</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Queremos   mais escolas e mais educação #Nredução</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Se todos   tivessem oportunidade ninguém roubaria</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">PMDB,   PSDB e Cunha são o retrocesso</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Maioridades   devem ser proporcionais às responsabilidades</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Laboratórios   no sistema de socialização</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Fora   Cunha</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Política   pública para cultura da PAZ</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Menos   mortes na periferia</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Mais   participação social<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Revolução   na educação</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">A   redução da maioridade é boa, contudo pode aumentar o trabalho forçado   infantil</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">A   maioridade poderia ser melhor estudada, pois ela só não resolve nada</td>
<td align="right">1</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Todos   precisam de escolas e não de PRISÕES #ForaCunha</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Não à   redução!</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Fora   Cunha</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Desmilitarização   da polícia</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Melhorar   mecanismos do ECA</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Fim do   sistema penal</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Fim das   doações de campanha</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">A   redução da maioridade pode ajudar na melhoria da educação</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">As penas   também devem ser refeitas</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
<tr style="height: 15.0pt;" height="15">
<td class="xl65" style="height: 15.0pt; width: 440pt;" width="440" height="15">Educar   as pessoas a educar seus políticos para que não seja preciso punir as   crianças
</td>
<td align="right">0</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Discussão</h2>
<p>Os participantes do experimento disseram o seguinte após o experimento:</p>
<ul>
<li>As atualizações que receberam mais likes não passaram por todos os participantes.</li>
<li>Mesmo que o participante devolvesse uma atualização popular por não gostar dela, era muito difícil levar de volta ao seu autor e parar a distribuição, pois as pessoas esqueciam quem havia lhes dado. Essas mensagens acabavam circulando indefinidamente na rede. Tal fenômeno foi considerado análogo à viralização.</li>
<li>Os participantes formaram grupos que gostavam uns das atualizações dos outros.</li>
<li>Os participantes que gostaram mais das atualizações dos outros (gastanto sua cartela de likes) foram também os que receberam mais likes em suas próprias atualizações.</li>
</ul>
<p>Além de conscientizar os participantes da maneira como o Facebook une e separa as pessoas, o experimento demonstrou que <strong>certos pontos de vista são marginalizados pelo algoritmo e que as mensagens mais populares não são necessariamente unânimes</strong>.</p>
<p>A minha reflexão pessoal sobre o experimento é que precisamos se apropriar de outros espaços para discutir política, pois o espaço do Facebook dificulta o confrontamento com opiniões divergentes, o que é uma precondição para o debate genuíno. As pessoas acabam ficando cada vez mais radicais dentro de suas bolhas, trocando apenas mensagens com aqueles que tem posições políticas similares. Isso também acontece no Twitter, como deixa muito claro as <a href="http://dapp.fgv.br/graphos">visualizações de grafos da FGV</a>.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br//maioridade_penal_fgv.jpg" alt="Maioridade penal fgv" title="maioridade_penal_fgv.jpg" border="0" width="700" height="374" />

<p>Como cidadão, eu tento evitar de ficar preso dentro da bolha pela minha política pessoal de <strong>não remover nem esconder alguém só porque a atualização é ofensiva</strong>, reacionária, golpista, homofóbica, ou qualquer outra qualidade que eu não gosto. Gostaria de ter uma pluralidade de opiniões para saber o que os outros estão dizendo e até mesmo preparar minha contra-argumentação. Porém, sei que minha decisão de não gostar dos argumentos opostos aos meus para evitar que eles viralizem já me coloca dentro de uma bolha. No Facebook, não é possível escapar disso.</p>
<p>Reitero o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_posicao_do_designer_em_meio_a_polarizacao_politica.html">convite aos designers de interação</a> para mediar este cenário de polarização política instaurado por um algoritmo que a <a href="http://www.ted.com/talks/margaret_gould_stewart_how_giant_websites_design_for_you_and_a_billion_others_too?language=pt-br">nossa própria classe ajudou a criar</a>. Um caminho possível é 1) hackear os algoritmos pela recriação deles em público e 2) criar outros algoritmos e outras redes sociais que não induzam à formação de bolhas.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_jogo_de_esconder_e_mostrar_do_facebook.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 14:18:18 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br//facebook_polarizacao.png" />


</item>
 
<item>
<title>Laboratório vivo e inovação social no FISL</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/laboratorio_vivo_e_inovacao_social_no_fisl.html</link>
<description><![CDATA[
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Laborat%C3%B3rio_vivo">Laboratório vivo</a> é uma metodologia de inovação social que desloca o investimento em infraestrutura de pesquisa para fora da organização. Em contraste com os laboratórios de alta tecnologia que ficam protegidos a sete chaves dentro das empresas, o laboratório vivo é um espaço aberto ao público. O objetivo é aproveitar a participação para gerar inovações sociais.</p><p>Tive contato com essa metodologia na Europa, onde a inovação social <a href="https://webgate.ec.europa.eu/socialinnovationeurope/en/">é uma política pública</a>. No <a href="http://fredvanamstel.com/blog/collaborative-future-making">curso que ajudei a ministrar junto com o professor Pelle Ehn</a>, a gente estudou vários laboratórios vivos e criamos a semente para um novo laboratório na Universidade de Twente, como <a href="http://www.usabilidoido.com.br/pensamento_projetual_nas_engenharias.html">parte do DesignLab</a>.</p>
<p>O laboratório vivo é chamado de vivo porque é composto primariamente de pessoas. As tecnologias aparecem em segundo plano, já que o objetivo é gerar inovação social. Esse tipo de inovação difere-se da inovação tecnológica pelo foco na transformação de relações, sentimentos, costumes, rituais e modelos de negócios.</p>
<p>No Brasil, já existem vários laboratórios vivos. A pesquisa de doutorado de <a href="http://www.researchgate.net/profile/Silvio_Da_Silva">Silvio Bitencourt da Silva</a> identificou os laboratórios vivos brasileiros e ressaltou a criatividade na orquestração de recursos. Essa pesquisa incluiu também a <a href="http://corais.org/">Plataforma Corais</a>, que eu já desenvolvo desde 2011.</p>
<iframe src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/jE7CL50RMPg?rel=0" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe>
<p>Em 2015, tive a <a href="http://www.usabilidoido.com.br//mapa_conceitual_lab_participacao.JPG">oportunidade de participar</a> da fundação do Laboratório de Tecnologias para a Participação Social na Secretaria Geral da Presidência da República. A visão do laboratório foi construída com a participação de membros da sociedade civil como eu, empreendedores, professores universitários e servidores públicos.</p>
<img title="mapa_conceitual_lab_participacao.JPG" src="http://www.usabilidoido.com.br//mapa_conceitual_lab_participacao.JPG" border="0" alt="Mapa conceitual lab participacao" width="700" height="356" />
<p>A visão do laboratório é baseada no conceito de permeabilidade, ou seja, que os cidadãos possam penetrar nessa estrutura governamental e interferir nas suas atividades.</p>
<p>Em vista do interesse do laboratório de participar do 16º <a href="http://softwarelivre.org/fisl16">Fórum Internacional de Software Livre </a>(FISL), propus adotar a metodologia de laboratório vivo durante o evento para experimentar esse conceito de permeabilidade. Planejamos o laboratório vivo à distância, eu, Ricardo Poppi, <a href="http://www.cidadedemocratica.org.br/perfil/99">Henrique Parra</a> e Leonardo Aragão.</p>
<img title="planejando_experimentos.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//planejando_experimentos.jpg" border="0" alt="Planejando experimentos" width="500" height="375" />
<p>O <a href="http://www.participa.br/portal/blog/laboratorio-vivo-de-participacao-social-no-forum-de-software-livre">convite à participação no laboratório vivo foi publicado no Participa.br</a>, o portal de participação do governo federal. A proposta era realizar cinco experimentos sobre participação dentro dos stands do Ministério da Cultura e do Ministério das Comunicações. Os participantes do FISL poderiam entrar no laboratório vivo e participar dos experimentos, seja como participante ativo ou observador. O objetivo desses experimentos era divulgar e avaliar as tecnologias existentes de participação social, bem como gerar ideias para novas tecnologias.</p>
<iframe src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/P3KdnvLZIQE?rel=0" width="853" height="480" frameborder="0"></iframe>
<p>No contexto da comunidade de software livre, o laboratório queria também colocar em evidência <a href="http://designlivre.org/a-caixa-preta-do-design/">a importância da abertura do processo</a> (design) além da abertura do produto (código-fonte). Essa intenção se consubstanciou no conceito <strong>meta-participação</strong>, ou seja, participação na definição da maneira como se dará a participação.</p>
<img title="caixa_preta_design.png" src="http://www.usabilidoido.com.br//caixa_preta_design.png" border="0" alt="Caixa preta design" width="442" height="328" />
<p>Os conceitos de permeabilidade e de meta-participação nos levaram a planejar experimentos que ajudassem os participantes a entender os algoritmos das tecnologias de participação mesmo que eles não conhecessem as linguagens de programação. Para isso, decidimos simplificar a tecnologia mesmo que preservando a dinâmica de interação.</p>
<p>Um dos experimentos, por exemplo, simplificou o <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Pairwise_comparison">pairwise</a>, um sistema adotado na consulta pública sobre a <a href="http://participa.br/egd">Estratégia de Governança Digital</a> (aberta até 17/07/2015). Nese sistema, as propostas são mostradas aleatoriamente duas a duas e o cidadão deve escolher uma que lhe agrade. Quando a proposta é escolhida, ela ganha um ponto de vitória e quando não é escolhida, ganha um ponto de derrota. Traduzimos essa interação com post-its retirados de uma caixa que era sacudida com frequência. Os votos eram anotados na parte de trás do post-it. Os resultados foram publicados num mural baseado no esquema de pontuação.</p>
<img title="pairwise_digital_analogico.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//pairwise_digital_analogico.jpg" border="0" alt="Pairwise digital analogico" width="890" height="632" />
<p>As principais inovações sociais que surgiram à partir dos experimentos no FISL foram:</p>
<ul>
<li>Uma maneira simples de explicar como os sistemas de participação funcionam</li>
<li>Implementação prática dos conceitos de permeabilidade e meta-participação</li>
<li>Um modelo de engajamento democrático complementar às plenárias, focado na cocriação e teste de protótipos de tecnologias e políticas públicas</li>
<li>Um modelo de edição de textos normativos com controle de versão distribuído (A Constituição no GIT)</li>
</ul>
<p>Além destas inovações, o laboratório vivo criou uma ponte entre os Ministérios da Cultura e das Comunicações, que ficaram interessados em realizar outros laboratórios vivos sobre inclusão digital e cultura digital. A apropriação criativa dos estandes do governo criou até uma ponte física, o varal em que exibimos as visualizações de rede do <a href="http://www.labic.net/">Labic</a>. Essa aparência descolada quebrou todas as expectativas dos participantes em relação à apresentação das ações do governo.</p>
<img title="ponte_entre_ministerios.jpg" src="http://www.usabilidoido.com.br//ponte_entre_ministerios.jpg" border="0" alt="Ponte entre ministerios" width="800" height="184" />
<p>Com essa ação, a Secretaria Geral da Presidência da República, disseminou o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/pensamento_projetual_no_governo_brasileiro.html">pensamento projetual</a> como uma proposta para enriquecer a participação social e a gestão pública participativa. Espero que o governo cultive outros laboratórios vivos. A semente está plantada!</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/laboratorio_vivo_e_inovacao_social_no_fisl.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 17:06:47 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br//lab_vivo_fisl2.JPG" />


</item>
 
<item>
<title>Design para as futuras gerações</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/design_para_as_futuras_geracoes.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Meu filho e eu demos uma palestra na <a href="http://campus-party.com.br/2014/index.html">Campus Party</a> sobre design para nativos digitais. Os nativos digitais costumam gastar as horas mais valiosas da sua infância interagindo com videogames. O problema é que esses videogames estão colocando a cultura da criança dentro de uma caixa preta, inacessível para as crianças marcarem seus próprios valores. Os <a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_ensinar_uma_crianca_a_programar_com_scratch.html">jogos que meu filho anda fazendo no Scratch</a> mostram que programação para crianças não é um passatempo para gênios, mas uma maneira da criança ser mais ativa na sua inserção na cultura. </p> <h2>Vídeo</h2>
<iframe height="360" src="//www.youtube.com/embed/mO72sGXUmjk" frameborder="0" width="640" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>

<h2>Slides</h2>
<iframe src="//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/AYOdLH4fwm6jd" width="595" height="485" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe> 

  <p>Antigamente as crianças brincavam livremente nas ruas e as brincadeiras evoluiam e mudavam ao longo das gerações e dos deslocamentos geográficos. As brincadeiras de criança mantinham a cultura da criança, com seus próprios valores e reflexões. Hoje essa cultura está ameaçada pelos videogames, que colocam tudo em caixas pretas. Existem exceções, é claro, mas a maioria dos games não favorece a expressão cultural dentro de um grupo de crianças.</p>  <p>Porém, antes da programação existe o design. Mesmo que a criança domine a programação, se ela não dominar design, não conseguirá expressar seus valores. Design é o processo de organizar as ideias de uma maneira que um projeto se torna implementável e relevante no seu contexto social. Programação sozinha não faz milagre, é preciso haver um design por trás e esse design precisa ser tão livre quanto o código-fonte da programação. Se o design é livre, então a cultura da criança pode continuar ativa nessa transição da rua para o computador. </p>  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/%20/capa_livro_scratch_peq.jpg" /></p>  <p>Além da palestra, demos também um workshop sobre design e programação para crianças, baseado no livro <a href="http://www.usabilidoido.com.br/brincando_de_gato_e_rato_dentro_do_computador.html">Brincando de gato e rato dentro do computador</a> que estava lançando na ocasião. O livro apresenta conceitos como programação orientada a objetos, lógica de programação e design de jogos de maneira muito suave, dentro de uma história típica: a rixa entre gatos e ratos. Os participantes do workshop brincaram com os personagens da imaginação do meu filho, que são derivados de seus bichinhos de pelúcia, no espaço de programação do Scratch. Foi quase como se tivessem visitado o quarto de casa, com os brinquedos espalhados pelos cantos!</p>  <p>É claro que fiquei orgulhoso de ver meu filho falando com desinibição, mas vale ressaltar que esse tipo de conversa a gente tem com frequência em casa e não só da minha parte, mas da parte da mãe dele também! Por isso fluiu naturalmente.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_para_as_futuras_geracoes.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">919</guid>
<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 13:02:33 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/Windows-Live-Writer/a7090aa86745_E532/image_thumb.png" />


