<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0" 
  xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
  xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
  xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/"
  xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#">

<channel>
<title>Usabilidoido : Semiótica</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/</link>
<description>Semiótica é o estudo dos signos, ou seja, as representações das coisas do mundo que estão em nossa mente. A semiótica ajuda a entender como as pessoas interpretam mensagens, interagem como objetos, pensam e se emocionam. Para uma definição mais precisa, confira o post Afinal, o que é Semiótica?</description>
<dc:language>pt-br</dc:language>
<dc:creator>fred@usabilidoido.com.br</dc:creator>
<dc:date>2008-12-10T15:34:10-03:00</dc:date>
<admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.movabletype.org/?v=5.11" />
<sy:updatePeriod>daily</sy:updatePeriod>
<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
<sy:updateBase>2000-01-01T12:00+00:00</sy:updateBase>

 
<item>
<title>Ontologia versus Senso-Comum</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/ontologia_versus_senso-comum.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Estamos testando um novo formato de pesquisa acadêmica no <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/og">Instituto Faber-Ludens</a> inspirado no Software Livre. Uma pessoa propõe um tópico de pesquisa,
oferece seus resultados de pesquisa encontrados para que outras
pessoas possam também contribuir para a pesquisa, trocando informações
e experiências. Um dos primeiros projetos é o <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/482">Conectando Conteúdos</a> que trata dos sistemas de classificação na Web. </p>

