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<title>Usabilidoido : Mercado</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/</link>
<description>Comentários sobre as tendências e máus-hábitos do mercado Web, ou seja, o grupo social de pessoas que fazem websites para viver.</description>
<dc:language>pt-br</dc:language>
<dc:creator>fred@flashmasters.com.br</dc:creator>
<dc:date>2005-08-23T22:39:09-03:00</dc:date>
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<title>Manifesto contra a leitura desatenta</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/manifesto_contra_a_leitura_desatenta.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/gestalt_do_objeto_sistema_de_leitura_visual_da_forma.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Gestalt do Objeto: Sistema de Leitura Visual da Forma' /></a>

<p>No monitor, as pessoas l&ecirc;em com pressa devido &agrave; caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e psicol&oacute;gicas do suporte. Esse modo de leitura &eacute; chamado de &quot;scanning&quot;, porque &eacute; caracterizado pela busca de palavras-chave ou trechos de interesse num texto maior. Como voc&ecirc; j&aacute; deve ter lido isso em muitos lugares, ou pulou para o pr&oacute;ximo par&aacute;grafo, ou j&aacute; desistiu de ler. </p>
<p>Calma.</p>
<p>Libere o mouse, respire fundo. Sugiro o teclado para rolar o texto. </p>
<p>Leitura r&aacute;pida &eacute; &uacute;til, mas <strong>s&oacute; leitura r&aacute;pida &eacute; f&uacute;til</strong>. Se voc&ecirc; usa a Web como principal fonte de leitura, h&aacute; grande chances de voc&ecirc; estar perdendo tempo quando pensa que est&aacute; economizando tempo. Termine de ler o artigo e depois fa&ccedil;a o tira-teima:</p>
<h2>Sua leitura é desatenta?</h2>

<form name="form1" method="post" action="http://www.usabilidoido.com.br/mt-static/pesquisa_leitura.php">
  <p><strong>Quantos textos voc&ecirc; leu no &uacute;ltimo dia que acessou a Web para ler?</strong></p>
  <p>
    <label>
    <input name="leu" type="radio" value="tantos textos que j&aacute; n&atilde;o lembro mais">
    foram tantos que j&aacute; n&atilde;o lembro</label>
    mais<br />
    <label>
    <input name="leu" type="radio" value="mais de 20 textos">
    mais de 20</label>
    <br />
    <label>
    <input name="leu" type="radio" value="mais de 10 textos">
    mais de </label>
    10<br>
    <label>
    <input name="leu" type="radio" value="menos de 5 textos">
    menos de </label>
    5 </p>
  <p><strong>Quantos deles foram realmente relevantes para sua vida? </strong></p>
  <p>
    <label> </label>
    <label>
    <input name="relevantes" type="radio" value="menos de 20 foram relevantes">
    menos de 20</label>
    <br />
    <label>
    <input name="relevantes" type="radio" value="menos de 10 foram relevantes">
    menos de </label>
    10<br>
    <label>
    <input name="relevantes" type="radio" value="menos de 5 foram relevantes">
    menos de </label>
    5 <br>
    <label>
    <input name="relevantes" type="radio" value="nenhum deles foi relevante">
    nenhum </label>
  </p>
  <p><strong>Descreva como o mais importante deles mudou sua vida </strong>(se algum o fez)<strong>:</strong></p>
  <p>
    <textarea rows="5" name="importante" id="importante"></textarea>
  </p>
  <p><strong>Convide amigos e amigas</strong> para participar da pesquisa adicionando um email por linha:</p>
  <p>
    <textarea rows="5" name="emails_amigos" id="emails_amigos"></textarea>
  </p>
  <p>Seu nome:
      <input name="nome" type="text" id="nome">
  </p>
  <p>Seu email:
      <input name="email" type="text" id="email">
  </p>
  <p>Como prefere ser identificado(a)?
      <input name="artigo" type="radio" value="o" checked>
    amigo
    <input name="artigo" type="radio" value="a">
    amiga </p>
  <p>
    <input name="concorda_termo" type="checkbox" id="concorda_termo" value="sim">
    concordo com os <a href="javascript: void (window.open('http://www.usabilidoido.com.br/termo_privacidade.html', 'pop', 'width=300, height=400') )">termos de privacidade</a> </p>
  <p>
    <input type="submit" name="Submit" value="Enviar">
    <input name="_redirect" type="hidden" id="_redirect" value="http://www.usabilidoido.com.br/manifesto_contra_a_leitura_desatenta.html">
  </p>
</form>
<h2>Porque a leitura &eacute; desatenta?</h2>
<p>Ler no computador &eacute; muito desconfort&aacute;vel. N&atilde;o d&aacute; pra levar ele pra ler deitado na cama, na rede ou no sof&aacute;. O monitor &eacute; uma fonte de luz ligada direto na sua cara. Ele tamb&eacute;m tem pouca resolu&ccedil;&atilde;o e, por isso, o reconhecimento das letras fica mais devagar. S&oacute; cabe uma pequena parte de texto de cada vez.... enfim, s&atilde;o muitas as <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2022">raz&otilde;es f&iacute;sicas para a pressa</a>. </p>
<p>Por outro lado, existem as raz&otilde;es psicol&oacute;gicas. Sua av&oacute; j&aacute; dizia que &quot;quem faz tudo ao mesmo tempo, n&atilde;o faz nada bem feito&quot;, mas os sistemas operacionais continuam incentivando a multi-tarefa. Cada janelina aberta dispende uma porcentagem de sua aten&ccedil;&atilde;o porque mesmo que voc&ecirc; n&atilde;o esteja esperando pelo processamento de algo, ela pode de uma hora pra outra come&ccedil;ar a piscar. </p>
<p>O problema &eacute; que uma interrup&ccedil;&atilde;o na leitura de um texto &eacute; muito prejudicial para sua compreens&atilde;o. &Eacute; preciso grande concentra&ccedil;&atilde;o para entender o entrela&ccedil;amento das id&eacute;ias. N&atilde;o se trata de uma sequ&ecirc;ncia de a&ccedil;&otilde;es encadeadas que pode ser continuada do ponto onde se parou sem perdas. Ningu&eacute;m gosta de ser interrompido enquanto l&ecirc;, mas no computador as pessoas s&atilde;o obrigadas a aceitar isso. </p>
<p>Existem outras press&otilde;es psic&oacute;logicas, inclusive de origem social. Samuel Wurman identifica o fen&ocirc;meno da <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=125157&ST=SE&franq=137623">ansiedade de informa&ccedil;&atilde;o</a>, no qual as pessoas estariam se auto-pressionando para adquirir informa&ccedil;&otilde;es, mesmo que irrelevantes para seu contexto atual. &Eacute; preciso estar atualizado para sobreviver. </p>
<h2>Quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias?</h2>
<p>A curto-prazo, &eacute; como sua av&oacute; disse (se n&atilde;o entendeu, releia o trecho anterior). </p>
<p>A longo-prazo temos dois poss&iacute;veis futuros para os zilh&otilde;es de fragmentos de informa&ccedil;&atilde;o adquirida:</p>
<ol>
  <li>s&atilde;o interligados formando complexos consistentes, conhecimento &uacute;til para lidar com novas situa&ccedil;&otilde;es</li>
  <li>s&atilde;o deixados de lado porque j&aacute; n&atilde;o servem mais pra nada</li>
</ol>
<p>S&oacute; depende de voc&ecirc;. &quot;Ou voc&ecirc; usa o c&eacute;rebro, ou perde ele&quot;, j&aacute; dizia o neurologista Glenn Doman. </p>
<p>Um bom livro &eacute; a melhor ferramenta para incentivar tais liga&ccedil;&otilde;es. &Eacute; como trilhar uma picada aberta pelo autor rumo a uma reflex&atilde;o sobre um assunto particular. Os bons livros sempre mudam nossa vida. </p>
<h2>O que fazer? </h2>
<p>Embora o fen&ocirc;meno da leitura desatenta seja mundial, tenho a impress&atilde;o de que no Brasil ele &eacute; ainda pior. Em pa&iacute;ses mais conscientes, a escola ainda incentiva a leitura de livros. Aqui s&atilde;o pouqu&iacute;ssimos os jovens que terminam o segundo-grau conhecendo mais do que os livros que s&atilde;o cobrados no vestibular. </p>
<p>Estou escrevendo esse manifesto na esperan&ccedil;a de incentivar o leitor a ler mais livros, sejam profissionais ou liter&aacute;rios. Espero tamb&eacute;m diminuir o efeito da press&atilde;o psicol&oacute;gica que nos impele a essa atualiza&ccedil;&atilde;o constante. O conhecimento que est&aacute; nos livros &eacute; mais est&aacute;vel e valioso. </p>
<p>Diariamente recebo mensagens de leitores interessados em obter conhecimento sobre um assunto espec&iacute;fico, mas quando <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cat_resenhas.html">indico um livro</a>, eles perdem o interesse. Um amigo certa vez me disse: &quot;pra qu&ecirc; comprar livros se tem tudo na Internet?&quot; Na minha opini&atilde;o, tem de tudo um pouco, mas n&atilde;o tem nada de muito espec&iacute;fico. </p>
<p>Se o problema &eacute; falta de dom&iacute;nio sobre a l&iacute;ngua inglesa, j&aacute; dei <a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_vai_seu_ingles.html">dicas de como superar</a>. </p>
<p>[ nota ] Se voc&ecirc; leu o artigo com aten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ter preenchido a pesquisa acima ainda. Se for preencher, nem precisa enviar o resultado, voc&ecirc; deve ser capaz de uma auto-an&aacute;lise. Caso voc&ecirc; j&aacute; tenha enviado a pesquisa antes de ler at&eacute; aqui, ent&atilde;o os endere&ccedil;os indicados v&atilde;o receber um email com suas respostas e uma sugest&atilde;o para lhe darem um livro de presente (voc&ecirc; tamb&eacute;m receber&aacute; uma c&oacute;pia). Se voc&ecirc; est&aacute; revoltado porque n&atilde;o sabia que isso ia acontecer &eacute; porque foi duplamente desatento e n&atilde;o leu os termos de privacidade. </p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">452@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-08-23T22:39:09-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Simplicidade não é senso-comum</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/simplicidade_nao_e_sensocomum.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/nao_me_faca_pensar.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Não me Faça Pensar' /></a>

<p>A Philips, grande fabricante de aparelhos eletr&ocirc;nicos, reposicionou sua marca e quer associ&aacute;-la &agrave; facilidade de uso com o lema &quot;bom senso e simplicidade&quot;. No <a href="http://www.philips.com.br/about/brand/whysimplicity/index.html">site institucional</a>, afirmam que &quot;nossa marca hoje reflete nossa cren&ccedil;a de que simplicidade pode ser um objetivo da tecnologia.&quot; Eles tem at&eacute; uma <a href="http://www.philips.com.br/about/brand/simplicityadvisoryboard/index.html">equipe de consultores</a> s&oacute; para garantir a simplicidade de seus produtos, que conta com a participa&ccedil;&atilde;o do conhecido professor John Maeda, do MIT. </p><p>Mas por qu&ecirc; ter um departamento s&oacute; para tratar do assunto se todo mundo sabe o que &eacute; simples e o que n&atilde;o &eacute;? Muito simples! Segundo o soci&oacute;logo Edgar Morin, vivemos uma &eacute;poca em que o aumento da complexidade &eacute; constante em todos os sistemas da sociedade. Os produtos est&atilde;o ficando cada vez mais complexos, mais cheios de funcionalidade. Torn&aacute;-los simples n&atilde;o &eacute; acabar com a complexidade, mas sim dom&aacute;-la para que o usu&aacute;rio final possa ter uma boa experi&ecirc;ncia. Isso significa que podemos ter produtos complexos e simples, ao mesmo tempo.</p>
<p>Paradoxal? Claro! Segundo o historiador Hobsbawm, o s&eacute;culo XX foi a &quot;era dos extremos&quot;, dos paradoxos. O reposicionamento da Philips faz parte de um movimento natural da sociedade que come&ccedil;a a reconciliar os extremos. O objetivo da Philips e das demais empresas que investem em design de tecnologia deve ser proporcionar experi&ecirc;ncias satisfat&oacute;rias com unidade. </p>
<p>As empresas que n&atilde;o tomarem esse cuidado perder&atilde;o clientes. Os consumidores, ou melhor, pessoas n&atilde;o compram um produto, compram o benef&iacute;cio que ele proporciona. Um dos benef&iacute;cios do produto &eacute; a pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia de us&aacute;-lo ou fru&iacute;-lo (no caso de algo com fun&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica). Essa experi&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; algo que possa ser deixada ao acaso da sorte, &eacute; preciso prev&ecirc;-la e planej&aacute;-la. <a href="http://www.adaptivepath.com/publications/essays/archives/000501.php">N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel controlar a experi&ecirc;ncia</a>, porque afinal, ela &eacute; DO usu&aacute;rio, mas podemos controlar aspectos do design do produto que contribuir&atilde;o para uma boa experi&ecirc;ncia. </p>
<p>Ali&aacute;s, o profissional que vai cuidar disso tamb&eacute;m precisa ter uma boa experi&ecirc;ncia, mas no sentido de saber muito bem o que est&aacute; fazendo. John S. Rhodes conta nesse <a href="http://webword.com/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=775">interessante podcast</a> como a avia&ccedil;&atilde;o reconheceu cedo que era preciso trazer profissionais de outras &aacute;reas para a engenharia, antes que mais avi&otilde;es ca&iacute;ssem por problemas de usabilidade nos controles de tr&aacute;fego a&eacute;reo. Psic&oacute;logos e ergonomistas ajudaram os engenheiros a fazerem interfaces mais simples e muitas vidas (e dinheiro) foram salvos por isso. </p>
<p>Hoje temos profissionais de diversas &aacute;reas contribuindo (e <a href="http://www.usabilidoido.com.br/quem_contem_o_excesso_de_informacao.html">disputando</a>) para conter a complexidade. Todas as contribui&ccedil;&otilde;es s&atilde;o v&aacute;lidas. O que n&atilde;o vale &eacute; achar que s&oacute; porque tiveram uma forma&ccedil;&atilde;o ou experi&ecirc;ncia similar, v&atilde;o conseguir lidar com tamanho desafio. Para dominar a complexidade, &eacute; preciso antes de tudo <strong><em>assumir sua pr&oacute;pria complexidade</em></strong>. Do contr&aacute;rio, confunde-se o simples com o simpl&oacute;rio e o complexo com o complicado. Se voc&ecirc; n&atilde;o tem muita certeza da diferen&ccedil;a, n&atilde;o &eacute; num post de blog que voc&ecirc; vai compreender todos os liames da quest&atilde;o. <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cat_resenhas.html">Melhor ler livros,</a> refletir e trocar experi&ecirc;ncias com outros profissionais. </p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">427@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-07-12T23:15:39-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Como vai seu inglês?</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/como_vai_seu_ingles.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_criar_sites_persuasivos.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Como Criar Sites Persuasivos' /></a>