</item>
 
<item>
<title>Imagens de designers oprimidos</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/imagens_de_designers_oprimidos.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Dos jogos e dinâmicas do Teatro do Oprimido que estou pesquisando, o que mais gostei foi o <a href="http://ctorio.org.br/novosite/arvore-do-to/teatro-imagem/">teatro-imagem</a>. É simples, fácil de ser utilizado por quem não tem experiência de ator e gera uma síntese poderosa. </p>

<p>Os participantes discutem sobre uma opressão que alguns dele tenha vivenciado e então montam uma cena congelada que expressa a opressão. A platéia interpreta a cena e sugere possibilidades de movimentos para libertar o oprimido da opressão. Eventualmente, membros da platéia remodelam o corpo dos atores ou os substituem. O teatro-imagem só termina quando os participantes acreditam que a ação encenada pode libertar o sujeito da opressão.</p>
<p>A proposta do Teatro do Oprimido é ajuda o oprimido a lidar com a opressão, estar preparado para dar uma resposta libertadora da próxima vez que acontecer, ao invés de manter o status quo dominante. </p>

<p>Seguem alguns exemplos de aplicação desta técnica para a mudança organizacional em favor da experiência do usuário, criadas pelos alunos do <a href="http://www.usabilidoido.com.br/teatro_em_favor_da_mudanca_organizacional.html">curso de mesmo nome</a>.</p>

<h2>Os flanelinhas de mouse</h2>

<p>Quem trabalha com design gráfico já passou por essa situação: um sujeito fica atrás de você, pedindo pra mudar um elemento na tela do computador mais pra cá, mais pra lá... que nem um flanelinha. Pegar o mouse e fazer que é bom, necas! O designer fica numa situação bastante complicada, pois perde a sua autonomia criativa. </p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/XbhW-FToKgk" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

<p>O interessante da solução proposta no vídeo acima é que o designer fica numa posição de igualdade com relação ao opressor. A diferença entre estar em pé e estar sentado marca nitidamente a diferença de poder entre os papéis, seja cliente ou diretor de arte. </p>

<p>O problema é que essa diferença não é interessante para resolver a criação, pois não se trata de uma questão de disciplina, e sim de co-autoria. </p>

<p>A forma como essa solicitação de co-autoria é feita muitas vezes acaba provocando a saída do designer da autoria. Como ele não está numa posição favorável para contrargumentar, desiste da autoria e passa a fazer tudo o que o outro sugere, enfim, a operar o mouse.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/ /projetar_sozinho.png" alt="projetar_sozinho.png" border="0" width="489" height="452" />

<p>Quando eu trabalhava com design de páginas web, 10 anos atrás, tive um projeto em que tive que fazer 8 layouts diferentes para um cliente exigente. O atendimento da agência só trazia as solicitações do cliente e nunca levava minha defesa. Eu fiquei tão irritado com a situação que publiquei uma página web contando o causo. </p>

<p>Dois anos depois, quando eu já nem trabalhava mais na agência, recebo uma ligação do cliente solicitando que a página seja tirada no ar, pois estava aparecendo no Google antes da página oficial deles. Claro, eu tinha falado pra não fazer tudo em Flash, mas o atendimento não soube explicar a diferença. Eu tirei a página do ar, mas resolvi republicar a história a título de recordação, sem o nome da empresa, é claro.</p>

<iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/25122292" width="100%" height="356" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="max-width:427px;border:1px solid #CCC;border-width:1px 1px 0;margin-bottom:5px" allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen> </iframe> <div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido/projeto-fatidico" title="Um projeto web fatídico" target="_blank">Um projeto web fatídico</a> </strong> from <strong><a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido" target="_blank">Frederick van Amstel</a></strong> </div>

<p>Se eu tivesse visto o teatro-imagem acima, certamente teria agido diferente. Eu reagi à opressão com a mesma violência simbólica. Só pedindo demissão da agência, um ano depois, que consegui me libertar dela. Porém, minha atitude prejudicou o cliente ao invés de ajudá-lo, que era o objetivo de meu trabalho. </p>

<h2>O designer barrado</h2>

<p>Um designer (esquerda) tenta entrar em contato com os futuros usuários (direita) de um novo produto e é barrado pela estrutura organizacional (os guardas no centro). Essa imagem mostra uma das maiores dificuldades que os profissionais que trabalham com experiência do usuário enfrentam: obter carta-branca para fazer <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_fim_das_desculpas_para_nao_fazer_pesquisa_com_usuarios.html">pesquisas com os usuários</a>. </p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/szfAy5E2T9c" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

<p>O designer diz uma coisa muito interessante: às vezes a opressão é mais sutil do que uma pessoa dizendo não. Embora a empresa diga que você pode fazer as tais pesquisas, na prática não há tempo nem dinheiro para fazer isso na maioria dos projetos. Chega uma hora que ou o designer sai da empresa ou internaliza a dificuldade, aceitando a opressão como natural. </p>

<p>O movimento libertador achei genial. Entrar em contato com os usuários pela via informal, encontrando pessoas próximas na rede de amigos que se encaixam no perfil. Já que eu fazia o papel de curinga no teatro, não falei a minha interpretação do movimento, mas eu vi a possibilidade subversiva do designer ajudar os usuários a se organizarem melhor contra a baixa qualidade do produto. </p>

<h2>A ditadura do tempo e do dinheiro</h2>

<p>A terceira imagem é a mais didática de todas. Nessa ocasião, pudemos ensaiar vários movimentos libertadores diferentes. A libertação aconteceu de forma gradual, o que permitiu uma análise minuciosa de um problema que é considerado insolúvel: a limitação de tempo e de dinheiro. </p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/MOOhaJgtV18" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

<p>O cliente no lado esquerdo é o portador do dinheiro e do tempo, que são fixos. À primeira vista, estes dois elementos parecem ser as fontes da opressão, porém, conforme o teatro avança, a platéia percebe que na verdade a opressão acontece pela gestão e não pela limitação de recursos.</p>

<p>Acho bem importante desconstruir a limitação do tempo e do dinheiro pois volta e meia qualquer discussão que tenta mudar o status quo acaba empacando em "Nós não temos tempo e nem dinheiro sobrando. Não dá pra fazer diferente..." É claro que dá! Sempre dá pra fazer diferente, só que é preciso mudar as estruturas de poder e de gestão e nem sempre as pessoas estão dispostas a isso. </p>

<h2>Oportunidades</h2>

<p>O curso mencionado foi a primeira vez que usei o teatro-imagem. Fiquei impressionado com o poder de fazer vir à tona questões difíceis de explicar. A forma como essas questões são trabalhadas, permitindo múltiplas interpretações, sem ter um certo ou errado, abre caminho para trabalhar conflitos sem polarizar discussões. </p>

<p>O próximo passo é aplicar a técnica dentro de uma organização específica. Acredito que os resultados devem ser ainda mais interessantes, pois a cena terá maior riqueza de detalhes e contextualização. Isso sem falar na possibilidade de gerar o compromisso de mudança durante o teatro.</p> 
<p>Se você quiser levar o teatro-imagem para a sua organização, veja especialmente o último vídeo. Se precisar da minha ajuda, <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cat_contato.html">entre em contato</a>.</p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens_de_designers_oprimidos.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Sun, 11 Aug 2013 13:07:36 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/ /flanelinha_de_mouse_peq.jpg" />


</item>
 
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<title>Como convencer o seu chefe a investir em ExU</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_convencer_o_seu_chefe_a_investir_em_exu.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Uma das reclamações que mais ouço dos profissionais que trabalham em prol da experiência do usuário é que o chefe ou o cliente não entende e/ou não valoriza esse aspecto. Não é de se admirar. De um modo geral, faltam boas explicações e argumentos que justifiquem o investimento. </p> <p>Na maioria das explicações, não passa de uma série de hypes e jargões da área. </p>  <blockquote>   <p><strong>- O que é UX Design? </strong></p>    <p>- É o que faz um UX designer. </p>    <p><strong>- E o que faz um UX designer? </strong></p>    <p>- Ele faz perguntas sobre a experiência do usuário (UX) enquanto projeta um produto.</p>    <p><strong>- E o que é essa tal de UX?</strong></p>    <p>- É tudo que afeta a interação do usuário com um produto.</p> </blockquote>  <p>Embora pareçam lógicas para quem é do ramo, estas respostas são muito vagas. Não ajudam a entender do que se está falando, pois faz referências recursivas o tempo todo. Não fica claro o objeto do design: é o produto ou é a experiência do usuário? Ou é a interação entre eles? Se perguntar como se projeta, como se avalia, ou qual é o retorno, cai uma chuva ainda mais forte de jargões e conceitos mirabolantes.</p>  <p>No contexto brasileiro, a situação é mais complicada porque os jargões acabam sendo importados sem uma reflexão se fazem sentido para a realidade do mercado atual. Nem bem o termo usabilidade se difundiu e já querem trocá-lo para experiência do usuário. Os defensores do termo traduzem "user experience" como "experiência do usuário", porém, abreviam-no como no inglês: "UX". </p>  <p>Os profissionais experientes da área dizem que tanto faz como se chama, o importante é mostrar o resultado. Pois bem, então <strong>eu proponho que o acrônimo de &quot;experiência do usuário" seja ExU</strong>. Além de ser mais adequado do ponto de vista da língua, faz referência a uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exu_(orix&aacute;)">personalidade religiosa tipicamente brasileira</a> que compartilha a mesma dificuldade de definição.</p>  <p>No <a href="http://www.usabilidoido.com.br/teatro_em_favor_da_mudanca_organizacional.html">curso de mudança organizacional</a> que dei mês passado no Rio de Janeiro, fiz uma breve encenação com <a href="http://internativa.com.br/">Horacio Soares</a> sobre a relação do designer com o chefe (vídeo abaixo). O designer tenta convencer o chefe a fazer o recall do produto para consertar a experiência do usuário, mas o chefe não quer nem saber. Observe como no começo o Horacio utiliza termos abstratos e apela para argumentos sentimentais. Conforme ele muda sua abordagem, o chefe vai se tornando mais acessível. </p>  

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/NRWVuqN0WFI" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe> 

</div></div>  <p>Os jargões são importantes para qualquer área, mas eles não precisam necessariamente aparecer nesse tipo de conversa. Pode-se dar uma explicação e depois dizer o jargão, mas o que vai ficar na memória do chefe ou do cliente é a proposta de valor em si.</p> <cite>Esse post foi originalmente publicado no <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/08/07/como-convencer-o-seu-chefe-a-investir-em-exu/">blog Arquitetura de Informação</a>.</cite><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_convencer_o_seu_chefe_a_investir_em_exu.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Usabilidade</dc:subject>
<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 06:36:06 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/Windows-Live-Writer/ad8a6ef5db1e_C76D/convencendo_chefe_exu_thumb.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Teatro em favor da mudança organizacional</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/teatro_em_favor_da_mudanca_organizacional.html</link>
<description><![CDATA[


<p>Após alguns anos sem dar cursos, estou aproveitando uma passada no Brasil para compartilhar novidades da <a href="http://fredvanamstel.com/blog/visualizations-for-participatory-design">minha pesquisa de doutorado</a>, que trabalha com o tema de mudança organizacional e arquitetura. </p>

<p>Quando comecei a estudar hospitais, percebi que projetos isolados podiam fazer muito pouco pelo usuário: enfermeiras, médicos, e pacientes. Cheguei à conclusão de que a cultura organizacional  era o fator determinante. A <a href="http://www.usabilidoido.com.br/agenciamento_mediado_e_implicacoes_eticas_para_o_design_de_interacao.html">interface com o usuário refletia as relações de poder</a> dentro da organização, e o usuário, que não fazia parte, ficava sem entender o porquê de cada coisa.</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/usabilidade.jpg" alt="usabilidade.jpg" border="0" width="640" height="199" />
<p>Os arquitetos da informação já chamavam atenção para esse problema há tempos, porém, a solução que eles propunham -- projetar a interface em cima do modelo mental do usuário -- nem sempre era possível devido a questões políticas. A organização não tinha a experiência do usuário como prioridade e essa proposta não fazia sentido no cenário político interno.</p>


<p>Ao invés de engrossar as reclamações sobre esse tipo de cultura organizacional, eu montei um curso pra tentar ajudar os profissionais da área a mudarem essa cultura, pouco a pouco. </p>

<p>Inspirado na <a href="http://fredvanamstel.com/blog/social-shaping-of-innovation">escola de verão que fiz na Dinamarca sobre inovação social</a>, montei o curso em volta das dinâmicas e jogos do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_do_oprimido">Teatro do Oprimido</a>. Na Dinamarca eu aprendi que o brasileiro Augusto Boal tinha inspirado profissionais do teatro a ajudar empresas com conflitos e desafios organizacionais. Achei bem interessante e resolvi trazer de volta ao Brasil esta aplicação.</p>



<p>O teatro ajuda a perceber os nuances do comportamento na rotina do trabalho. As situações em que é negociada a experiência do usuário se repetem diariamente, como rituais em reuniões, conversas, relatórios. Para escapar da opressão que impede de o usuário se tornar prioridade, é preciso fazer um movimento inesperado, porém, adequado. </p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/flanelinha_de_mouse.jpg" alt="flanelinha_de_mouse.jpg" border="0" width="700" height="525" />