<p>Seu criador, Rodrigo Gonzatto, propõe uma evolução das folcsonomias com a <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/500">inclusão de subtags</a> que descrevem melhor o objeto a que se refere as tags. Reproduzo abaixo meu comentário sobre a proposta. Desabilitarei os comentários neste post, pois estes devem ser feitos no <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/482">próprio projeto</a>, que é como disse aberto a participação de todos (e licença Creative Commons claro). </p><p>
Na Computação esse debate é recorrente, mas com outros termos. Para discriminar as coisas, <a href="http://usabilidoido.com.br/dando_de_comer_aos_computadores_.html">os computadores precisam de categorias explícitas</a>. Porém, eles não são bons em se comunicar conosco porque boa parte das categorias que nós seres humanos usamos para nos orientar, comunicar, interagir são implíticas, <a href="http://usabilidoido.com.br/tudo_depende_do_contexto.html">dependentes de uma relação tácita com o contexto social</a>. 
</p>
<img alt="Edmundo o jogador animal" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/EDMUNDO%20Blog%20sou%20mais%20vasco.jpg" width="313" height="400" />
<p>
A categoria animal numa aula de biologia é diferente da categoria animal em futebol, porém, existe uma relação entre elas. Quando a torcida começou a gritar que &quot;Au au au o Edmundo é animal&quot;, certamente não estavam se referindo à categoria biológica, porém, estavam referenciando-a. Se não tivessem tido a experiência com a categoria biológica anteriormente, o sentido não seria o mesmo. 
<br /><br />
É por isso que não se pode precisar o significado de um <a href="http://usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_semiotica.html">signo</a> qualquer, pois ele não é único e nem dado. O significado do signo não está nele, nem tampouco num intérprete, mas sim na relação entre eles. O significado está no contexto (social).
<br /><br />
Você está tentando resolver o problema da folcsonomia aprimorando sua capacidade de representação do mundo. Isso a computação tentou fazer através do conceito de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologia_(ciência_da_computação)">Ontologia</a>. A proposta é definir as categorias universais mais básicas e abrangentes, capazes de classificar tudo em seu esquema, sem exceções. Claro que isso logo se demonstrou impossível e então, passou-se a criar ontologias por áreas do conhecimento, reduzindo o escopo. A Web Semântica é uma das propostas mais humildes dos estudos ontológicos em Computação. <br />
<br />
Mesmo a Web Semântica o pessoal tá percebendo que é meio inviável, não porque as pessoas tenham preguiça de escolher em que categoria classificar os conteúdos da Web, mas porque isso seria extremamente difícil. Em que categoria colocar o Edmundo? Biologia ou Esportes? Parece coerente com o esquema colocar na categoria Esportes, porém, não é somente pela coerência que categorizamos as coisas. Quebramos a coerência justamente para dar sentidos outros. <br />
<br />
O máximo que um computador é capaz de fazer num esquema de classificação é a recursividade, enfim, perceber que esta classificação é uma classificação da classificação. O que ele não consegue perceber é que estamos dando um pulo do gato, estamos indo para outro sentido. Estamos fugindo da classificação sem necessariamente cair em outra. <br />
<br />
Nem tudo no mundo é classificável! O mundo é maior que nossas categorias. O bebê já nasce sabendo isso, mas o computador não. Claro, ele foi construído por quem não aprendeu (ou não se contentou) com isso. <br />
<br />
Os sistemas de classificação que tem tido mais sucesso hoje são aqueles que admitem essa posição humilde e tentam categorizar um conjunto infinito e impreciso de dados, sem o comprometimento de gerar um esquema absoluto.  <br />
<br />
Um exemplo disso são as <a href="http://usabilidoido.com.br/classificacao_ao_alcance_de_todos.html">folcsonomias</a> que, ao invés de contribuir para a emergência ou manutenção de um esquema, contribuem apenas para expandir horizontalmente o que se sabe sobre o mundo. <br />
<br />
Outro exemplo são as bases de senso-comum como a <a href="http://commons.media.mit.edu/en/">OpenMind</a> do MIT. As pessoas cadastram idéias bem simples do tipo: &quot;um carro serve para andar&quot;. &quot;servir é ter utilidade&quot;. &quot;andar é ir de um lugar ao outro&quot;. Aí o computador cruza estes dados e consegue obter algum significado sobre um novo texto dado. Uma versão parecida com o OpenMind foi feita também para classificar emoções e afetividade: <a href="http://commons.media.mit.edu/en/">OpenHeart</a>. Dá pra fazer coisas bem legais com isso, pena que não encontrei nenhum link aqui pra mostrar.
</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/ontologia_versus_senso-comum.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">784@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Semiótica</dc:subject>
<dc:date>2008-12-10T15:34:10-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Transparência e design afetivo</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/transparencia_e_design_afetivo.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Esbarrei no HD externo de meu amigo, caiu no ch&atilde;o e
quebrou a cabe&ccedil;a de leitura. L&aacute; se foram 80 GB de
dados, alguns sem backup. Para recuperar, somente mandando numa oficina
cir&uacute;rgica, que cobra o olho da cara. Outro amigo que
presenciou a cena tentou consolar: "olha s&oacute;, <span
 style="font-weight: bold;">&eacute; um problema de
Usabilidade</span>: o cabo de USB soltou na queda, mas ele
poderia ter segurado, poderia ter uma trava". Claro que isso
n&atilde;o diminuiu meu sentimento de burrice nem um pouco.</p>
<p>Levei num <a href="http://www.agathec.com.br/">t&eacute;cnico
especializado em reparo de hard-disks</a> e descobri um submundo.
Na oficina dele, haviam centenas de HDs esperando para serem
consertados. Diz ele que o neg&oacute;cio t&aacute; crescendo
muito porque os fabricantes competem em quantidade e n&atilde;o
qualidade, ou seja, vale mais &agrave; pena fazer dois HDs
meia-boca do que um de qualidade.&nbsp;</p>
<p>Tudo bem que eles s&atilde;o obrigados a trocar um HD
defeituoso na garantia, como &eacute; o caso do meu amigo, por um
novo, mas a maioria das pessoas n&atilde;o sabe disso e
simplesmente joga fora o HD defeituoso.&nbsp;</p>
<p>Na opini&atilde;o do t&eacute;cnico, HDs externos como
o do meu amigo <span style="font-weight: bold;">n&atilde;o
s&atilde;o adequados para a mobilidade</span> que os
fabricantes prop&otilde;em, j&aacute; que n&atilde;o tem
resist&ecirc;ncia alguma a quedas e sacudidas.&nbsp;</p>
<p>Coincid&ecirc;ncia ou n&atilde;o, o HD que caiu era
igualzinho ao da <a
 href="http://www.wdc.com/pt/products/index.asp?Cat=9">propaganda
abaixo</a> e estava exatamente na mesma
posi&ccedil;&atilde;o quando esbarrei. Nunca fa&ccedil;a
isso, pois a probabilidade de cair quando voc&ecirc; usar o teclado
do laptop &eacute; muito grande.</p>
<img style="width: 673px; height: 241px;"
 alt="Propaganda WD Passport"
 src="http://imagens.usabilidoido.com.br/propaganda_wd_passport.jpg"><br>
<p>O t&eacute;cnico me disse que quando as pessoas manipulam
um HD interno elas s&atilde;o super cuidadosas, mas quando
est&aacute; num case USB, como no HD externo, elas tratam com o
mesmo desleixo da garota propaganda acima. O case parece t&atilde;o
confi&aacute;vel e robusto que voc&ecirc; pode at&eacute;
carregar no bolso.</p>
<img style="width: 400px; height: 400px;" alt="HD de bolso!"
 src="http://imagens.usabilidoido.com.br/wdfPassport_Portable_21.jpg">
<p>O t&eacute;cnico disse que algumas pessoas nem sabem que
dentro do case tem um HD comum, menor e mais delicado. Acham que
&eacute; s&oacute; um pendrive grand&atilde;o...</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Quem sabe se o
case fosse transparente, as pessoas n&atilde;o tomariam mais
cuidado?</span> Fiz um modelo r&aacute;pido de como ficaria
isso no <a href="http://sketchup.google.com/">Google
Sketchup</a>, juntando <a
 href="http://sketchup.google.com/3dwarehouse/details?mid=5b78f05b2d5a8af859321639b0083486&amp;prevstart=0">modelos</a>
prontos criados por usu&aacute;rios. Primeira vez que mexi nesse
software. Achei super-f&aacute;cil, mesmo para quem nunca modelou
nada em 3D. </p>
<img style="width: 576px; height: 384px;"
 alt="HD externo com case USB"
 src="http://imagens.usabilidoido.com.br/hd_case_transparente.jpg">
<p>A Western Digital at&eacute; tem um modelo de <a
 href="http://www.wdc.com/pt/products/products.asp?driveid=494">HD
interno com case transparente</a>, mas &eacute; focado no
p&uacute;blico Geek que supostamente seria curioso para ver as
entranhas da m&aacute;quina funcionando. Para o p&uacute;blico
leigo, a transpar&ecirc;ncia inspiraria n&atilde;o curiosidade,
mas medo. <span style="font-weight: bold;">Venderia muito
menos, mais duraria muito mais</span>.&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, a transpar&ecirc;ncia f&iacute;sica
poderia contribuir&nbsp;para uma imagem corporativa de
transpar&ecirc;ncia com o consumidor. A Apple conquistou uma
legi&atilde;o de adoradores quando lan&ccedil;ou os iMacs com
case transl&uacute;cidos multi-coloridos. Johnattan Ive <a
 href="http://www.designmuseum.org/exhibitions/online/jonathan-ive-on-apple/imac-1998">diz
que foi numa f&aacute;brica de doces</a> para se inspirar no
uso da transpar&ecirc;ncia no design. A t&eacute;cnica fez
tanto sucesso que foi copiada em diversos produtos
eletr&ocirc;nicos e, mais recentemente, produtos de
pl&aacute;stico em geral.</p>
<img style="width: 700px; height: 237px;"
 alt="Evolu&ccedil;&atilde;o da transpar&ecirc;ncia do iMac"
 src="http://imagens.usabilidoido.com.br/imacs.jpg">
<p><span style="font-weight: bold;">Transpar&ecirc;ncia
&eacute; um poderoso recurso para o design afetivo</span>.
Pode&nbsp;causar atra&ccedil;&atilde;o ou
repuls&atilde;o, ensinar ou alienar, diferenciar ou homogeneizar,
dependendo do caso. Essa caracter&iacute;stica amb&iacute;gua
demonstra como a escolha de materiais no Design n&atilde;o
&eacute;&nbsp; algo trivial, mas envolve quest&otilde;es
psicol&oacute;gicas e comportamentais bem complicadas, mas com
grandes perspectivas de retorno. </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/transparencia_e_design_afetivo.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">769@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2008-09-24T23:53:23-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>O conteúdo do Design</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/o_conteudo_do_design.html</link>
<description><![CDATA[
<p>&Eacute; recorrente a oposi&ccedil;&atilde;o entre design e conte&uacute;do. Fazendo uma analogia com o p&atilde;o nosso de cada dia, &eacute; como se o design tratasse da casca que d&aacute; forma e acesso ao miolo: a embalagem do produto, as express&otilde;es gr&aacute;ficas do cartaz, os modos de uso do website, mas n&atilde;o a parte principal. O principal seria o conte&uacute;do, objeto da Engenharia, no caso de m&aacute;quinas, ou do Jornalismo, no caso de projetos editoriais. </p>
<p>Por mais que algumas pessoas prefiram comer as partes do p&atilde;o em separado, casca e miolo se formam e existem em conjunto. Antes de ir pro forno, ambos eram uma s&oacute; massa; depois, um ajuda a conservar o outro e, quando comidos, seus gostos se misturam. N&atilde;o d&aacute; pra dizer que uma delas &eacute; principal porque uma n&atilde;o vive sem a outra.</p>
<p>Analogamente, design e conte&uacute;do se encontram inextrincavelmente entrela&ccedil;ados, tanto na produ&ccedil;&atilde;o quanto no consumo. </p>
<p>A oposi&ccedil;&atilde;o entre design e conte&uacute;do &eacute; recorrente porque justifica e facilita a divis&atilde;o do trabalho na produ&ccedil;&atilde;o: engenheiros ou jornalistas cuidam do conte&uacute;do, enquanto designers cuidam da forma. Entretanto, isso reduz o campo de atua&ccedil;&atilde;o de ambos os lados, causando uma cis&atilde;o entre as &aacute;reas, o que acarreta em furos de projeto por falta de integra&ccedil;&atilde;o ou indefini&ccedil;&atilde;o de aspectos h&iacute;bridos. Por exemplo: de quem &eacute; a responsabilidade pela escolha dos materiais usados no produto? Do designer ou do engenheiro? Engenheiros escolhem com base em crit&eacute;rios como durabilidade ou resist&ecirc;ncia enquanto designers com base na moda ou nas sensa&ccedil;&otilde;es provocadas pelo material. Quando os lados n&atilde;o se entendem, o produto vira um &ldquo;Frankenstein&rdquo;: materiais que n&atilde;o combinam com a forma, identidades gr&aacute;ficas rid&iacute;culas para o assunto tratado, boas id&eacute;ias mal implementadas devido a limita&ccedil;&otilde;es ou desconhecimento da tecnologia.</p>
<p>Os consumidores s&oacute; percebem essas limita&ccedil;&otilde;es quando o produto quebra ou falha numa tarefa. Antes disso, o produto &eacute; um s&oacute;. O carro &eacute; um carro, mas quando quebra... vira um amontoado de rebimbocas da parafuseta! &Eacute; a&iacute; que os consumidores se conscientizam da exist&ecirc;ncia das partes do produto e come&ccedil;am a pensar se n&atilde;o houve falha no processo de produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A an&aacute;lise, ou seja, a separa&ccedil;&atilde;o minuciosa das partes do todo &eacute; um recurso &uacute;til para a identifica&ccedil;&atilde;o da causa de problemas. Separando design do conte&uacute;do, podemos encontrar falhas pontuais, como erros de ortografia ou materiais escorregadios, mas dificilmente vamos entender falhas globais ou recursos ausentes. As partes s&atilde;o dependentes uma das outras porque s&atilde;o produzidas e consumidas uma em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s outras, ou seja, em rela&ccedil;&atilde;o ao todo. Por isso, &eacute; preciso ir da an&aacute;lise &agrave; s&iacute;ntese, onde o todo &eacute; reconstitu&iacute;do. </p>
<p>Existe uma m&aacute;xima no Design, oriunda da teoria da Gestalt, que diz que &ldquo;o todo &eacute; maior do que a soma das partes&rdquo;. &Eacute; maior porque o todo inclui as rela&ccedil;&otilde;es entre as partes, que transformam as partes mutuamente (pense como as pessoas mudam depois de uma rela&ccedil;&atilde;o como um casamento). Se queremos captar o todo, precisamos considerar a rela&ccedil;&atilde;o co-constitutiva entre design e conte&uacute;do. A forma tamb&eacute;m informa, engrenagens podem ser bonitas e o texto &eacute; sempre tipogr&aacute;fico. Podemos afirmar, portanto, que <em>conte&uacute;do &eacute; design e design &eacute; conte&uacute;do</em>.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_conteudo_do_design.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">693@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Semiótica</dc:subject>
<dc:date>2007-09-06T13:29:28-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Afinal, o que é ícone? Como criar ícones?</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_icone_como_criar_icones.html</link>
<description><![CDATA[
<p>A edi&ccedil;&atilde;o de setembro da <a href="http://www.arteccom.com.br/webdesign/">Revista Webdesign</a> traz uma reportagem completa sobre &iacute;cones, contando com a opini&atilde;o de especialistas no assunto como Ronaldo Gazel, Mauro Pinheiro, Felipe Mem&oacute;ria e outros. A reportagem consegue tocar em praticamente todos os principais aspectos a serem considerados na cria&ccedil;&atilde;o de &iacute;cones: padroniza&ccedil;&atilde;o, ilustra&ccedil;&atilde;o, est&eacute;tica e etc. Abaixo publico a entrevista completa que o jornalista Luis Rocha me prop&ocirc;s durante a elabora&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria. </p><p><strong>Como podemos definir um &iacute;cone?</strong></p>
<p> A palavra &iacute;cone vem do grego <em>eikon</em>, que significa imagem, mas em nosso ramo essa palavra &eacute; usada  para apontar um tipo espec&iacute;fico de imagem. Quando falamos em imagem, &eacute;  importante entender que a imagem &eacute; sempre uma representa&ccedil;&atilde;o de um objeto,  embora tratemos a imagem do objeto como se fosse o pr&oacute;prio objeto. Posso  apontar para a superf&iacute;cie de um tubo de raios cat&oacute;dicos (um monitor) e dizer: &ldquo;essa  aqui &eacute; sua pasta de documentos&rdquo;, embora n&atilde;o haja pasta alguma ali. O objeto a que  estou me referindo, em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; uma &aacute;rea f&iacute;sica num disco r&iacute;gido que  pode guardar dados. Uma pasta de papel tamb&eacute;m serve para guardar dados, logo, a  imagem da pasta serve como met&aacute;fora para facilitar o entendimento do uso da  &aacute;rea do disco r&iacute;gido. O &iacute;cone &eacute;, portanto, segundo a Semi&oacute;tica peirciana, uma  imagem que tenha alguma rela&ccedil;&atilde;o de semelhan&ccedil;a entre a representa&ccedil;&atilde;o e o objeto que,  se for convincente, permite que usemos a representa&ccedil;&atilde;o sem tomar conhecimento do  objeto. </p>
<p><strong> Existe alguma diferen&ccedil;a ou a fun&ccedil;&atilde;o dos pictogramas no  mundo real e dos  &iacute;cones no mundo virtual s&atilde;o as mesmas?</strong></p>
<p>  Se tomarmos o virtual como o mundo abstrato da mente humana,  incluindo, entre outras, o ciberespa&ccedil;o, &iacute;cones s&oacute; existem no plano virtual. Como  objetos reais, n&atilde;o passam de um amontoado de rabiscos ou de pontos luminosos  num monitor. O &iacute;cone &eacute; sempre uma abstra&ccedil;&atilde;o, pois funciona como uma  representa&ccedil;&atilde;o de um objeto outro que n&atilde;o a pr&oacute;pria representa&ccedil;&atilde;o. O virtual e o  &iacute;cone j&aacute; existiam muito antes da Internet, portanto, nesse novo meio, continuam  tendo a mesma fun&ccedil;&atilde;o. </p>
<p><strong>Falando especificamente da fun&ccedil;&atilde;o dos &iacute;cones em  interfaces digitais,
  voc&ecirc; acredita que o seu objetivo esteja mais ligado &agrave;  memoriza&ccedil;&atilde;o de
  determinadas tarefas ou a est&eacute;tica gr&aacute;fica?</strong></p>
<p>  Os primeiros &iacute;cones surgiram como met&aacute;foras para facilitar o  entendimento do funcionamento dos sistemas, como no exemplo da pasta. A  estrat&eacute;gia deu t&atilde;o certo que as pessoas se lembravam mais da forma do &iacute;cone do  que do nome do comando que ele representava. Logo, os &iacute;cones se tornaram a cara  do software, desempenhando papel fundamental na forma&ccedil;&atilde;o de sua pr&oacute;pria  identidade. Foi a partir da&iacute; que o valor est&eacute;tico dos &iacute;cones come&ccedil;ou a ser  explorado em softwares. Por influ&ecirc;ncia da linguagem visual das interfaces de  softwares, as primeiras p&aacute;ginas Web inclu&iacute;am &iacute;cones sem ganho funcional, apenas  para parecer que a p&aacute;gina era mais &ldquo;interativa&rdquo;. Esses &iacute;cones n&atilde;o tinham a  fun&ccedil;&atilde;o de facilitar a memoriza&ccedil;&atilde;o nem o aprendizado; seu &uacute;nico objetivo era o  ganho est&eacute;tico. Com o ingresso massivo de designers na cria&ccedil;&atilde;o de interfaces, o  que parecia inconcili&aacute;vel se tornou indissoci&aacute;vel. O Design mostrou que valor  est&eacute;tico e valor funcional n&atilde;o precisavam competir entre si. </p>
<p><strong>A efici&ecirc;ncia dos &iacute;cones depende do n&iacute;vel de  familiaridade das pessoas
  com as representa&ccedil;&otilde;es que se pretende passar?</strong></p>
<p> N&atilde;o necessariamente. Uma imagem pode ser facilmente lembrada  mesmo que n&atilde;o fa&ccedil;a refer&ecirc;ncia direta a algum objeto que conhecemos previamente,  pois nossa mente &eacute; capaz de criar in&uacute;meras associa&ccedil;&otilde;es indiretas. &Eacute; por esse  motivo que uma pintura abstrata pode suscitar algum tipo de sentimento ou  id&eacute;ia. A efici&ecirc;ncia do &iacute;cone est&aacute; mais ligada &agrave; adequa&ccedil;&atilde;o ao contexto. Se uma  interface oferece uma s&eacute;rie de &iacute;cones abstratos que se diferenciam entre si o  suficiente e fazem sentido para o contexto da interface, possivelmente, eles  ser&atilde;o eficientes. No Brasil, os &iacute;cones usados em fornos microondas fazem  refer&ecirc;ncias a objetos concretos (figura de peixe para a programa&ccedil;&atilde;o &ldquo;assar  peixe&rdquo;), enquanto que na Su&eacute;cia eles s&atilde;o mais abstratos (duas barras paralelas  para a programa&ccedil;&atilde;o &ldquo;descongelar&rdquo;). </p>
<p><strong>Hoje, j&aacute; podemos afirmar que a internet possui uma  iconografia
  particular (por exemplo: utilizamos a imagem de uma casa  para indicar a
  p&aacute;gina principal de um site)?</strong></p>
<p>  A maioria dos &iacute;cones que encontramos com freq&uuml;&ecirc;ncia na Web  tem suas origens nos softwares de desktop. A imagem da casa para indicar &ldquo;home&rdquo;  j&aacute; era usada antes da Web em apresenta&ccedil;&otilde;es multim&iacute;dia feitas com o Hypercard, o  av&ocirc; do Director. Entretanto, a transposi&ccedil;&atilde;o deve ser feita com cuidado. Ser&aacute;  que o usu&aacute;rio j&aacute; viu este &iacute;cone em algum software? Se viu, ser&aacute; que ele  entendeu? Se entendeu, ser&aacute; que ele vai entender se eu colocar nessa aplica&ccedil;&atilde;o  Web? Essas perguntas n&atilde;o podem ser respondidas com base no achismo. Melhor  testar com usu&aacute;rios reais. </p>
<p><strong>Por outro lado, o avan&ccedil;o da tecnologia permite que o  desenvolvimento de um
  site possua uma s&eacute;rie de novas funcionalidades. Por exemplo:  o espa&ccedil;o para
  coment&aacute;rios vem se tornando uma fun&ccedil;&atilde;o muito comum (e o  s&iacute;mbolo de um bal&atilde;o
  tem sido o &iacute;cone mais utilizado para represent&aacute;-lo). Diante  disso, quais s&atilde;o
  as principais etapas a serem consideradas na hora de se  criar um novo &iacute;cone
  (escolha de cores, tamanho, tipo de tra&ccedil;o etc.)? Caso  poss&iacute;vel, poderia
  citar um bom exemplo nesta &aacute;rea?</strong></p>
<p> A primeira etapa ao se criar um novo &iacute;cone &eacute; n&atilde;o criar um  novo &iacute;cone. Para qu&ecirc; reinventar a roda? Se o &iacute;cone para coment&aacute;rios na maioria  dos websites similares ao que voc&ecirc; est&aacute; trabalhando &eacute; um bal&atilde;o, ent&atilde;o &eacute; melhor  usar um bal&atilde;o tamb&eacute;m, a n&atilde;o ser que o objetivo seja confundir ou chamar a  aten&ccedil;&atilde;o para o pr&oacute;prio &iacute;cone. O contexto onde estar&aacute; o &iacute;cone &eacute; que vai dizer  qual ser&aacute; sua fun&ccedil;&atilde;o principal: embelezar, agilizar, desorientar ou o que for. &Eacute;  preciso, entretanto, ser consistente na fun&ccedil;&atilde;o dos &iacute;cones. &Iacute;cones agilizadores  n&atilde;o devem se misturar a &iacute;cones embelezadores, do contr&aacute;rio, ambos perdem for&ccedil;a.  Isso acontece porque os &iacute;cones n&atilde;o s&atilde;o percebidos em separado, mas sim fazendo  parte de uma s&eacute;rie. O usu&aacute;rio entende a fun&ccedil;&atilde;o do &iacute;cone comparando-o com os  &iacute;cones e controles pr&oacute;ximos. Por esse motivo &eacute; t&atilde;o importante usar uma mesma  linguagem visual (bordas, cores, perspectiva, ilumina&ccedil;&atilde;o) e figurada (objetos,  atores) entre todos os &iacute;cones de uma interface. Na tela de configura&ccedil;&otilde;es do  sistema operacional BeOS R5.0.1, a inconsist&ecirc;ncia na linguagem utilizada em  alguns elementos chama a aten&ccedil;&atilde;o.</p>
<a href="http://www.guidebookgallery.org/screenshots/menu"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image002.jpg" width="383" height="449" border="0"></a>
<p><strong>Qual &eacute; a melhor forma de testar a efic&aacute;cia de um &iacute;cone  na web?</strong></p>
<p> A melhor forma de testar &iacute;cones &eacute; observar se eles s&atilde;o  relevantes para os usu&aacute;rios. Como disse anteriormente, o usu&aacute;rio pode n&atilde;o  entender o significado que o criador do &iacute;cone quis transmitir, mas se fizer  algum sentido, for agrad&aacute;vel ou f&aacute;cil de memorizar, ent&atilde;o ele pode ser  considerado eficaz. Para avaliar esses aspectos com maior precis&atilde;o, s&oacute;  colocando o &iacute;cone no contexto onde ele vai ser utilizado, ou seja, num  prot&oacute;tipo da interface. Testar o &iacute;cone isoladamente atrav&eacute;s de m&eacute;todos como o  Icon Sorting, no qual o usu&aacute;rio combina livremente o &iacute;cone com um r&oacute;tulo que  descreve seu significado, &eacute; interessante para explorar diferentes  possibilidades de combina&ccedil;&atilde;o entre texto e imagem, mas n&atilde;o se pode confiar no  resultado como uma avalia&ccedil;&atilde;o real. O ideal &eacute; fazer um Icon Sorting antes e  depois testar o prot&oacute;tipo da interface em situa&ccedil;&otilde;es reais. </p>
<p><strong>O site GloboEsporte.com &eacute; um bom exemplo no uso de  &iacute;cones, ao utilizar
  os escudos de times de futebol para indicar as se&ccedil;&otilde;es  espec&iacute;ficas de cada um
  deles. Dentro de um site, quando se nota a necessidade de  criar um &iacute;cone
  para que o usu&aacute;rio consiga realizar determinada fun&ccedil;&atilde;o?</strong></p>
<p> O caso do <a href="http://globoesporte.globo.com">GloboEsporte.com</a> &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o rara. N&atilde;o &eacute; sempre  que se pode contar com &iacute;cones facilmente reconhec&iacute;veis para cada categoria. O  m&eacute;rito da efic&aacute;cia desses &iacute;cones &eacute; muito mais dos clubes que criaram escudos  &uacute;nicos do que da equipe do GloboEsporte.com que aproveitou a oportunidade de  utilizar esses escudos como atalhos. Al&eacute;m do valor funcional, estes &iacute;cones  tamb&eacute;m servem para aumentar a identifica&ccedil;&atilde;o do site com o torcedor, que v&ecirc; o  escudo do seu time na p&aacute;gina principal do site. Entretanto, a maior sacada da  equipe do GloboEsporte.com foi perceber que os usu&aacute;rios buscavam informa&ccedil;&otilde;es  espec&iacute;ficas sobre seus times e se beneficiariam muito de um atalho para essa  fun&ccedil;&atilde;o. Esse exemplo ilustra v&aacute;rias fun&ccedil;&otilde;es de &iacute;cones: atalho, decora&ccedil;&atilde;o, fetiche  e etc.</p>
  <img border="0" width="588" height="265" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image004.jpg">
<p><strong>Quais s&atilde;o as vantagens (economia de espa&ccedil;o da interface,  agiliza&ccedil;&atilde;o da
  navega&ccedil;&atilde;o etc.) e desvantagens (complexidade, polui&ccedil;&atilde;o  visual etc.) no uso
  de &iacute;cones em projetos de sites?</strong></p>
<p> Cada caso &eacute; um caso. Um visual colorido proporcionado por  uma s&eacute;rie de &iacute;cones pode ser vantajoso para um website infantil e desvantajoso  para um website sobre direito tribut&aacute;rio. &Eacute; claro que podemos fazer uma s&eacute;rie  de &iacute;cones monocrom&aacute;ticos para o website sobre direito, mas ser&aacute; que ainda assim  n&atilde;o prejudicar&aacute; sua imagem de seriedade? A avalia&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;s e contras da  utiliza&ccedil;&atilde;o de &iacute;cones deve, como todo elemento de interface, ser feita dentro do  contexto. </p>
<p><strong>Como os &iacute;cones podem ajudar a melhorar a usabilidade de  um site?</strong></p>
<p> Uma s&eacute;rie de &iacute;cones bonitinhos pode contribuir para  transmitir uma primeira impress&atilde;o de facilidade de uso, ou seja, contribuir  para a usabilidade percebida. Em websites que enfrentam grande concorr&ecirc;ncia e  s&atilde;o utilizadas poucas vezes por seus usu&aacute;rios, a usabilidade percebida &eacute; mais  importante do que a usabilidade efetiva. Para o usu&aacute;rio, n&atilde;o importa se a  conclus&atilde;o da tarefa vai demorar 1 minutos ou 3 minutos, importa mais que o  fluxo da tarefa durante esse tempo seja agrad&aacute;vel e sem problemas. &Eacute; claro que  &iacute;cones podem contribuir para a usabilidade efetiva, contribuindo para a  memoriza&ccedil;&atilde;o de atalhos rotineiros, mas isso s&oacute; se aplica a websites de uso  intensivo. </p>
<p><strong>Em alguns sites, &eacute; poss&iacute;vel reparar que os &iacute;cones  possuem textos
  auxiliares que funcionam como legendas para explicar o  significado daquele
  s&iacute;mbolo. Essa solu&ccedil;&atilde;o &eacute; aconselh&aacute;vel, ajuda na compreens&atilde;o  ou representa a
  falta representa&ccedil;&atilde;o de um &iacute;cone sobre a mensagem que ele  pretende passar?</strong></p>
<p> O r&oacute;tulo serve para ensinar ao usu&aacute;rio o significado do  &iacute;cone no contexto onde ele se encontra. Se o contexto por si s&oacute; j&aacute; deixa claro  para que serve o &iacute;cone, o r&oacute;tulo n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio. Quando estou escrevendo um  texto e h&aacute; uma s&eacute;rie de &iacute;cones representando diferentes alinhamentos de  par&aacute;grafo, n&atilde;o preciso de r&oacute;tulos. Existe uma semelhan&ccedil;a direta entre o &iacute;cone e  a apresenta&ccedil;&atilde;o do meu texto. Agora, abaixo da imagem de uma prancheta com um  documento em cima &eacute; necess&aacute;rio o r&oacute;tulo do comando pois a semelhan&ccedil;a &eacute;  indireta. A prancheta (<em>clipboard</em>) &eacute;  onde fica armazenado um trecho de texto pronto para ser &ldquo;colado&rdquo; na posi&ccedil;&atilde;o do  cursor. Como o &iacute;ndice de uso desse &iacute;cone era muito baixo no Office 2003, a  Microsoft pretende adicionar o r&oacute;tulo &ldquo;colar&rdquo; abaixo desse &iacute;cone na pr&oacute;xima  vers&atilde;o do Office.</p>
  <a href="http://www.microsoft.com/office/preview/uioverview.mspx"><img border="0" width="589" height="84" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image006.jpg"></a><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_icone_como_criar_icones.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">605@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2006-09-04T14:39:09-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Semiótica aplicada à infografia</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_aplicada_a_infografia.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Estava dando uma passada pelos corredores de p&ocirc;sters do <a href="http://www.design.ufpr.br/ped2006">7&deg; P&amp;D Design</a> acompanhado de Jos&eacute; Pirau&aacute; e um p&ocirc;ster nos chamou muito a aten&ccedil;&atilde;o pela pequena quantidade de textos e minimalismo. Ficamos encafifados e voltamos ao p&ocirc;ster mais tarde para conversar com a autora Carolina Calomeno. </p>
<p class="documento"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/arquivos/PED2006poster_infografia_semiotica.pdf">Uma proposta de an&aacute;lise de infogr&aacute;ficos da guerra do iraque </a>[PDF] 256 kb  </p><p>A explica&ccedil;&atilde;o de Carolina  sobre o p&ocirc;ster foi muito interessante. Ela mostrou como a aplica&ccedil;&atilde;o das categorias de an&aacute;lise semi&oacute;ticas servem para entender a constru&ccedil;&atilde;o do significado superficial do infogr&aacute;fico (os elementos visuais que o comp&ocirc;em e suas interrela&ccedil;&otilde;es). Entretanto, fomos al&eacute;m desse trabalho e discutimos um t&oacute;pico espinhoso: o vi&eacute;s pol&iacute;tico do infogr&aacute;fico em quest&atilde;o, no caso sobre a invas&atilde;o do Iraque; adivinha quem estava sendo favorecido? </p>
<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/p_d2006_analise_semiotica_infografia.mp3">Semi&oacute;tica aplicada &agrave; infografia</a> [MP3] 15 minutos 2 Mb 