<p>More or less? So-so?... Nothing?! Se voc&ecirc; &eacute; como eu, deve estar prometendo pra si mesmo que come&ccedil;a um curso no m&ecirc;s que vem h&aacute; anos. Se voc&ecirc; trabalha com tecnologia, cada m&ecirc;s que voc&ecirc; empurra com a barriga &eacute; uma porta que se fecha. Poucas vagas de emprego exigem que voc&ecirc; tenha flu&ecirc;ncia em ingl&ecirc;s, mas em todas elas, isso &eacute; diferencial. Principalmente, porque os empregadores espertos desse ramo sabem que quem domina ingl&ecirc;s pode aprender e se manter atualizado pela Internet, sem gastos. </p>

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	</OBJECT>

<p>Na minha adolesc&ecirc;ncia fiz um curso na <a href="http://www.ingleswisdom.com.br/">Wisdom</a> durante 2 anos, mas n&atilde;o cheguei ao n&iacute;vel m&aacute;ximo. Gostei muito do m&eacute;todo de conversa&ccedil;&atilde;o, s&oacute; cinco pessoas numa mesa redonda e o professor falando o tempo todo em ingl&ecirc;s. O chato era o desn&iacute;vel das turmas. Tinha uns caras que n&atilde;o iam bem e mesmo assim eram aprovados nos testes, da&iacute; ficava atrasando o resto da turma. </p>
<p>Sa&iacute; do curso incapaz de ler e escrever textos maiores com facilidade, mas a experi&ecirc;ncia valeu porque senti que havia captado a &quot;ess&ecirc;ncia da l&iacute;ngua&quot;. O problema &eacute; que minha pr&aacute;tica se resumia aos textos dos programas que usava no computador. </p>
<p>Anos depois, comecei a trabalhar com webdesign e logo percebi que havia muito pouco material em portugu&ecirc;s para aprender sobre o assunto na Web. Quando fazia buscas em ingl&ecirc;s, tinha muito, muito mais dispon&iacute;vel. At&eacute; dava pra navegar e tal, de repente pescar algumas palavras, mas sempre aparecia uma frase que parecia crucial e eu empacava porque n&atilde;o entendia uma palavra ou uma constru&ccedil;&atilde;o frasal. Que raiva! Porque n&atilde;o estudei mais quando tinha tempo pra isso?</p>
<p>Um dia, passeando pela <a href="http://www.portal.ufpr.br/">biblioteca da faculdade</a> me deparei com os livros de <a href="http://www.usabilidoido.com.br/projetando_websites.html">Jakob Nielsen</a> e <a href="http://www.usabilidoido.com.br/nao_me_faca_pensar.html">Steve Krug</a> que eu queria tanto ler, mas s&oacute; tinha em ingl&ecirc;s. &Eacute; agora ou nunca, vou aprender esse neg&oacute;cio na marra! </p>
<p>No come&ccedil;o, n&atilde;o entendia patavina. N&atilde;o tinha saco de ficar olhando no dicion&aacute;rio as palavras que n&atilde;o faziam parte do meu vocabul&aacute;rio porque eram muitas! Simplesmente ia tentando captar as id&eacute;ias centrais do texto, atrav&eacute;s das palavras que eu conhecia, do tipo de constru&ccedil;&atilde;o e etc. Esse &eacute; um tipo de conhecimento bem t&aacute;cito, ou seja, dif&iacute;cil de explicar para outra pessoa.</p>
<p>Quando terminei o segundo livro estava lendo ingl&ecirc;s pelo menos 4 vezes melhor do que antes. N&atilde;o sei explicar exatamente como se deu esse aprendizado, s&oacute; me lembro de que quando haviam palavras que eu n&atilde;o entendia, eu formulava hip&oacute;teses que depois se confirmavam quando o autor usava a mesma palavra em outro contexto. </p>
<p>O chato s&atilde;o os falos cognatos, palavras que parecem iguais no portugu&ecirc;s, mas n&atilde;o s&atilde;o, como por exemplo &quot;comprehensive&quot;, que ao inv&eacute;s de significar o mesmo que &quot;compreens&iacute;vel&quot;, significa o mesmo que &quot;abrangente&quot;. Quando fico na d&uacute;vida, consulto o dicion&aacute;rio. Em geral os cognatos s&atilde;o quase todos verdadeiros, afinal de contas o ingl&ecirc;s &eacute; a l&iacute;ngua que mais sofreu influ&ecirc;ncia externa de outras l&iacute;nguas, dentre elas o pr&oacute;prio Latim de onde originou o portugu&ecirc;s.</p>
<p>Se n&atilde;o pudesse ter lido <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cat_resenhas.html">esses livros em ingl&ecirc;s</a>, n&atilde;o saberia nem um d&eacute;cimo do que sei hoje sobre os assuntos deste blog. Isso sem falar nos in&uacute;meros websites e <a href="http://www.bloglines.com/public/amstel">blogs</a> que acompanho, tudo em ingl&ecirc;s. Infelizmente, em portugu&ecirc;s as discuss&otilde;es est&atilde;o sempre com alguns meses de defasagem, &agrave;s vezes anos. Este blog &eacute; uma tentativa de contribuir para reverter esse quadro. </p>
<p>Hoje j&aacute; consigo ler com tranquilidade at&eacute; livros acad&ecirc;micos em ingl&ecirc;s, mas n&atilde;o consigo falar nem entender com flu&ecirc;ncia. Meu pai me deu uma boa dica: assistir DVDs com legendas em ingl&ecirc;s. Gostaria de ouvir podcasts tamb&eacute;m, mas at&eacute; agora n&atilde;o encontrei nenhum sobre os assuntos que me interesso. Se algu&eacute;m souber de um, me avise!</p>
<p>Est&aacute; mais incentivado a aprender ingl&ecirc;s? N&atilde;o deixe para amanh&atilde;, comece hoje. A ci&ecirc;ncia diz que quanto mais velho ficamos, mais dif&iacute;cil pra aprender uma nova l&iacute;ngua. </p>
<p>Mas te dou um conselho: aprenda fazendo. &Eacute; importante saber regras gramaticais? Sim, important&iacute;ssimo. Mas, n&atilde;o tente decorar. Leia como se fosse uma curiosidade. Quando voc&ecirc; estiver diante de uma situa&ccedil;&atilde;o real, esse conhecimento ser&aacute; recuperado. Procure as situa&ccedil;&otilde;es reais. N&atilde;o vicie no dicion&aacute;rio. Confie em voc&ecirc; mesmo. Voc&ecirc; j&aacute; tem o sistema operacional da linguagem, s&oacute; falta instalar e configurar o programa &quot;ingl&ecirc;s&quot;. Esse <a href="http://www.sk.com.br/quizzes/q-apren.htm">teste</a> ajuda a desfazer alguns  conceitos err&ocirc;neos. </p>
<p><img src="http://solucoes.webaula.com.br/images/noticias/thumb07.jpg" align="left">Navegando pelo Submarino encontrei dois cursos em CD-Rom (<a href="http://www.submarino.com.br/software_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=10&ProdId=285540&ST=SE&franq=137623">intermedi&aacute;rio</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/software_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=10&ProdId=285540&ST=SE&franq=137623">avan&ccedil;ado</a>) que parece interessante. Al&eacute;m das li&ccedil;&otilde;es e exerc&iacute;cios, o Tell me More tem um sistema de reconhecimento de voz e an&aacute;lise de pron&uacute;ncia. Diz at&eacute; que ele fala com o aluno. Sei l&aacute; se isso funciona, mas confesso que fiquei curioso. M&ecirc;s que vem eu compro. </p>
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<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-06-20T00:53:04-03:00</dc:date>

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<title>Mercado de Games brasileiro</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/mercado_de_games_brasileiro.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/flash_mx_2004_game_design_desmystified.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Flash MX 2004 Game Design Desmystified' /></a>

<p>Estive em um dos três dias de palestras da <a href="http://www.cdgrio.com.br/">Conferência de Desenvolvedores de Games</a> que aconteceu no Rio de Janeiro. Tive meu primeiro contato real com o mercado de games, que apresenta os primeiros sinais de viabilidade no Brasil. </p>

<p>Ao contrário do que pensaria o senso-comum, o mercado de games surge como uma indústria séria, composta por sonhadores que resolveram colocar os pés-no-chão e desenvolver games como profissão. </p>

<p>Um projeto típico de games leva anos para ser concluído e envolve o trabalho de diversos profissionais. Depois que fica pronto o game, é preciso vendê-lo e isso não é nada fácil. Se antes de começar não for feita cuidadosa análise de mercado, todo o trabalho vai pro lixo. Não é brincadeira de final-de-semana.</p>

<p>Na platéia, os adolescentes eram minoria. A maior parte dos presentes eram estudantes de cursos de ciência da computação que desejavam se especializar na área. A idade variava entre 16 e 40 anos, mais ou menos. </p>

<p>O evento foi uma excelente oportunidade para aqueles que apenas sonhavam em trabalhar perceberem como a realidade é dura nessa área. Enquanto que nos Estados Unidos, a indústria movimenta quase tanto dinheiro quanto Hollywood, no Brasil, o mercado é pífio, principalmente por causa da pirataria desenfreada.</p>

<p>No total, cerca de 40 empresas atuam na área por aqui e só raramente abrem novas vagas. Para entrar numa delas, é preciso já ter alguma experiência, um bom portifólio, demos e etc. Mesmo assim, a procura é muito grande por essas vagas. Apesar do glamour ser muito maior, não posso deixar de fazer o paralelo com nosso mercado Web:</p>

<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/audio/mercado_games_web.mp3">Mercado Web e Mercado de Games</a> [MP3] 4 minutos</p>

<p class="adsenseinterno"><strong>Dica</strong>: Você pode escutar e gravar podcasts longe do PC comprando um <a href="http://www.submarino.com.br/electronic_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=13&CatId=28966&ProdId=296233&ST=BV28966&OperId=0&CellType=2&franq=137623">Mp3-Player portátil</a> de R$250.
</p>

<p>O evento sofre do mesmo mal que aflige o Encontro de Webdesign: a auto-promoção em detrimento do conteúdo pedagógico. Apesar de oferecer tutoriais como alternativa, algumas palestras foram ocupadas para mostrar &#8220;que legal&#8221; são os trabalhos dos profissionais em destaque e não para explicar como foram feitos. </p>