<p>Veja por exemplo, o <a href="http://ctorio.org.br/novosite/arvore-do-to/teatro-imagem/">teatro-imagem</a> "<strong>Flanelinha de Mouse</strong>" que os alunos do curso fizeram. O designer recebe ordens de tantas pessoas diferentes que não consegue nem concentrar-se no que está fazendo. Ele não pode questionar as ordens, pois seu papel é reduzido à operar o computador para atingir o resultado esperado pelas outras pessoas. </p>

<p>Depois de montar a imagem, eu pedi aos demais alunos sugestões para superar a opressão. A primeira sugestão foi erguer os braços e se livrar das ordens. Perguntei ao designer na imagem se dava pra fazer esse movimento e ele disse que não, pois seria agressivo demais. A última sugestão foi a de se levantar e virar na direção dos demais, na mesma altura, olho no olho. Assim o designer poderia discutir sua carga de trabalho, bem como sua visão de como o trabalho deveria ser feito. </p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/designer_pesquisa_usuario_peq.jpg" alt="designer_pesquisa_usuario_peq.jpg" border="0" width="691" height="348" />

<p>Essa outra imagem mostra um designer tentando estudar os usuários (esquerda), mas sendo barrado pelos processos e responsabilidades da empresa, representado pelos dois rapazes fazendo uma barreira no meio. Do lado direito, estavam os usuários sofrendo com produtos de baixa usabilidade. Depois de tentar de tudo com a barreira, o designer acaba descobrindo que dá pra alcançar os usuários pela via informal, contornando a barreira institucional.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/o_grande_jogo_do_poder_peq.jpg" alt="o_grande_jogo_do_poder_peq.jpg" border="0" width="600" height="450" />

<p>Além do teatro-imagem, fizemos também "O grande jogo do poder" em que um escritório  é representado para mostrar como o espaço físico marcar as relações de poder. A equipe acima apresentou uma empresa em que 20% do espaço é usado por quem faz 80% do trabalho. A chefia ocupa mais espaço e é menos produtiva. </p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uxcanvas_uxcards_peq.jpg" alt="uxcanvas_uxcards_peq.jpg" border="0" width="697" height="408" />

<p>Depois de discutir as mudanças no cenário político, partimos para discutir processo. Começamos com um exercício de classificação dos <a href="http://www.uxcards.org/">UXCards</a> dentro do <a href="http://www.uxcanvas.com/">UXCanvas</a>, um quadro que define os pontos mais importantes para projetos de experiência do usuário. O objetivo era compreender em que momento do projeto e com qual foco usar cada método.</p>

<p>Depois cada equipe desenhou o processo atual usando os cards e em seguida o processo ideal, refletindo sobre as melhores práticas aprendidas durante o curso. </p>

<p>O curso foi organizado pela <a href="http://internativa.com.br/">Internativa</a>, a startup do <a href="https://twitter.com/horaciosoares">Horacio Soares</a>, que promete oferecer mais cursos avançados desse tipo. Neste sábado teremos mais um <a href="http://credencial.imasters.com.br/ux-sp">curso de mudança organizacional em São Paulo</a>, e na sequência retorno à Holanda. No futuro pretendo organizar esse tipo de sessão de teatro do oprimido dentro de empresas específica, desejosas de mudar suas prioridades.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/teatro_em_favor_da_mudanca_organizacional.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Mercado de Tecnologia</dc:subject>
<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 16:24:29 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/ /quem_e_ator_peq.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Arduino para hackers iniciantes</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/arduino_para_hackers_iniciantes.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Depois que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_ensinar_uma_crianca_a_programar_com_scratch.html">meu filho aprendeu a programar no Scratch</a>, ele passou a ficar muito tempo na frente do computador. Fiquei preocupado com isso, afinal de contas criança ainda está desenvolvendo a coordenação motora e outras habilidades com o corpo. Infelizmente, o computador não trabalha apropriadamente o corpo na interação. Eu queria encontrar uma maneira de continuar o desenvolvimento cognitivo junto com o desenvolvimento motor.</p>

<p>No futuro, talvez esse problema seja menor com as <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_de_interacao_e_interfaces_tangiveis.html">interfaces tangíveis</a>, mas no momento, eu tinha que trabalhar com o que já estava disponível. Na <a href="http://www.faberludens.com.br/">pós do Faber-Ludens</a> já tínhamos experimentado várias plataformas de prototipação de interfaces tangíveis, mas elas costumam ser bem complexas para programar. A mais fácil que encontrei foi o Touchatag, com o qual fiz um <a href="http://www.usabilidoido.com.br/interacao_com_chips_rfids.html">aplicativo para meu filho assistir desenho animado no computador</a>, isso na época em que ele ainda não se interessava muito. Fácil, porém, muito limitada. Não tinha muitas opções de programação. </p><p>Fiquei surpreso ao descobrir que a PicoCricket tinha desenvolvido uma placa de programação especialmente para o Scratch, a PicoBoard. É uma placa que você conecta no USB do computador e o Scratch consegue enviar e receber dados por ali. A <a href="http://www.picocricket.com/picoboard.html">PicoBoard</a> tem alguns botões e sensores embutidos. Apesar da ter alguns jacarés para conexões de baixa voltagem, achei muito limitada também. </p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/7FFF0D85-0A3F-42A3-80B0-10B55626E4F1.jpg" alt="7FFF0D85-0A3F-42A3-80B0-10B55626E4F1.jpg" border="0" width="261" height="449" />

<p>Bem, se a PicoBoard pode conectar-se com o Scratch, será que dá pra fazer o mesmo com a Arduino? A Arduino funciona da mesma maneira, via USB, porém, possui muito mais possibilidades de conexões. Foi então que descobri o projeto <a href="http://seaside.citilab.eu/scratch/arduino">Scratch4Arduino</a>, uma simples modificação no Scratch que permite receber dados da placa Arduino em tempo real. Veja no vídeo abaixo um robô programado via Scratch.</p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/IzGGv9xkkRs?si=xTWvQ1fx_Phnfk16" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Os alunos do Faber-Ludens <a href="http://www.youtube.com/watch?v=w8LThzwPah0">já trabalhavam com Arduino há bastante tempo</a>, mas eu particularmente nunca tinha tido tempo de mexer. No vídeo abaixo você o que eles conseguiam fazer já na primeira aula.</p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/w8LThzwPah0?si=gOCvcwMGrd3mbfYB" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>Encomendei um kit para verificar o grau de complexidade. O kit <a href="http://www.oomlout.com/a/products/ardx/">ARDX</a> vinha com a placa mais alguns componentes básicos tal como LEDs, motores, botões, potenciômetros. Comprei também algumas extensões para a Arduino, os chamados shields. Shield é uma segunda placa que encaixa em cima da Arduino e acrescenta uma capacidade extra de processamento. Achei que os shield de <a href="http://www.ladyada.net/make/waveshield/index.html">audio</a> e de <a href="http://www.ladyada.net/make/mshield/index.html">motor</a> seriam úteis para fazer coisas divertidas. </p>

<p>Quando você compra um shield ele vem geralmente desmontado. Você precisa soldar todos os componentes na placa de circuitos, a PCB. Eu nunca tinha feito isso, mas graças aos <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=como+soldar+pcb&oq=como+soldar+pcb">inúmeros vídeos no Youtube</a>, eu aprendi a fazer sem queimar os dedos. O mais importante é ter bons apoios para trabalhar: a garra com lente e o descansa solda. Veja como era minha mesa de trabalho.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/arduino1.jpg" alt="arduino1.jpg" border="0" width="300" />

<p>Nessa mesma época eu estava escrevendo um <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_livre_cannibalistic_interaction_design.html">artigo sobre a história do Faber-Ludens</a> para um congresso na Itália, vinculando-o ao movimento de Cultura Digital <a href="http://www.gilbertogil.com.br/sec_texto.php?id=199&page=1&id_type=4">capitaneado pelo Gilberto Gil</a>. Enquanto soldava as placas pro meu filhote eu ia lendo a reedição da <a href="http://www.brasiliana.usp.br/bbd/handle/1918/65/search?query=&view=listing&rpp=40&sort_by=dc.title&order=ASC">Revista de Antropofagia</a> de 1972, uma gema que encontrei num sebo no Rio de Janeiro. Essa revista de literatura fazia um curto-circuito entre cultura popular e cultura erudita, um dos maiores "hacks" por assim dizer da sua época. Os textos exploravam a metáfora do canibalismo para estimular o corpo na leitura. Tudo a ver com meu objetivo em introduzir interfaces tangíveis. </p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/arduino2.jpg" alt="arduino2.jpg" border="0" width="400" />

<p>Como exemplo pro meu filho, transformei o bonequinho <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pingu">Pingu</a> num robô. Gravei um <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Wa7HfNSCel8">vídeo mostrando o exemplo</a> e explicando didaticamente como funciona a Arduino. Se você quiser saber mais sobre, veja os <a href="http://www.slideshare.net/tiago.barros/curso-de-arduino-completo">slides do professor que dava as aulas de Arduino</a> no Faber-Ludens.</p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Wa7HfNSCel8?si=blJBlM_KfhU0ROQ-" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>O projeto não tem nada demais, é só um potenciômetro controlando um motor servo e ativando um buzzer sonoro. O charme está justamente na apropriação do personagem, cuja característica principal é falar uma língua que nenhum espectador entende. Tenho amigos que compraram uma Arduino empolgados pra <a href="http://organismo.art.br/blog/">hackear catatau</a>, mas acabaram não tendo idéias. Não é a tecnologia que faz o hacker, é a contra-cultura que faz o hacker. Por isso é importante ter contato com obras da contra-cultura como a Revista de Antropofagia.</p>

<p>Como expliquei no <a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_ensinar_uma_crianca_a_programar_com_scratch.html">post sobre Scratch</a> não é só a ferramenta que eu queria ensinar pro meu filho, mas principalmente a ética hacker, uma <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_orientado_a_gambiarras.html">atitude em relação à cultura material</a> que não se contenta com o consumo passivo.</p>

<p>
Vou contar uma parte da história que ilustra bem isso. Quando eu levei o kit pro meu filho durante minhas férias no Brasil, a primeira coisa que ele queria montar era um fechadura elétrica no armário dele. Ok, tentamos com os motores que vinham no kit, mas eles não eram apropriados para a tarefa. Precisávamos de um motor que ao invés de girar, movesse pra frente e pra trás, como um trinco.</p>

<p> Saímos na rua pra ver se encontrávamos uma loja de eletrônicos nas redondezas. Passamos na frente de um loja de auto-elétrica e entrei pra perguntar. O atendente me mostrou uma trava elétrica para porta de carro que era perfeita. Ele me disse que não iria funcionar com a voltagem e amperagem baixa da Arduino, mas a gente tentou e deu certo! Essa é a grande vantagem da Arduino: você pode plugar praticamente qualquer componente eletrônico.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/arduino6.jpg" alt="arduino6.jpg" border="0" width="700" height="525" />

<p>Infelizmente eu não tive tempo suficiente para ensinar meu filho a programar na Arduino. A gente fez alguns experimentos básicos e ele entendeu como funciona os circuitos eletrônicos, mas não a ponto de poder criar os seus próprios. Eu tentei ensinar mais coisas via Skype, mas não deu muito certo. O problema é que quando você está ensinando uma operação física, descrevê-la verbalmente é muito cansativo. </p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/Photo 11-02-12 22 55 16.png" alt="Photo 11-02-12 22 55 16.png" border="0" width="500" height="420" />

<p>Alguns meses depois das aulas de Arduino, ele estava aprendendo a fazer contas de fração na escola. Espontaneamente, ele pegou uma caixa de ovos do lixo e fez uma calculadora física, baseada nos movimentos dos palitos. Não tinha Arduino e não funcionava direito, mas a lógica da computação física estava ali, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Babbage">Charles Babbage</a> que o diga! Alguns meses depois, ele conseguiu montar alguns protótipos com a Arduino, utilizando os scripts e circuitos prontos do kit básico. Ele não criava nada nessa parte, porém a Arduino fazia parte de brinquedos maiores. Ele de fato estava brincando com a Arduino.</p>

<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/Photo 30-06-12 19 10 11.png" alt="Photo 30-06-12 19 10 11.png" border="0" width="600" height="357" />

<p>Nas próximas férias, a gente vai voltar ao assunto, mas eu já fiquei satisfeito com o resultado até aqui. Você já tentou ensinar Arduino para crianças? Compartilhe sua experiência nos comentários!</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/arduino_para_hackers_iniciantes.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Sun, 21 Oct 2012 07:05:41 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/arduino_uno_test.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Discutindo colaboração no NDesign</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/discutindo_colaboracao_no_ndesign.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Fui convidado pelo <a href="http://www.vamoss.com.br/">Vamoss</a> a participar de um mergulho no <a href="http://ndesign.org.br/">NDesign 2010</a> sobre Colaboração, Convergência e Interatividade. Foi uma discussão muito interessante.</p>

<p>Começamos discutindo o conceito de Design de Interação que, a meu ver, tem tudo a ver com colaboração. A particularidade desta nova área do Design é justamente trabalhar com os modos como as pessoas vão interagir entre elas, seja através de tecnologia da informação ou qualquer outro meio. </p><p>Em seguida, passamos aos sistemas de colaboração. Concordamos que a hierarquia não é mais eficiente para o ritmo que o capitalismo exige das organizações. A heterarquia e a organização em rede é essencial para sobreviver nos novos fluxos.</p>

<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/colaboracao_interatividade_ndesign2.mp3">Colaboração, Convergência e Interatividade</a> [MP3] - 166 mb - 3 horas</p>

<p>Por fim, fizemos um exercício de colaboração. Criamos um tabuleiro gigante e jogamos <a href="http://www.resultsaccountability.com/PDF%20files/CollaborationGameComplete.pdf">The Collaboration Game</a> no hall de entrada do prédio. </p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/2JZ2p07ivNw?si=VD0Yeo-FcJMLb3Kw" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p><strong>[ atualização]</strong> O Vamoss publicou <a href="http://www.vamoss.com.br/blogfolio/?p=105">um resumo bem bacana</a> das questões levantadas nos debates.</p>