</p>

<p>O infográfico em questão é de autoria de Renata Chabetai e foi publicado na Revista Época.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_aplicada_a_infografia.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">602@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2006-08-14T12:30:35-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Semiótica e Arquitetura da Informação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_e_arquitetura_da_informacao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Ao final da disciplina Semi&oacute;tica e Informa&ccedil;&atilde;o que cursei junto com o pessoal da Gest&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o, escrevi um  <a href="http://www.usabilidoido.com.br/uma_proposta_semiotica_para_a_avaliacao_de_estruturas_de_navegacao.html"></a> aplicando o conhecimento te&oacute;rico da Semi&oacute;tica no contexto da Arquitetura da Informa&ccedil;&atilde;o que foi aprovado no <a href="http://www.prppg.ufpr.br/coord_iniciacao/evento_anual.html">evento de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da UFPR</a>. Desenvolvi um protocolo de perguntas para ser usado em testes com usu&aacute;rios, visando entender melhor a decis&atilde;o de clicar num link e n&atilde;o no outro. Dessa forma, &eacute; mais f&aacute;cil encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o para um r&oacute;tulo ou hierarquia confusa. </p>
<p>Gosto de pensar com a Semi&oacute;tica, porque ela permite explorar o que outras &aacute;reas n&atilde;o se aventuram por falta de evid&ecirc;ncias concretas. Para mim, processos mentais n&atilde;o pode ser avaliados em sua totalidade apenas por evid&ecirc;ncias concretas, apenas pela mera an&aacute;lise do comportamento (Psicologia Behaviourista). &Eacute; preciso admitir e explorar as sutilezas da mente. </p>
<p>Quem j&aacute; leu <a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/tg/detail/-/0385267746?v=glance">The Design of Everyday Things</a> ou qualquer <a href="http://www.jnd.org/dn.pubs.html">outro texto</a> de Donald Norman sabe como &eacute; fascinante a Psicologia Cognitiva aplicada ao design. Para mim, a Semi&oacute;tica &eacute; ainda mais fascinante, porque permite especular ainda mais. A Semi&oacute;tica defende, por exemplo, o uso do racioc&iacute;nio abdutivo que, ao contr&aacute;rio do dedutivo, tenta gerar hip&oacute;teses a partir da mera observa&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o. Abdu&ccedil;&atilde;o &eacute; o nome bonito para o m&eacute;todo de &quot;tentativa-e-erro&quot;, t&atilde;o empregado no uso de computadores. </p>
<p>Como j&aacute; falei anteriormente, a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_semiotica.html">Semi&oacute;tica &eacute; o estudos dos signos</a>, essa unidade conceitual que serve para mediar a rela&ccedil;&atilde;o entre n&oacute;s e o mundo. Explico nesse podcast como acontece essa rela&ccedil;&atilde;o e que implica&ccedil;&otilde;es isso tem para a Arquitetura da Informa&ccedil;&atilde;o, por exemplo:</p>
<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/processo_aquicisao_signos.mp3">Processo de aquisiç&atilde;o de signos</a> [MP3] 7 minutos </p>

<p>Na minha agenda de pesquisa agora al&eacute;m do Perfil Semi&oacute;tico, tenho esse protocolo de perguntas. Alguns leitores me mandaram email dizendo que pretendem pesquisar essa &aacute;rea tamb&eacute;m. Se voc&ecirc; tamb&eacute;m estiver interessado, manifeste-se. Quem sabe montamos um grupo de pesquisa virtual?</p>
<p>O <a href="http://www.usabilidoido.com.br/uma_proposta_semiotica_para_a_avaliacao_de_estruturas_de_navegacao.html">artigo</a> que escrevi conta com os slides em powerpoint incluindo o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_na_avaliacao_de_estruturas_de_navegacao.html">&aacute;udio da apresenta&ccedil;&atilde;o</a> que vou fazer no evento citado. </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_e_arquitetura_da_informacao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">460@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2005-09-09T16:28:55-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Resultado do Perfil Semiótico III</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_iii.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Observando as estat&iacute;sticas de acesso e a participa&ccedil;&atilde;o dos leitores no perfil semi&oacute;tico, percebi que quando um blog come&ccedil;a a publicar um post atr&aacute;s do outro s&oacute; sobre o mesmo assunto, os leitores perdem o interesse no assunto. Antes achava que isso s&oacute; acontecia quando se publicava artigos muito longos, devido aos <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2022">desconfortos da leitura no computador</a>. Agora sei que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/manifesto_contra_a_leitura_desatenta.html">o problema &eacute; mais embaixo</a>. </p>
<p>Imaginava que a participa&ccedil;&atilde;o no perfil de terceiridade seria menor porque exigia muito mais dos leitores, mas n&atilde;o t&atilde;o menor assim. Dos 184 usu&aacute;rios da <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html">primeiridade</a>, apenas 14 participaram da <a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_iii_expectativas_cognitivas.html">terceiridade</a>. Por&eacute;m, como o perfil semi&oacute;tico n&atilde;o &eacute; um m&eacute;todo quantitativo (n&atilde;o depende de n&uacute;meros), o teor das participa&ccedil;&otilde;es compensou. Veja o coment&aacute;rio desse leitor explicando porqu&ecirc; preferiu a foto abaixo:</p>
<blockquote>
  <p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/spring.jpg" target="_blank"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/spring.jpg" width="153" height="116" border="0"></a></p>
  <p>repassa uma intera&ccedil;&atilde;o harm&ocirc;nica entre os ambientes. uma id&eacute;ia de movimento e de utiliza&ccedil;&atilde;o efetiva do ambiente. o terceiro plano est&aacute; mais como complemento n&atilde;o est&aacute; tomando a aten&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o (rio). &eacute; mostrado duas formas de navegar uma mais acess&iacute;vel e com mais adrenalina (caiac) e outro mais elegante e sussegado (barco a vela) o ambiente repassa tamb&eacute;m uma id&eacute;ia de passeio no caso do barco a vela e de aventura no caso do caiac. agora o engra&ccedil;ado &eacute; que o rapaz do caiac t&aacute; aproveitando a sombra da &aacute;rvore pra n&atilde;o se bronzear muito. </p>
</blockquote><p>Trata-se de uma an&aacute;lise do quadro que vai desde &agrave;s impress&otilde;es iniciais at&eacute; o questionamento da motiva&ccedil;&atilde;o pessoal de um dos personagens, denotando um consider&aacute;vel background em linguagem visual. Assim como esse leitor, muitos outros julgar&atilde;o o design gr&aacute;fico do Usabilidoido com o mesmo olho cl&iacute;nico, ent&atilde;o preciso caprichar!</p>
<p>O problema desse exemplo &eacute; que fica parecendo que para aplicar o perfil de terceiridade, os usu&aacute;rios precisam ter conhecimento de linguagem visual. Este outro coment&aacute;rio prova que n&atilde;o:</p>
<blockquote>
  <p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dnstream.jpg" target="_blank"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dnstream.jpg" width="143" height="112" border="0"></a></p>
  <p>Nao sei bem ao certo porque , afinal eu achei que todas me passaram sentimentos semelhantes com exe&ccedil;&atilde;o dessa daqui debaixo que parece escura, mas essa aqui em especial me prendeu mais os olhos, talvez pelo sentimento de tranquilidade, talvez pelo sentimento de natureza e integra&ccedil;&atilde;o do homem como meio ... ah, sei lah gostei mais dessa . </p>
</blockquote>
<p>Comparando os dois coment&aacute;rios, d&aacute; pra perceber uma diferen&ccedil;a de abordagem que n&atilde;o tem s&oacute; a ver com o n&iacute;vel de conhecimento de linguagem visual, tem a ver com os estilos cognitivos dos participantes. </p>
<p>O primeiro vai do geral ao particular, analisando cada parte separadamente, uma caracter&iacute;stica marcante dos independente-de-campo (IC). O segundo prefere comparar as imagens umas com as outras para entender suas caracter&iacute;sticas, denotando a tal da <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cognicao_e_personalidade_na_interacao.html">depend&ecirc;ncia-de-campo</a> (DC). &Eacute; interessante observar como as pe&ccedil;as do quebra cabe&ccedil;a v&atilde;o se encaixando e as teorias v&atilde;o se confirmando. </p>
<p>Apesar de termos a participa&ccedil;&atilde;o de um  DC, a maioria dos participantes denota serem mais IC. Isso implica, por exemplo, em oferecer uma hierarquia de navega&ccedil;&atilde;o mais aprofundada e com menos op&ccedil;&otilde;es em cada n&iacute;vel. Infelizmente, o Movable Type ainda n&atilde;o est&aacute; otimizado para hierarquias de mais de dois n&iacute;veis, mas vou tentar umas experi&ecirc;ncias, de repente combinando com a folcsonomia existente. </p>
<p>Note que essa implica&ccedil;&atilde;o j&aacute; foge ao escopo do design gr&aacute;fico, objetivo inicial do perfil semi&oacute;tico. Estou come&ccedil;ando a pensar que o perfil semi&oacute;tico pode ser &uacute;til j&aacute; na arquitetura da informa&ccedil;&atilde;o de um website, muito antes do design gr&aacute;fico. Se levarmos em conta que a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/interacao_pode_ser_emocional.html">intera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode ser emocional</a>, isso faz o maior sentido. </p>
<p>Voltando aos usu&aacute;rios, apesar de compartilharem a abordagem anal&iacute;tica, o interesse varia. D&aacute; at&eacute; pra perceber um certo padr&atilde;o entre as duas pinturas mais votadas. Os usu&aacute;rios que escolheram o quadro &quot;Banks of the Seine&quot; d&atilde;o mais import&acirc;ncia aos &iacute;ndices (em verde), j&aacute; os que escolheram o &quot;Fort Samson, Grandcamp&quot; comentam primeiro os &iacute;cones (em amarelo). Como desvantagem da abordagem anal&iacute;tica, os s&iacute;mbolos s&atilde;o pouco citados em ambos (em azul). </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/preferencias_cognitivas.png" width="700" height="450">
<p>Explicando melhor o gr&aacute;fico, tomemos como exemplo a primeira fileira, que representa o primeiro coment&aacute;rio l&aacute; do come&ccedil;o do post. Primeiro o autor repara que existe grande harmonia entre os ambientes que comp&otilde;em a imagem. Isso &eacute; a constata&ccedil;&atilde;o de um <strong>&iacute;cone</strong>, pois essa harmonia &eacute; an&aacute;loga &agrave; harmonia de uma cena parecida com a do quadro. Quando ele fala em movimento, est&aacute; apenas supondo que os objetos da foto estejam se movimentando, pois a imagem &eacute; est&aacute;tica. Se essa impress&atilde;o de movimento leva a prever uma situa&ccedil;&atilde;o de movimento, ent&atilde;o temos um <strong>&iacute;ndice</strong>. Tamb&eacute;m s&atilde;o &iacute;ndices as emo&ccedil;&otilde;es citadas, pois s&atilde;o infer&ecirc;ncias baseadas na rea&ccedil;&atilde;o que a imagem provoca no observador. J&aacute; na &uacute;ltima men&ccedil;&atilde;o, ele se refere ao conceito de &quot;aventura&quot; que a pessoa no caiaque simboliza. Opa, j&aacute; deu pra ver que a rela&ccedil;&atilde;o entre este signo e a imagem &eacute; arbitr&aacute;ria (aventura &eacute; um conceito abstrato), ent&atilde;o se trata de um <strong>s&iacute;mbolo</strong>. </p>
<p>Se voc&ecirc; est&aacute; se perguntando para qu&ecirc; tudo isso, veja como essa classifica&ccedil;&atilde;o pode ser <a href="http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_semiotica.html">&uacute;til no design de interfaces</a>. Nesse caso, ela est&aacute; servindo para perceber padr&otilde;es de prefer&ecirc;ncias cognitivas. A personalidade de uma pessoa pode definir se ela d&aacute; mais aten&ccedil;&atilde;o para &iacute;cones, &iacute;ndices ou s&iacute;mbolos. Por exemplo, se as <a href="http://www.usabilidoido.com.br/persona_o_usuario_mascote_do_projeto.html">personas</a> tivessem participado da pesquisa, acho que Pedro Marcusse teria escolhido a figura da esquerda e Ricardo Saknussem, a da direita, ambos seguindo o padr&atilde;o de an&aacute;lise da maioria. </p>


