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<title>Usabilidoido : Infografia</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/</link>
<description>Lembra daqueles gráficos transados da revista SuperInteressante? Imagine interagir com eles. Infográficos Interativos são uma nova forma para contar histórias, dar instruções de uso de produtos ou fazer simulações.</description>
<dc:language>pt-br</dc:language>
<dc:creator>fred@usabilidoido.com.br</dc:creator>
<dc:date>2006-11-30T14:45:43-03:00</dc:date>
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<title>Mapeando modelos conceituais</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/mapeando_modelos_conceituais.html</link>
<description><![CDATA[
<p>No in&iacute;cio do projeto de um artefato interativo &eacute; dif&iacute;cil explicar e discutir com outras pessoas como vai se dar a intera&ccedil;&atilde;o, pois a intera&ccedil;&atilde;o acontece no espa&ccedil;o-tempo. As rela&ccedil;&otilde;es entre as formas do artefato (espa&ccedil;o) e as sequ&ecirc;ncias de transforma&ccedil;&otilde;es (tempo) podem estar claras na mente, mas na hora de apresentar ou assimilar uma id&eacute;ia, a tradu&ccedil;&atilde;o da id&eacute;ia se torna extremamente complexa. </p>
<p>Alguns designers preferem fazer rabiscos ou prot&oacute;tipos de como o artefato  vai se parecer e funcionar. Jonas L&ouml;wgren descreve como <a href="http://webzone.k3.mah.se/k3jolo/Sketching/index.htm">&quot;rabiscar&quot; design de intera&ccedil;&atilde;o</a> usando l&aacute;pis e papel, v&iacute;deo, anima&ccedil;&otilde;es e outros artefatos interativos. </p><p>No momento, estou preferindo pensar antes nas rela&ccedil;&otilde;es que o artefato vai mediar do que no pr&oacute;prio artefato. J&aacute; descrevi como utilizo <a href="http://www.usabilidoido.com.br/diagrama_para_representar_interacao_entre_papeis_de_usuarios_.html">diagramas para pensar e discutir o fluxo da intera&ccedil;&atilde;o social</a>, mas n&atilde;o falei do que vem antes disso: o <strong>modelo conceitual do artefato</strong>.</p>
<p>At&eacute; hoje, como designer freelancer nunca fui chamado a participar das pesquisas que antecedem a conceitualiza&ccedil;&atilde;o de um novo artefato. As pessoas me chamam para ajudar quando j&aacute; t&ecirc;m um <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_preconcebido_e_design_negociado.html">pr&eacute;-conceito</a> do artefato e querem que eu d&ecirc; uma forma us&aacute;vel para ele. A essa altura do campeonato, &eacute; muito dif&iacute;cil convenc&ecirc;-las de que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_valor_da_pesquisa.html">o contato com a realidade pode indicar outros conceitos</a> mais interessantes a serem explorados no artefato. O ideal, como ressalta Donald Norman, &eacute; <a href="http://www.jnd.org/dn.mss/why_doing_user_obser.html">fazer pesquisas antes de iniciar o projeto</a>, antes que se formem pr&eacute;-conceitos. </p>
<p>O modelo conceitual, entretanto, pode ajudar a mostrar que alguns dos pr&eacute;-conceitos, seja do designer ou do cliente, n&atilde;o s&atilde;o adequados &agrave; realidade. Nessa etapa ainda &eacute; poss&iacute;vel considerar alternativas, desde que haja um bom racioc&iacute;nio para sustentar sua validade. Em minha humilde experi&ecirc;ncia, visualiza&ccedil;&otilde;es do modelo conceitual do artefato s&atilde;o excelentes para <strong>negociar</strong> mudan&ccedil;as, <strong>definir</strong> melhor conceitos abstratos e consensualizar uma <strong>vis&atilde;o compartilhada</strong> do artefato entre os membros da equipe de projeto. </p>
<h2>Mapa mental </h2>
<p>Como exemplo, vou mostrar diagramas do modelo conceitual do <a href="http://del.icio.us">Delicious</a>, um gerenciador de bookmarks online. Nesse caso, estou elaborando o modelo a partir de uma artefato existente, o que pode ser interessante para discutir o seu aperfei&ccedil;oamento, mas essa utiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o corresponde &agrave; maioria dos meus casos, pois normalmente preciso elaborar visualiza&ccedil;&otilde;es &agrave; partir de id&eacute;ias escritas ou faladas, o que &eacute; muito mais dif&iacute;cil. </p>
<p>Uma ferramenta muito &uacute;til para ir documentando, selecionando e agrupando as id&eacute;ias durante reuni&otilde;es &eacute; o famoso <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_mental">mapa mental</a>. Numa reuni&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia via Skype, usei o <a href="http://www.mindjet.com/">MindManager</a> para anotar todos os conceitos principais que seriam apresentados ao usu&aacute;rio pelo artefato. Depois de formado, o mapa foi rediscutido e alterado at&eacute; chegar a um consenso. </p>