<p>Marcelo Tatagiba, professor da PUC-Rio, chegou a ironizar a prática dizendo que sua palestra não seria como aqueles making-offs da TV a cabo em que os diretores e técnicos em efeitos especiais dizem que &#8220;foi incrível fazer esse filme&#8221;, mas não explicam patavina de como foi feito. </p>

<p>Tatagiba mostrou passo-a-passo como é a criação de um personagem de games, desde sua concepção até a modelagem em 3D.</p>

<p>Abaixo segue minhas anotações feitas no Palm durante as palestras que assisti no dia 28/05.</p><p>Como fazer games AAA<br />
Marcelo &#8211; Devworks</p>

<p>- celular jogos em 3d<br />
- brasil de igual pra fora agora</p>

<p>- self promo</p>

<p>- aaa mundo financeiro = risco baixo<br />
- recursos ilimitados<br />
- resultado do dinheiro<br />
necessario<br />
- grana<br />
- publico-alvo<br />
- grande desafio<br />
- aumenta auto-estima<br />
  - max payne<br />
- fazer muitos jogos<br />
  - quanto mais errar melhor<br />
- eguipe especializada<br />
- game designer experiente</p>

<p>engines indicadas<br />
- virtools $9.500 <br />
- gamebryo $65.000 ou menos<br />
- renderware $75.000 <br />
- engine barata nao tem suporte<br />
- desenvolver engine custa muito</p>

<p>como conseguir dinheiro<br />
- finep<br />
- bndes<br />
- bancos<br />
- capital de risco<br />
- angel<br />
- publisher - gamasutra<br />
- lei de incentivo a cultura no futuro</p>

<p>middleware<br />
- audio miles<br />
- video bink<br />
- ai implant<br />
- rede butterfly</p>

<p>artss<br />
- photoshop<br />
- after effects<br />
- 3d studio<br />
- maya</p>

<p>funcoss<br />
- gane design<br />
- storyboard - muito importante<br />
- estruturaccao modulos,<br />
- recorte de imagens<br />
- redacao de algoritnos<br />
- programacao<br />
- testes<br />
- correcao</p>

<p>crucial<br />
- publico alvo<br />
- requisitos de soft<br />
- performance<br />
- resolucao<br />
- tamanho de arquivo<br />
- acessibilidade<br />
- tela de carregamento</p>

<p>aspectos legais<br />
- inpi e uspto<br />
- registrar marcas personagens<br />
- copyright</p>

<p>o  fracasso e a mae do sucesso</p>

<p>- lucro pra jogo de celular - 40 - 70 porcento</p>

<p></p>

<p>wireless design<br />
Fabio Darci &#8211; Wiz Techonologies</p>

<p>- tempo curto projeto</p>

<p>evolucao do tijolao<br />
nao existia mercado<br />
wap abriu mercado mas era caro<br />
- demanda de bebidas ambev <br />
- mutacao de celular<br />
- ngage celular por acaso<br />
- celular vira pc<br />
- a demanda hoje e o conteudo de personalizacao</p>

<p>midias diferente solucoes diferentes<br />
- no celular tem que fazer jogos simples<br />
- o cara do celular nao e gamer<br />
- nao pode ter manual <br />
- menor envolvimento<br />
- games do passado</p>

<p>- equipe multidisciplinar<br />
- o momennto e o game simples</p>

<p>pixelart<br />
- riqueza de informacao<br />
- area muito reduzida<br />
- pequeno nao perde perfeicoss<br />
- tomate 2<br />
- tem que rabiscar no papel antes<br />
- a carta a mao exprime mais a personalidade da pessoa<br />
- o usuario tem que sentir a vida<br />
- estudo de cor pra ficar mais leve no peso<br />
- trabalhar com contraste <br />
- fazer estudo de cor</p>

<p>animando personagem<br />
- a animacao incentiva o jogo <br />
- contraste e crucial<br />
- a simplicidade compensa com animacao</p>

<p>aplicativos de conteudo<br />
- iconografia economiza espaco<br />
- tipografia contribui pro grafico<br />
- portabilidade</p>

<p>nao basta jogo inteligente, tem que ser bonito</p>

<p>wmail<br />
- fundo azul irrita</p>

<p>Futuro dos games<br />
???</p>

<p>- o que importa e o entretenimento<br />
- a maguina principal e a cafeteira<br />
- o brasileiro joga muito<br />
- revolucionario = sonhador = ser criticado = por em pratica</p>

<p>premissas basicas<br />
- tem que fazer pesquisas - viabilidade<br />
- estrelas sao insuportaveis</p>

<p>- bons profissionais mudam de endereco<br />
- conhecimento em varias areas<br />
- velocidade atualizacao</p>

<p>- mercado mais diversificado (projeto, licenca, publisher, audio)</p>

<p>- o filho joga o pai banca - mkt em cima dele<br />
jogo na internet <br />
 - elimina vendedor<br />
 - reduz pirataria</p>

<p>no brasil so vale a pena se for pela web - massivos<br />
- muita pirataria</p>

<p>jogos educacionais<br />
- crianca como atravessa a rua<br />
- o ser humano se lembra de 60 % do que interage<br />
- economia de recursos humanos<br />
- reducao do tempo de aprendizado</p>

<p>advertainment</p>

<p>medicina<br />
- o jogo pode ajudar o psicologo a acessar altista <br />
- reducao da dor - a gente nao presta atencao em outras coisas<br />
- simulacao de cirurgias<br />
- shoppings virtuais<br />
- arquitetura</p>

<p>jogos femininos<br />
- complexas demais<br />
- 32% dos jogadores</p>

<p>jogos dos coroas<br />
- desafios mentais</p>

<p>treinamentos de emergencia</p>

<p>simuladores na petrobras e na embraer</p>

<p></p>

<p>Programando em linguagem de musico<br />
André Poyart</p>

<p>- enfase na grafica<br />
- limar no audio<br />
- graficos tendendo ao hiperrealismo</p>

<p>- os pais so conseguem ouvir o game<br />
- som enche o saco do pai</p>

<p>- definir as limitacoes tecnologicas<br />
- formatos de entrega<br />
- banco de sons mid</p>

<p>- concepcao artistica<br />
- o musico precisa ver as imagens<br />
- intencao do audio<br />
- narrativas e dialogos<br />
- segurar a onda para a criacao<br />
- deixar o hobby de lado<br />
- serio mas nao sisudo<br />
- dificuldade de expressao da fala se supera com exemplo de sons<br />
- duracao da musica<br />
- transicoes entre trilhas</p>

<p>- splash - impacto rapido<br />
- abertura - impacto<br />
- cinematicas - <br />
- telas de menu - loop<br />
- ambiente de jogo - fundo que nao atrapalhe<br />
- fim de jogo - recompensa<br />
- creditos - loop</p>

<p>- o grande barato do jogo e a imersao<br />
- se o som quebra, ele sai da realidade<br />
- lista de efeitos sonoros nao precisam ser detalhadas<br />
- aleatoriedade e importante<br />
- o efeito sonoro tem que estar em concordancia com a musica - abrir buracos sonoros na frequencia<br />
- manipular um pouco o som do banco sonoro<br />
- foley criar som a partir de coisas reais<br />
- texto tem que ser bom pra ler - frases curtas, nao rebuscada<br />
- vozes e muito caro contratar atores <br />
- os espectros de som nao devem se sobrepor senao embola</p>

<p>importante<br />
- tamanho x qualidáde<br />
- equilibrio sonoro<br />
- consistencia<br />
- controle de qualidade<br />
- insercao na programacao<br />
- deixa de lado a preferencia musical<br />
- cuidado para nao se apegar com o placeholder</p>

<p></p>

<p>concepcao e modelagem de personagens<br />
- a melhor placa de video e o cerebro<br />
- pong 72<br />
- os jogos hoje nao tem apelo de personagens<br />
- pacman para publico feminino<br />
- primeiro personagem a ter nome<br />
- modo japones de criar personagens nao e sistematizados<br />
- diminiuicao das cabecas desde flash gordon - duke nukem, brok unreal<br />
- principios da animacao - preston blair<br />
- o personagem tem que ter carisma<br />
- formulas dos estereotipos de personagens</p>

<p>fazer personagem<br />
- pesquisa de campo<br />
   - fotos<br />
   - concorrencia<br />
- ferramentas de design <br />
   - desenho de conceito<br />
   - planta de modelo - model sheet<br />
- execucao da modelagem<br />
   - nao se cria nada, so executa</p>

<p>Desenvolvimento de jogos para o mercado internacional<br />
Chris Kashmidt ??</p>

<p>- 40% do mercado nos eua<br />
- brasil esta junto com korea<br />
- 50% das empresas sao independentes<br />
- mercado internacional da 10 a 20 vezes mais</p>

<p>o clube<br />
- varejo controla a industria 60%<br />
- apenas publishers grandes conseguem colocar nas prateleiras</p>

<p>riscos<br />
- falta de experiencia<br />
- idioma<br />
- diferencas culturais (nao e tao diferente)<br />
- dificuldades juridicas<br />
- publishess nao gostam de novas ideias. Tem que ter experiiencia<br />
- falta de licenca<br />
- investimenao pesado</p>

<p>a chance de conseguir com um publicador no primeiro projeto e de 1 em 200</p>

<p>aumentar chances<br />
- entender mercado<br />
- conhecer o genero (escolher area que da pra competir - morg, rpg<br />
 fps) escolher um nicho<br />
- montar a equipe certa (gerente, representante, cont, project lead, game designer, artistas, programadores)<br />
- experiencia (nome vale ouro)</p>

<p>os publicadores tem que dizer quantos copias vai vender, por isso e preciso ser parecido com jogos existentes</p>

<p>projeto<br />
- proposta chamativa de 4 a 8 paginas (cheio be imagens)<br />
- design do semi-completo<br />
- cronograma e orcamento<br />
- prototipo impressionte<br />
- mostrar pra pessoa certa</p>

<p>publishers nao querem ideas eles querem experiencia</p>

<p>erro<br />
- valorizacao tecnologia sobre arte<br />
- falta de empredimento<br />
- falta de hierarquia<br />
- falta de contatos</p>

<p>artistas<br />
- falta no mercado<br />
- criativo<br />
- 3 artistas para 1 programador</p>

<p>aviso<br />
- regra de 2x = sempre demora duas vezes mais</p>

<p>segredo do sucesso<br />
- boas ferramentas,cedo<br />
- metas razoaveis entre 4 a 8 semanas<br />
- boa comunicacao<br />
- unica visao explicada<br />
- documentacao</p>

<p>funcao do game designer<br />
- diretor do filme<br />
- criativo<br />
- entender todas partes<br />
- experiencia</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/mercado_de_games_brasileiro.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">376@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-05-29T19:10:18-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/audio/mercado_games_web.mp3" length="501972" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Conferência sobre Games no Rio</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/conferencia_sobre_games_no_rio.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/game_development_and_production.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Game Development and Production' /></a>