<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=453"> 
<param name="wmode" value="transparent" />
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=453" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>


<p>O resultado do perfil de terceiridade corrobora que predominam os dois tipos de personalidade das personas: <a href="http://sites.mpc.com.br/negreiros/intj.htm">INTJ</a> e  <a href="http://sites.mpc.com.br/negreiros/istj.htm">ISTJ</a>. Poucos leitores participaram da pesquisa, ou seja, a maioria n&atilde;o quiz se expor, caracter&iacute;stica de <strong>Introverted</strong>. Uma parte valorizou mais os &iacute;cones, ou seja, prioriza fatos observ&aacute;veis (<strong>Sensitive</strong>), enquanto outra valorizou os &iacute;ndices, que tratam de efeitos poss&iacute;veis (<strong>iNtuitive</strong>). A maioria dos usu&aacute;rios usou a abordagem anal&iacute;tica atrav&eacute;s de crit&eacute;rios bem definidos (<strong>Thinking</strong>). Quanto &agrave;s polaridades Judging-Perceiving n&atilde;o posso inferir nada com esse resultado, mas a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/persona_o_usuario_mascote_do_projeto.html">outra fase do perfil</a> indica que a maioria dos leitores s&atilde;o planejadores organizados (<strong>Judging</strong>). </p>
<p>J&aacute; que houve correspond&ecirc;ncia entre as prefer&ecirc;ncias cognitivas dessa etapa e as personas criadas, pretendo usar as personas para estar constantemente avaliando as id&eacute;ias que forem surgindo enquanto fa&ccedil;o o design gr&aacute;fico deste blog. Algo como &quot;ser&aacute; que o Ricardo vai gostar disso? E o Pedro?&quot; Dessa forma, elas servir&atilde;o como uma s&iacute;ntese de todo esse conhecimentos abstrato levantado pelo perfil sobre as prefer&ecirc;ncias perceptuais, emocionais e cognitivas do p&uacute;blico-alvo. Veremos no que vai dar. </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_iii.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">453@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2005-08-29T08:20:56-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Perfil Semiótico III: Expectativas Cognitivas</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_iii_expectativas_cognitivas.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Se na primeira etapa do perfil semi&oacute;tico descobri quais s&atilde;o as <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html">expectativas perceptuais</a> dos leitores, como a prefer&ecirc;ncia pelos atributos claro e modesto, e na segunda, <a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_ii_expectativa_emocional.html">descobri que emo&ccedil;&otilde;es</a> como a tranquilidade, o prazer e a liberdade devem ser estimuladas, na terceira etapa quero saber de que forma os leitores se sentem mais &agrave; vontade para transformar informa&ccedil;&atilde;o em conhecimento, ou seja, as caracter&iacute;sticas de seu estilo cognitivo. </p>
<p>Todas essas prefer&ecirc;ncias s&atilde;o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cognicao_e_personalidade_na_interacao.html">determinadas pela personalidade da pessoa</a>. Quando finalizar o perfil semi&oacute;tico, terei dados suficientes para entender quais s&atilde;o as caracter&iacute;sticas da personalidade de meus leitores que tem impacto na forma como eles interagem com este blog. S&oacute; com essas duas primeiras etapas, j&aacute; tenho alguns modelos esbo&ccedil;ados que espero confirmar nessa &uacute;ltima etapa. J&aacute; tenho evid&ecirc;ncias para acreditar que a maioria dos leitores s&atilde;o pessoas que trabalham muito e sonham com um futuro melhor, sendo cautelosos e conservadores. Pelo menos uma das fotos abaixo deve agradar voc&ecirc;s. </p>
<p>Nessa etapa, quero entender como voc&ecirc;s interpretam imagens e quais suas prefer&ecirc;ncias nesse sentido. Analisem aspectos objetivos e subjetivos, desde que naturalmente. </p>
<p>Para responder a pesquisa, observe bem as 4 pinturas de Seurat e escolha a que representa melhor o que voc&ecirc; espera do novo design gr&aacute;fico do Usabilidoido. Depois escreva detalhadamente <strong>o que mais lhe chamou aten&ccedil;&atilde;o na pintura e por que</strong>. Tente escrever no estilo &quot;fluxo de pensamento&quot;, ou seja, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel sem pensar na forma e sim na ess&ecirc;ncia.</p>

<p class="alerta">Pesquisa encerrada dia 24/08/05. Veja o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_iii.html">resultado</a>.</p>

<form name="form1" method="post" action="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico3.php">
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dnstream.jpg" width="507" height="400"><br>
    <label>
<input name="quadro" type="radio" value="dnstream" onClick="window.document.form1.elements.dnstream.disabled=false;">
gostei mais dessa porque:</label>
    <br>
    <textarea name="dnstream" disabled cols="50" rows="5"></textarea>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/seurat_bridge.JPG" width="489" height="400"><br>
    <label><input name="quadro" type="radio" value="bridge" onClick="window.document.form1.elements.bridge.disabled=false;">
gostei mais dessa porque:</label><br>
<textarea name="bridge" disabled cols="50" rows="5"></textarea>
</p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/fort-samson.jpg" width="498" height="400"><br>
    <label>
    <input name="quadro" type="radio" value="sanson" onClick="window.document.form1.elements.sanson.disabled=false;">
gostei mais dessa porque:</label>
    <br>
    <textarea name="sanson" disabled cols="50" rows="5"></textarea>
</p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/spring.jpg" width="524" height="400"><br>
    <label><input name="quadro" type="radio" value="sienne" onClick="window.document.form1.elements.sienne.disabled=false;">
gostei mais dessa porque:</label> <br>
<textarea name="sienne" disabled cols="50" rows="5"></textarea>
  </p>

<input type="hidden" name="_redirect" value="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_iii_expectativas_cognitivas.html" />

<p class="alerta">Pesquisa encerrada dia 24/08/05. Veja o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_iii.html">resultado</a>.</p>

</form>
<p>As pinturas foram escolhidas por mim com base nas prefer&ecirc;ncias apontadas nas duas &uacute;ltimas etapas do perfil:</p>
<table width="350" border="0">
  <tr>
    <th scope="col">Primeiridade</th>
    <th scope="col">Secundidade</th>
  </tr>
  <tr>
    <td><ul>
      <li>modesto</li>
      <li>claro</li>
      <li>singelo</li>
      <li>limpo</li>
    </ul></td>
    <td><ul>
      <li>tranquilidade</li>
      <li>prazer</li>
      <li>liberdade</li>
      <li>relaxamento</li>
      <li>sinceridade</li>
    </ul></td>
  </tr>
</table>
<p>Se voc&ecirc; acha que n&atilde;o escolhi bem, por favor, me aponte <a href="http://www.artchive.com/artchive/S/seurat.html">outras obras de Seurat</a> mais apropriadas para atender tais expectativas ou deixe um coment&aacute;rio. Fazemos qualquer neg&oacute;cio! </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_iii_expectativas_cognitivas.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">448@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2005-08-17T09:52:19-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Resultado do Perfil Semiótico II</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_ii.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Como o question&aacute;rio do <a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_ii_expectativa_emocional.html">perfil de secundidade</a> foi maior e mais dif&iacute;cil de responder, fechei a pesquisa com 40 leitores. Nessa pesquisa, queria saber que tipo de emo&ccedil;&atilde;o o design gr&aacute;fico deste site deve suscitar nos seus usu&aacute;rios. Claro que a resposta para essa pergunta n&atilde;o seria simples, afinal de contas ningu&eacute;m vai assistir um filme para sentir apenas uma ou duas emo&ccedil;&otilde;es. As pessoas assistem um filme para sentir um conjunto de emo&ccedil;&otilde;es, de prefer&ecirc;ncia conflitantes. </p>
<p>Ao contr&aacute;rio do que imaginava, a quantidade de usu&aacute;rios que marcou que gostaria de sentir uma emo&ccedil;&atilde;o &quot;intensamente&quot; foram poucos. No geral, a maioria marcou que gostaria de sentir as emo&ccedil;&otilde;es propostas &quot;de leve&quot;. Claro que ningu&eacute;m vai esperar a mesma experi&ecirc;ncia de um filme para a leitura de um blog, mas o blog &eacute; um dos tipos de websites que mais criam v&iacute;nculos emocionais com seus leitores porque reflete a personalidade do blogueiro, com a qual os leitores se identificam.</p>


<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=446"> 
<param name="wmode" value="transparent" />
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=446" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

<p>Isso significa que, embora eu esteja fazendo esse perfil semi&oacute;tico, ainda vai ser poss&iacute;vel perceber minha personalidade  no produto final. </p>
<p>Para escolher as fotos do perfil de secundidade, vale lembrar que recorri aos amigos que estavam online no MSN. Mostrei as fotos que foram escolhidas no perfil de primeiridade e perguntei que emo&ccedil;&otilde;es o amigo sentia ao ver a foto. Uns sentiam uma emo&ccedil;&atilde;o, outro sentia outra, mas n&atilde;o foi dif&iacute;cil perceber um certo padr&atilde;o nas respostas. </p>
<p>Fiz mais algumas pesquisas no <a href="http://www.sxc.hu">Stock Exchange</a> e encontrei algumas fotos que representavam aquela emo&ccedil;&atilde;o <strong>para mim</strong>. Dessa vez, o tema lago faria apenas o fundo para um personagem manifestando a emo&ccedil;&atilde;o pretendida. </p>
<p>No infogr&aacute;fico abaixo, est&atilde;o relacionadas que fotos de secundidade surgiram a partir de quais fotos de primeiridade, bem como a vontade que a m&eacute;dia de voc&ecirc;s tem em sent&iacute;-las (quanto mais violeta, mais vontade). Como todas as emo&ccedil;&otilde;es partiram de fotos que j&aacute; haviam sido escolhidas anteriormente, a escala n&atilde;o permitia que o usu&aacute;rio marcasse que n&atilde;o queria sentir tal emo&ccedil;&atilde;o, pois isso seria contradit&oacute;rio. </p>
<p>&quot;de leve&quot; vale 1 ponto, &quot;forte&quot; vale 2 pontos e &quot;intensamente&quot; vale tr&ecirc;s. </p>


<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="670" height="550" id="esquema_parcial" align="middle">
<param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" />
<param name="movie" value="http://www.usabilidoido.com.br/infograficos/esquema_parcial.swf" />
<param name="quality" value="high" />
<param name="bgcolor" value="#333333" />
<embed src="http://www.usabilidoido.com.br/infograficos/esquema_parcial.swf" quality="high" bgcolor="#333333" width="670" height="550" name="esquema_parcial" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" />
</object>