<p>No sábado, último dia do evento, das 13h-17hs vamos promover um <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/taxonomy/term/991">Toy Hack</a> aberto. Os participantes receberão brinquedos eletrônicos para abrir, mexer e misturar as peças, formando novo brinquedos e objetos estranhos. Participe!</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/discutindo_colaboracao_no_ndesign.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">845</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 10:04:18 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/jogo_colaboracao_ndesign_peq.jpg" />

<enclosure url="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/colaboracao_interatividade_ndesign2.mp3" length="173583045" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Reportagem sobre o MCT da PUC-RS</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/reportagem_sobre_o_mct_da_puc-rs.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O <a href="http://www.pucrs.br/mct/">Museu de Ciência e Tecnologia da PUC-RS</a> é um museu diferente. Ao invés de apenas observar, os visitantes interagem com os mais de 700 experimentos disponíveis. Tive a oportunidade de estar lá durante o <a href="http://usabilidoido.com.br/discussoes_sobre_folcsonomia_no_ihc_2008.html">IHC 2008</a>. Procurei uma reportagem no Youtube que mostrasse bem como é o museu, mas não encontrei, então resolvi fazer uma eu mesmo. Foi divertido lembrar das aulas de telejornalismo da faculdade. </p>

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/2W7a0UGp5wc" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

<p>Este museu mostra exemplarmente o <a href="http://usabilidoido.com.br/o_poder_da_educacao_interativa.html">poder da educação interativa</a>. Imagine se toda <a href="http://usabilidoido.com.br/design_de_interacao_em_tecnologias_educacionais.html">tecnologia educacional</a> fosse pensada assim? Certamente teríamos alunos muito mais motivados a aprender, pois se sentirão atores de seu próprio aprendizado.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/reportagem_sobre_o_mct_da_puc-rs.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:21:46 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/mct.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Entrevistas no EDTED</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/entrevistas_no_edted.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Durante o <a href="http://www.edted.com.br">EDTED</a> em Floripa, além das boas conversas de corredor, fui entrevistado duas vezes. Seguem os vídeos.</p>

<p>Primeiro, fui abordado pelos blogueiros do <a href="http://tisc.com.br/">Tisc</a>, um excelente blog que reconhece o desenvolvimento de TI de Santa Catarina (aliás, um lugar ótimo para quem está pensando em se mudar dos grandes centros). Falei sobre minhas experiências profissionais em Santa Catarina e sobre o <a href="http://www.faberludens.com.br/">Instituto Faber-Ludens</a>.</p>

<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3jFvePRwcLw&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3jFvePRwcLw&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object>

<p>No evento tive o prazer de conhecer o <a href="http://www.usina.com/">Rene de Paula</a>, um dos profissionais que sempre admirei. Foi por <a href="http://www.usina.com/rodaeavisa/">inspiração dele</a> que comecei a gravar posts em áudio, ou podcasts como ficaram conhecidos. Almoçamos juntos e conversamos bastante. Por fim, gravamos um vídeo para ficar registrado o encontro. Conversamos sobre a importância de canalizar a colaboração na Web para o desenvolvimento social, para que o mundo realmente seja melhor.  
</p>
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K-sfZ0faXpM&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K-sfZ0faXpM&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/entrevistas_no_edted.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Tue, 26 May 2009 22:23:27 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/assets_c/2009/05/fred_entrevista-thumb-300x212.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Design: das Interfaces às Interações</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/design_das_interfaces_as_interacoes.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Assim como previsto pela ficção científica, a tecnologia está sendo usada para o controle social, porém, não por um grande irmão e sim por milhares de pequenos irmãos que se vigiam mutuamente. O desejo de controlar as relações sociais faz pipocar inúmeras aplicações 2.0 com o objetivo de ampliar o poder de ação dos indivíduos. Nesse cenário, o Design se torna  estratégico para lidar com  interesses e habilidades no uso da tecnologia. O foco deixa de ser o objeto tecnológico e passa a ser a própria interação entre pessoas mediada pelo objeto. </p>

<h2>Slides</h2>
<iframe src="http://pt.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/CgLDcHkB4LDlN0" width="595" height="485" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe>

<h2>Áudio</h2>
<p class="documento">Gravação realizada pela <a href="http://www.manadadesign.com.br/blog/internet/cobertura-do-edeted-2009-floripa/">Manada</a> no EDTED Florianópolis [<a href="http://www.manadadesign.com.br/blog/internet/cobertura-do-edeted-2009-floripa/">MP3</a>]</p>

<p class="documento">Gravação realizada por mim na Uniara de Araraquara [<a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/palestra_interface_interacoes_uniara2009.mp3">MP3</a>] 1 hora 55mb</p>

<h2>Vídeo</h2>
<p>O <a href="http://www.mormasso.com/">Bruno Duarte</a> fez o favor de filmar uma parte da palestra, até que a bateria da minha câmera acabasse...</p>
<object width="400" height="300"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4819178&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4819178&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"></embed></object>

<p class="documento"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/palestras/interfaces_interacoes.mov">Download do vídeo</a> [MOV] 222 MB </p>

<h2>Próximas datas</h2>

<ul>
<li><strike>Florianópolis - 23/05/2009</strike></li>
<li><strike>Curitiba - 06/06/2009</strike></li>
<li><strike>Porto Alegre - 25/07/2009</strike></li>
<li><strike>Salvador - 24/10/2009</strike></li>
<li><strike>Bauru - 05/11/2009</strike></li>
<li><strike>Araraquara - 16/11/2009</strike></li>
</ul><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_das_interfaces_as_interacoes.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">813</guid>
<dc:subject>Slides</dc:subject>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 11:05:19 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/minority.jpg" />

<enclosure url="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/palestra_interface_interacoes_uniara2009.mp3" length="57980797" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>A invasão dos Clones de Nielsen</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/a_invasao_dos_clones_de_nielsen.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Na palestra sobre <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_afetivo_e_reificacao.html">Design Afetivo</a> tive que fazer uma crítica direta ao discurso da Usabilidade, que relega a afetividade na interação a um segundo plano. Para explicar de uma forma mais afetiva, direcionei a crítica a Jakob Nielsen, mas ela é válida para grande parte dos praticantes da área. Embora o próprio Nielsen <a href="http://usabilidoido.com.br/jakob_nielsen_gosta_de_beleza.html">reconheça que estética seja importante</a>, em seu argumento não há um balanço coerente entre <a href="http://usabilidoido.com.br/a_necessidade_e_a_mae_da_invencao.html">utilidade e significado</a>.</p>

<p>Para Nielsen, Design é a origem dos problemas de usabilidade que engenheiros como ele tem que identificar e corrigir. Os problemas que Nielsen costuma identificar são justamente as características de um projeto que os tornam únicos, expressivos e afetivos. Para uma crítica mais completa, veja o texto"<a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/72">Os usos de Nielsen</a>" traduzido por Carlos André Gonçalves. Também é bacana a <a href="http://www.wefail.com/turkey/">crítica dos flasheiros sobre</a>. Abaixo segue o trecho em vídeo da palestra.
</p>

<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LVJwOYnuWbo&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LVJwOYnuWbo&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

<p>Minha recomendação é que Nielsen deve ser conhecido, mas a mesma crítica que ele faz ao trabalho dos outros deve ser feita ao trabalho dele. É importante conhecer outras visões para o Design de Interação, especialmente fora do discurso de Usabilidade e IHC tradicionais. </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_invasao_dos_clones_de_nielsen.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 10:44:51 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/jakob_nielsen_mask.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Design Social no Brasil</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/design_social_no_brasil.html</link>
<description><![CDATA[
<p>
Iniciamos uma nova disciplina na <a href="http://www.faberludens.com.br/?q=pt-br/node/88" rel="nofollow">pós-graduação em Design de Interação</a> sobre Sociologia da Técnica. Minha proposta é perceber as relações conflitivas entre Design, Tecnologia, Política e Cultura numa atividade prática: o projeto aberto <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/442" rel="nofollow">Alfabetização Digital</a>. Na primeira aula, apresentei minha visão sobre design social, abordagem de projeto que enfatiza motivac&#807;o&#771;es e conseque&#770;ncias sociais do processo de Design.
</p>
<p>
Quando se fala em inovação, normalmente está se referindo à inovação técnica ou formal, mas o quanto estas podem <a href="http://usabilidoido.com.br/design_de_interacao_social.html">realmente inovar o cotidiano das pessoas</a>, ou seja, promover <strong>inovação social</strong>? Analisamos o caso da distribuição de água e as diferentes soluções criadas na África e no Nordeste brasileiro e notamos como o Design poderia contribuir muito para o problema.  
</p>

<iframe src="//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/7B1OwLnVUpVVl3" width="595" height="485" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe>

<p>
O Design pode se inserir num grupo social para promover:
</p>
<ul>
	<li>acesso ao consumo</li>
	<li>representação</li>
	<li>intervenção </li>
	<li>orientação</li>
	<li>assessoramento</li>
	<li>construção coletiva</li>
</ul>
<p>
Cada modo é uma opção política e tem consequências sociais. Se o Design se limita a promover o acesso ao consumo dificilmente contribuirá para o desenvolvimento social, pois nem só de consumo vivem as pessoas. Desenvolvimento gera autonomia, ou seja, capacidade para criar por conta própria. A construção coletiva é o melhor caminho nesse sentido, porém, é o mais difícil, pois depende de <a href="http://usabilidoido.com.br/participacao_verdadeira_na_origem_do_projeto.html">motivação e desejos contraditórios</a>.
</p>

<p>A aula foi transmitida ao vivo pelo <a href="http://www.ustream.tv/channel/instituto-faber-ludens" rel="nofollow">canal do Instituto Faber-Ludens no Ustream</a>. 
</p>
<embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.ustream.tv/flash/video/1064762" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="320" width="400" flashvars="autoplay=false"></embed>

<p>A propósito, estamos com matrículas abertas para a terceira turma deste curso de especialização. Também é possível fazer disciplinas isoladas. Veja <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/88">mais detalhes</a>.
<p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_social_no_brasil.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">790</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 13:41:48 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/aula_instituto.png" />


</item>
 
<item>
<title>Hackeando o tapete de dança</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/hackeando_o_tapete_de_danca.html</link>
<description><![CDATA[
<p>
Final de ano com a família, tive a oportunidade de jogar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dance_Dance_Revolution">Dance Dance Revolution</a> pela primeira vez. Meu irmão tem um tapete para jogar no Playstation, o que tornou o jogo acessível e divertido para toda a família. Até minha avó de 77, que nunca havia tocado num videogame, arriscou dançar na pista.
</p>


<p>
O jogo é divertido porque mistura ritmo, desafio e expressão corporal numa interface esfuziante. Começa a ficar interessante quando os jogadores experimentam mexer todo o corpo dentro do ritmo, transformando o movimento mecânico de apertar o botão com a perna numa coreografia. &quot;É preciso entrar na música para acertar,&quot; disse meu irmão. 
</p>
<p>
O tapete tinha entrada USB, então resolvi testá-lo para a criação de novas interfaces. Usando o <a href="http://www.usboverdrive.com/">USB Overdrive</a> consegui configurar os botões facilmente. Meu primeiro teste foi jogar o clássico Whack-a-mole usando o tapete. Meu filho usou um chinelo para bater nos monstros da versão <a href="http://www.eyezmaze.com/tontie/v1/index.html">Tontie</a>.
</p>
<object height="344" width="425">
	<param value="http://www.youtube.com/v/DABxYJExeyM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" name="movie">
	</param>
	<param value="true" name="allowFullScreen">
	</param>
	<param value="always" name="allowscriptaccess">
	</param>
	<embed height="344" width="425" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/DABxYJExeyM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></embed>
</object>
<p>
Depois testei uma projeção sobre o tapete e montei uma bateria virtual <a href="http://www.thepcmanwebsite.com/media/virtual_drums/virtual_drums.shtml">modificando um jogo em Flash</a>. 
</p>
<object width="425" height="344">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KTSzE8-vP70&amp;hl=pt-br&amp;fs=1">
	</param>
	<param name="allowFullScreen" value="true">
	</param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always">
	</param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/KTSzE8-vP70&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed>
</object>
<p>
Detalhe da baqueta improvisada: uma meia presa com fita adesiva num pedaço de madeira. O pedaço de madeira sozinho não ativa o tapete. Ele necessita de uma área maior de contato para ativar o sensor.
</p>

<p>
Compilei uma lista de vídeos no Youtube relevantes ao assunto. Encontrei hacks muito mais criativos da mesma plataforma: 
</p>

<object height="385" width="480">
	<embed height="385" width="480" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/p/3C885C92C73F9F68"></embed>
</object>

<p>
Quem quiser experimentar o jogo, existe uma versão aberta e gratuita para PC e Mac: <a href="http://www.stepmania.com/">Stepmania</a>. Dá pra usar o mesmo tapete do Playstation pra jogar.
</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/hackeando_o_tapete_de_danca.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">789</guid>
<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 20:19:58 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/cakragame_playstation-2-dance-dance-revolution-carpet_full01.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Palestra no Intercon 2008 em vídeo</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/palestra_no_intercon_2008_em_video.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Minha palestra sobre <a href="http://usabilidoido.com.br/muito_alem_da_geladeira_internet_das_coisas_e_design_de_interacao.html">Internet das Coisas</a> está no ar, ou melhor, na nuvem. É a primeira vez que me vejo dando uma palestra em vídeo. Falei rápido, me mexi freneticamente de um lado para o outro e nem deixei tempo suficiente para rir das piadinhas. Acho que levei a sério demais a <a href="http://www.luli.com.br/2008/10/27/imasters-intercon-2008-e-ffparte-i-a-inspiracao/">proposta do Luli</a>, tanto é que terminei cravado nos 25 minutos que tinha...</p>