<p>S&oacute; para atestar a efici&ecirc;ncia da visualiza&ccedil;&atilde;o, veja primeiro como os mesmos dados apresentados em estrutura de t&oacute;picos n&atilde;o explicam t&atilde;o bem...</p>
<ul>
  <li>Arquivar<br>
    <ul>
      <li>Tagear<br>
        <ul>
          <li>Agrupar tags<br>
          </li>
        </ul>
      </li>
    </ul>
  </li>
  <li>Compartilhar<br>
    <ul>
      <li>Indicar para amigos<br>
      </li>
      <li>Linkar no blog<br>
          <ul><li>No post<br>
                  </li>
            <li>Na linkroll<br>
            </li>
          </ul>
      </li>
      <li>Fornecer RSS Feeds<br>
      </li>
      <li>Compartilhar tags<br>
      </li>
    </ul>
  </li>
  <li>Reencontrar
    <ul>
      <li>Buscar por palavra-chave</li>
      <li>Filtrar por tags
        <ul>
          <li>Ver tags relacionadas</li>
        </ul>
      </li>
    </ul>
  </li>
  <li>Descobrir
    <ul>
      <li>Nos populares</li>
      <li>Indicados por amigos<br>
      </li>
      <li>Assinados<br>
        <ul>
          <li>Tag X<br>
          </li>
          <li>Usu&aacute;rio Y<br>
          </li>
        </ul>
      </li>
      <li>Recomendados automaticamente pelas tags</li>
    </ul>
  </li>
</ul>
<p>...quanto o gr&aacute;fico completo: </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/delicious_mapa_mental.gif" alt="Mapa mental dos conceitos fundamentais do delicious" width="752" height="311">
<p>Vale ressaltar que esse mapa n&atilde;o teve a inten&ccedil;&atilde;o de levantar os componentes do artefato, como    parece ser o caso do <a href="http://rufspace.com/artigo/rufspace-redesign-1/">ruf space redesign</a>. O foco &eacute; nos conceitos cruciais para o usu&aacute;rio ter dom&iacute;nio total sobre o artefato.</p>
<p>Agora que imaginamos o artefato, &eacute; preciso imerg&iacute;-lo num contexto, mesmo que tamb&eacute;m imaginado, para verificar sua viabilidade. A <a href="http://www.usabilidoido.com.br/historinhas_em_testes_de_usabilidade.html">cria&ccedil;&atilde;o de cen&aacute;rios</a> &eacute; uma ferramenta curiosa, pois aproveita a pr&oacute;pria imagina&ccedil;&atilde;o que nos faz voar nas alturas para colocar de volta os p&eacute;s-no-ch&atilde;o. </p>
<h2>Contexto cultural </h2>
<p>Antes de pensar em cen&aacute;rios de uso, vamos ampliar este cen&aacute;rio para entender suas rela&ccedil;&atilde;o com as tend&ecirc;ncias macro da sociedade. Vamos descascar a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/tudo_depende_do_contexto.html">cebola dos contextos</a>, come&ccedil;ando pela camada mais abrangente: <strong>o contexto cultural</strong>. Tenha &agrave; m&atilde;o um len&ccedil;o de papel para enxugar as l&aacute;grimas e observe a obra &quot;Information Overload&quot; <a href="http://www.hypart.de/HypArt/texts/gallery.html">produzida colaborativamente</a> por nove artistas em diferentes partes do mundo: </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/hypart41_information_overload.jpg" alt="Information overload" width="640" height="660"> 
<p>Nunca tinha usado uma obra de arte como ferramenta de visualiza&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m nunca tive uma tarefa expl&iacute;cita de pensar t&atilde;o abrangentemente. Em geral, designers levam em considera&ccedil;&atilde;o aspectos culturais ao longo da caminhada, mas raramente param para dialogar sobre isso, talvez porque pare&ccedil;a dif&iacute;cil falar sobre cultura, um assunto t&atilde;o complexo. A arte facilita esse di&aacute;logo e talvez sirva como ferramenta pr&aacute;tica para isso. </p>

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<p>A imagem me provoca <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=1076559&ST=SE&franq=137623">ansiedade</a>, devido &agrave; grande quantidade de elementos d&iacute;spares e desafiadores. Os olhos presentes em v&aacute;rios locais parecem me fitar e o radar proeminente confirma que estou sendo seguido. Estes olhos tamb&eacute;m me lembram que eu tenho que acompanhar todos os fen&ocirc;menos que acontecem ao mesmo tempo em minha frente, sem piscar uma vez. Tenho que lembrar e entender os c&oacute;digos do registro do windows, que me seduz a us&aacute;-lo com uma interface convidativa. Como &uacute;ltimo recurso posso apelar para o rob&ocirc; com a placa de ajuda, mas ele n&atilde;o me parece muito inteligente...</p>