<p>Como na apresenta&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio n&atilde;o dei nenhuma dica de qual emo&ccedil;&atilde;o queria transmitir com a foto, n&atilde;o posso agora usar o nome da emo&ccedil;&atilde;o no lugar da foto, pois isso refletiria apenas a minha escolha pessoal. O que quero dizer &eacute; que a foto intitulada &quot;melancolia&quot; provavelmente n&atilde;o tem exatamente o mesmo significado pra voc&ecirc;, mas pelo menos &eacute; parecido. </p>
<p>Por esse motivo, depois que encerrei a pesquisa, voltei aos meus amigos nos mensageiros instant&acirc;neos e perguntei que emo&ccedil;&otilde;es sentiam em cada foto. As diferen&ccedil;as de interpreta&ccedil;&atilde;o foram maiores ainda do que nas fotos de primeiridade. As fotos que foram amb&iacute;guas demais (m&uacute;ltiplos sentidos distintos) ser&atilde;o desconsideradas do resultado porque estou trabalhando com a m&eacute;dia, ou seja a prefer&ecirc;ncia da maioria. </p>
<p>Por exemplo, o menino da foto &quot;prazer&quot; parece estar se afogando para alguns de voc&ecirc;s e apenas se divertindo para outros. </p>
<p>Ainda estou digerindo os resultados e ainda n&atilde;o sei bem como vou atender as expectativas emocionais de voc&ecirc;s. S&oacute; sei que n&atilde;o poderei instigar todas as emo&ccedil;&otilde;es ao mesmo tempo, ent&atilde;o vou focar nas emo&ccedil;&otilde;es que tiveram maior aceita&ccedil;&atilde;o:</p>
<ul>
  <li>serenidade, tranquilidade, relaxamento </li>
  <li> sinceridade</li>
  <li>prazer, liberdade </li>
</ul>
<p>Um blog que me transmite as quatro primeiras emo&ccedil;&otilde;es &eacute; o <a href="http://www.lukew.com/ff/">Functioning Form</a> , especialmente por causa da combina&ccedil;&atilde;o de cores amena:</p>
<p><a href="http://www.lukew.com/ff/"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/functioning_form_screenshot.gif" alt="Screenshot do blog de Luke" width="350" height="252" border="0"></a></p>
<p>Um blog que me d&aacute; prazer de ler s&oacute; pelo design gr&aacute;fico &eacute; o o <a href="http://www.mezzoblue.com/">Mezzoblue</a>, especialmente pela combina&ccedil;&atilde;o de cores contrastante e a simetria quase obsessiva:</p>
<p><a href="http://www.mezzoblue.com/archives/2005/07/27/jpg_quality/"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/mezzoblue_screenshot.png" alt="Screenshot do Mezzoblue" width="350" height="148" border="0"></a></p>
<p>Liberdade eu sinto no site da <a href="http://www.coudal.com/">Coudal Partners</a>, que embora tenha muito conte&uacute;do na primeira p&aacute;gina, posso ler tranquilamente uma coluna sem que nenhum elemento na outra coluna me perturbe. A tipografia e o espa&ccedil;o em branco &eacute; de arrasar, parece que estou lendo uma revista, n&atilde;o um website. </p>
<p><a href="http://www.coudal.com/pagetwo.php"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/coudal_partners.png" alt="Screenshot do blog Coudal Partners" width="350" height="243" border="0"></a></p>
<p>Talvez voc&ecirc;s n&atilde;o sintam os mesmos sentimentos que eu ao acessar essas refer&ecirc;ncias, mas isso &eacute; porque nossas personalidades s&atilde;o diferentes. &Eacute; por isso que n&atilde;o posso parar por aqui. No Perfil Semi&oacute;tico de Terceiridade tentarei entender um pouquinho da personalidade do leitor. Prepare o div&atilde;! </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_ii.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">446@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2005-08-15T19:06:52-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Perfil Semiótico II: Expectativa Emocional</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_ii_expectativa_emocional.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Se na primeiridade das coisas, percebemos qualidades superficiais das coisas (como a cor, calor, aspereza), na secundidade, percebemos rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito entre as coisas. O ditame &quot;onde h&aacute; fuma&ccedil;a, h&aacute; fogo&quot; &eacute; o exemplo mais cl&aacute;ssico de secundidade. </p>
<p>Fiquei olhando pras fotos que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html">voc&ecirc;s escolheram</a> na primeiridade e fiquei pensando como abordar a secundidade...que rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito poderiam ser associadas?</p>
<p>Quando n&atilde;o consigo achar a solu&ccedil;&atilde;o para um problema diretamente, costumo aumentar a quantidade de informa&ccedil;&atilde;o sobre o que j&aacute; sei, para que descobrir padr&otilde;es entre as informa&ccedil;&otilde;es ou detalhes particulares que ainda n&atilde;o havia percebido. Nesse caso, comecei a relacionar outros bin&ocirc;mios ao bin&ocirc;mio claro/escuro, um dos que deu melhor resultado no teste de primeiridade:</p>
<ul>
  <li>expl&iacute;cito/impl&iacute;cito</li>
  <li>clareza/obscuro</li>
  <li>sinceridade/mist&eacute;rio</li>
  <li>alegria/tristeza</li>
  <li>extrovers&atilde;o/introspec&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>
<p>Opa! Percebe uma semelhan&ccedil;a entre os dois &uacute;ltimos bin&ocirc;mios? N&atilde;o s&atilde;o mais qualidades que podem ser atribu&iacute;das a uma coisa, mas sim emo&ccedil;&otilde;es que a coisa causa no observador. T&aacute; a&iacute; uma rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito muito &uacute;til para o designer gr&aacute;fico! </p>
<p>Como estou entrando ainda mais em terreno subjetivo decidi envolver usu&aacute;rios antes de elaborar o presente teste, porque a subjetividade &eacute; ainda mais particular de cada um do que a objetividade. Mostrei as fotos escolhidas no perfil de primeiridade para alguns amigos no MSN e perguntei que emo&ccedil;&otilde;es eles sentiam. Algumas pessoas nem conseguiram sentir emo&ccedil;&otilde;es, outras deram uma lista que incluia emo&ccedil;&otilde;es contradit&oacute;rias como, por exemplo, &quot;relaxamento&quot; e &quot;receio&quot; ao mesmo tempo. </p>
<p>N&atilde;o vou listar todas as emo&ccedil;&otilde;es que me disseram agora porque vai estragar o resultado do teste. No pr&oacute;ximo post, eu passo a lista. O fato &eacute; que usei essa lista para buscar fotos que expressassem as emo&ccedil;&otilde;es que poderiam ser provocadas pelo design do Usabilidoido. Emo&ccedil;&otilde;es como &quot;t&eacute;dio&quot;, &quot;pena&quot; e &quot;marasmo&quot; foram rejeitadas por motivos &oacute;bvios.</p>
<p>Antes de responder o Perfil Semi&oacute;tico de Secundidade do Usabilidoido, pe&ccedil;o que feche todos os programas abertos, desligue a m&uacute;sica de fundo e elimine toda distra&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel. Se quiser abrir em fullscreen essa p&aacute;gina pressione F11 no teclado. O <a href="http://www.usabilidoido.com.br/fullscreen_amor_e_odio.html">fullscreen ajuda a transmitir mensagens emocionais</a>. </p>
<form name="form1" method="post" action="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico2.php">
  <p>Agora que est&aacute;  pronto,<strong> tente sentir o que as pessoas da foto sentem. </strong>Depois diga o quanto voc&ecirc; deseja sentir essa mesma emo&ccedil;&atilde;o no novo redesign do Usabilidoido.</p>

<p class="alerta">Pesquisa encerrada dia 15/08/05. Veja <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_ii.html">o resultado</a>.</p>

  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/4.jpg" width="575" height="409"></p>
  <p>desejo sentir: 
    <label>	</label><label>
	<input name="liberdade" type="radio" value="1">
    de leve </label>
	<label>
	<input name="liberdade" type="radio" value="2">
    forte</label>
	<label>
	<input name="liberdade" type="radio" value="3">
    intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/8.jpg" width="300" height="377"></p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="alegria" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="alegria" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="alegria" type="radio" value="3">
intensamente</label>
  </p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/9.jpg" width="350" height="251"></p>
  <p>desejo sentir:
      <label> </label>
      <label>
      <input name="seguranca" type="radio" value="1">
  de leve </label>
      <label>
      <input name="seguranca" type="radio" value="2">
  forte</label>
    <label>
      <input name="seguranca" type="radio" value="3">
  intensamente</label>
  </p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/3.jpg" width="450" height="484"> </p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="receio" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="receio" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="receio" type="radio" value="3">
intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/5.jpg" width="369" height="499"></p>
  <p>desejo sentir:
      <label> </label>
      <label>
      <input name="melancolia" type="radio" value="1">
  de leve </label>
      <label>
      <input name="melancolia" type="radio" value="2">
  forte</label>
      <label>
      <input name="melancolia" type="radio" value="3">
  intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/11.jpg" width="350" height="396"></p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="contemplacao" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="contemplacao" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="contemplacao" type="radio" value="3">
intensamente</label>
    </p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/6.jpg" width="350" height="257"></p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="solidao" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="solidao" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="solidao" type="radio" value="3">
intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/10.jpg" width="450" height="514"></p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="serenidade" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="serenidade" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="serenidade" type="radio" value="3">
intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/12.jpg" width="345" height="258"></p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="esperanca" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="esperanca" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="esperanca" type="radio" value="3">
intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/13.jpg" width="283" height="421"> </p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="sinceridade" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="sinceridade" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="sinceridade" type="radio" value="3">
intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/2.jpg" width="350" height="264"> </p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="relaxamento" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="relaxamento" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="relaxamento" type="radio" value="3">
intensamente</label>
    </p>
  <p>&nbsp;</p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/1.jpg" width="450" height="470"> </p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="prazer" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="prazer" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="prazer" type="radio" value="3">
intensamente</label>
</p>
  <p>&nbsp;  </p>
  <p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/7.jpg" width="400" height="298"> </p>
  <p>desejo sentir:
    <label> </label>
    <label>
    <input name="agitacao" type="radio" value="1">
de leve </label>
    <label>
    <input name="agitacao" type="radio" value="2">
forte</label>
    <label>
    <input name="agitacao" type="radio" value="3">
intensamente</label>
    <br>
  </p>
  <p>
<p class="alerta">Pesquisa encerrada dia 15/08/05. Veja <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_ii.html">o resultado</a>.</p>

    <input name="_redirect" type="hidden" id="_redirect" value="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_ii_expectativa_emocional.html">
</p>
</form>