<object width='424' height='318'><param name='movie' value='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=389014&relacionados=S&default=S&cor_fundo=000000&swf=1&width=424&height=318'></param><embed  align='middle' allowFullScreen='true' type='application/x-shockwave-flash' quality='high' src='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=389014&relacionados=S&default=S&cor_fundo=000000&swf=1&width=424&height=318' width='424' height='318'></embed></object><p>O <a href="http://imasters.uol.com.br/intercon/2008/">Intercon 2008</a> certamente foi o evento mais ousado que já participei.  Quando Tiago Baeta e Luli Radfahrer me apresentaram o formato do FF 08 eu confesso que fiquei tanto excitado quanto descrente... O sistema de <strong>palestras simultâneas no mesmo palco</strong> exigiria novas competências tanto da organização e palestrantes quanto da platéia. A possibilidade de acontecer falhas de comunicação eram muito maiores. Não podia rejeitar o desafio, embora estivesse inseguro se daria certo. <p>

<p>O resultado foi mais um caso para a <strong>Lei de Murphy</strong>: tudo que está indo bem pode dar errado na última hora. O projeto não reconhia o computador do apresentador, o sistema de áudio desconfigurou, a Internet caiu. As palestras tinham excelente conteúdo, mas tenho certeza que a dispersão gerada por estes prejudicou a experiência. Os <a href="http://www.tivi.tv/t/1541/INTERCON">vídeos das palestras</a>, entretanto, podem salvar tudo. A TED quintuplicou sua grandiosidade depois que <a href="http://www.ted.com/talks">disponibilizou seus vídeos na Web</a>. 
 </p>

<p>A maior lição do evento para mim foi a seguinte: <strong>inovar não diz respeito ao futuro e sim ao passado</strong>, ao que foi efetivamente feito para mudar o estado das coisas e deu certo. Tentar inovar todo mundo tenta, difícil é ser diferente e melhor. O Intercon 2008 certamente foi diferente, mas não melhor. O sistema deve ser repensado. </p>

<p>Por outro lado, o evento é um retrato fiel do atual estágio da comunidade brasileira de tecnologia: <strong>muita criatividade, pouca técnica</strong>. Com o pouco que temos, fazemos muito, <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16134/tde-24042007-150223/">na base da gambiarra</a>. Será que não é melhor assumirmos isso como diferencial competitivo do que ficar reproduzindo esse (velho) discurso de inovação?
</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/palestra_no_intercon_2008_em_video.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">782</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 22:17:46 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/intercon2008.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Discussões sobre Folcsonomia no IHC 2008</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/discussoes_sobre_folcsonomia_no_ihc_2008.html</link>
<description><![CDATA[
<p>No simpósio <a href="http://www.inf.pucrs.br/ihc2008/pt-br/">IHC 2008</a> um dos temas mais comentados foi a tal da <a href="http://usabilidoido.com.br/folcsonomia_vocabulario_descontrolado_anarquitetura_da_informacao_ou_samba_do_crioulo_doido.html">folcsonomia</a>. Gravei algumas <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/">apresentações</a> que achei interessantes compartilhar aqui. </p>

<p>Para mim, a melhor parte do evento foi o <a href="http://www.din.uem.br/gsii/i-waihcws-ihc08">Workshop de Aspectos da Interação Humano-Computador na Web Social</a>, organizado por Sergio da Silva e Roberto Pereira. </p>
<ul>
<li>Introdução por Sergio Silva, apresentando a origem e problemática da Folcsonomia, bem como um possível framework para lidar com questões sociais em aplicativos Web: <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/introducao_websocial_sergio.MP3">Audio</a> [MP3] <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/introducao_websocial_sergio.MP4">Video</a> [MP4] </li>

<li>Práticas de Folksonomia e Social Tagging no Last.fm, por Adriana Amaral & Maria Clara Aquino, demonstra como os usuários escolhem tags também para expressar opinião: <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/lastfm_identidade.mp3">Audio</a> [MP3] <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/lastfm_identidade.MP4">Video</a> [MP4] </li>

<li>Discussão final, com a participação de vários participantes, a melhor parte pra mim:  <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/discussao_final_folcsonomia.MP4">Video</a> [MP4] </li>

<li>Tags Coletivas: Analisando Padrões de Uso para o Suporte a Sistemas de Folksonomia, por Cleber Gouvêa, Stanley Loh & Luís Fernando Fortes Garcia, uma proposta de sistema de classificação automatizado: <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/tags_automatizadas.mp3">Audio</a> [MP3] <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/tags_automatizadas.MP4">Video</a> [MP4] </li>
</ul>

<p>Também nas sessões de artigo, o assunto apareceu em destaque. Um dos artigos selecionados como melhor do evento foi o de autoria dos organizadores do workshop. Roberto Pereira e Sergio da Silva acreditam que sistemas como o <a href="http://www.delicious.com">Delicious</a> poderiam ser melhores se permitissem diferenciar a autoridade dos diferentes contribuidores, o que eles chamam de Folkauthority: <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/bonus_track/folkauthority.mp3">Audio</a> [MP3]. Como sinalizei na pergunta ao final da apresentação, acredito que esse tipo de esquema só seria interessante em determinados contextos em que a autoridade é determinante, como no próprio ambiente acadêmico. </p>

<p>Uma apresentação rápida e interessante foi a proposta de Felipe Côgo para corrigir erros de digitação e inconsistências entre etiquetas de uma folcsonomia: <a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/eventos/ihc2008/workshop_websocial/bonus_track/correcao_tags_automaticas.mp3">Audio</a> [MP3]. </p>

<p>Como era de se esperar de um evento da Computação, folcsonomia foi abordado na maioria dos trabalhos como uma mera técnica de organização de informações, a qual pode também ser mudada pelas regras de funcionamento. Assim como Adriana Amaral e Maria Clara Aquino, sustentei na minha <a href="http://www.usabilidoido.com.br/folcsonomia_e_identidade_cultural.html">apresentação do workshop</a> que a folcsonomia não é só uma técnica de classificação, mas de identificação com grupos sociais. Não basta analisar o fenômeno do ponto de vista técnico, pois as estruturas da folcsonomia são construídas e desconstruídas socialmente pelos usuários. As regras do sistema são pontos de partida sobre os quais os usuários criam suas próprias regras. Se novas regras são impostas sem considerar as regras dos usuários, estes podem se frustrar, revoltar ou ir embora.<p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/discussoes_sobre_folcsonomia_no_ihc_2008.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Arquitetura da Informação</dc:subject>
<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 20:44:27 -0300</pubDate>


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<title>Serviços de governo com mídias integradas</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/servicos_de_governo_com_midias_integradas.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Me chamou a atenção a demonstração de Flavio Miyamaru no <a href="http://www.inf.pucrs.br/ihc2008/pt-br/index.php?conteudo=Apresenta%C3%A7%C3%A3o">IHC 2008</a> sobre a integração entre televisão interativa, telefone celular e computador pessoal. Ele desenvolveu um protótipo para encontrar e escolher escolas públicas usando em cada etapa da tarefa, a mídia mais adequada. </p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dtqipKnCc4g&hl=pt-br&fs=1&color1=0x006699&color2=0x54abd6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dtqipKnCc4g&hl=pt-br&fs=1&color1=0x006699&color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

<p>Creio que integração cross-media é uma tendência a crescer em muito breve.</p>

<cite>Referência: Miyamaru, F., Bertuzzi, A., Leite, L., e Filgueiras, L. Mi&#769;dia cruzada em servic&#807;os de governo: conceito e aplicac&#807;a&#771;o in Anais do Simpósio Brasileiro de Fatores Humanos em Sistemas Computacionais, Porto Alegre, 2008.</cite><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/servicos_de_governo_com_midias_integradas.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 23:55:15 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Prototipação de produtos com Lego Mindstorms</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/prototipacao_de_produtos_com_lego_mindstorms.html</link>
<description><![CDATA[
<p>
As ferramentas de prototipação para designers criarem artefatos interativos estão ficando cada vez mais baratas e de fácil operação. Se há 10 anos era preciso ser PHD em Engenharia para brincar com a criação de robôs, hoje a brincadeira é acessível a qualquer criança, inclusive designers.
</p>

<p>
Nesse episódio do <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/taxonomy/term/60">Videocast Faber-Ludens</a>, eu mostro como o kit <a href="http://mindstorms.lego.com">Lego Mindstorms NXT</a> pode ser usado para a prototipação de novos produtos, permitindo tanto testes de hardware quanto de software com uma facilidade inacreditável. 
</p>

<iframe width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/FPFEYZ8RsEg?si=KWSCA-Aj9-rVVarb" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>

<p>O kit que eu uso para demonstrar o protótipo do <a href="http://artefatosinterativos.blogspot.com/search/label/Lepetí">sistema Lepetí</a>, criado por meus alunos, foi comprado usado no <a href="http://www.ebay.com">Ebay</a>. Saiu bem mais barato do que comprar aqui. No Youtube há muitos exemplos de projetos e diversões que podem ser construídas com esse kit, por exemplo:</p>

<ul>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=8KDtmbKprmI">Brinquedo para gatos</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=72STco-yoew">Alimentador de cães à distância</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=QTsXlTKaFq0">Enrolador de papel higiênico</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=GQ3AcPEPbH0">Linha de montagem de carros</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=UithLAxPpjQ">Máquina de doces</a></li>
</ul><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/prototipacao_de_produtos_com_lego_mindstorms.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 10:44:42 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Como fazer pesquisa de campo em design de interação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_pesquisa_de_campo_em_design_de_interacao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>
Em minha experiência de academia e mercado, cheguei à conclusão que não se faz pesquisa com usuários em projetos não por falta de recursos, mas por falta de conhecimento. Não se sabe o que é, pra quê serve, quando fazer e como fazer. Quando o profissional sabe o que é possível fazer, sempre consegue encaixar algum tipo de pesquisa, por menor que seja.</p>

<p>Essa foi umas das forças motivadoras para fundar o <a href="http://www.faberludens.com.br/">Instituto Faber-Ludens</a>. Expliquei esse ponto na <a href="http://usabilidoido.com.br/o_valor_da_pesquisa_no_design_de_interacao.html">palestra do Encontro de Webdesign em 2007</a>. Com o Instituto, queremos promover pesquisa de qualidade no Brasil, pois somente assim chegaremos à tão desejada inovação econômica, política, social. Em se tratando de Design de Interação, falo de pesquisa com usuários, não de pesquisa técnica. A contribuição principal do Design de Interação não é a invenção de novas técnicas de produção e sim novas formas de aplicação da técnica, como expliquei na <a href="http://usabilidoido.com.br/ajax_e_design_de_interacao_dois_lados_da_mesma_moeda.html">palestra sobre Ajax</a>. </p>

<p>No design de interação, a pesquisa de campo é uma ferramenta essencial para a criação de serviços, produtos e artefatos interativos. Diferentemente de outras abordagens de design, o design de interação se destaca por sua base em pesquisas com usuários. Isso envolve compreender o comportamento das pessoas e como elas interagem com os produtos e serviços que estão sendo desenvolvidos. Grandes empresas de design, como a IDEO e a Frog Design, empregam designers de várias áreas trabalhando juntos para aproveitar diferentes abordagens para resolver problemas complexos. Já empresas como Nokia, Motorola e Apple utilizam a pesquisa como prospecção de novos produtos e tecnologias. Enquanto a Apple mantém seus métodos de pesquisa em segredo, a Nokia e a Motorola têm se destacado ao investir em pesquisas para desenvolver produtos adaptados a mercados emergentes.</p>

<p>Uma das vantagens da pesquisa de campo é que ela promove a compreensão das diferenças entre os usuários e os designers, permitindo projetar produtos mais adequados. Além disso, a pesquisa possibilita descobrir oportunidades de inovação ao observar soluções criativas usadas pelas pessoas em suas atividades diárias, como hacks e gambiarras. Isso permite incorporar soluções já existentes em produtos, economizando tempo e esforço na criação de novas abordagens. A pesquisa também é crucial para confrontar realidades e evitar investimentos em projetos que possam não ter sucesso, contribuindo para a tomada de decisões fundamentadas.</p>

<p>A pesquisa de campo permite aos designers e desenvolvedores compreenderem as diferenças entre eles e os usuários finais dos produtos. Ao sair da zona de conforto do projetar para si mesmo e explorar as necessidades e comportamentos dos usuários reais, é possível criar soluções mais eficazes e impactantes. Além disso, essa abordagem mais consciente ajuda a empresa a considerar o impacto de suas criações no mundo, além de criar produtos mais adaptados às necessidades das pessoas.</p>
<p>A pesquisa de campo envolve diversas técnicas, como entrevistas, observações e análise de comportamento. Muitas vezes, é necessário adotar abordagens diferenciadas de acordo com o contexto e o público-alvo. Simuladores online e questionários são ferramentas valiosas para coletar dados, mas é importante garantir que as perguntas sejam claras e autoexplicativas para obter respostas precisas. Além disso, o uso de instrumentos de pesquisa como câmeras e gravadores pode fornecer insights valiosos.</p>
<p>Embora o trabalho de campo seja crucial para o design de interação, é preciso ser cauteloso quanto à interpretação dos dados. É comum as pessoas responderem ao que acham que os pesquisadores querem ouvir. Portanto, a transcrição de entrevistas e a análise dos resultados requerem cuidado e atenção. Com as ferramentas certas e uma abordagem ética, a pesquisa de campo pode fornecer uma base sólida para o desenvolvimento de produtos interativos que atendam às necessidades e desejos dos usuários.</p>

<h2>Vídeo</h2>
<iframe width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/Y5ic2P_w22U" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

<h2>Slides</h2>
<iframe src="//pt.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/3LvSCYL9HXckvu" width="800" height="600" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe>

<p class="slides"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/slides/pesquisa_campo_design_interacao.pdf">Como fazer pesquisa de campo em design de interação</a> [PDF]
</p>


<p class="documentos"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/faberludens/pesquisa_campo_design_interacao2.mov">Slides com áudio</a> [MOV]
</p>

<h2>Áudio</h2>
<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/faberludens/pos_faberludens16_08_2008.mp3">Como fazer pesquisa de campo em design de interação</a> [MP3] 2 horas e meia</p>