<p>Se soubesse teria avisado voc&ecirc;s antes. Do dia 27 a 29 de maio acontece a II <a href="http://www.cdgrio.com.br/">Confer&ecirc;ncia</a> de Desenvolvedores de Games no Rio de Janeiro. J&aacute; que que vou estar no Rio para o <a href="http://www.usabilidoido.com.br/congresso_e_encontro_no_rio.html">USIHC e o Ergodesign</a>, aproveito e pego o dia 28 desse congresso tamb&eacute;m. As palestras que mais me interessaram foram essas:</p>
<dl>
  <dt>Tecnologias para desenvolver jogos para celulares</dt>
  <dd>Introdu&ccedil;&atilde;o ao design de jogos, o estado atual dos jogos wireless, aspectos conceituais do design para esse tipo de dispositivos; passando por algumas &quot;regras&quot; e solu&ccedil;&otilde;es gerais para lidar com as restri&ccedil;&otilde;es dos dispositivos e da tecnologia. 
    Al&eacute;m disso, ser&aacute; feita uma pequena an&aacute;lise do futuro dos jogos para celular. </dd>
  <dt>Hist&oacute;ria dos Jogos Eletr&ocirc;nicos</dt>
  <dd>A Cosmologia dos Jogos Eletr&ocirc;nicos trata-se de uma introdu&ccedil;&atilde;o a Ludologia, o estudo dos jogos eletr&ocirc;nicos e seu papel cultural na sociedade contempor&acirc;nea. A apresenta&ccedil;&atilde;o expositiva &eacute; baseada nas defini&ccedil;&otilde;es conceituais do entretenimento eletr&ocirc;nico e avan&ccedil;a atrav&eacute;s da linha do tempo, apresentando a hist&oacute;ria dos jogos sob o vi&eacute;s do design, da tecnologia e da interatividade. </dd>
  <dt>Design de jogos para celulares</dt>
  <dd>Cria&ccedil;&atilde;o em midia diferente; Pixel art ; cria&ccedil;&atilde;o de personagens; anima&ccedil;&atilde;o de personagens ; Iconografia para aplicativos de conte&uacute;do ; Tipografia</dd>
</dl>
<p>Apesar de nunca ter tocado no assunto aqui, me interesso muito pela &aacute;rea. J&aacute; li alguns livros, mas sempre pensava que n&atilde;o adiantava investir nisso porque o mercado de games no Brasil era praticamente inexistente. Era. A <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2439">pesquisa da Abragames</a> n&atilde;o &eacute; mentirosa: v&aacute;rios amigos j&aacute; comentaram sobre o assunto. Come&ccedil;am a surgir possibilidades reais de trabalhar produzindo games. </p>
Trabalhando ou n&atilde;o na &aacute;rea, games s&atilde;o grande fonte de inspira&ccedil;&atilde;o para designers de interfaces. Na verdade, games tem papel fundamental na experimenta&ccedil;&atilde;o em intera&ccedil;&atilde;o. Tive o privil&eacute;gio de ler em primeira m&atilde;o a monografia do meu amigo Lucas Haeser, fazendo a ponte entre as duas &aacute;reas. Segue o resumo:<blockquote>
  <h2> Hipergames: O Videogame entre a Hiperm&iacute;dia e o Entretenimento </h2>
  <p>Os videogames atuais levantam dezenas de novas quest&otilde;es para pesquisadores de &aacute;reas diversas. Estas quest&otilde;es variam desde a intera&ccedil;&atilde;o entre homem e m&aacute;quina, rela&ccedil;&otilde;es &agrave; dist&acirc;ncia em ambientes ficcionais, at&eacute; o tipo de conte&uacute;do que alguns t&iacute;tulos oferecem, e que tipo de influ&ecirc;ncia teriam no comportamento dos jogadores.</p>
  <p> Neste contexto, o papel dos videogames ultrapassa a barreira do entretenimento infantil e aproxima-se dos valores idealizados pela hiperm&iacute;dia. Esta pesquisa visa identificar semelhan&ccedil;as e diferen&ccedil;as entre os dois universos e apontar caminhos para o desenvolvimento de um meio de comunica&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tico, que denominamos hipergames.</p>
  <p>  HAESER, Lucas. Monografia (Comunica&ccedil;&atilde;o, Arte e Tecnologia), Faculdade de Belas Artes de S&atilde;o Paulo, 2005.  </p>
</blockquote>
<p>Haeser faz o estado-da-arte dos videogames e mostra como ele est&atilde;o ficando cada vez mais sofisticados, n&atilde;o s&oacute; do ponto de vista tecnol&oacute;gico, mas principalmente tem&aacute;tico. O chamado ciberdrama j&aacute; &eacute; realidade em games narrativos como Resident Evil (que virou filme), Grand Theft Auto e Metal Gear Solid. Haeser n&atilde;o tem medo de propor que assim como o cinema, alguns desses jogos podem ser encarados como obras de arte. </p>
<p>Assim como o hipertexto, e sua vers&atilde;o turbinada, a hiperm&iacute;dia, o videogame compartilha caracter&iacute;sticas em todos seus conceitos chaves: interface, interatividade, n&atilde;o-linearidade e co-autoria. Porque n&atilde;o consider&aacute;-lo tamb&eacute;m como uma forma de hiperm&iacute;dia? Evitando complica&ccedil;&otilde;es maiores, Haeser cria o termo hipergames (hiper = que vai al&eacute;m) para designar games que exploram tais caracter&iacute;sticas. </p>
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]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">373@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-05-23T23:53:11-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Quem contém o excesso de informação?</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/quem_contem_o_excesso_de_informacao.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/information_architecture_blueprints_for_the_web.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Information Architecture: Blueprints for the Web' /></a>

<p>Comentando o <a href="http://www.carreirasolo.org/archives/000256.html">artigo de Mauro Amaral</a> sobre o tal vício de informação:</p>

<p>J&aacute; ouvi dizer que o profissional feito para resolver esse problema &eacute; o Rela&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, porque ele det&eacute;m o maquiav&eacute;lico poder da Comunica&ccedil;&atilde;o Integrada em suas m&atilde;os.</p>
<p>Se um RP fala isso em voz alta e um jornalista ouve, certamente pensa: &quot;RP &eacute; tudo um bando de puxa-saco, precisamos de pessoas que esclare&ccedil;am os fatos&quot;. </p>
<p>O administrador de marketing dir&aacute; que o problema &eacute; a falta de comunica&ccedil;&atilde;o interna e a solu&ccedil;&atilde;o &eacute; uma campanha de endo-marketing para estimular a comunica&ccedil;&atilde;o (!).</p>
<p>Falou em campanha, o publicit&aacute;rio acorda e sai bradando frases malucas. &quot;A solu&ccedil;&atilde;o &eacute; o nonsense! S&oacute; com o humor podemos administrar o excesso de informa&ccedil;&atilde;o.&quot;</p>
<p>Ao escutar tais palavras, um biblioteconomista resolve ficar diante de um computador conectado &agrave; Internet durante 72 horas sem parar, s&oacute; atualizando seus conceitos. Durante esses 3 dias, ele sofre uma metamorfose e se transforma no incr&iacute;vel Gestor da Informa&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Al&eacute;m das n&aacute;degas quadradas, seu c&eacute;rebro inchou tanto que n&atilde;o cabe mais dentro da cabe&ccedil;a. &quot;A solu&ccedil;&atilde;o &eacute; guardar o conhecimento dentro de um bem planejado sistema de informa&ccedil;&atilde;o&quot;, avisa o rec&eacute;m-promovido a Gestor da Informa&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Antes mesmo de ligar pra ele, o Analista de Sistemas j&aacute; chegou e est&aacute; com o projeto pronto de um sistema mirabolante de armazenamento de informa&ccedil;&atilde;o. &quot;E como o usu&aacute;rio vai recuperar toda essa informa&ccedil;&atilde;o?&quot;, pergunta o Gestor. &quot;Acho que um website seria uma boa n&eacute;?&quot;</p>
<p>&quot;Que tipo de website?&quot;, pergunta um outro ex-biblioteconomista que passou n&atilde;o 72, mas 128 horas na frente do computador. &quot;Precisamos definir bem a estrutura disso a&iacute;, sen&atilde;o o pr&eacute;dio desmorona,&quot; preconiza o auto-intitulado Arquiteto da Informa&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>&quot;De que adianta um pr&eacute;dio sem uma boa fachada?&quot;, desafia o Designer Gr&aacute;fico. &quot;Voc&ecirc;s podem ter muita informa&ccedil;&atilde;o, mas se ela n&atilde;o for bem apresentada ao usu&aacute;rio, de nada vai adiantar.&quot;</p>
<p>Antes mesmo de chegar o pessoal da Psicologia, Antropologia e Lingu&iacute;stica, o refeit&oacute;rio da empresa j&aacute; est&aacute; lotado de profissionais querendo cada um puxar o bife pro seu lado. </p>
<p>A solu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; um profissional-chave. Para lidar com as demandas de informa&ccedil;&atilde;o dentro e fora de uma organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; preciso, antes de tudo, mudar seu modo de produ&ccedil;&atilde;o. Ao inv&eacute;s de dar vaz&atilde;o apenas a produtos e servi&ccedil;os, a empresa deve produzir tamb&eacute;m conhecimento. Para isso, ela precisa estabelecer um <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2264">fluxo cont&iacute;nuo</a> de entrada de informa&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise, discuss&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos. A empresa que quiser guardar pra si todo conhecimento gerado nos seus dom&iacute;nios ficar&aacute; para tr&aacute;s. A melhor forma de adquirir conhecimento &eacute; pela troca. </p>
<p>Dentro desse fluxo, a&iacute; sim, cada um dos profissionais citados ter&aacute; um enfoque diferente e poder&aacute; lidar de maneira mais ou menos eficiente em determinados aspectos. O segredo &eacute; ter a informa&ccedil;&atilde;o correta, ou melhor, conhecimento.</p>
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]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">365@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-05-13T13:43:38-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Website é mais que fachada</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/website_e_mais_que_fachada.html</link>
<description><![CDATA[

<p>10 anos de Internet e ainda há empresas ainda não entenderam que precisam investir em presenças de qualidade na Web. Preferem investir centenas de milhares de reais em outros meios e deixar apenas algunas tostões para a Web. </p>
<p>Empresários míopes consideram que a Web não é um bom negócio nesse ramo, porque ninguém compra móveis pela Internet. Concordo, porém ninguém compra móveis pela fachada da loja também, no entanto, esses mesmos empresários investem muito mais só nas fachadas. </p>
<p>Se tivesse falando com um desses empresários, imagino a conversa: </p>
<blockquote>
  <p>- Ah, mas vendo a fachada, o cliente está a meio-passo de comprar. A fachada serve para atrair clientes.<br>
    - E o website, não teria a mesma função?<br>
    - Sim, mas é muito pouca gente que procura móveis na Internet. Nosso website recebe menos de 50 visitas todo dia.<br>
    - É porque seu website não está otimizado para buscadores. <a href="http://www.terespondo.com.br">Segundo a Terespondo.com</a>, só no mês de março, 9246 pessoas fizeram buscas incluindo a palavra chave "móveis". Você pode atrair toda essa gente se quiser.<br>
    - Ah é? E como faço isso?<br> 
    - Jogue fora seu site em Flash e faça outro com bastante conteúdo. <br>
    - Mas aí o site vai ficar sem graça...<br>
    - Compense em serviços. Ofereça algo de útil para seus clientes, como por exemplo um simulador de ambientes, um guia de decoração ou um customizador de móveis.<br>
    - Nossa! Nunca tinha pensado nisso... Quando podemos começar?<br>
  - Agora mesmo e...</p>
</blockquote>
<p>Deculpem, me empolguei... Óbvio que na realidade conversas como esses não são tão fáceis assim, heheheh. </p>
<h2>Florense</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/florence_fachada.jpg" alt="Fachada da loja Florense" width="350" height="257"> </p>
<p>Possui 90 lojas espalhadas pelo Brasil, todas com fachadas invejáveis como essa, mas apenas <a href="http://www.florense.com.br/">um website</a>. Não é difícil acreditar que o que foi gasto nesse website equivale a menos de 10% do custo de  uma dessas fachadas.</p>
<p>Imagine que antes de entrar na loja, você fosse obrigado a passar por um gigantesco corredor com paredes lotadas de fotos de ambientes que em nada se parecem com sua casa. Absurdo? Mas é assim no website. </p>
<p>Agora digamos que não houvessem atendentes disponíveis na loja (como no website) e você precisasse ir até a sessão de armários residenciais. A loja é enorme e não permite que você veja os móveis à distância. A única referência que você tem disponível são as placas no teto da loja, mas elas estão tão pequenas que é preciso um binóculo para lê-las. Absurdo? É assim no website, vide submenu. </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/florence_website1.gif" alt="Fonte pequena de mais para a leitura confortável e ainda borrada" width="350" height="52"> </p>
<h2>Bontempo</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/bontempo_fachada1.jpg" alt="Fachada da loja Bontempo" width="350" height="280"></p>
<p>Há alguma dúvida por onde você entraria na loja? Para mim, parace claro que a porta é o vidro do meio, inclusive pelas dicas da logomarca ao lado, o tapete e o caminho no jardim. No <a href="http://www.bontempo.com.br">website</a>, não há dicas:</p>
<p><a href="http://www.bontempo.com.br"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/bontempo_website1.jpg" alt="Captura de tela da home do Site da Bontempo" width="350" height="189" border="0"></a> </p>
<p>Depois de tocada uma breve intro, fica aquela sensação de "e agora, o que faço, onde clico?" Para iniciar o uso do website, é preciso encontrar o botão "menu", bem pequeno no canto inferior esquerdo. </p>
<p>Imagine que você entra numa loja dessas querendo saber quais sãos as cores disponíveis para os projetos Bontempo e uma vendedora lhe responde prontamente: "Pois não, temos as cores Miniboreal, Soft Square, Argentado, Noce e muitas outras. Qual você escolhe?" Asssim mesmo, sem mostrar nenhum exemplo da cor aplicada a uma superfície. Absurdo? É assim no website, vide seção FAQ:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/bontempo_website2.gif" alt="FAQ da Bontempo que nao mostra exemplos de cores" width="348" height="249"></p>
<h2>Todeschini</h2>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/todeschini_fachada.jpg" alt="Fachada da loja Todeschini" width="350" height="249"></p>
<p>Uma loja de móveis só é aberta quando sua obra está completamente terminada, afinal de contas é exatamente disso que ela trata: mobilhar é a última etapa da construção. </p>
<p>Imagine que  por fora a loja parece completa, mas ao adentrar em determinadas salas, você esbarra em baldes de cimento, ferramentas, tijolos. Absurdo? Algumas seções do <a href="http://www.moveistodeschini.com.br/">website</a> estão com conteúdo imcompleto, mas você só descobre isso depois que clica no botão e não acontece nada. Veja onde leva um link anunciado na primeira página (guia de profissionais):</p>
<p><a href="http://www.moveistodeschini.com.br/sistema/modelos_profissional_ficha.php?id_profissional=22"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/todeschini_website1.gif" alt="Pagina incompleta no site da Todeschini" width="350" height="248" border="0"></a></p>
<h2>Dellano</h2>
<p><em><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dellano_fachada.jpg" alt="Fachada Dellano" width="350" height="214"></em></p>
<p>Imagine que ao entrar na loja, você está num corredor fechado com apenas um telão no fundo mostrando imagens do último lançamento da Dellano e há 8 portas, 4 de cada lado. Cada porta tem apenas um desses símbolos pendurados:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dellano_website1.gif" alt="Ícones de navegação do website da Dellano" width="338" height="48"></p>
<p>Parece cena de vídeo-game ou então de filme de terror, não é mesmo? Absurdo, mas no website é assim. </p>
<p>Quando vi os ícones na navegação principal, não contive meu impulso de passar o mouse por cima para saber o que significavam. Passei o mouse em cima do primeiro e vi o rótulo "Cozinha". Gosto de ícones, mas esses realmente estão difíceis de pegar sem rótulos. Duvido que quem não trabalha fazendo ícones vai gostar de navegar desse jeito. </p>
<p>Agora tente você adivinhar os demais, como eu fiz. </p>
<p>Segue o resultado dos meus chutes (da esquerda pra direita, à partir do segundo):</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dellano_website1.gif" alt="Ícones de navegação do website da Dellano" width="338" height="48"></p>
<table width="350" border="0" cellspacing="3">
  <tr>
    <th scope="col">Chute</th>
    <th scope="col">Fato</th>
  </tr>
  <tr>
    <td>quarto</td>
    <td bgcolor="#33CC00">dormitórios</td>
  </tr>
  <tr>
    <td>escritório</td>
    <td bgcolor="#FF3333">banheiros</td>
  </tr>
  <tr>
    <td>sala-de-estar</td>
    <td bgcolor="#FFCC00">home-theater</td>
  </tr>
  <tr>
    <td>sala-de-jantar</td>
    <td bgcolor="#FF3333">home-office </td>
  </tr>
  <tr>
    <td>armários montados </td>
    <td bgcolor="#00CC00">sistemas dell-ano </td>
  </tr>
  <tr>
    <td>prateleiras</td>
    <td bgcolor="#FF3333">puxadores</td>
  </tr>
  <tr>
    <td>não sei </td>
    <td bgcolor="#FF3333">Sig Bergamin </td>
  </tr>
</table>
<p>Tudo bem que posso saber o significado dos ícones passando o mouse por cima, mas sendo assim qual a vantagem de usá-los? Melhor usar somente os rótulos, então!</p>
<p>Apesar do problema com os ícones, até agora é o website da categoria que investiu melhor na Web. Ele tem realmente bastante conteúdo: animações interessantes, boas fotos e redação publicitária como essa: </p>
<blockquote>
  <p>"A cozinha é um lugar especial, com aromas e sabores diferentes. Aproxima as pessoas e proporciona momentos de prazer."</p>
</blockquote>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Webdesigners, temos que fazer melhor do que nos é pedido. Temos que superar as expectativas do usuário e, consequentemente, do cliente. Se o cliente não sabe como ter uma boa presença na Web (em geral eles não sabem), temos que ensinar isso pra eles. Dê exemplos. Na falta deles, mostre esse post. </p>
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</description>
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<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-04-25T14:06:42-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Adobe abocanha Macromedia</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/adobe_abocanha_macromedia.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/flash_mx_2004_game_design_desmystified.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Flash MX 2004 Game Design Desmystified' /></a>