<p>Escolhi transformar em preto-e-branco todas as fotos em primeiro lugar para oferecer consist&ecirc;ncia entre a s&eacute;rie de fotos, que quando coloridas apresentavam varia&ccedil;&otilde;es muito grandes. Em segundo lugar, queria evitar que as pr&oacute;prias cores afetassem o resultado. Como j&aacute; comentei anteriormente, cada cor tem um determinado <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_que_nao_sei_de_cor_sobre_cor.html">efeito emocional</a> que &eacute; determinado pela <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cor_nao_e_questao_de_gosto_e_de_cultura.html">cultura</a> onde se manifesta. Uma determinada combina&ccedil;&atilde;o de cores pode mudar completamente o efeito emocional de uma cena, compare:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/pb_e_cor.jpg" width="350" height="217"></p>
<p>Como nesse caso, o importante &eacute; a express&atilde;o corporal das pessoas e n&atilde;o a composi&ccedil;&atilde;o de cores da cena, melhor ficar no p&amp;b mesmo. Acho que &eacute; por esse mesmo motivo que os fot&oacute;grafos profissionais &agrave;s vezes preferem tirar fotos em p&amp;b mesmo tendo m&aacute;quinas capazes de captar cores com precis&atilde;o. </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_ii_expectativa_emocional.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">443@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2005-08-10T00:55:19-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Resultado do Perfil Semiótico com leitores</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html</link>
<description><![CDATA[
<p>No total, 184 pessoas participaram do <a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_do_usabilidoido.html">Perfil Semi&oacute;tico de Primeiridade</a> que visou tra&ccedil;ar algumas expectativas de design gr&aacute;fico para o redesign deste blog. </p>
<p>Segue a explica&ccedil;&atilde;o para a escolha das fotos, minhas inten&ccedil;&otilde;es e o que descobri com o resultado:</p>
<h2>Poder/Revela&ccedil;&atilde;o</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/poder.jpg" alt="Poder" width="160" height="118"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/revelacao.jpg" alt="Revela&ccedil;&atilde;o" width="160" height="119"></p>
<p>N&atilde;o sei explicar exatamente o que eu queria com esse bin&ocirc;mio. Escolhi ele por causa da tem&aacute;tica ser exatamente oposta em cada uma dela. O homem &quot;segurando&quot; o Sol parece poderoso, como se ele tivesse adquirido tal poder por m&eacute;rito pr&oacute;prio. Os dois homens sentados no pier, ao contr&aacute;rio, parecem estar recebendo uma ilumina&ccedil;&atilde;o divina, uma inspira&ccedil;&atilde;o e poder que n&atilde;o vem deles mesmos, vem do c&eacute;u. Sim, eu sei que a foto est&aacute; pequena demais para perceber os homenzinhos, mas acho que isso n&atilde;o chega a mudar o sentido, ou chega? </p>
<p>Como pode ver, o sentido do bin&ocirc;mio est&aacute; longe de se localizar na primeridade das coisas. Est&aacute; muito mais para a terceiridade, porque envolve conceitos e relacionamentos bastante complexos. </p>
<p>Isso &eacute; pra voc&ecirc;s verem como &eacute; dif&iacute;cil lidar com a subjetividade. Mesmo tentando criar um m&eacute;todo objetivo, ainda assim cometi um deslize por causa de minha pr&oacute;pria subjetividade. </p>
<p>De qualquer forma, ainda assim podemos relacionar as fotos acima &agrave; quest&atilde;o da tens&atilde;o no design gr&aacute;fico. A tens&atilde;o dos elementos do design gr&aacute;fico &eacute; um conceito inspirado na f&iacute;sica, onde temos for&ccedil;as agindo sobre corpos. Na din&acirc;mica da percep&ccedil;&atilde;o visual, aconteceria algo similar, mas haveria uma tend&ecirc;ncia natural a buscar o equil&iacute;brio das for&ccedil;as. Se vemos um c&iacute;rculo vermelho no canto de uma &aacute;rea, tentamos equilibrar a for&ccedil;a que ele emite relacionando-o com a borda da &aacute;rea e outros elementos adjacentes que possam emitir uma for&ccedil;a de igual intensidade, mas de sentido contr&aacute;rio. </p>
<p>Quem se interessar pelo assunto, encontrei no Google uma excelente <a href="http://www.fau.ufrj.br/apostilas/aforma/home.html">apostila sobre Teoria da Forma</a>, cujo cap&iacute;tulo 3 explica como <a href="http://www.fau.ufrj.br/apostilas/aforma/CAP3.pdf">a tens&atilde;o &eacute; importante para a composi&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as gr&aacute;ficas</a>. </p>
<p>A primeira foto do bin&ocirc;mio parece mais dram&aacute;tica porque, al&eacute;m da tem&aacute;tica ser inusitada, as for&ccedil;as est&atilde;o em grande tens&atilde;o. &Eacute; dif&iacute;cil explicar em palavras porque existem tantas for&ccedil;as agindo numa foto como essa, que um artigo inteiro n&atilde;o seria suficiente para descrev&ecirc;-las. Al&eacute;m disso, as for&ccedil;as n&atilde;o agem isoladamente. Elas formam uma esp&eacute;cie de rede de intera&ccedil;&otilde;es, muito dif&iacute;cil de ser dissecada. Como minha especialidade n&atilde;o &eacute; design gr&aacute;fico, deixo pra leitores mais qualificados explicarem o fen&ocirc;meno. </p>
<h3>Resultado</h3>
<p>Apesar do bin&ocirc;mio ter sido vagamente escolhido, levarei em conta a quest&atilde;o da tens&atilde;o. 59% dos leitores preferiram a foto &quot;revela&ccedil;&atilde;o&quot;, enquanto que 29% preferem a foto &quot;poder&quot;. Por esse motivo, n&atilde;o esperem grandes contrastes como no layout &quot;Mondrian&quot; atual e no fant&aacute;stico <a href="http://www.stuffandnonsense.co.uk/">And all that Malarkey</a>. Abra esse &uacute;ltimo link no Internet Explorer (uma vers&atilde;o simplificada) para sentir a diferen&ccedil;a. </p>
<h2>Modesto/Extravagante</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/rustico.jpg" alt="humilde" width="160" height="101"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/extravagante.jpg" alt="revela&ccedil;&atilde;o" width="160" height="119"></p>
<p>Nesse bin&ocirc;mio, eu queria saber se voc&ecirc;s preferem uma linha <a href="http://garrettdimon.com/">minimalista</a> <a href="http://nidahas.com/">espartana</a> ou cheia de <a href="http://www.certovka.info/eng/">pompa</a> e <a href="http://www.alazanto.org/">decora&ccedil;&atilde;o</a>. Gosto do minimalismo porque ele busca obssesivamente encontrar a ess&ecirc;ncia das coisas. Fiquei desconcertado quando entrei pela primeira vez no <a href="http://garrettdimon.com/">blog de Garret Dimon</a>:</p>
<p><a href="http://garrettdimon.com/"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/blog_garret_dimon.png" alt="" width="350" height="272" border="0"></a> </p>
<p>&Eacute; isso e mais nada. N&atilde;o h&aacute; outras colunas, n&atilde;o tem logomarca, n&atilde;o tem menu de navega&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o tem ferramenta de busca, n&atilde;o tem seletor de estilos alternativos, n&atilde;o tem nem propaganda Adsense e experimentos em Ajax. Se a ess&ecirc;ncia de um blog &eacute; permitir a leitura de seus posts mais recentes, esse blog o faz da melhor forma poss&iacute;vel para seu conte&uacute;do.</p>
<p>Por&eacute;m, minimalismo tem limite. J&aacute; vi muitos designers (eu incluso) reduzirem tanto as dicas visuais e textos explicativos de seus elementos de interface que eles n&atilde;o s&atilde;o reconhecidos pelos usu&aacute;rios da forma como era pra ser. No come&ccedil;o deste blog, coloquei no topo da coluna lateral, o seguinte formul&aacute;rio:</p>
<form method="post" id="subscribe" action="http://www.usabilidoido.com.br/mt/mt-add-notify.cgi">
  <input type="hidden" name="blog_id" value="1" />
  <input type="hidden" name="_redirect" value="http://www.usabilidoido.com.br//email_cadastrado.html" />
  Posts por email:<br>
  <input name="email" size="10" />
  <input type="submit" value="Quero" />
</form>
<p>Em quatro palavras, explico qual o conte&uacute;do da newsletter e ainda uso a t&eacute;cnica de persuas&atilde;o de colocar palavras na boca do usu&aacute;rio. Pouca gente se inscreveu. Pior, muita gente pensava que isso era uma caixa de busca e digitava termos ali. Nessa &eacute;poca, a caixa de busca estava no final da p&aacute;gina. Mesmo trazendo a caixa de busca para cima no layout &quot;Mondrian&quot;, as pessoas continuavam digitando termos de busca. S&oacute; parou quando mudei para o seguinte formul&aacute;rio:</p>
<p><strong>Newsletter Semanal</strong></p>
<form method="post" action="http://www.usabilidoido.com.br/cgi-bin/mt/mt-add-notify.cgi">
  <input type="hidden" name="blog_id" value="1" />
  <input type="hidden" name="_redirect" value="http://www.usabilidoido.com.br/email_cadastrado.html" />
  <input type="radio" id="subscribe" checked="checked" name="__mode" value="subscribe" />
  <label for="subscribe">cadastrar</label>
  <input id="unsubscribe" type="radio" name="__mode" value="unsubscribe" />
  <label for="unsubscribe">descadastrar</label>
  <br />
  <img src="http://www.usabilidoido.com.br/icone_enviamail.gif" />
  <input name="email" size="21" value="" />
  <input type="submit" value="Confirmar" />
  <br />
</form>
<p>Ficou a li&ccedil;&atilde;o: &quot;os usu&aacute;rios n&atilde;o l&ecirc;em textos explicativos acima de formul&aacute;rios a n&atilde;o ser que pare&ccedil;am com r&oacute;tulos de op&ccedil;&otilde;es (como &quot;cadastrar&quot; no exemplo acima) e tamb&eacute;m n&atilde;o se importam muito com o r&oacute;tulo dos bot&otilde;es. Para eles &eacute; tudo bot&atilde;o de enviar&quot;. </p>
<p>Outro risco do minimalismo &eacute; criar interfaces desinteressantes. Ao contr&aacute;rio do blog do Garret Dimon que atrai a aten&ccedil;&atilde;o principalmente pelo contraste de tipos grandes e pequenos, o de <a href="http://www.benjaminadam.com/">Benjamin Adam</a> n&atilde;o conseguiu me prender tanto a aten&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><a href="http://www.benjaminadam.com/"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/blog_benjamin_adam.png" alt="Screenshot do blog de Benjamin Adam" width="350" height="207" border="0"></a> </p>
<p>A &uacute;nica gratifica&ccedil;&atilde;o visual &eacute; o s&iacute;mbolo do le&atilde;o nobre, que serve como logomarca. Se ele tivesse trabalhado com um pouco mais de contraste ao longo de todo o layout (seja de cor, alinhamento ou tipografia), poderia ter valorizado mais o conte&uacute;do, que parece bem interessante. Nesse post, ele anuncia o lan&ccedil;amento do hil&aacute;rio &quot;Bloqueador de Tenta&ccedil;&atilde;o&quot;, um software que te impede de jogar aquele game que voc&ecirc; acabou de comprar no hor&aacute;rio de trabalho. </p>
<p>Outro decis&atilde;o que pode ser feita &agrave; partir do bin&ocirc;mio humilde/extravagante &eacute; quanto &agrave; tipografia utilizada. Fontes serifadas no monitor -- cuja resolu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia &eacute; 72dpi, um ter&ccedil;o da impress&atilde;o mais furreca -- n&atilde;o oferecem boa legibilidade, portanto s&oacute; s&atilde;o utilizadas para extravag&acirc;ncia mesmo. </p>
<h3>Resultado</h3>
<p>50% dos leitores escolheram a qualidade &quot;modesto&quot; enquanto que 30% escolheram &quot;extravagante&quot;, portanto, pode esperar que o redesign ser&aacute; parecido com o <a href="http://www.7nights.com/asterisk/">Asterisk</a>. </p>
<h2>Claro/Escuro</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/claro.jpg" alt="claro" width="160" height="106"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/escuro.jpg" alt="escuro" width="160" height="119"></p>
<p>Apesar deu pessoalmente n&atilde;o gostar de combina&ccedil;&otilde;es escuras, sinto falta delas no monitor. J&aacute; que o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/fundo_branco_ainda_e_legal.html">branco inspira confian&ccedil;a e neutralidad</a>e, ele est&aacute; por toda parte nas interfaces. Isso cansa o olho, n&atilde;o tanto quanto um <a href="http://www.usabilidoido.com.br/ajuste_o_monitor_para_nao_queimar_a_retina.html">fundo vermelho</a>, mas cansa  porque &eacute; a frequ&ecirc;ncia de cor onde os pixels do monitor est&atilde;o emitindo a maior quantidade de luz. Alguns designers usam n&atilde;o branco, mas um cinza bem clarinho que, em seu contexto, &eacute; percebido como branco. Por&eacute;m, quando se faz isso, as demais cores do layout perdem for&ccedil;a:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/fundo_cinza_versus_branco_cores_contraste.png" alt="Fundo cinza versus fundo branco na intera&ccedil;&atilde;o com cores" width="350" height="200"></p>
<p> O amarelo fica com bordas fantasmas e sofre influ&ecirc;ncia do cinza, que o faz parecer verde-lim&atilde;o. O laranja perde contraste e fica todo sem gra&ccedil;a. O verde, entretanto, permanece quase o mesmo. Porqu&ecirc; isso? Veja novamente a mesma figura acima, s&oacute; que convertida para tons de cinza:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/fundo_cinza_versus_branco_cores_contraste_p&b.png" alt="Vers&atilde;o em tons de cinza da figura acima" width="350" height="200"></p>
<p>O amarelo quase some porque a luminosidade (quantidade de branco) &eacute; quase igual &agrave; do cinza. Quanto mais diferente for a luminosidade, maior o contraste e menor intera&ccedil;&atilde;o de cor entre a figura e o fundo. Complicado? S&oacute; lembre-se de que quando se usa um fundo cinza clarinho, as cores que ser&atilde;o colocadas sobre ele devem ser escuras para n&atilde;o ter  problemas. </p>
<p>&Eacute; por esse motivo que, se vou usar branco, prefiro usar branco mesmo. Acho que o novo layout &quot;Seurat&quot; vai ter bastante branco, ao contr&aacute;rio do layout &quot;Mondrian&quot; atual, que tentou em v&atilde;o criar um ponto de repouso para o olho. </p>
<h3>Resultado</h3>
<p>63% dos leitores preferem um design gr&aacute;fico &quot;claro&quot;, enquanto que apenas 19% preferem &quot;escuro&quot;. Como disse acima, podem esperar uma boa quantidade de branco ou, pelo menos, tons de amarelo, beje ou azul claro. </p>
<h2>Exuberante/Comedido</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/exuberante.jpg" alt="Exuberante" width="160" height="119"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/contrito.jpg" alt="Contrito" width="160" height="120"></p>
<p>A natureza representada nas duas fotos se apresenta de forma descontrolada, transbordando vida e contida pela for&ccedil;a do homem, que colocou o quebra-ondas no lago. De certa forma, quero saber aqui se voc&ecirc;s preferem formas <a href="http://www.hicksdesign.co.uk/journal/">naturais</a> (org&acirc;nicas) ou <a href="http://shauninman.com/plete/">artificiais</a> (&acirc;ngulos retos). Bem verdade que as fotos n&atilde;o expressam t&atilde;o bem essa rela&ccedil;&atilde;o, mas j&aacute; permite-me ter uma id&eacute;ia. </p>
<p>Esse bin&ocirc;mio tamb&eacute;m funciona como uma esp&eacute;cie de confirma&ccedil;&atilde;o do bin&ocirc;mio Modesto/Extravagante. Apesar de serem conceitos distintos, a exuber&acirc;ncia pode estar relacionada ao extravagante assim como a mod&eacute;stia pode estar relacionada &agrave; comedi&ccedil;&atilde;o. </p>
<h3>Resultado</h3>
<p>Se o resultado foi ligeiramente a favor da exuber&acirc;ncia (46% contra 34%), ent&atilde;o terei a dif&iacute;cil tarefa de fazer algo modesto com um pouco de luxo. Talvez algo como as mulheres humildes de nosso pa&iacute;s que, mesmo n&atilde;o tendo tempo nem recursos para cuidar de sua beleza pessoal, ainda assim exibem uma beleza singela e natural. Dif&iacute;cil traduzir isso em design gr&aacute;fico, hein? Algu&eacute;m tem algum exemplo? </p>
<h2>Concentrado/Disperso</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/destacado.jpg" alt="Concentrado" width="160" height="119"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/disperso.jpg" alt="Disperso" width="160" height="118"></p>
<p>Confesso que esse bin&ocirc;mio ficou bem vago. Os peixes n&atilde;o est&atilde;o t&atilde;o concentrados assim nem os patos est&atilde;o t&atilde;o dispersos assim... </p>
<p>Queria saber se voc&ecirc;s preferem uma p&aacute;gina cheia de &aacute;reas de respiro, espa&ccedil;os em branco para n&atilde;o precisar de t&eacute;cnicas de destaque, como o contraste elevado. Numa p&aacute;gina cheia de elementos gr&aacute;ficos, o &uacute;nico jeito de fazer um elemento se sobresair &eacute; aplicar uma cor bem contrastante com o fundo, por isso gostei tanto da foto do peixe laranja. </p>
<p>Por&eacute;m, seria melhor se eu tivesse usado no lugar essa foto com flamingos, o conceito &quot;concentrado&quot; estaria mais claro:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/cheio.jpg" alt="Flamingos concentrados no lago" width="180" height="134"> </p>
<h3>Resultado</h3>
<p>Acho que n&atilde;o vou considerar muito o resultado desse bin&ocirc;mio, porque n&atilde;o foi muito bem elaborado. No caso da aplica&ccedil;&atilde;o do Perfil Semi&oacute;tico de Primeiridade num grupo de foco, bin&ocirc;mios mal-formulados geram discuss&otilde;es t&atilde;o ou mais produtivas do que os bin&ocirc;mios bem escolhidos, mas no formato question&aacute;rio online, n&atilde;o repercute da mesma forma. </p>
<p>Os leitores escolheram por 57 a 25% a foto do peixe destacado (&quot;concentrado&quot;). </p>
<h2>Conclus&atilde;o</h2>
<p>Pelo visto, o  Perfil Semi&oacute;tico de Primeiridade n&atilde;o &eacute; apropriado para question&aacute;rios online, como fiz aqui. Apesar de ter abrangido muitos leitores de uma vez s&oacute;, a discuss&atilde;o que incitou n&atilde;o foi t&atilde;o produtiva quanto &agrave;quela do grupo de foco que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_do_usabilidoido.html">descrevi</a>. O coment&aacute;rio mais parecido com o que tivemos nas discuss&otilde;es presenciais foi <a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_do_usabilidoido.html#1714">o do Val&eacute;rio Carvalho</a>. </p>
<p>Isso n&atilde;o significa que n&atilde;o serviu pra nada e que estou desanimado. Pelo contr&aacute;rio, j&aacute; estou bolando o Perfil Semi&oacute;tico de Secundidade. Embora esse formato n&atilde;o seja o mais indicado, &eacute; o &uacute;nico que disponho e vou aproveitar ao m&aacute;ximo. N&atilde;o tenho condi&ccedil;&otilde;es de dedicar tempo e dinheiro para reunir um grupo de foco presencial com leitores de todo o Brasil e tamb&eacute;m de Portugal, ent&atilde;o vamos nessa que &eacute; bom &agrave; be&ccedil;a!</p>
<h2>Mais sobre o assunto</h2>
<p>Depois de publicar o &uacute;ltimo post, o <a href="http://www.fmemoria.com.br">Felipe Mem&oacute;ria</a> me mandou um email dando a dica do <a href="http://www.liamdelahunty.com/tips/theglasswall.pdf">The Glass Wall</a>, um paper que documenta o processo de redesign da <a href="http://www.bbc.co.uk/">BBC</a>, realizado em 2002. Uma das t&eacute;cnicas utilizadas &eacute; parecida com o Perfil Semi&oacute;tico de Primeiridade porque utilizou uma escala de classifica&ccedil;&atilde;o bipolar para os usu&aacute;rios classificarem a homepage da BBC existente e as homepages concorrentes. Os usu&aacute;rios marcavam um ponto numa escala de um a 5 que ia de &quot;estimulante&quot; at&eacute; &quot;insosso&quot;, &quot;profissional&quot; at&eacute; &quot;amador&quot;, &quot;leve&quot; at&eacute; &quot;pesado&quot; e assim por diante. </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/bipolar_bbc_emocao.gif" alt="Classifica&ccedil;&atilde;o bipolar emocional para homepages" width="336" height="256"></p>
<p>A principal diferen&ccedil;a para o Perfil Semi&oacute;tico de Primeiridade &eacute; que a maioria desses bin&ocirc;mios n&atilde;o est&atilde;o na primeiridade. Lembre-se de que na primeiridade est&atilde;o as qualidades mais b&aacute;sicas das coisas. O bin&ocirc;mio claro/escuro &eacute; muito mais superficial do que amistoso/impessoal, por exemplo. </p>
<p>Vale &agrave; pena a leitura de todo o paper, que documenta um projeto de design centrado no usu&aacute;rio de vanguarda. N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que considero a <a href="http://www.bbc.co.uk/">home da BBC que eles bolaram</a> como uma das mais bem resolvidas que j&aacute; vi em portais. </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">441@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2005-08-09T13:43:06-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Perfil semiótico do Usabilidoido</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_do_usabilidoido.html</link>
<description><![CDATA[
<p>H&aacute; alguns meses atr&aacute;s, prestei <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cat_consultoria.html">consultoria</a> para uma editora curitibana sobre seu novo website. J&aacute; <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_que_o_usuario_espera_do_seu_site.html">contei como as entrevistas com usu&aacute;rios</a> permitiram alinhar os objetivos do briefing com a expectativa dos usu&aacute;rios, s&oacute; n&atilde;o tinha contado o que havia acontecido na sua sequ&ecirc;ncia, o grupo de foco. Basicamente, confirmamos as suspeitas levantadas nas entrevistas e recebemos muitas sugest&otilde;es, mas o mais interessante foi uma t&eacute;cnica que propus para descobrir algumas das expectativas dos usu&aacute;rios com rela&ccedil;&atilde;o ao design gr&aacute;fico do website. </p>
<p>Um dos diferenciais dessa editora &eacute; o design gr&aacute;fico dos livros e revistas que publica. N&atilde;o precisa nem dizer que os usu&aacute;rios esperam que o design gr&aacute;fico do site seja de alto n&iacute;vel, mas o que eles classificar&atilde;o como sendo de alto n&iacute;vel? Como sabemos a aprecia&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica &eacute; bastante subjetiva, por&eacute;m existem certos padr&otilde;es observados em pessoas de perfis similares. Por exemplo, se eu gosto de combina&ccedil;&otilde;es de tons escuros e voc&ecirc; vive num ambiente muito parecido com o meu, provavelmente voc&ecirc; tamb&eacute;m gostar&aacute; de uma paisagem dark. O objetivo da t&eacute;cnica foi justamente captar alguns desses padr&otilde;es de aprecia&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica e aproveitar que est&aacute;vamos em grupo para discut&iacute;-los. </p>
<p>O m&eacute;todo consiste em apresentar aos usu&aacute;rios uma s&eacute;rie de pares de fotos, cada uma exprimindo duas qualidades opostas que podem ser atribu&iacute;das ao design gr&aacute;fico. Por exemplo, para o bin&ocirc;mio claro/escuro haviam duas fotos, uma cena clara e outra escura. Dentro do grupo de foco, cada participante escolhia uma das fotos do par e discutia com os demais, defendendo seu ponto de vista. As fotos escolhidas por decis&atilde;o un&acirc;nime representam as expectativas latentes desse grupo de usu&aacute;rios. </p>
<p>Essa t&eacute;cnica n&atilde;o precisa necessariamente ser realizada num grupo de foco. Pode ser feita com cada usu&aacute;rio individualmente tamb&eacute;m. A vantagem de ter um grupo &eacute; a riqueza das discuss&otilde;es. As fotos permitem que os usu&aacute;rios tenham par&acirc;metros para discutir design gr&aacute;fico mesmo sem ter nunca estudado seus princ&iacute;pios b&aacute;sicos. Quem j&aacute; pediu a avalia&ccedil;&atilde;o de um layout por um leigo no assunto sabe o quanto isso &eacute; valioso. Ainda n&atilde;o fiz o teste, mas acredito que possa servir para lidar com aqueles clientes que n&atilde;o sabem explicar o que desejam do design gr&aacute;fico, mas que ser&atilde;o os primeiros a encontrar defeitos nos layouts depois que ficarem prontos. </p>
<p>Vou testar com voc&ecirc;s, leitores fi&eacute;is, se essa t&eacute;cnica pode ser aplicada online, na forma de question&aacute;rio e espa&ccedil;o para discuss&atilde;o. O resultado influenciar&aacute; o re-design do Usabilidoido, postergado desde o in&iacute;cio do ano. </p>
<p>Para fazer o question&aacute;rio, perguntei a mim mesmo quais seriam as qualidades que gostaria que o novo design gr&aacute;fico tivesse. Decidi por essas:</p>
<ul>
  <li>quadrado</li>
  <li>regular</li>
  <li>frio</li>
  <li>expl&iacute;cito</li>
  <li>simples</li>
  <li>monocrom&aacute;tico</li>
</ul>
<p>Por&eacute;m, ao mesmo tempo fiquei com as seguintes d&uacute;vidas:</p>
<ul>
  <li>vazio ou cheio? </li>
  <li>claro ou escuro? </li>
  <li>sujo ou limpo?</li>
  <li>ousado ou conservador?</li>
  <li>pequeno ou grande?</li>
  <li>disperso ou concentrado?</li>
  <li>triste ou alegre?</li>
  <li>extravagante ou humilde? </li>
</ul>
<p>Para escolher as fotos, dei uma olhada em algumas obras de Seurat, o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_da_pesquisa_com_nossos_leitores.html#974">artista da vez</a>. Uma tema recorrente em sua obra &eacute; a figura buc&oacute;lica do lago. &Agrave;s vezes inspira frieza e esterilidade, &agrave;s vezes alegria e felicidade. Fiz uma <a href="http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=search&w=1&txt=lake&p=1">busca no Stock Exchange</a> (excelente comunidade de compartilhamento de fotos) pela palavra lake e comecei a salvar as fotos que tinham a propriedade de exprimir uma qualidade do design gr&aacute;fico. Fui salvando numa pasta com o nome de arquivo sendo a qualidade que me chamou a aten&ccedil;&atilde;o. Depois de algumas horas de concentra&ccedil;&atilde;o intensa, consegui formar os bin&ocirc;mios abaixo. </p>
<p>Em cada linha, escolha uma das duas fotos, da direita ou da esquerda, que <strong>exprima aquilo que voc&ecirc; espera do novo design gr&aacute;fico</strong> do Usabilidoido. Responda o mais r&aacute;pido que puder e tente n&atilde;o pensar a raz&atilde;o porque eu escolhi uma foto em particular. Siga suas prefer&ecirc;ncia pessoais. Depois explico. </p>
<form name="form1" method="post" action="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico.php">
<style>
.retraido {
	position: absolute;
	margin-left: -25px;
	z-index: 10;
}
</style>