<h3>Série</h3>
<p>Este episódio faz parte de uma série de aulas sobre pesquisa de experiências (ux research).</p>
<ol class="alerta">
<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/pesquisa_de_experiencias_no_mercado_e_na_academia.html">Pesquisa de experiências no mercado e na academia</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/o_valor_da_pesquisa_no_design_de_interacao.html">O valor da pesquisa no Design de Interação</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/introducao_a_pesquisa_de_experiencias_ux_research.html">Introdução à pesquisa de experiências (UX Research)</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/planejando_pesquisas_de_experiencia_com_uxcards.html">Planejando pesquisas de experiência com UXCards</a></li>

<li><a href="http://www.usabilidoido.com.br/introducao_ao_uxframeworks_na_pesquisa_de_experiencias.html">Introdução ao UXFrameworks na pesquisa de experiências</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/problematizando_a_experiencia_do_usuario_exu.html">Problematizando a experiência do usuário (ExU)</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/fazendo_descobertas_na_pesquisa_de_experiencias.html">Fazendo descobertas na pesquisa de experiências</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/pesquisa_bibliografica_de_experiencias_desk_research.html">Pesquisa bibliográfica de experiências (desk research)</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_pesquisa_de_campo_em_design_de_interacao.html">Como fazer pesquisa de campo em design de interação</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/pesquisa_exploratoria_de_oportunidades_de_inovacao.html">Pesquisa exploratória de oportunidades de inovação</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/etnografia_no_design_com_teoria_da_atividade.html">Etnografia no design com Teoria da Atividade</a></li>

<li><a href="https://www.usabilidoido.com.br/o_papel_da_teoria_na_pesquisa_de_experiencias.html">O papel da teoria na pesquisa de experiências</a></li>
</ol><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_pesquisa_de_campo_em_design_de_interacao.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 15:31:31 -0300</pubDate>


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</item>
 
<item>
<title>Ensinando Design de Interação com brincadeiras</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/ensinando_design_de_interacao_com_brincadeiras.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Como se pode perceber pelos últimos posts, este ano estou envolvido intensamente com a formação de novos profissionais em design de interação. A partir de 2007, notei que começaram a surgir vagas procurando profissionais com esse perfil. Hoje elas são preenchidas com dificuldade. As empresas estão sendo obrigadas a treinar os novos profissionais, porém, sentem dificuldade em fazê-los captar o que elas querem.</p><p>Por mais que se mostrem <a href="http://usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_design_de_interacao.html">definições teóricas do que é design de interação</a>, a ficha demora a cair. Designers são profissionais que aprendem fazendo muito mais do que teorizando. Como ensinar fazendo algo que ainda não está sendo feito? </p>

<p>A esse respeito, tive uma experiência muito bem sucedida com meus alunos da <a href="http://www.unisul.br/">Unisul</a> recentemente que gostaria de compartilhar. A disciplina era Usabilidade e Ergonomia de Interfaces, mas por achar mais importante compreenderem design de interação como um todo, não enfatizei os aspectos do nome da disciplina. Em 30 horas de aula eu precisava dar essa visão geral e ainda construir com eles um projeto. </p>

<p>Comecei mostrando alguns projetos que julgo interessantes por explorar as possibilidades do design de interação. Designers são ótimos em observar outros projetos e <a href="http://usabilidoido.com.br/tendencias_cliches_e_reproducao_cultural_no_design.html">reproduzir suas características</a>. Porém, eu queria que eles compreendessem que design de interação não é o projeto do artefato em si e sim o que as pessoas vão poder fazer com o artefato. </p>

<p>Lá pelas tantas, apresentei um dos projetos do Instituto Faber-Ludens, o <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/226">Catálogo de Brincadeiras</a>. Expliquei que as brincadeiras de criança são formas de design de interação popular que existem a muito tempo e que a diferença para o design de interação profissional de hoje é que este embute as regras da brincadeira (ou qualquer outra atividade) nos artefatos. Os alunos se interessaram tanto que decidiram desenvolver o projeto da disciplina a partir dessa idéia. No videocast número 2 do Instituto explico melhor esse conceito:</p>

<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jiCPnr_A0dg&hl=en&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jiCPnr_A0dg&hl=en&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

<p>A proposta era que eles extraíssem as regras de uma brincadeira e aplicassem-nas numa outra situação que não fosse uma brincadeira, tentando prazer e resultados práticos aos participantes. Primeiro eles tinham que levantar uma lista de brincadeiras que conheciam e uma lista de possíveis situações em que ela seria aplicável. Depois que escolhiam o melhor "encaixe", iam a campo pesquisar tanto a brincadeira quanto a situação. Na volta, tiveram que diagramar a brincadeira e apresentar as entrevistas sobre a situação. Veja o exemplo do projeto <a href="http://artefatosinterativos.blogspot.com/search/label/Pok">Pok</a>, que visa aplicar no trânsito a brincadeira de jogar pipoca em pessoas que incomodam no cinema.</p>

<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/diapok.jpg" alt="Pessoas jogando pipocas em que faz barulho" />

<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1oF8t8iw1kI&hl=en&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1oF8t8iw1kI&hl=en&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

<p>No caso desse projeto, a solução foi uma buzina melhorada. A buzina padrão é um sinal genérico que não indica o quê está sendo avisado, nem quem está sendo avisado. Por isso, é comum os motoristas devolverem com buzinadas, gerando uma confusão infernal. Os alunos Marco e Alan criaram uma buzina direcionada, acionada por um controle remoto. A recepção do sinal é dada por um adesivo colado no vidro ou capô do carro. Esse adesivo também exibe o status do motorista. Se ele recebe muitas advertências como essa, fica com a pontuação baixa. É um "Como estou dirigindo dinâmico". O motorista advertido fica sabendo na hora com o seu próprio controle remoto, que emite sinal sonoro dentro do carro. É uma espécie de "pipoca eletrônica" que, além de avisar o intransigente, o coloca numa situação de constrangimento social, inibindo o comportamento indesejado pelas pessoas ao redor.</p>

<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/diagramapok.jpg" width=" 600" alt="diagrama da proposta Pok" />

<p>Outro projeto interessante foi inspirado na brincadeira <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/228">Elefantinho Colorido</a> e aplicado em festas. As pessoas entram na balada e recebem um botom colorido, cada um de uma cor. De vez em quando, o DJ aciona um alerta e os botons de uma determinada cor acendem, incentivando que as pessoas com a mesma cor se encontrem e dancem juntas.
Ajudei as alunas Bárbara e Mirela a construir um protótipo do <a href="http://artefatosinterativos.blogspot.com/search/label/Elefante%20Psicodélico">Elefante Psicodélico</a> na própria universidade. (Note no vídeo a precariedade da fixação do meu datashow).</p>

<object width="425" height="350"> <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uB2Dw-094hI">  <embed src="http://www.youtube.com/v/uB2Dw-094hI" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed>  </object>

<p>Pode-se criticar que eles estão sonhando com uma realidade distante do mercado de produtos eletrônicos brasileiro. Sim, dar liberdade para desenvolver projetos experimentais é fundamental numa faculdade que deseja formar profissionais para o futuro e não só para o mercado atual. Porém, o que estou tentando ensinar não é o modo de funcionamento desses artefatos e sim o processo de design de interação. Este se aplica a qualquer artefato, inclusive aqueles que já estão bem estabelecidos no mercado. Um outro projeto que demonstra isso bem legal é o <a href="http://artefatosinterativos.blogspot.com/search/label/boo">Boo</a>, que se configurou num aplicativo OpenSocial para o Orkut. A inspiração veio da brincadeira <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/231">Caça ao Tesouro</a> e a situação foi o primeiro beijo de um adolescente. Já avisei ao Jader e a Juliana que eles podem ganhar muito dinheiro se conseguirem desenvolver mais o projeto.</p> 

<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TVqhE3lijTs&hl=en&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TVqhE3lijTs&hl=en&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

<p>Ainda desenvolvemos outros projetos interessantes com os alunos, cujo processo está todo documentado no <a href="http://artefatosinterativos.blogspot.com/">blog da disciplina</a>. Aliás, graças a este blog, outros professores estão aplicando algumas das idéias em suas disciplinas, como é o caso de <a href="http://projetosinterativos.blogspot.com/">Elton Vinicius da Silva com seus alunos da UFES</a>. Adorei os trabalhos dos alunos e espero que essa iniciativa esteja contribuindo para vivermos num mundo melhor projetado!</p>

<p>No curso de <a href="http://www.faberludens.com.br/?q=pt-br/node/88">especialização do Instituto Faber-Ludens</a> estou aplicando uma versão mais completa do exercício. Aliás, estamos planejando levar o curso a outras cidades. Quem tiver interesse, por favor, <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/246">participe da enquete</a>.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/ensinando_design_de_interacao_com_brincadeiras.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">758</guid>
<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 10:36:53 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/Canvas_4-thumb-300x231.png" />


</item>
 
<item>
<title>Webdesigner 2.0: Requisitos mínimos para o upgrade profissional</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/webdesigner_20_requisitos_minimos_para_o_upgrade_profissional.html</link>
<description><![CDATA[
<p>A Web está mudando muito nos últimos anos para atender a crescente demanda por interatividade. As pessoas querem mais do que hipertextos, elas querem um meio para realizar atividades em conjunto com outras pessoas à distância. O desafio de projetar aplicações para tais demandas é muito maior do que projetar simples websites estáticos, portanto, é chegada a hora do webdesigner expandir seus horizontes.</p><p>Palestra apresentada no <a href="http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&newsID=a14846.htm&subTab=00000&uf=&local=&testeira=453&l=&template=&unit=">Planeta Web 2008</a>, evento promovido no Senac Campinas. Será também apresentada no dia 17 na Lapa Tito, dia 18 Lapa Scipião e dia 19 em Guarulhos.</p>

<h2>Slides</h2>

<iframe src="//pt.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/D53uCkVpPx9FLW" width="510" height="420" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe> 

<p>Dessa vez consegui finalmente usar o Keynote pra sincronizar o áudio da apresentação.</p>

<h2>Slides com áudio</h2>

<object width="640" height="480"
classid="clsid:02BF25D5-8C17-4B23-BC80-D3488ABDDC6B"
codebase="http://www.apple.com/qtactivex/qtplugin.cab">
<param name="src" value="http://multimidia.usabilidoido.com.br/screencasts/webdesigner2upgradeprofissional.mov">
<param name="autoplay" value="false">
<param name="controller" value="true">
<param name="scale" value="ToFit">
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autoplay="false" controller="true"
pluginspage="http://www.apple.com/quicktime/download/">
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</object>

<p><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/screencasts/webdesigner2upgradeprofissional.mov">[ Download vídeo ]</a> 14mb
</p>

<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/webdesigner2.mp3">Webdesigner 2.0: Requisitos mínimos para o upgrade profissional</a> [MP3] 7 mb - 30 min
</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/webdesigner_20_requisitos_minimos_para_o_upgrade_profissional.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Palestras</dc:subject>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 15:35:34 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/htmlcoder-thumb-300x178.jpg" />

<enclosure url="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/webdesigner2.mp3" length="7421109" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Conceitos para Softwares Sociais Web 2.0</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/conceitos_para_softwares_sociais_web_20.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O Instituto Faber-Ludens promoveu um <a href="http://www.faberludens.com.br/?q=pt-br/node/102">workshop para a criação conceitos Web 2.0</a>, dando <a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido/design-de-software-multiusuario/">ênfase as questões sociais</a>. Usando apenas cartolina, canetas coloridas e postits, os participantes abusaram da criatividade. No vídeo abaixo, os melhores projetos criados, na opinião dos alunos. </p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5IScfAOGBso&hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5IScfAOGBso&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object>

<h2>Próximos eventos</h2>

<p>Fecharemos a maratona para divulgação do <a href="http://www.faberludens.com.br/?q=pt-br/node/88">curso de especialização</a> do Instituto dia 29 de maio, com a palestra conjunta <a href="http://www.faberludens.com.br/?q=pt-br/node/105">O Diferencial do Design de Interação nas Organizações</a>, em que eu e <a href="http://www.faberludens.com.br/?q=pt-br/node/103">Paulo Melo</a> falaremos sobre como o Design de Interação está se tornando estratégico para as empresas de Tecnologia. O curso de especialização começa dia 7 de junho!</p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/conceitos_para_softwares_sociais_web_20.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 01:47:08 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/Vamos-thumb-300x285.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Instalações Interativas</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/instalacoes_interativas.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O <a href="http://www.faberludens.com.br">Instituto Faber-Ludens</a> agora tem um videocast! No primeiro episódio, eu e Rodrigo Scama comentam diferentes instalações interativas que tentam através da tecnologia reatar a conexão entre o homem e a natureza. </p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/d4NgR6zT1XU&hl=pt-br"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/d4NgR6zT1XU&hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/instalacoes_interativas.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 12:47:49 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://imagens.usabilidoido.com.br/theo2.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>A Experiência do Usuário do Metrô do Rio</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/a_experiencia_do_usuario_do_metro_do_rio.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Durante o <a href="http://fmis.iist.unu.edu/Schools/2007-Brazil/courses.html">curso internacional de metodologias de IHC</a> que fiz na semana passada, tive muitas conversas interessantes com <a href="http://gawry.com/">Gustavo Gawry</a>, que ocupa o pomposo cargo de Analista da Experiência do Usuário na <a href="http://www.sirius.com.br/">Sirius</a>. Um dia resolvemos filmar nossas elocubrações a respeito do Metrô do Rio e olha só no que deu: </p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YyX3HHH9YGY"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YyX3HHH9YGY" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>

<p>Sabemos que não se trata de uma avaliação exaustiva, que a qualidade do vídeo é tosca (foi gravado no celular) e que a história é meio ridícula. Porém, nosso objetivo era apenas mostrar como é possível (e interessante) observar a exeriência do usuário em qualquer ambiente.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_experiencia_do_usuario_do_metro_do_rio.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 17:56:39 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://imagens.usabilidoido.com.br/analise_metro.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>A máquina somos/está usando nós</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/a_maquina_somosesta_usando_nos.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Na palestra sobre o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_paradigma_web_20_e_as_oportunidades_para_brasileiros.html">paradigma Web 2.0</a> não poderia faltar o famoso <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6gmP4nk0EOE">vídeo do professor Michael Wesch</a>. Como o vídeo não tem narração, resolvi traduzi-lo por dublagem ao invés de por <a href="http://www.youtube.com/watch?v=X4n90pO-kRk">legendas</a>.</p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nvQDXPQcUb0"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nvQDXPQcUb0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed></object>