<p>Num negócio de mais de 3 bilhões, os donos do Photoshop adquiriram os donos do Flash. Prepare-se webdesigner, mudanças drásticas na sua rotina de produção estão pela frente. A Adobe possui uma cultura corporativa diferente da Macromedia e inclusive possui produtos concorrentes. Alguns produtos irão sair de mercado ou fundir com outros e o relacionamento com a comunidade de desenvolvedores mudará, para melhor ou para pior.</p>
<p>A aquicisão só se dará no segundo semestre de 2005 e depende de confirmações dos acionistas. A marca da Macromedia <a href="http://www.adobe.com/aboutadobe/invrelations/pdfs/AdobeMacromediaFAQ.pdf">não permanecerá</a>. Pode ir se acostumando com o nome Adobe Flash.</p>
<p>Com relação aos produtos, seguem as especulações: </p>
<ul>
  <li>O Dreamweaver, carro chefe da Macromedia, provavelmente será fundido com seu principal concorrente,  o Adobe GoLive</li>
  <li> Freehand será abolido em favor do melhor succedido Adobe Ilustrator</li>
  <li> Flash Paper não ameaçará o PDF</li>
  <li>Flash Player fundirá com o Acrobat Reader</li>
  <li>Há chances de Flash se tornar mais próximo ao padrão SVG, já que a Adobe possui um player de SVG há tempos </li>
</ul>
<p>Andava meio frustrado com relação ao novo player que a Macromedia está pra lançar, cheio de <a href="http://www.moock.org/blog/archives/000146.html">novos recursos gráficos</a>. Achava que eles eram espertos o suficiente para perceber que precisavam atender a padrões, como o SVG, mas parece que vão dar ênfase mesmo em efeitos especiais. Sobre isso <a href="http://www.flash-brasil.com.br/?q=adobemacromedia">José Carlos Caribé</a> comenta:</p>
<blockquote>A enfase da Macromedia para incluir mais recursos graficos no novo Flash começa a fazer sentido, será que a Adobe já estava trabalhando em conjunto com a Macromedia ?</blockquote>
<p>Como sou um cara esperançoso, acredito que a Adobe vai mudar radicalmente o Flash Player para torná-lo mais estruturado, mais parecido com a proposta SVG. Isso seria uma vantagem bem vinda também para o Acrobat Reader, cuja função importante é veicular textos na Web. Agora que os dois estarão juntos, não será tão difícil disso ocorrer. </p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=317"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=317" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

<p>Produtos vem, produtos vão. Quem acreditava que o Flash iria durar para sempre, pode ir mudando de idéia. Ao contrário de projetos open-source, projetos proprietários não estão preocupados com relacionamentos emocionais, a não ser que seja para se aproveitar disso para fins de marketing. Conheço muita gente que não tem vergonha de dizer que "ama Flash". Você ainda amaria sua namorada se ela mudasse de nome e fizesse uma operação plástica drástica? </p>
<p>Digo e repito novamente: profissional, não se especialize em tecnologias, <a href="http://www.usabilidoido.com.br/especializese.html">especialize-se no seu uso</a>. Se interesse mais por seus efeitos na sociedade, na economia, nos indivíduos e não nos seus detalhes técnicos. Saiba mais do que o "como fazer", saiba o "porquê fazer". </p>
<p>Nos últimos anos, enquanto me aprofundava em Usabilidade, colegas se aprofundaram em Dreamweaver, Actionscript, Tableless e etc. O mundo pode sofrer um colapso tecnológico que meus conhecimentos de usabilidade ainda serão úteis, mas o dos meus amigos não tem tanta estabilidade. Há quem goste da dinâmica de estar sempre sendo confrontado com o desafio de dominar novas tecnologias (eu gosto disso), mas é sempre bom ter um pé bem fincado no chão. </p>
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<guid isPermaLink="false">317@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-04-18T16:04:45-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Materializar o virtual dá credibilidade</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/materializar_o_virtual_da_credibilidade.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/hermes_o_deus_da_cybercoisa.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Hermes, o deus da cybercoisa' /></a>

<p>Ainda hoje, um dos grandes dilemas das lojas virtuais é inspirar confiança para o comprador de primeira viagem. Graças à cobertura sensacionalista que a mídia fez sobre hackers há alguns anos atrás, o senso-comum dúvida da segurança do envio do número do cartão de crédito pela Internet. Mesmo com os esforços de <a href="http://www.verisign.com/">auditores terceirizados</a>, o estigma ainda está presente.</p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=295"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=295" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

<p>Colocar o <a href="http://blogdeusabilidade.blogspot.com/2005/02/bandeiras-de-carto-de-crdito-na-home.html">selo da operadora</a> de cartão de crédito numa loja virtual pode ajudar, mas não resolve. Melhor do que isso é materializar o virtual, através de medidas que são melhores explicadas nesse post em áudio:</p>
<p><a href="http://www.archive.org/download/materializando_virtual/materializando_virtual.mp3">Materialize o virtual e ganhe credibilidade</a> [MP3] 9'51"</p>

<p class="adsenseinterno"><strong>Dica</strong>: Você pode escutar e gravar podcasts longe do PC comprando um <a href="http://www.submarino.com.br/electronic_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=13&CatId=28966&ProdId=296233&ST=BV28966&OperId=0&CellType=2&franq=137623">Mp3-Player portátil</a> de R$250.
</p>

<p>Resumindo:</p>
<ul>
  <li>telefone e endereço em local proeminente</li>
  <li>publicar nomes de pessoas</li>
  <li>usar fotos reais e não banco de imagem </li>
  <li>dar um bom feedback para toda interferência do usuário </li>
  <li>enviar emails de confirmação </li>
  <li>enviar catálogos impressos gratuitamente</li>
</ul><p>O Projeto de <a href="http://credibility.stanford.edu/">Webcredibility</a> da Universidade de Stanford realizou <a href="http://www.consumerwebwatch.org/dynamic/web-credibility-reports-evaluate-abstract.cfm">alguns estudos</a> sobre como os usuários avaliam a credibilidade de websites e chegaram à conclusão de que a imagem que o website imprime tem mais peso até que sua política de privacidade na hora de inspirar confiança:</p>
<blockquote>
  <p>Por exemplo, quase metade de todos os consumidores (46,1 %) do estudo julgaram a credibilidade dos sites baseado em parte pela aparência geral do design gráfico, incluindo o layout, tipografia, tamanho da fonte e esquema de cores. </p>
  <p>Nossos resultados com os consumidores sobre a a proeminência do design do site e aparência geral não foi o que esperávamos encontrar. Os participantes pareciam fazer decisões sobre a credibilidade das pessoas e a organização por trás do site baseadas no visual. Nós esperávamos ver pessoas usando critérios mais rigorosos quando acessam sites. O resultado indica que o Consumer Web Watch, juntamente com os bibliotecários e profissionais de informação, tem que aumentar os esforços para educar os consumidores a fazerem deciões mais ponderadas, particularmente quando isso pode afetar seu bolso ou sua saúde.</p>
</blockquote>
<p>Não é só na Web que as pessoas julgam a credibilidade baseadas na imagem. Julgar um livro pela capa é impulso natural ao homem desde tempos imemoriais. Foi somente no século passado que o capitalismo descobriu que poderia aproveitar essa fraqueza do ser humano para encher a bola de produtos e instituições. </p>
<p>Existe  hoje uma tendência do consumidor se tornar mais crítico e criterioso, porém ela cresce junto com a tendência dos publicitários a se tornarem mais hábeis em criar imagens. Melhor do que disputar com o consumidor é dar o que ele quer: a verdade. Se a empresa tem credibilidade, melhor comunicar isso de forma honesta e pontual do que enganá-lo com imagens fictícias. </p>
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]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">295@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2005-04-11T16:46:31-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.archive.org/download/materializando_virtual/materializando_virtual.mp3" length="1776016" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Padrões são inevitáveis, até no design</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/padroes_sao_inevitaveis_ate_no_design.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_de_interacao_alem_da_interacao_homemcomputador.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Design de Interação: Além da Interação Homem-Computador' /></a>

<p>Não adianta torcer o nariz, a tendência hoje é padronizar. O mercado exige e não é só na Web, vide o exemplo da valorização das certificações de qualidade ISO (International Organization for <strong>Standardization</strong>). Nos últimos 10 anos, médias e grandes empresas foram forçadas a se adaptar para atender as normas de qualidade que as certificações exigem. Indústria que não tem nem ISO 9001, perde muitos negócios porque ninguém confia nela. </p>
<p> Hoje em dia, a primeira coisa que faço quando acesso o website de uma agência Web é verificar se o site dela adere aos <strong>webstandards</strong> ou pelo menos possui um job em destaque que é complacente aos padrões. Assim já fico sabendo se ela está antenada às mudanças do mercado ou não. Empresa que se preste a trabalhar com tecnologia de ponta não pode comer mosca, fica pra trás rapidinho. </p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=290"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=290" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