<p class="alerta">Pesquisa encerrada dia 9/08/05. Veja <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html">o resultado</a>.</p>

<table>
    <tr>
    	<td>
		<label>
		<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/poder.jpg" alt="Poder" width="160" height="118">
		<input class="retraido" type="radio" name="poder_revelacao" value="poder" />
	  </label>
	  </td>
	  <td>
		<label>
		<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/revelacao.jpg" alt="Revela&ccedil;&atilde;o" width="160" height="119">
		<input class="retraido" type="radio" name="poder_revelacao" value="revelacao" />
	  </label>
	  </td>
	</tr>

	<tr class="linhapar">
		<td><label>		<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/rustico.jpg" width="160" height="101">
		<input class="retraido" type="radio" name="extravagante_humilde" value="humilde" />
	 </label></td>
		<td><label>		<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/extravagante.jpg" width="160" height="119">
		<input class="retraido" type="radio" name="extravagante_humilde" value="extravagante" />
</label></td>
	</tr>
	<tr>
	  <td><label><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/claro.jpg" width="160" height="106">
      <input class="retraido" type="radio" name="claro_escuro" value="claro" />
</label></td>
      <td><label> <img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/escuro.jpg" width="160" height="119">
      <input class="retraido" type="radio" name="claro_escuro" value="escuro" />
</label></td>
  </tr>
	<tr class="linhapar">
        <td><label> <img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/exuberante.jpg" width="160" height="119">
        <input class="retraido" type="radio" name="exuberante_contrito" value="exuberante" />
</label></td>
        <td><label>  <img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/contrito.jpg" width="160" height="120">
        <input class="retraido" type="radio" name="exuberante_contrito" value="contrito" />
</label></td>
  </tr>
	<tr>
	  <td><label>	  <img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/destacado.jpg" width="160" height="119">
	  <input class="retraido" type="radio" name="destacado_disperso" value="destacado" />
      </label></td>
      <td><label>  <img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/disperso.jpg" width="160" height="118">
      <input class="retraido" type="radio" name="destacado_disperso" value="disperso" />
</label></td>
  </tr>

</table>


<p class="alerta">Pesquisa encerrada dia 9/08/05. Veja <a href="http://www.usabilidoido.com.br/resultado_do_perfil_semiotico_com_leitores.html">o resultado</a>.</p>

      <input name="_redirect" type="hidden" id="_redirect" value="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_do_usabilidoido.html#concluido">

</form>
<p>Pedi para responder r&aacute;pido para que que a decis&atilde;o seja feita entre as caracter&iacute;sticas mais elementares das imagens, ou seja, aquelas que fazem parte da categoria de primeiridade da semi&oacute;tica. Segundo a semi&oacute;tica, a percep&ccedil;&atilde;o dos objetos do mundo real (objetiva&ccedil;&atilde;o) come&ccedil;a na primeiridade (qualidades superficiais), passa pela secundidade (rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito) e termina na terceiridade (forma&ccedil;&atilde;o de um conceito). </p>
<p>Parece complicado de entender, mas n&atilde;o &eacute;. Pense num relacionamento amoroso, por exemplo. Primeiro voc&ecirc; &eacute; atra&iacute;do pelas qualidades observ&aacute;veis da pessoa: cor de pele, tipo de cabelo, formato do rosto, cor dos olhos e etc. Com o tempo, voc&ecirc; come&ccedil;a a se relacionar com essa pessoa e percebe suas rea&ccedil;&otilde;es diante das coisas que acontecem. Se tudo der certo, voc&ecirc; come&ccedil;ar&aacute; a entender porque essa pessoa reage dessa forma. Se isso nunca acontecer, voc&ecirc; pode dizer que o relacionamento n&atilde;o chegou &agrave; terceiridade. </p>
<p>Essas categorias podem ser aplicadas &agrave; praticamente qualquer coisa. N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que elas s&atilde;o chamadas de Categorias Universais de Peirce, o fil&oacute;sofo que as criou. </p>
<p>Se voc&ecirc; pensar em mais alguns exemplos, vai perceber que, na medida em que sobe o n&iacute;vel de categoria, a complexidade aumenta de forma exorbitante. &Eacute; muito mais f&aacute;cil falar sobre a primeiridade das coisas do que da terceiridade. No caso do m&eacute;todo aqui proposto, seria muito dif&iacute;cil descobrir as expectativas de  terceiridade dos usu&aacute;rios com rela&ccedil;&atilde;o ao design gr&aacute;fico, ainda mais que se trata de um assunto subjetivo. Um mero bin&ocirc;mio de qualidades n&atilde;o pode dar conta da complexidade de uma escolha de secundidade ou terceiridade. &Eacute; por esse motivo que chamo essa t&eacute;cnica de <strong>Perfil Semi&oacute;tico de Primeiridade</strong>. </p>
<p>Bem, agora que foi apresentada a t&eacute;cnica, gostaria de receber sugest&otilde;es sobre o m&eacute;todo e coment&aacute;rios sobre as expectativas em rela&ccedil;&atilde;o ao novo design gr&aacute;fico do Usabilidoido. Se a discuss&atilde;o passar da primeiridade, quem sabe me animo a pesquisar mais sobre o assunto e compartilhar com voc&ecirc;s.</p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/perfil_semiotico_do_usabilidoido.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">439@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Estética</dc:subject>
<dc:date>2005-08-02T18:34:11-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Flash de alto-impacto</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/flash_de_alto-impacto.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O surgimento do Flash deu asas &agrave; imagina&ccedil;&atilde;o dos webdesigners. Desde ent&atilde;o, a febre pelas ma&ccedil;antes e intermin&aacute;veis introdu&ccedil;&otilde;es j&aacute; passou, mas ficou a experi&ecirc;ncia para um novo uso do Flash: o chamado alto-impacto. </p>
<p>No Brasil, um dos grandes respons&aacute;veis pela populariza&ccedil;&atilde;o do conceito &eacute; o designer Marcos Albuquerque, que dirigiu os antigos sites da Farmaervas, MHK e <a href="www.suryahenna.com.br">Surya Henna</a>, este &uacute;ltimo feito j&aacute; pela sua ag&ecirc;ncia, a <a href="http://www.lifemotion.com.br">Lifemotion</a>. Hoje, seus clientes est&atilde;o descobrindo o Flash como alternativa mais barata para o v&iacute;deo-empresa. Segundo ele, uma anima&ccedil;&atilde;o pode custar 10 vezes menos que uma produ&ccedil;&atilde;o em v&iacute;deo e ter impacto muito maior, se for bem feita. </p>
<p>Fiz uma breve entrevista sobre o assunto com ele: </p>
<p class="audio"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/audio/animacao_alto_impacto.mp3">Flash de alto-impacto</a> [MP3] 10'</p>