<p>O vídeo foi criado inicialmente como ferramenta para suas <a href="http://mediatedcultures.net/ksudigg/">aulas de Antopologia Cultural</a> na Kansas University. Wesch mandou para 10 pessoas conhecidas e estas espalharam para outras e outras até que, 4 dias após sua publicação, o vídeo havia se tornado o assunto do momento nos blogs, visto por mais de 1 milhão de pessoas.</p>

<p>Em <a href="http://battellemedia.com/archives/003386.php">entrevista a John Battelle</a>, Wesch revela que o vídeo foi criado para fazer as pessoas refletirem sobre sua relação com a tecnologia. Se estamos apenas <a href="http://usabilidoido.com.br/dando_de_comer_aos_computadores_.html">alimentando a máquina com dados</a>, a máquina está nos usando. Se aproveitamos a máquina para intensificar nossas relações com outras pessoas, então nós semos a web, nós fazemos parte da máquina.</p>

<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_maquina_somosesta_usando_nos.html#comments">Comente este post</a></p>
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<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 12:42:13 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://imagens.usabilidoido.com.br/themachineareus.png" />


</item>
 
<item>
<title>Análise de usabilidade de fast-foods online</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/analise_de_usabilidade_de_fast-foods_online.html</link>
<description><![CDATA[
<p><strong>Atualização</strong>: vídeo completo disponível para download gratuitamente.</p>

<p>Fiz uma an&aacute;lise de usabilidade comparativa entre duas grandes redes de fast-food que aceitam encomendas pela Internet (<a href="http://www.mcdonalds.com.br">McDonalds</a> e <a href="http://www.habibs.com.br">Habibs</a>) e cheguei a conclus&atilde;o estarrecedora de que o ato de selecionar o pedido no website pode demorar mais do que a pr&oacute;pria entrega do pedido em sua casa s&oacute; por que a interface foi mal projetada. </p>
<p>Gravei um v&iacute;deo de 50 minutos, mostrando passo-a-passo como &eacute; o processo desde a entrada no website at&eacute; a chegada da encomenda em casa, comentando problemas de usabilidade que os usu&aacute;rios podem encontrar, suas causas e poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es. O v&iacute;deo comenta bons e maus exemplos de:</p>
<ul>
  <li>usabilidade no ecommerce</li>
  <li>conte&uacute;do persuasivo </li>
  <li>padr&otilde;es de intera&ccedil;&atilde;o </li>
  <li>fluxo de tarefa</li>
  <li>mensagens de erro</li>
  <li>instru&ccedil;&otilde;es em formul&aacute;rios</li>
</ul><h2>Screenshots</h2>

<img alt="Menu que não tem a opção que eu quero" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/preview_produtos_mcdonalds.png" width="763" height="286" />

<img alt="Metáfora da bandeja virtual não cola" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/preview_bandeja_caixa.png" width="623" height="419" />

<h2>Trecho do vídeo</h2>

<p>Para ter uma idéia melhor de como se desenrola o vídeo, abaixo segue uma demonstra&ccedil;&atilde;o de alguns trechos, em qualidade de v&iacute;deo extremamente reduzida:</p>

<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5TpehQvsqqQ?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5TpehQvsqqQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object>


<h2>V&iacute;deo completo </h2>


<p><strike>O v&iacute;deo est&aacute; sendo distribu&iacute;do em CD-Rom (340 MB - DivX- 800x600px) por R$20. O <strong>frete &eacute; gr&aacute;tis</strong> para todo o Brasil (carta registrada). Pagamento por dep&oacute;sito banc&aacute;rio ou transfer&ecirc;ncia eletr&ocirc;nica.</strike> O vídeo está disponível para download logo abaixo. A análise foi feita em dezembro de 2005</p>

<p class="documento"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/screencasts/fastfood/analise_usabilidade_fast_food_800kbps.mov">Análise de usabilidade de fast-foods online</a> [MOV] <a href="http://www.apple.com/quicktime/download/">Quicktime 7</a> - codec H.264 - 56 minutos - 156mb</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/analise_de_usabilidade_de_fast-foods_online.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">509</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Tue, 13 Mar 2007 09:50:38 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/habibs_versus_mcdonalds.png" />


</item>
 
<item>
<title>Como fazer wireframes de interfaces</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_wireframes_de_interfaces.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Este screencast captura o momento em que estava fazendo o primeiro wireframe (<a href="http://usabilidoido.com.br/quanto_mais_simples_o_wireframe_melhor.html">esboço estrutural de interface</a>) para a <a href="http://usabilidoido.com.br/redesign_do_usabilidoido_versao_seurat.html">versão Seurat</a> deste blog. Enquanto vou construindo o wireframe, vou comentando o que se passa pela minha cabeça, ou seja, o raciocínio das decisões de design. Hoje em dia, já me acostumei com o Visio e só uso o Flash no caso de precisar de protótipos funcionais.</p>

<p class="documento"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/screencasts/wireframes/wireframes_flash_usabilidoido_800Kbps.mov">Como fazer wireframes de interfaces</a> [MOV] <a href="http://www.apple.com/quicktime/download/">Quicktime 7</a> - codec H.264 - 26 minutos - 57mb</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_fazer_wireframes_de_interfaces.html#comments">Comente este post</a></p>
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<guid isPermaLink="false">652</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 10:05:26 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/video_wireframes.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Calendário-chaveiro indiano</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/calendario-chaveiro_indiano.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Imagine um chaveiro de 5 cm de diâmetro que exibe um calendário que dura 35 anos. Se você pensou numa máquina digital, já complicou. Na Índia, a simplicidade é um princípio moral e religioso e o modelo que eles criaram é simples na tecnologia, mas um pouco complicado na utilização. Dois discos de metal sobrepostos girando em sentidos contrários indicam as datas e os anos, mas é preciso bastante esforço para entender como ele funciona.</p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="330" height="280" id="player" align="middle">
<param name="movie" value="http://www.usabilidoido.com.br/video/player.swf?file=http://www.archive.org/download/Chaveiro_Calendrio_Indiano/calendario_indiano.flv&size=false&aplay=false&autorew=false&title=Calendario-Chaveiro" />
<param name="menu" value="false" />
<param name="quality" value="high" />
<param name="bgcolor" value="#999999" />
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</object>
<br /><br />
<p>[ nota ] Esse é meu primeiro experimento com Flash Video (.FLV) e apesar de complicado pra configurar tudo, o resultado final valeu à pena. De 200 MB do AVI original, passou para 9 MB no FLV. O <a href="http://www.richnetapps.com/miniflv.htm">código deste player</a> é distribuido gratuitamente.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/calendario-chaveiro_indiano.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">504</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Thu, 08 Dec 2005 13:17:14 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/chaveiro_indiano.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Vocabulário controlado na prática</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/vocabulario_controlado_na_pratica.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Voc&ecirc; j&aacute; viu um <a href="http://www.usabilidoido.com.br/classificacoes_na_web.html"><b style="color:black;background-color:#ffff66">vocabul&aacute;rio</b> <b style="color:black;background-color:#a0ffff">controlado</b></a> funcionando num sistema? O <a href="http://www.usabilidoido.com.br/information_architecture_for_the_world_wide_web.html">livro do urso polar</a> explica sua utilidade para facilitar a recupera&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es e at&eacute; mostra alguns exemplos de sistemas que contam com vocabul&aacute;rios, mas fiquei curioso para fu&ccedil;ar num desses rodando. Alguns anos depois, conheci o <a href="http://drupal.org/">Drupal</a>, um gerenciador de conte&uacute;do open-source que chama a aten&ccedil;&atilde;o pelas ferramentas para a arquitetura da informa&ccedil;&atilde;o. Seu <b style="color:black;background-color:#ffff66">vocabul&aacute;rio</b> <b style="color:black;background-color:#a0ffff">controlado</b> se estende por toda aplica&ccedil;&atilde;o, permitindo classificar v&aacute;rios tipos de conte&uacute;do (imagens, downloads, links, not&iacute;cias e etc) e funcionalidades extras. </p>
<p>O legal desse <b style="color:black;background-color:#ffff66">vocabul&aacute;rio</b> <b style="color:black;background-color:#a0ffff">controlado</b> &eacute; que ele permite rela&ccedil;&otilde;es hier&aacute;rquicas entre os termos, ou seja, &eacute; poss&iacute;vel us&aacute;-lo para gerenciar taxonomias. Para quem ainda n&atilde;o leu o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/classificacoes_na_web.html">post que explica todos esses termos complicados</a>, a taxonomia &eacute; um tipo de classifica&ccedil;&atilde;o que pode gerar menus de navega&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>H&aacute; alguns meses atr&aacute;s, gravei um screencast mostrando como foi o processo de alimenta&ccedil;&atilde;o de um <b style="color:black;background-color:#ffff66">vocabul&aacute;rio</b> <b style="color:black;background-color:#a0ffff">controlado</b> que desenvolvi para o cat&aacute;logo de obras de uma editora curitibana. Na ocasi&atilde;o, eu havia assumido a programa&ccedil;&atilde;o do projeto, achando que seria f&aacute;cil implementar minhas id&eacute;ias em PHP no Drupal, mas acabei desistindo. Realmente n&atilde;o levo jeito para programar, mas o trabalho de arquitetura da informa&ccedil;&atilde;o ficou legal. A editora contratou outros profissionais para fazer a programa&ccedil;&atilde;o, mas eles ainda n&atilde;o lan&ccedil;aram a vers&atilde;o final.   </p>

<object id  ="flashMovie" 
   codeBase ="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=5,0,0,0" 
   height   ="432" 
   width    ="530 "
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   </EMBED>
</object>

<p class="documento"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/screencasts/taxonomia/taxonomia_pratica.avi">Vocabulário controlado na prática</a> [AVI] 37 Mb ~ 7 minutos </p>

<p>Quem gostar do assunto classifica&ccedil;&atilde;o deve procurar cursos e livros na &aacute;rea da Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o. No Brasil, ainda temos pouca coisa aplicada &agrave; Arquitetura da Informa&ccedil;&atilde;o, que trata do contexto de websites. </p>
<p>Hoje, dia 30/09, &eacute; o &uacute;ltimo dia pra <a href="http://www.tramauniversitario.com.br/tuv2/participe/promocoes/concurso_blogs/votacao/principal.jsp?id=5">votar neste blog</a> no concurso Trama Universit&aacute;rio. Por enquanto, o Usabilidoido est&aacute; entre os &uacute;ltimos, mas se todos os leitores votassem, certamente estaria l&aacute; em cima :P </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/vocabulario_controlado_na_pratica.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">474</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Thu, 29 Sep 2005 17:27:21 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/drupal.gif" />


</item>
 
<item>
<title>Comparação: IE 6, Firefox e Opera 8</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/comparacao_ie_6_firefox_e_opera_8.html</link>
<description><![CDATA[
<p>At&eacute; uns dois anos atr&aacute;s, eu estava completamente satisfeito com meu Internet Explorer 6. &Eacute; um navegador simples e us&aacute;vel, n&atilde;o tem complica&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o sentia falta de nada at&eacute; que um dia o Irapuan Martinez me empurrou pra testar o Opera 7. O argumento dele que me convenceu era que eu estava perdendo tempo. </p>
<p>Fiquei impressionado com a velocidade de carregamento das p&aacute;ginas, pelo menos 3 vezes mais r&aacute;pido que o IE. Comecei a explor&aacute;-lo e descobrir funcionalidades que n&atilde;o tinha no IE e que agilizavam bastante o uso (mouse gestures, zoom, abas e muito mais). Virou meu navegador padr&atilde;o e tamb&eacute;m de meu colega que trabalhava na escrivaninha ao lado. Por&eacute;m, desisti de us&aacute;-lo porque travava muito. </p>
<p>Voltei pro IE e o que mais fazia falta eram as abas, que permitem organizar muito melhor a navega&ccedil;&atilde;o quando se est&aacute; vendo v&aacute;rios sites ao mesmo tempo. Nessa &eacute;poca, come&ccedil;ou a surgir um burburinho em torno de um navegador open-source chamado Firebird (que depois mudaria para Firefox) que tinha o tal recurso. Tornou-se meu navegador padr&atilde;o, mas ainda sentia falta dos recursos do Opera...</p>
<p>Quando saiu a vers&atilde;o 8 do Opera, baixei correndo. Bugs resolvidos! Al&eacute;m disso, a interface tava muito mais clean e agrad&aacute;vel, melhorou muito a usabilidade. &Eacute; meu navegador padr&atilde;o at&eacute; hoje, mesmo com as propagandas adsense no topo. </p>
<p>H&aacute; alguns meses atr&aacute;s, gravei um screencast comparando os tr&ecirc;s navegadores do ponto de vista da usabilidade da interface, mas n&atilde;o coloquei no ar porque n&atilde;o queria estourar a largura de banda da <a href="http://www.bit7.com.br/">minha hospedagem</a>. O v&iacute;deo ficou com 30MB. Ontem descobri <a href="http://www.lent.com.br/viu/archives/2005/08/ourmedia_archiv.html">atrav&eacute;s do Michel Lent</a> que o <a href="http://www.ourmedia.org/">OurMedia</a> hospeda qualquer m&iacute;dia de gra&ccedil;a e pra sempre. Duvidei, mas tentei e, ap&oacute;s sofrer um pouco, consegui colocar o v&iacute;deo l&aacute;. Agrade&ccedil;o imensamente a iniciativa de democratiza&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia que essa comunidade est&aacute; fazendo!</p>
<p>Quem quizer iniciar seu Podcast, VideoBlog e afins, pode hospedar l&aacute;, mas prepare-se para uma interface super dif&iacute;cil de usar. </p>
<object id  ="flashMovie" 
   codeBase ="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=5,0,0,0" 
   height   ="497" 
   width    ="640 "
   classid  ="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" VIEWASTEXT>
   <PARAM NAME="_cx"                VALUE="26">
   <PARAM NAME="_cy"                VALUE="26">
   <PARAM NAME="FlashVars"          VALUE="csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/navegadores_comparados_config.xml">
   <PARAM NAME="Movie"              VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/video/navegadores_comparados_controller.swf?csConfigFile=navegadores_comparados_config.xml">   
   <PARAM NAME="Src"                VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/video/navegadores_comparados_controller.swf?csConfigFile=navegadores_comparados_config.xml">
   <PARAM NAME="WMode"              VALUE="Window">
   <PARAM NAME="Loop"               VALUE="false">
   <PARAM NAME="Quality"            VALUE="high">
   <PARAM NAME="SAlign"             VALUE="">
   <PARAM NAME="Menu"               VALUE="-1">
   <PARAM NAME="Base"               VALUE="">
   <PARAM NAME="AllowScriptAccess"  VALUE="always">
   <PARAM NAME="DeviceFont"         VALUE="0">
   <PARAM NAME="EmbedMovie"         VALUE="0">
   <PARAM NAME="BGColor"            VALUE="#FFFFFF">
   <PARAM NAME="SWRemote"           VALUE="">
   <PARAM NAME="MovieData"          VALUE="">
   <PARAM NAME="SeamlessTabbing"    VALUE="1">
									