<p>Porém existe um tipo de padrão que está se estabelecendo na Web de forma não oficial e é preciso observá-lo. Trata-se dos padrões de usabilidade, ou melhor, Padrões de Interação, porque possuem escopo mais amplo do que somente usabilidade. </p>
<p>Quer um exemplo rápido? </p>
<form method="get" action="http://www.usabilidoido.com.br/cgi-bin/mt/mt-search.cgi" >
  <input type="text" name="search" />
  <input type="submit" value="Buscar" />
</form>
<p>Precisa explicar do que se trata e como se interage? Somente se o usuário estiver nos seus primeiros dias de Internet ele não reconhecerá a ferramenta de busca. O usuário reconhece a forma e relaciona com sua experiência prévia com outros websites que usam um esquema parecido. </p>
<p>Mesmo o Cadê usando o padrão <a href="http://web.archive.org/web/19961225005433/http://cade.com.br/">desde 1996</a> (*nostalgia*), o IG preferiu <a href="http://web.archive.org/web/20000408202824/http://ig.com.br/">explicar</a> a busca com o seguinte texto "Diga o que você quer que o iG procura". Lembrem-se de que nessa época, uma grande quantidade de novos usuários entraram na Internet, graças a provedores como esse. Eles precisavam de ajuda, mas nem tanto. Na sua <a href="http://www.ig.com.br/v7/br/">sétima versão</a>, o IG desvia um pouco do padrão, mas perceberam que não há necessidade de maiores explicações. </p>

<img alt="Facetas no Webinsider em 7/04/2005" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/facetas_webinsider.gif" width="132" height="332" align="left" />

<p>Esse é um padrão simples, mas existem outros bem mais complexos e menos estabelecidos. A navegação facetada, por exemplo, ainda nem foi descoberta pelas principais lojas virtuais do Brasil. O <a href="http://webinsider.uol.com.br/">Webinsider</a> oferece duas facetas para encontrar artigos (por editoria e por tema) e duas para colunas (por autor e pelo nome da coluna), porém cada faceta está representada diferente.</p>
<p>Lá fora, os arquitetos da informação já perceberam que o recurso pode ser muito útil para permitir que o usuário encontre determinada informação por caminhos diversos. Segundo Heidi Adkisson, 69% dos <a href="http://www.webdesignpractices.com/navigation/facets.html">sites que pesquisou</a> usavam uma forma de navegação facetada. Epicurious, o maior site de receitas do mundo, permite que o usuário <a href="http://www.epicurious.com/recipes/find/browse/">navegue</a> pelo ingrediente principal, pelo método de preparação, pela ocasião, pelo tipo de prato e etc. </p>
<p>Existem também padrões que, de tão batidos, já estão sendo evitados, como por exemplo o esquema básico de navegação <a href="http://www.usabilidoido.com.br/empresa_servicos_contato.html">Empresa - Serviços - Contato</a>. Mesmo variando o nome e conteúdo das seções de um website corporativo, dificilmente desviará do padrão para esse <a href="http://www.welie.com/patterns/showPattern.php?patternID=corporate">tipo específico de site</a>. Basicamente, ele vai dizer o que a empresa faz, como faz, para quem faz, com quem faz e como comprar sua produção.</p>
<p>Dificilmente um empresário vai permitir que seu site institucional fuja a esse padrão. Esse padrão ele consegue reconhecer na concorrência, mas poderia passar despercebido uma quebra de padrão de hiperlink (sem sublinhado ou outro destaque). Na medida em que se tornem mais experientes no assunto, é natural que comecem a esperar e cobrar trabalhos padronizados de seus webdesigners. </p>
<p>O velho Nielsen já falava sobre a <a href="http://www.useit.com/alertbox/20040913.html">necessidade de padronização </a>há tempos. Isso facilita a vida do usuário porque ele pode aproveitar o conhecimento adquirido em outros websites para interagir com website ainda não visitado. Ele vai se sentir mais no controle da experiência, porque: </p>
<ul>
  <li> sabe que funcionalidades esperar</li>
  <li>sabe a aparência que a funcionalidades terá</li>
  <li> sabe onde encontrar tal funcionalidade</li>
  <li>sabe como operar a interface </li>
  <li>não perde tempo tentando entender elementos desconhecidos </li>
  <li>não tem surpresas quando algo não reage como esperado</li>
</ul>
<p>Ok, você se rende. Vai aderir aos webstandards, padrões de interação, normas ISO e o escambau, em todos os sites que fizer. Por favor, não! Se nos contentarmos somente em atender aos padrões, a Web não evoluirá mais. Podemos fazer melhor do que o padrão estabelecido, podemos criar novos padrões, podemos ser felizes e usar nossa criatividade. </p>
<p>A primeira coisa a fazer é reconhecer os padrões que estão por aí. Preste mais atenção ao navegar. Compare websites. Anote e publique num blog o que você encontrar. Martjin van Welie tem a melhor <a href="http://www.welie.com/patterns/">coleção de padrões</a> de interação na Web disponíveis gratuitamente, mas somente em inglês. Acho essencial que surja esse tipo de material em português, inclusive com adaptações para o mercado brasileiro, que é um pouco diferente.</p>
<p>Quem quiser aprofundamento no assunto, estarei ministrando um <a href="http://www.usabilidoido.com.br/padroes_de_interacao_na_web.html">curso online</a> de 4 horas só sobre Padrões de Interação ainda esse mês. Vejo vocês lá ;-) </p>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/padroes_sao_inevitaveis_ate_no_design.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">290@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Usabilidade</dc:subject>
<dc:date>2005-04-07T22:57:19-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>No limite entre inspiração e cópia</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/no_limite_entre_inspiracao_e_copia.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/informatica_e_afetividade.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Informática e Afetividade' /></a>

<p>Existem duas formas de se proteger contra o plágio. Uma é registrando 
  a expressão de uma idéia através dos <b>direitos autorais 
  </b>e a outra é registrando a prática da idéia através 
  de uma <b>patente</b>. Acho que O-r-k-u-t não tem nenhum dos dois (escrevo 
  assim para não chover gente pedindo convite), mas encontrei hoje uma 
  meia-cópia dele: o <a href="http://www.gazzag.com.br">Gazzag</a>, feito 
  por brasileiros.</p>
<p>Tá certo que os bugs frequentes e a lentidão do O-r-k-u-t são 
  frustrantes, tanto que desisti de acessá-lo a não ser as comunidades 
  de Usabilidade e AI. Também o descaso em não traduzirem para o 
  português mesmo os brasileiros representando 63% dos usuários é 
  frustrante. Porém, isso não justifica fazer uma cópia do 
  serviço sem esses e outros defeitos. </p>
<p>Existem duas formas de se proteger contra o plágio. Uma é registrando 
  a expressão de uma idéia através dos <b>direitos autorais 
  </b>e a outra é registrando a prática da idéia através 
  de uma <b>patente</b>. Acho que O-r-k-u-t não tem nenhum dos dois (escrevo 
  assim para não chover gente pedindo convite), mas encontrei hoje uma 
  meia-cópia dele: o <a href="http://www.gazzag.com.br">Gazzag</a>, feito 
  por brasileiros.</p>
<p>Tá certo que os bugs frequentes e a lentidão do O-r-k-u-t são 
  frustrantes, tanto que desisti de acessá-lo a não ser as comunidades 
  de Usabilidade e AI. Também o descaso em não traduzirem para o 
  português mesmo os brasileiros representando 63% dos usuários é 
  frustrante. Porém, isso não justifica fazer uma cópia do 
  serviço sem esses e outros defeitos. </p>
<p>O nome não é parecido, mas também é uma palavra 
  curta e nonsense. A idéia de rede social também não é 
  nova. Se fosse só isso, tudo bem, mas vejam essa sequência de screenshots:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/comunidade_freelancers_thumb.gif" width="350" height="211" alt="O-r-k-u-t: Comunidade Freelancers Web"></p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/comunidade_odeio_thumb.gif" width="350" height="207" alt="Gazzag: Comunidade Eu Odeio o Orkut"></p>
<p>Mesmas idéias, mesmas funcionalidades, mesma disposição 
  das informações, mesmos rótulos. Só muda no design 
  gráfico, que é bem mais limpo, por sinal. E não é 
  só essa tela. Quase tudo é assim, focinho do O-r-k-u-t. </p>
<p>Imagino que o serviço tenha nascido da vontade de fazer algo no estilo 
  mas melhor do que o O-r-k-u-t, porém, não precisava ser tão 
  "no estilo". Aliás, nem foi o tal engenheiro do Google que 
  criou a idéia. Antes dele, já existia o <a href="http://www.friendster.com">Friendster</a> 
  com bastante destaque nos Estados Unidos. Ao invés de copiar o que já 
  existia, o pessoal do Google fez melhor, muito melhor, por isso fizeram sucesso. 
  Criaram novas funcionalides e, principalmente, deram uma roupagem muito <a href="http://www.usabilidoido.com.br/orkut_e_exemplo_de_web_viciante.html">mais 
  atrativa e emocional</a> que a do Friendster (veja os screenshots dele <a href="http://www.friendster.com/info/532_friendster_showcase.htm">nesta 
  apresentação</a>). </p>
<p>Infelizmente, esse tom emocional não está presente no Gazzag, 
  que tem um ar um tanto quanto anti-séptico por causa do excesso de branco 
  e do cinza. Os ícones e botões coloridos salvam um pouco, mas 
  o que mais me faz falta é o bom-humor da interface do O-r-k-u-t. Veja 
  nas telas de edição do perfil:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/editar_perfil_orkut.png" width="264" height="246" alt="Editar perfil no O-r-h-u-t"></p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/editar_perfil.png" width="302" height="336" alt="Editar perfil no Gazzag"></p>
<p>"Descrição do corpo"? Não sei se é implicância 
  minhas, mas esse rótulo trata a pessoa como objeto? Melhor seria "Descreva 
  como você se parece" ou algo do gênero. Vamos com calma nessa 
  objetivação, minha gente, senão daqui a pouco teremos um 
  ícone de uma caminhonete onde se arrastam amigos pra comer feijão 
  na chácara do vô. Não é assim que funciona no mundo 
  real, não é assim que vai funcionar no mundo virtual.</p>
<p>Não posso dizer que não houve melhorias no Gazzag, mas ainda 
  são poucas. A que eu achei mais legal parou de funcionar há alguns 
  minutos (ou eu delirei):</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/exibir_perfil.png" width="336" height="344" alt="Exibir perfil do Gazzag"></p>
<p>Nessa tela o clique lá nas quase abas revelava o conteúdo abaixo 
  instantaneamente, porque era feito por Javascript. Não sei porque mudaram, 
  acho que talvez essa área (urg) cinza seja algum bug de css. Agora o 
  clique nas quase abas leva à uma seção mais abaixo na mesma 
  tela (âncora), solução muito pior porque leva à desorientação. 
</p>
<p>Outro ponto forte é o menu principal de navegação, reclamação 
  antiga do pessoal do O-r-k-u-t:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/menu_navegacao.gif" width="350" height="141" alt="Menu de navegação principal no Gazzag"></p>
<p>Posição atual bem marcada, informações melhores 
  distribuídas, rótulos precisos. Mesmo assim, não consegui 
  encontrar a lista de espera por aprovação, nem uma busca de amigos 
  por nome. Saber se meus amigos já estão lá é crucial 
  para decidir se uso o serviço ou não. </p>
<p>Sei que o plágio não foi de má intenção. 
  O usuário gosta quando encontra algo familiar, que já sabe usar, 
  mas se tudo for tão igual, ficamos na mesmice, não há evolução. 
  O outro post de hoje fala <a href="http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_inovacao.html">um 
  pouco sobre isso</a>.</p>
<p>Vale a menção de que, assim como O-r-k-u-t, o site é gratuito 
  e não tem propaganda (ainda). Por isso, não podemos reclamar demais. 
  Se alguém quiser convite pra essa nova rede, pode me mandar um email 
  que eu adiciono os 20 primeiros que chegarem. Depois ignorarei completamente 
  os pedidos. Ah, se vocês esperam que vão ficar livres dos "bad 
  donuts" do O-r-k-u-t, estão enganados. Apesar da velocidade ser 
  muito maior (tableless, é claro), ainda há vários bugs 
  a serem consertados, mas pelo <a href="http://oavodoantonio.blogspot.com/2004/12/quantos-graus-me-separam-de-voc.html">entusiasmo do Antonio</a> devem desparecer logo.</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/bug.gif" width="306" height="102" alt="Mensagem de erro desconhecido no Gazzag"></p>
<p>O mais gozado de tudo isso é que o Gazzag não clama propriedade 
  sobre as informações lá contidas, mas o O-r-k-u-t sim. 
  Aliás, não entendi essa. Será que o Google quer ganhar 
  em cima da descoberta da pedra filosofal quando alguém o fizer dentro 
  do O-r-k-u-t? Ponto pros gazzagueiros.</p>