<p>Bons exemplos de Flash de alto-impacto hoje na Web:</p>
<ul>
  <li><a href="http://www.ipanemaessences.com.br">Ipanema Essences</a> (Lifemotion)</li>
  <li>  <a href="http://www.havaianas.com.br/">Havaianas</a></li>
  <li><a href="http://www.cpm22.com.br">CPM 22</a> </li>
  <li>Mais <a href="http://www.flashmasters.com.br/?site=destaques">exemplos</a> </li>
</ul>
<h4>Pontos principais</h4>
<ul>
  <li><strong>No ramo de Flash de alto impacto, o que que mudou desde o ano 2000, quando surgiu, at&eacute; os dias de hoje? 30&quot; </strong></li>
  <li>Estamos ainda aprendendo a fazer Flash mais comercial, mais p&eacute;-no-ch&atilde;o</li>
  <li>No entanto, &eacute; importante sonhar quando se te um objetivo definido, saber onde chegar 1' 30&quot; </li>
  <li>Alto-impacto agrega valor, mexe com a emo&ccedil;&atilde;o das pessoas e gera repercurs&atilde;o 1' 45&quot;</li>
  <li><strong> Quais s&atilde;o as caracter&iacute;sticas do alto impacto? 2' 25&quot;</strong></li>
  <li>Seu objetivo &eacute; impactar o p&uacute;blico emocionalmente</li>
  <li>&Eacute; dif&iacute;cil fazer isso, &eacute; preciso ter muitas refer&ecirc;ncias: gibis, jogos, filmes 3 ' </li>
  <li>O mais importante, entretanto, &eacute; pensar no p&uacute;blico-alvo 3' 20&quot;</li>
  <li><strong>Como &eacute; o processo criativo de um trabalho de alto-impacto? 4'</strong></li>
  <li>A primeira coisa &eacute; fazer uma boa reuni&atilde;o de briefing, saber o que o cliente quer. O objetivo &eacute; a parte mais importante. </li>
  <li> Se voc&ecirc; vai fazer uma anima&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, vai l&aacute;, veja como &eacute; o mundo dessas pessoas 5' 10&quot; </li>
  <li><strong>Voc&ecirc; produz o som ou a anima&ccedil;&atilde;o antes ou depois? 6' 50&quot; </strong></li>
  <li>Depende do caso. Som antes d&aacute; um resultado com mais qualidade, por&eacute;m, d&aacute; mais trabalho, leva mais tempo</li>
  <li>Sincronizar uma anima&ccedil;&atilde;o existente com um som, &eacute; mais f&aacute;cil, s&oacute; precisa adaptar um pouquinho. Se voc&ecirc; j&aacute; come&ccedil;a sabendo mais ou menos que estilo musical vai usar, melhor ainda 7' 30&quot; </li>
  <li><strong>Que tipo de t&aacute;tica funciona melhor para emocionar as pessoas? 8' 15&quot;</strong></li>
  <li>Sem d&uacute;vida &eacute; o som integrado com a imagem. O grande barato &eacute; ter o tempo certo para cada coisa. </li>
  <li><strong> Como voc&ecirc; descobre esse timing? 9' </strong></li>
  <li>Existem um t&eacute;cnica que &eacute; uma s&oacute;: &eacute; voc&ecirc; assistir muito filme, muita anima&ccedil;&atilde;o e etc. </li>
  <li>&Eacute; claro que &eacute; preciso escapar dos clich&ecirc;s 9' 30&quot; </li>
  <li>A melhor forma de lidar com isso &eacute; fazer coisas simples 9' 55&quot;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/flash_de_alto-impacto.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">436@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2005-07-22T08:09:01-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Realismo nos gráficos, fantasia no som</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/realismo_nos_graficos_fantasia_no_som.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Durante a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/mercado_de_games_brasileiro.html">confer&ecirc;ncia sobre games</a> que fui no m&ecirc;s passado, entrevistei o palestrante <a href="http://www.audiogames.com.br">Andr&eacute; Poyart</a>, que h&aacute; alguns anos estuda &agrave; fundo produ&ccedil;&atilde;o sonora para jogos. A palestra do m&uacute;sico explicou aos futuros desenvolvedores de games como &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o sonora profissional de games. Ele enfatizou a import&acirc;ncia de criar um bom relacionamento com o m&uacute;sico, que segundo ele s&atilde;o pessoas que merecem um carinho especial. O m&uacute;sico, em geral est&aacute; alheio aos detalhes t&eacute;cnicos da produ&ccedil;&atilde;o de um game e por isso precisa de bastante explica&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Na entrevista, consegui pescar algumas dicas valiosas sobre o papel do som n&atilde;o s&oacute; nos games, mas tamb&eacute;m na Web. </p>
<p class="audio"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/audio/poyart_som_games.mp3">Realismo nos gr&aacute;ficos, fantasia no som</a> [MP3] 4 

<h2>Notas</h2>
<ul>
  <li>qual o papel do som para emocionar o usu&aacute;rio? </li>
  <li>mesmo peso que o roteiro e a imagem 15&quot; </li>
  <li>som destruir ou salvar a imagem 41&quot; </li>
  <li>como criar emo&ccedil;&atilde;o de som com intera&ccedil;&atilde;o 1' </li>
  <li>inova&ccedil;&atilde;o dos gr&aacute;ficos &eacute; o realismo, portanto resta &agrave; trilha explorar o lado fant&aacute;stico 1' 26&quot; </li>
  <li>e na Web, o som pode aumentar a emo&ccedil;&atilde;o? 2' </li>
  <li>limita&ccedil;&otilde;es tecn&oacute;logias impedem o avan&ccedil;o </li>
  <li>poucas pessoas navegam com a caixa de som ligada 2' 30&quot; </li>
  <li>&eacute; necess&aacute;rio mudar uma cultura de tecnologia e de comportamento 2' 45&quot; </li>
  <li>a Web ainda n&atilde;o est&aacute; madura o suficiente para saber o que podemos fazer com ela 3' </li>
  <li>a Internet tem que descobrir como oferecer algo mais que a TV e o r&aacute;dio n&atilde;o oferecem 3' 15&quot; </li>
  <li>som pode ser interativo? 3' 30&quot; </li>
  <li>j&aacute; existem jogos em que o som d&aacute; pistas para chegar ao destino</li>
  <li> o som j&aacute; &eacute; interativo; quando ouvimos um som de mensagem de erro, reagimos de acordo 3' 50&quot; </li>
</ul>


<p>Minha opinião sobre o papel do som na emoção já foi deixada <a href="http://www.usabilidoido.com.br/use_a_emocao_para_persuadir.html">neste post</a>, mas talvez não tenha sido muito claro. Para mim, o <strong>som é melhor meio para transmitir ou provocar emoções</strong>. Edite um filme e desorganize completamente o roteiro, retire as imagens. Ainda assim o som pode causar emoção. Tire o som de uma cena crucial e o filme todo perde a graça. Quer emocionar? Use som!</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/realismo_nos_graficos_fantasia_no_som.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">417@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2005-07-02T19:35:46-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Interação pode ser emocional</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/interacao_pode_ser_emocional.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Quando você tiver a oportunidade de ouro de fazer o design de um hotsite de filme, não desperdice. O usuário acessa disposto a ser entretido, ter uma idéia do que vai encontrar no filme ou rever cenas. Nesse tipo de job, temos o aval do usuário para quebrar <a href="http://www.usabilidoido.com.br/padroes_sao_inevitaveis_ate_no_design.html">os padrões</a>. Certamente ele não ficará satisfeito se o site do <a href="http://www.ninaofilme.com.br">fime Nina</a> for um portal com três colunas. </p>
<p>Felizmente, a maioria dos designers sabe disso e hoje temos a categoria como exemplo de inovação, em todo o mundo. O objetivo é alcançado quando o designer consegue criar a mesma atmosfera do filme, invocando seus símbolos emocionais. Já falei da <a href="http://www.usabilidoido.com.br/use_a_emocao_para_persuadir.html">importância do som</a> nesse sentido, mas não ressaltei que a própria interação com a interface também pode ser emocional. </p>
<p>Na época em que escrevi esse post, nem acreditava que isso fosse possível. Porém, um hotsite coreano me convenceu do contrário: T<a href="http://postvisual.com/theuninvited/en/">he Uninvited</a>. </p>
<p>Sugiro que antes de prosseguir na leitura desse post, você reserve pelo menos 10 minutos do seu tempo para acessar com calma, senão vai perder a graça. Desligue a mente analítica e entre no clima. Você vai se sentir dentro da história quando forem ativados símbolos do seu próprio passado. Depois da fruição, volte aqui e note as sutilezas da interação que permitiram isso. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já acessou? </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se estiver mentindo, quem sai perdendo é você.</p>
<p>&nbsp; </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já disse! <a href="http://postvisual.com/theuninvited/en/">Clique aqui</a> seu estúpido!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso você NÃO tenha acessado o site, deve estar com raiva e a causa disso é um problema intencional de interação. Caso você tenha de verdade mesmo, jurando de pé juntinho, acessado o site, deve estar sentindo várias emoções ao mesmo tempo... e caso você seja o robot do Google... ah, esqueça...</p>
<p>Vejamos como a interação contribui para emocionar:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uninvited1.jpg" width="269" height="206"></p>
<p>Na entrada do site, sem nem abrir qualquer popup, já fica claro a idéia central do filme: "todos tem verdades que não gostariam de pensar que são verdaderias". Não preciso nem dizer, mas a imagem sugere que o homem está exigindo que a mulher diga a verdade. </p>
<p>O usuário pode escolher entre saber a verdade (truth) ou os fatos (fact). Que pergunta besta, quem é que não quer saber a verdade? Quem já sabe! Trata-se de uma forma muito perspicaz de segmentar o site entre os que já assistiram o filme e os que não e também entre os que querem ser entretidos e aqueles que estão atrás de uma informação específica. Truth leva a uma série de animações interativas e Fact leva a uma seção com textos, dados e fotos. </p>
<p>É claro que a experimentação toda de que falo, está na seção Truth. Trata-se de várias sequências de animações que usam muito bem texto animado, som de fundo e imagens. De vez em quando, a sequência é interrompida por uma imagem interativa (se é que se pode chamar assim). Nesta, o movimento do mouse faz sugir perguntas que são feitas à personagem, como balas de uma metralhadora. O som acompanha. Só há como progredir se o usuário ver suficientes perguntas. </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uninvited3.jpg" width="300" height="197"></p>
<p>Numa outra seção, o tema é claustrofobia. A cada clique, surge um novo popup, cada vez menor até que... bem, você viu o site. Não é à toa que escolheram o popup para tal conotação negativa. <a href="http://www.usabilidoido.com.br/morte_aos_hotsites_em_popup.html">Morte aos hotsites em popup</a>!</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uninvited7.jpg" width="300" height="263"></p>
<p>Você está diante de um gravador de som e há fitas espalhadas pela tela. A tela está parada. Não é preciso dizer que você deve colocar as fitas no gravador, essa á reação lógica. As fitas são movidas pelo arrastar-e-soltar, mas caso você solte antes de chegar no gravador, a fita permanece ali. Como a área de clique é enorme, você pode arrastá-la muito facilmente. Ao se aproximar do gravador, elas são puxadas automaticamente. Estes designers sabiam que arrastar-e-soltar é um modo de interação que exige muita destreza do usuário e deram toda a ajuda necessária. O ganho lúdico compensa o esforço extra. </p>
<p> <img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uninvited6.jpg" width="300" height="301"></p>
<p>A magia só se quebra quando os designer sentem a necessidade de dizer como o usuário pode interagir. Eles sabiam que no caso dessa porta, não estava clara sua clicabilidade. Já que a experiência conta com várias outras ocasiões onde o usuário pode clicar em coisas incomuns, porque não contar com esse conhecimento prévio? Poderiam ter usado outras dicas visuais... </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uninvited2.jpg" width="280" height="257"></p>
<p>Outra coisa que me incomodou muito foi o menu, localizado no canto inferior esquerdo. Apesar de se contrair durante as animações interativas, preferia se ele tivesse alguns dos elementos subjetivos que permeiam o site. </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/uninvited5.jpg" width="131" height="292"></p>
<p>Quem gostou desse hotsite, vale à pena conferir outra produção dos coreanos, <a href="http://postvisual.com/thescandal/en/sangset.htm">The Scandal</a>. O clássico <a href="http://www.donniedarko.com/">Donnie Darko</a> é mais chato, mas explora bem o formato. No Brasil, temos o exemplo da A Agência Click, com o <a href="http://www.agenciaclick.com.br/404/">Projeto 404</a>. Alguém mais tem bons exemplos de sites que exploram a interação emocional? </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/interacao_pode_ser_emocional.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">374@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Semiótica</dc:subject>
<dc:date>2005-05-24T22:34:07-03:00</dc:date>

</item>


</channel>
</rss>