   <EMBED id          ="EmbedflashMovie"
          src         ="http://www.usabilidoido.com.br/video/navegadores_comparados_controller.swf?csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/navegadores_comparados_config.xml" 
          flashvars   ="csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/navegadores_comparados_config.xml" 
          quality     ="high" 
          bgcolor     ="#FFFFFF" 
          width       ="640" 
          height      ="497" 
          type        ="application/x-shockwave-flash" 
          pluginspace ="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer">	
   </EMBED>
</OBJECT>


<p>Ainda existem quest&otilde;es que n&atilde;o mencionei no screencast, porque n&atilde;o s&atilde;o diretamente relacionadas &agrave; usabilidade da interface. Por exemplo, alguns sites quebram no Opera e no Firefox porque usam scripts muito antigos. Na minha navega&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria, mais ou menos 3% dos sites que vejo tenho que abrir no Internet Explorer excepcionalmente por causa disso. Por outro lado, o IE tem falhas de seguran&ccedil;a e facilita que spywares e outros programas maliciosos entrem no seu computador. </p>
<p>Se fosse pra analisar todos os pontos, ficaria aqui a vida toda, mas acho que j&aacute; dei minha contribui&ccedil;&atilde;o para uma decisão mais consciente. Fa&ccedil;a sua escolha! </p>
<h4>Downloads</h4>
<ul>
  <li><a href="http://superdownloads.ubbi.com.br/download/i20206.html">Firefox</a> 1.0.6 portugu&ecirc;s 4 MB </li>
  <li><a href="http://superdownloads.ubbi.com.br/download/i18194.html">Opera</a> 8.01 portugu&ecirc;s 3 MB</li>
  <li><a href="http://superdownloads.ubbi.com.br/download/i16149.html">Internet Explorer</a> update 6.0 SP1</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/comparacao_ie_6_firefox_e_opera_8.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">449</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Thu, 18 Aug 2005 09:10:25 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/navegadores.png" />


</item>
 
<item>
<title>Software para projetar a navegação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/software_para_projetar_a_navegacao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Durante a fase de arquitetura da informa&ccedil;&atilde;o de um website, &eacute; importante trabalhar &agrave; partir de uma vis&atilde;o geral da navega&ccedil;&atilde;o do website. Caso se trate de uma estrutura hier&aacute;rquica, nada melhor que um diagrama cl&aacute;ssico usando caixinhas com r&oacute;tulos ligadas por linhas. Existem softwares que podem ajudar muito nessa hora. </p>
<p>No come&ccedil;o, fazia esses diagramas com l&aacute;pis mesmo, no papel. Na medida em que me envolvia em projetos maiores, o suporte se demonstrou ineficiente. Era preciso mudar a mesma coisa v&aacute;rias vezes, recombinar, sem falar da necessidade de ser apresent&aacute;vel ao cliente e outros membros da equipe. Comecei a usar o pr&oacute;prio Flash, software vetorial que mais me sinto &agrave; vontade (<a href="http://www.usabilidoido.com.br/arquitetura_da_informacao_e_de_interacao.html">exemplo</a>). Fiquei satisfeito e nem senti vontade de tentar o software indicado por outros arquitetos da informa&ccedil;&atilde;o: Microsoft Visio. Sabia at&eacute; que voc&ecirc; podia incluir nele a biblioteca do <a href="http://iainstitute.org/pt/translations/000332.html">Visvocab</a> criada pelo Jesse James Garret, o padr&atilde;o de nota&ccedil;&atilde;o que adoto.</p>
<p>Ano passado, na correria para terminar meu TCC, descobri um tal de <a href="http://www.smartdraw.com/">Smartdraw</a> que tinha inclusive uma vers&atilde;o Trial. Gravei hoje um screencast demonstrando as funcionalidades dele que permitiram que eu fizesse meus diagramas muito mais r&aacute;pido do que imaginava:</p>
<object id  ="flashMovie" 
   codeBase ="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=5,0,0,0" 
   height   ="545" 
   width    ="580 "
   classid  ="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" VIEWASTEXT>
   <PARAM NAME="_cx"                VALUE="26">
   <PARAM NAME="_cy"                VALUE="26">
   <PARAM NAME="FlashVars"          VALUE="csConfigFile=smartdraw6_config.xml">
   <PARAM NAME="Movie"              VALUE="smartdraw6_controller.swf?csConfigFile=smartdraw6_config.xml">   
   <PARAM NAME="Src"                VALUE="smartdraw6_controller.swf?csConfigFile=smartdraw6_config.xml">
   <PARAM NAME="WMode"              VALUE="Window">
   <PARAM NAME="Loop"               VALUE="false">
   <PARAM NAME="Quality"            VALUE="high">
   <PARAM NAME="SAlign"             VALUE="">
   <PARAM NAME="Menu"               VALUE="-1">
   <PARAM NAME="Base"               VALUE="">
   <PARAM NAME="AllowScriptAccess"  VALUE="always">
   <PARAM NAME="DeviceFont"         VALUE="0">
   <PARAM NAME="EmbedMovie"         VALUE="0">
   <PARAM NAME="BGColor"            VALUE="#FFFFFF">
   <PARAM NAME="SWRemote"           VALUE="">
   <PARAM NAME="MovieData"          VALUE="">
   <PARAM NAME="SeamlessTabbing"    VALUE="1">
									
   <EMBED id          ="EmbedflashMovie"
          src         ="smartdraw6_controller.swf?csConfigFile=smartdraw6_config.xml" 
          flashvars   ="csConfigFile=smartdraw6_config.xml" 
          quality     ="high" 
          bgcolor     ="#FFFFFF" 
          width       ="580" 
          height      ="545" 
          type        ="application/x-shockwave-flash" 
          pluginspace ="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer">	
   </EMBED>
</OBJECT>

<p>Lembrei dele porque tive a oportunidade esses dias de experimentar o Visio e n&atilde;o gostei. Ainda acho o Smartdraw muito mais f&aacute;cil de usar e r&aacute;pido. O Visio &eacute; mais flex&iacute;vel e faz mais coisas que o Smartdraw, mas n&atilde;o est&aacute; t&atilde;o otimizado para o que eu queria. O Smartdraw que falo &eacute; a vers&atilde;o 6, que deu lugar para a 7. Esta &uacute;ltima ficou mais parecida com o Visio e perdeu algumas das funcionalidades que demonstro no screencast. A p&aacute;gina oficial do software n&atilde;o oferece o download da vers&atilde;o 6, mas um passarinho me contou que circula uma demo da vers&atilde;o 6 no <a href="http://www.emule-project.net/">Emule</a>. </p>
<p>Outro software interesante &eacute; o <a href="http://www.pocketdraw.com/">PocketDraw</a>, que permite fazer diagramas como esse num computador de m&atilde;o. Se tivesse um PocketPC poderia testar se a aplica&ccedil;&atilde;o ajudaria a discutir a navega&ccedil;&atilde;o numa reuni&atilde;o com equipe e clientes ou at&eacute; mesmo durante aqueles momentos inesperados em que vem uma id&eacute;ia brilhante na cabe&ccedil;a nos lugares mais estranhos. (veja foto do topo tirada por <a href="http://www.visuallee.com/weblog/2003_03_01_archive.html">Mike Lee</a>)</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/software_para_projetar_a_navegacao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">389</guid>
<dc:subject>Arquitetura da Informação</dc:subject>
<pubDate>Wed, 15 Jun 2005 15:17:20 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/pocketdraw.jpg" />


</item>
 
<item>
<title>Screencast Usabilidade do Picasa</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/screencast_usabilidade_do_picasa.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Picasa &eacute; um software adquirido pelo Google que permite organizar e editar fotos. No vídeo abaixo, vou apresentar a interface do Picasa e tecer alguns coment&aacute;rios com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua usabilidade, que no geral est&aacute; muito boa.</p>

<p>J&aacute; tinha ouvido falar desse software, mas nunca tinha testado at&eacute; o leitor Rodrigo Morales me chamar a aten&ccedil;&atilde;o para ele numa conversa por MSN. Quando ele me disse que esse software tinha um look&acute;n feel a la Macintosh, eu voei para fazer o download. </p>

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//--></script>
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</script>

<p>3MB depois e uma r&aacute;pida instala&ccedil;&atilde;o e meu queixo caiu no ch&atilde;o. A velocidade de processamento &eacute; quase instant&acirc;nea pra quase todas as a&ccedil;&otilde;es e todas as transi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o animadas e suavizadas. O design da interface &eacute; todo arredondado e suave, criando uma atmosfera bastante apraz&iacute;vel.</p><object id  ="flashMovie" 
   codeBase ="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=5,0,0,0" 
   height   ="497" 
   width    ="640 "
   classid  ="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" VIEWASTEXT>
   <PARAM NAME="_cx"                VALUE="26">
   <PARAM NAME="_cy"                VALUE="26">
   <PARAM NAME="FlashVars"          VALUE="csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_config.xml">
   <PARAM NAME="Movie"              VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_controller.swf?csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_config.xml">   
   <PARAM NAME="Src"                VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_controller.swf?csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_config.xml">
   <PARAM NAME="WMode"              VALUE="Window">
   <PARAM NAME="Loop"               VALUE="false">
   <PARAM NAME="Quality"            VALUE="high">
   <PARAM NAME="SAlign"             VALUE="">
   <PARAM NAME="Menu"               VALUE="-1">
   <PARAM NAME="Base"               VALUE="">
   <PARAM NAME="AllowScriptAccess"  VALUE="always">
   <PARAM NAME="DeviceFont"         VALUE="0">
   <PARAM NAME="EmbedMovie"         VALUE="0">
   <PARAM NAME="BGColor"            VALUE="#FFFFFF">
   <PARAM NAME="SWRemote"           VALUE="">
   <PARAM NAME="MovieData"          VALUE="">
   <PARAM NAME="SeamlessTabbing"    VALUE="1">
									
   <EMBED id          ="EmbedflashMovie"
          src         ="http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_controller.swf?csConfigFile=http://www.usabilidoido.com.br/video/picasa_demo2_config.xml" 
          flashvars   ="csConfigFile=picasa_demo2_config.xml" 
          quality     ="high" 
          bgcolor     ="#FFFFFF" 
          width       ="640" 
          height      ="497" 
          type        ="application/x-shockwave-flash" 
          pluginspace ="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer">	
   </EMBED>
</OBJECT>



<p> Eu pensava que n&atilde;o existia nada mais pr&aacute;tico para lidar com fotos do que o cl&aacute;ssico <a href="http://files.acdsystems.com/english/presskit/screenshots/web/acdsee-classic-screenshot1-web.jpg">ACDsee vers&atilde;o 2.4</a>, mas mudei de id&eacute;ia. J&aacute; estou usando o Picasa no dia-a-dia para organizar minhas fotos e se pudesse colar fotos do clipboard, como fa&ccedil;o no <a href="http://www.irfanview.com/">Irfanview</a>, ele me seria ainda mais &uacute;til quando uso screenshots nos meus posts. </p>
<p>Junto com o Picasa, pode ser instalado um software chamado <a href="http://www.hello.com/how_it_works.php">Hello</a> que permite que ao clicar num bot&atilde;o no Picasa, seus amigos recebam e comentem fotos. &Eacute; como um instant messenger (ICQ/MSN) para fotos.</p>

<p>Legal, mas &eacute; chato ter que instalar um software s&oacute; para isso. Se dependesse de mim, os dois vinham juntos. Mesmo assim, o pessoal ainda vai preferir usar um <a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> ou um <a href="http://www.flogao.com.br">Flog&atilde;o</a> para compartilhar fotos com o mundo porque n&atilde;o necessita instalar software algum. Se o Picasa integrasse com esses servi&ccedil;os, seria excelente, mas vai ser dif&iacute;cil, j&aacute; que o Flickr foi <a href="http://blog.flickr.com/flickrblog/2005/03/yahoo_actually_.html">adquirido</a> pelo inimigo n&ordm;1 do Google, o Yahoo.</p>

<p>Para quem ficou curioso como gravei este screencast, bastou ter um microfone e rodar o <a href="http://www.techsmith.com/">Camtasia Studio</a>, que é gratuito por 30 dias. Ele me exporta o SWF e oferece uma penca de opções. Recomendo ;) </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/screencast_usabilidade_do_picasa.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">316</guid>
<dc:subject>Vídeos</dc:subject>
<pubDate>Sat, 16 Apr 2005 21:09:05 -0300</pubDate>


<itunes:image href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/screenshot_picasa.jpg" />


</item>


</channel>
</rss>