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</description>
<guid isPermaLink="false">257@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2004-12-28T02:01:45-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Acessibilidade e inovação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_inovacao.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/flash_mx_2004_game_design_desmystified.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Flash MX 2004 Game Design Desmystified' /></a>

<p>Hoje tive uma conversa bem interessante com o leitor Leandro Ferreira, o famoso Durang do <a href="http://www.flashmasters.com.br/forum/">fórum FlashMasters</a>, que me contava sobre uma tentativa de tentar tornar o conteúdo em Flash mais acessível. Como <a href="http://www.usabilidoido.com.br/websites_em_flash_x_em_html.html">sabemos</a>, tudo que se coloca dentro de um SWF dificilmente será acessado por um buscador ou um usuário com necessidades especiais (leitores de tela, aumento de fonte, navegação só pelo teclado, etc). Isso pode não parecer importante, mas um dia você se sensibilizará com a causa, seja pelo coração, seja pelo bolso.</p>
<p>Resumindo, eu disse a ele que não adianta tentar tornar o Flash mais acessível. Enquanto a Macromedia não fizer isso pra valer com um código no SWF mais estruturado e complacente a padrões como o SVG, não adianta o esforço extra. Se a acessibilidade é importante para o conteúdo, então melhor não usar Flash. </p>
<p>Porém, o rapaz usou <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php?id=1938">meu próprio argumento</a> para defender o uso do Flash: "precisamos inovar nas interfaces". O objetivo dele é encontrar uma solução que envolve detecção em Flash e XML com XLST para gerar XHTML. Complicado né? Por isso eu disse que não valia o esforço, mas se ele conseguir será um bem valioso para toda a comunidade de desenvolvedores de Flash. Acompanhe um trecho da conversa:</p><p><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
bem, pelo que tenho visto, é difícil um site todo em Flash apresentar alguma vantagem para usuário<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
isso por falta de uma solucao diferente de estrutura e metaforas que funcione pro usuario final<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
eu penso<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
eu pensava assim tb<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
mas mudei de idéia depois de ler alguns livro sobre design de softwares<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
metáforas são muito perigosas<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
nao é algo facil.. esquema do windows funciona e todos acham facil<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
porque o designer fica apaixonado por elas<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
e acaba levando ao pé da letra<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
trazendo todas as dificuldades do objeto real<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
mas novidade é importantee imagino que seja possivel mudar sem tornar tudo mais dificil<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
simconcordo plenamente<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
e o Flash é o máximo nisso<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
entaogrande lastima nao se aproveitar dele<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
grande lástima o flash ser menos flexiveldo ponto de vista da acessibilidade<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
por isso acho que a Macromedia vai adotar uma forma semelhante de SVG<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
exatamente uma solucao de acessibilidade que eu to procurando<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
mas não é em qualquer trabalho que se pode experimentar inovações<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
aliásas oportunidades são muito restritas<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
em geralo usuário espera o padrão<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
orasmas experimentar é preciso..<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
nao to fazendo nenhum site comercial<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
depois de comprovado que funciona queas coisas saem da experimentacao<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
pense nos seus usuárioseles ficarão chateados se tiverem que reaprender alguns conceitos para poder navegar pelo seu site?<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
no caso do Usabilidoido eu achava que sim<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
mas depois de receber frequentemente reclamaçõespretendo adotar um modelo mais padrão<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
nao acho essa uma açao muito boa.. como encontrar boas solucoes se nao tentar?</p>

<p>nao to criando nenhum site pessoalou comercialou o que seja<br />
o objetivo de tudo seria exatamente testar um metodo pra deixar o conteudo do flash acessivel<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
porque não falou antes? vai fundoheheheh<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
mas te dou um conselho<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
não esquente muito com isso<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
porque talvez o Flash nunca seja acessível<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
pelo menos é o que acredita o Collin Moock<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
ele diz que o foco do Flash é no visualpor isso não adianta<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
bemnao custa tentar<br />
</span></p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_inovacao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">256@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2004-12-28T01:16:25-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>A tendência tableless</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/a_tendencia_tableless.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/gestalt_do_objeto_sistema_de_leitura_visual_da_forma.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Gestalt do Objeto: Sistema de Leitura Visual da Forma' /></a>

<p>Estava quase indo dormir, quando o <a href="http://www.pvision.com.br">digom</a> me abordou para uma conversa no MSN. Puxa, como valeu à pena ficar mais um pouco acordado. Passamos por várias tenções: usabilidade X acessibilidade, persuasão X informação, quadrado X redondo e etc. O mais incrível é que tudo tinha a ver, na medida em que a conversa se desenrolava. Esse é só a ponta do iceberg que nos aguarda quando novos dispositivos tiverem acesso à Web. Leiam e fiquem de olho:</p><p><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quanto a questões de compatibilidade com outros sistemas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu já não sou mto a favor<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pq acredito que uma versão feita pra web, pra ser vista em micros<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é diferente de uma pra PDAs e Celulares<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o que defendo é unificação da informação<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: claro que se vc tem que apresentar o mesmo conteúdo em 3 "plataformas" diferentes<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: claro que a informação tem que vir da mesma fonte<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não necessariamente sobre o mesmo "encapsulamento"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: não se trata de criar 3 versões do site<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e sim front-ends que tragam a informação da mesma fonte comum<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o problema todo acoontece quando as pessaos confundem acessibilidade com usabilidade<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: tem que te as duas coisas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quer ver um exemplo que fere esse princípio "estragado" que tá sendo formado na cabeça de muitos profissionais daqui?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: manda<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é uma situação que encontrei naquele próprio site que estava te mostrando<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: várias funcionalidades do site na web, não tem pé nem cabeça para constarem numa versão pda por exemplo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: muito menos num celular...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ex...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: você parar pra baixar os whitepappers da marca no seu celular..<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ou seja, é óbvio que existe um tratamento diferente<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: os canais são diferenciados...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: 1 menu para uma versão para celulares jamais vai ser igual a um menu web<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: a forma de caracterizar a informação<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o que fico puta da vida, é que nego defendo o tableless como se fosse a solução pra fugir da santa inquisição<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo, a usabilidade óptiima requer uma dedicação exclusiva ao suporte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: Acessível... compatível... <br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e funcionalidade?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: aí que está o X da questão<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, se você pode prover acessibildiade a um site sem fazer maiores esforços, porque não o fazê-lo?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: tableless é a maior moleza<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e ajuda muito a acessibilidade<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: concordo com você<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu vim do html na unha<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas eu acho o seguinte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o único problema que eu vejo, é a contra-mão da essência do design<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: futuramente, teremos que projetar uma mesma página para ser aberta em diferentes dispositivos<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim...<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: só que junto com a página<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não dispositivos totalmente adversativos<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: vai as especificações de como exibir em cada dispositivo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: no CSS tem um lance chamado mediatypes<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e existe o XLST que faz o mesmo pro HTML<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é possível ter sites completamente diferentes nas plataformas diferentes<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas já existe pleno suporte por parte dos browsers?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas com o mesm conteúdo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: existe sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: nesse caso eu concordo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: só que mesmo assim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, o problema é o seguinte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: existem recursos pertinentes a cada meio...<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: wireless ainda é muito caro<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: não é simplesmente a forma de apresentar<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pq se você for ver, o retrabalho que isso vai gerar, vai ser quase equivalente que criar versões autônomas, apenas com a mesma fonte de dados<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: apropriadas aos seus meios<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: não, não é mais fácil<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a chave pra tudo é a separação<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: só que 1 mecanismo de detecção eficiente<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: entre conteúdo, apresentação e comportamento<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e não precisa de detecção<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o browser faz isso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim, nesse caso não<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: se a coisa caminha para um processo evolutivo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: como o xhtml transicional<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: aí julgo válido<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pq cá entre nós cara<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: desenvolvendo em tableless muitos recursos visuais são perdidos<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: não se perde nada, isso é um mito<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: quer ver?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: posso lançar um desafio então?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: você passar um site pra tableless, sem perder nenhuma caractística...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: já vi vários sites "quadradões" convertidos pra tableless<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: dá uma olhada nesse site de banda de rock<br />
w.adrenalyn.net/news/<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: até aí sim.. válido...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: totalmente válido<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: vejamos<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: putz<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quadrado cara..<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eheh<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tem cara de site tableless<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: você quer redondo?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: então peraí<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas vou falar uma coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o cara foi inteligente<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: nas adaptações<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: isso eu admito<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: http://www.blogger.com/start<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ehehhe<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: já vi esse tbm cara :)<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo numa coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: por falar nisso, é um dos que julgo os melhores<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que site tableless tem cara de site tableles<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: isso é fato<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas isso não é por causa da limitação<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: do código<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas sim por causa de uma tendência do design<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: então é uma tendência retrógrada?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a tendência por si só sempre é vanguardista<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, ela é diferente doq ue estamos fazendo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: por isso, podemos julgar antiquada<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: uma tendência no design, está intimamente ligada ao suporte<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: isso significa que toda a filosofia do tableless está influenciando esse pessoal<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: agora, temos que fazer sites clean<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim cara<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que sejam estruturados<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que tenham títulos, caixas delimitadas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: só que depende do foco<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: claro, mas tendência está acim disso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: imagina eu querer desnevolver um hotsite<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: você pega a tendência e aplica no seu projeto, ou não<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pra persuadir um determinado público<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: existem coisas que de cara<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu sei que se eu jogar "quadrado" pro usuário<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: para essas coisas existe Flash<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: vou ter resultados de péssimos pra catastróficos<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: http://www.nicotinol.com.br/<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: entra nesse<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: imagina tudo isso em box quadrados<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: um indicativo visual de "proibido fumar"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quadrado....<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é bem uma analogia<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: talvez o cara entende...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não da mesma forma<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: hahahaha, mas é possível converter para webstandards mole esse siter<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: esse sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: você só não vê isso pelo seguinte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: usei um mal exemplo :)<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: nesse eu concordo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e percebo isso<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a filosofia do tableless preconiza rapidez no download<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: quanto mais economico você for, melhor<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não exatamente da mesma forma<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: ninja<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: esse site,não tem jeito, teria que ter aquela imagem de fundo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu sei<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é pesado isso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu já peguei o espírito da coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: já li bastante sobre<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pra falar a verdade<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: estou desenvolvendo um projeto<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tableless<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: onde a economia de banda vai ser indispensável<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: foi esse o determinante<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tá mais ou menos na linha do blogger<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: eu tb peguei um projeto assim, heheheh<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mais ou menos um "finjo que sou redondo, mas no fundo sou quadradão"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eheh<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ainda mais que é um projeto pessoal, e vai arder no meu bolso<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: olha só mais um nessa linha: http://www.lousco.com/index.htm<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a vantagem desse é que ele consegue ser emocional, coisa rar em site tableless<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: um que gosto, embora seja quadrado, mas gosto, é do cara que comenta o usabilidoido<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o vitor<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: vitor?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: Isso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: troquei as bolas !<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: IVO!<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eheh<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: ah sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: esse dos labradores está bacana<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas vai de contra a natureza orgânica do produto<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é o site dele é massa mesmo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: labradores quadrados :)<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: outro dia estava pensando sobre isso<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: quadrado X redondo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: http://www.mesquita.com/<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e cheguei à conclusão de que não podemos negar, nossa sociedade é quadrada<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: os carros, as casas, os prédios, as ruas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: tudo produto do racionalismo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que é quadrado<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas tendemos às linhas orgânicas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o famoso "arredondado"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: não redondo... arredondado<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: sim, quando queremos voltar àquele eu natural<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: acredito que o arredondamento<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é uma tendência de redução do impacto racional das formas<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: com certeza<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o redondo é irracional<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é uma linha que não tem começo nem fim!<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é o infinito dentro dele<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: porém, não podemos nos esquecer do seguinte<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: estamos dentro de um ambiente extremamente racional<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o computador<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: está mudando lentamente, mas não adianta<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: daí que vem a magia da coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: a grande sacada<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que massa o site dos câes que você passou<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: por ele ser um ambiente tipicamente racional, a busca do orgânico é evidente e crescente<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu também adorei cara<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e na boa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tudo no peso certo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: redondo onde tem que ser, quadrado onde tem que ser<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: flash na medida certa<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo, é uma tenção constante<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: precisamos do redondo, tanto quanto do quadrado<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, estou convicto de que no momento, predomina no computador a busca pelo quadrado<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu estou acompanhando a tendência<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: estudando<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pra caso tenha que mudar drasticamente por exigência do meio<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu não seja atropelado<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: temos que ter a capacidade de fazer as duas coisas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim</span></p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_tendencia_tableless.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">199@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado</dc:subject>
<dc:date>2004-11-13T00:29:43-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Profissionais que me influenciam</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/profissionais_que_me_influenciam.html</link>
<description><![CDATA[

<p>Todos tem seus arquétipos, seja na vida pessoal, religiosa ou profissional. 
  Precisamos de referências para saber por onde seguir. Às vezes 
  conhecemos em carne-e-osso essas pessoas, outras vezes só ouvimos falar 
  de seus feitos. Podemos gostar dessa ou daquela característica dessa 
  pessoa. Podemos discordar delas em alguns pontos ou mesmo acreditar em tudo 
  que dizem. Quando se tratam de arquétipos profissionais, é inevitável 
  ter a pessoa como nosso "benchmark" pessoal. É aquele negócio 
  do "um dia quero ser tão bom quanto ele"... </p>
<p>E quando sentimos que conseguimos alcançar essa meta, dá uma 
  sensação muito gostosa. Ficamos com aquela sensação 
  de que estamos indo pelo caminho certo, porque afinal de contas, essa caminhada 
  não acaba nunca. Mal superamos um mestre e já nos submetemos a 
  outro. Porém, não descartamos nosso referencial superado. Pelo 
  contrário, agradecemos de coração pelos ensinamentos, nem 
  que seja só pelo exemplo dado.</p>
<p>Sem medo de parecer puxa-saco, listo os profissionais que mais me influenciam 
  e por que:</p><dl> 
  <dt>Irapuan Martinez</dt>
  <dd>Ele é incansável. Está diariamente nas listas de email 
    combatendo tudo aquilo que vai contra "os princípios básicos 
    da Web", sem medo de queimar o filme com grandes agências. Suas 
    palavras são contundentes e muito bem fundamentadas. Seus emails são 
    bem formatados e, por ora, longos. Como dizem no o-r-k-u-t, é praticamente 
    onisciente, lê muito. Fui convertido aos webstandards graças 
    a eles. Em contrapartida, fico decepcionado quando ele diz coisas como: "Que 
    importa a forma? O que interessa é o conteúdo" ou "A 
    Web não é um veículo visual". Ele pende demais para 
    o lado racional, analítico e não aceita visões mais subjetivas 
    de design. É tão teimoso que se recusa a comentar neste blog, 
    só por causa do "sábias palavras" lá dos comentários, 
    apesar de adorar tirar um sarrinho dos defensores da "não-simplicidade 
    funcional". <a href="http://www.usabilidoido.com.br/fred/textos/entrevista_irapuan.htm">Entrevistei 
    ele pro FlashMasters</a> há algum tempo falando sobre os pontos-fracos 
    do Flash. Com certeza é o homem-<a href="http://www.lab404.com/chicago/10a.html">HTMinimalism</a>.
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=923481"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=923481" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

	</dd>
  <dt>Marcos Albuquerque e Marcos Saura</dt>
  <dd>Os magos da <a href="http://www.lifemotion.com.br">Lifemotion</a>. Nos meus 
    tempos de newbie no Flash sonhava em um dia descobrir como fazer aqueles impressionantes 
    efeitos especiais com tão poucos Kbytes. Com o tempo, fui analisando 
    seus trabalhos e descobri que esse papo de <a href="http://www.usabilidoido.com.br/use_a_emocao_para_persuadir.html">criar 
    emoções não era só piração</a>, 
    mas realmente adicionava valor aos websites. <a href="http://www.flashmasters.com.br/?site=artigos&as=mostra&id=10">Entrevistei 
    o Saura</a> e descobri que ele também era uma pessoa normal. Fiquei 
    contente. Ídolos não existem. Os últimos trabalhos deles 
    são tão diferentes do que se espera de um website, que pode 
    até ser que criem um novo gênero, caso as soluções 
    tragam benefícios reais aos seus clientes. Com esse objetivo, o Albuquerque 
    está cada vez mais preocupado com navegabilidade e de vez em quando 
    me pede a opinião sobre os novos trabalhos. Diria que fazem parte do 
    estilo <a href="http://www.lab404.com/chicago/04a.html">Drafting Table Transformer</a>.
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=937132"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=937132" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>
	
	</dd>
  <dt>Michel Lent Schwartzmann</dt>
  <dd>Apesar de ser sócio de uma das <a href="http://www.10minutos.com.br">mais 
    conhecidas agências de Internet do Brasil</a>, ainda continua sendo 
    tão humilde quanto nos tempos de ativismo político na Promit. 
    Mantém as <a href="http://www.10minutos.com.br/listas/">listas de email 
    mais importantes</a> da comunidade de produção para a Web do 
    Brasil e de vez em quando até participa das discussões. Trabalha 
    na área desde 1994, quando terminou o mestrado nos EUA. Pensamentos 
    de visionário e jeito de amigão, vide participação 
    no o-r-k-u-t. Me concedeu uma <a href="http://www.flashmasters.com.br/?site=artigos&as=mostra&id=29">grande 
    entrevista</a> sem cerimônias, nem adiamentos. O que mais me admira 
    nele é seu esforço para encontrar o caminho do meio e apartar 
    as brigas das listas. 
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=923529"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=923529" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

	</dd>
  <dt>Celina Uemura</dt>
  <dd>Consegue conciliar conhecimento técnico, percepção 
    estética e ainda ergonomia numa mesma cabeça. Coisa rara isso. 
    Conseguiu agradar clientes de alto escalão e trabalhou em empresas 
    respeitáveis. Há pouco tempo abriu sua própria produtora, 
    a <a href="http://cezinha.com.br/ipedigital/">Ipê Digital</a>. Lê 
    muito e está sempre atualizada com as novas tendências, apesar 
    de <a href="http://www.usabilidoido.com.br/fred/textos/entrevista_cezinha.htm">na 
    entrevista</a> ter negado seguí-las. Pelo seu site pessoal, enquadraria-a 
    no estilo <a href="http://www.lab404.com/chicago/05a.html">1950&acute;s Hello 
    Kit School</a>.
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9234955"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9234955" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

  </dd>
  <dt>Jonas Galvez</dt>
  <dd>Qualquer um que escreve um bom livro técnico com 15 anos merece louros, 
    mas ele não é qualquer um. Nerds desse tipo são quase 
    como robôs, não se interessam pelo lado humano da vida (!). Além 
    de altíssimo conhecimento técnico em Actionscript e outras linguagens 
    de programação, lê e discute sobre filosofia, sociologia 
    e psicologia mesmo tendo abandonado a escola (ou quem sabe foi por causa disso). 
    Antigamente sua prepotência me incomodava, mas depois que ele <a href="http://jonasgalvez.com/br/blog/2004-08/a-vaidade-online">assumiu 
    isso publicamente</a>, posso suportá-la melhor ;)
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9124955"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9124955" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

	</dd>
  <dt>Jakob Nielsen</dt>
  <dd>Um crítico mordaz. Suas palavras são duras e racionais. Mete 
    o dedo na ferida e é irônico, mas fala boas verdades. Se não 
    fosse por ele, não estaria estudando usabilidade. Seu livro <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=168450&ST=SE&franq=137623">Homepage: 
    Usabilidade</a> foi um marco na minha carreira. "Ei, quero fazer isso 
    que ele faz também, tenho jeito pra coisa". Sim, também 
    gosto de criticar, mas tenho uma postura mais holística e construtiva. 
    Enquanto que ele costuma deixar o ego dos designers lá no chão 
    ou provocar uma chuva de tomates, prefiro um caminho mais tranquilo. <a href="http://www.usabilidoido.com.br/subvertendo_jakob_nielsen.html">Discutimos 
    aqui no blog</a> outro dia sobre o seu site pessoal.
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
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	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9456944"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9456944" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>
	
	</dd>
  <dt>Luke Wroblemski</dt>
  <dd>Escreveu um <a href="http://www.lukew.com/resources/site_seeing.html">livro 
    bem deglutível</a> sobre usabilidade e publica um <a href="http://www.lukew.com/ff/index.asp">blog 
    recheado</a> de reflexões sobre design de interfaces. Ao contrário 
    da maioria do pessoal que escreve e ensina sobre design, ele tem um <a href="http://www.lukew.com/">website 
    pessoal</a> muito bonito e funcional. Além de dar aulas, está 
    trabalhando como designer no Ebay.com, mas sempre ligado no que acontece na 
    comunidade de designers. 
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9456944"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9234966" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>
	
	</dd>
  <dt>Jeffrey Zeldman</dt>
  <dd>Antigamente não gostava muito de seu estilo de design, mas admirava 
    muito o que escrevia e mantinha na revista <a href="http://www.alistapart.com">Alistapart</a>. 
    Parece que de um ano para cá, ele passou a valorizar mais layouts um 
    pouco menos minimalistas, vide o site de <a href="http://www.happycog.com/">sua 
    empresa</a>. Seu <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=216872&ST=SE&franq=137623">livro 
    sobre webstandards</a> muito gostoso de ler e preciso. Me influencia mais 
    justamente na importância de uma Web semântica e estruturada. 
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9234953"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=9234953" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>

  </dd>
  <dt>Edward Tufte</dt>
  <dd>Seus livros conseguem elevar o minimalismo ao estatuto de princípio 
    básico no design de informação. O minimalismo dele chega 
    a ser extremamente belo, pela inteligência e perspicácia. Ainda 
    não li seu livro sobre design de interfaces, mas li dois sobre gráficos 
    e mapas. O mais legal é que é ele próprio quem banca 
    a edição de seus livros, que acabam sempre virando best-sellers 
    na área. Me marcou uma frase sua: "Quem acha que um gráfico 
    é chato é porque escolheu os números errados". Ele 
    insiste que não é preciso recorrer a enfeites para atrair a 
    atenção para informações interessantes. É 
    mais importante ser claro e preciso. Seu <a href="http://www.edwardtufte.com/">site 
    pessoal</a> abriga uma comunidade de <a href="http://www.edwardtufte.com/bboard/">discussões</a> 
    e de vez em quando ele coloca os <a href="http://www.edwardtufte.com/bboard/q-and-a-fetch-msg?msg_id=0001TV&topic_id=1&topic=Ask%20E.T.">rascunhos</a> 
    de seus novos livros. 
	<br />
	<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
	 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=98893431"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=98893431" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT>
	
	</dd>
</dl>
<p>Com certeza, admiro muitos outros profissionais, mas não os conheço 
  o suficiente para escrever o porquê da admiração. Listei 
  aqui os que estão me influenciando no momento. No passado foram outros, 
  no futuro serão outros. Leitores também, apontem seus mentores.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/profissionais_que_me_influenciam.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">184@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Recursivas</dc:subject>
<dc:date>2004-09-01T10:30:52-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Usabilidade para vender mais</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/usabilidade_para_vender_mais.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.usabilidoido.com.br/como_criar_sites_persuasivos.html">
<img hspace="20" vspace="20" align="right" src="" alt='Como Criar Sites Persuasivos' /></a>

<p>Os portugueses Ivo Gomes e Juan Leal fizeram um <a href="http://www.ivogomes.com/cd/ecommerce.html">estudo de usabilidade</a> comparativo entre três lojas virtuais de lá: <a href="http://www.fnac.pt">Fnac</a>, <a href="http://www.worten.pt">Worten</a> e <a href="http://www.shoppingdirect.pt">Shopping Direct</a>. Acabei de ler o relatório e tenho como uma das melhores referências no assunto em português. Colocaram 30 usuários para fazer algumas tarefas nos sites como comprar e encontrar produtos e anotaram tudo o que eles fizeram. O relato das dificuldades encontradas é mais do que suficiente para convencer qualquer um que usabilidade em ecommerce é crucial para vender, mais até do que um design atrativo. Ao contrário do <a href="http://www.nngroup.com/">Nielsen Norman Group</a>, o Ivo Gomes disponibiliza o relatório gratuitamente mediante <a href="http://www.ivogomes.com/contacto">pedido por email</a>. Já avisei ele que os leitores do Usabilidoido irão contatá-lo. Façam bom proveito.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/usabilidade_para_vender_mais.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">164@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Usabilidade</dc:subject>
<dc:date>2004-08-13T17:50:07-03:00</dc:date>

</item>


</channel>
</rss>