<p>Se voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu enxergar uma rela&ccedil;&atilde;o forte com a navega&ccedil;&atilde;o na Web &eacute; porque n&atilde;o est&aacute; familiarizado com tais valores culturais ou ent&atilde;o nunca refletiu sobre eles. </p>
<h2>Contexto social</h2>
<p>A pr&oacute;xima camada da cebola &eacute; o contexto social, que abrange das rela&ccedil;&otilde;es objetivas e subjetivas entre as pessoas. O Delicious se pretende a guardar os links que uma pessoa julga interessante e, se ela quiser, ajuda a compartilhar os links com outras pessoas interessadas. </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/delicious_modelo_sociall.gif" alt="Contexto social do delicious" width="394" height="258">
<p>Esse diagrama descreve em termos gerais a rela&ccedil;&atilde;o entre as pessoas, os objetos de interesse e o artefato de media&ccedil;&atilde;o (o sistema de favoritos). </p>
<p>Vamos agora dar um zoom no sistema e observar como o artefato faz essa media&ccedil;&atilde;o.</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/delicious_fluxo_atividade.gif" alt="Diagrama de fluxo da atividade" width="478" height="437"> 
<p>Talvez algu&eacute;m pense   que se trata de mais um <a href="http://www.macoratti.net/vb_dfd1.htm">diagrama de fluxo de dados</a> (DFD), mas perceba como o foco n&atilde;o &eacute; na descri&ccedil;&atilde;o de como o sistema ir&aacute; tratar os dados, mas sim como as pessoas v&atilde;o utilizar conceitos do sistema para fazer isso. Um exemplo mais completo &eacute; o <a href="http://www.visualcomplexity.com/vc/project_details.cfm?id=336&index=336&domain=">User Model do Flickr</a>, feito por Bryce Glass. </p>
<h2>Contexto simb&oacute;lico</h2>
<p>A &uacute;ltima camada da cebola que est&aacute; no escopo do design de intera&ccedil;&atilde;o &eacute; o contexto simb&oacute;lico. Vejamos agora, como os conceitos do sistema se relacionam, independentemente dos fluxos da atividade: </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/delicious_relacoes_conceituais.gif" width="391" height="522">
<p>O conceito de tags utilizado para uma <a href="http://www.usabilidoido.com.br/classificacao_ao_alcance_de_todos.html">classifica&ccedil;&atilde;o folcson&ocirc;mica</a> &eacute; central no modelo conceitual do sistema, pois determina como ser&aacute; a recupera&ccedil;&atilde;o, o compartilhamento e a populariza&ccedil;&atilde;o dos links.</p>
<h2>Discuss&atilde;o</h2>
<p>Mesmo que n&atilde;o se fa&ccedil;a visualiza&ccedil;&otilde;es do modelo conceitual do artefato, ele vai ser constru&iacute;do ao longo do projeto. Luciano Lobato descreve em pormenores porque &eacute; importante que o <a href="http://www.nahipermidia.com.br/blog/?p=46">modelo conceitual corresponda ao modelo mental do usu&aacute;rio</a>. </p>
<p>Gostaria de ver outros exemplos de representa&ccedil;&atilde;o de modelos conceituais de artefatos interativos. Algu&eacute;m fez ou viu algo diferente?</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/mapeando_modelos_conceituais.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">631@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<dc:date>2006-11-30T14:45:43-03:00</dc:date>
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</item>
 
<item>
<title>Diagrama para representar interação entre papéis de usuários </title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/diagrama_para_representar_interacao_entre_papeis_de_usuarios_.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Como j&aacute; <a href="http://www.usabilidoido.com.br/por_um_processo_de_design_dialetico.html">relatei anteriormente</a>, as metodologias de UCD se demonstraram insuficientes nos projetos Web 2.0 em que estou envolvido, bem como os diagramas de documenta&ccedil;&atilde;o mais comuns. O <a href="http://iainstitute.org/pt/translations/000332.html">Vocabul&aacute;rio Visual do Jesse James Garret</a> preconiza fluxogramas para demonstrar como se d&aacute; a intera&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio com o sistema, mas estes n&atilde;o servem para demonstrar a intera&ccedil;&atilde;o entre m&uacute;ltiplos usu&aacute;rios que se d&aacute; atrav&eacute;s do sistema. </p><p>Seguindo <a href="http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_design_de_interacao.html">a linha do Design de Intera&ccedil;&atilde;o</a>, que prioriza a intera&ccedil;&atilde;o entre pessoas sobre a intera&ccedil;&atilde;o com sistemas, tive que bolar um jeito de conceber e representar a intera&ccedil;&atilde;o entre as pessoas antes de pensar como a tecnologia iria mediar essa intera&ccedil;&atilde;o. Como minhas reuni&otilde;es com a equipe de projeto aconteciam &agrave; dist&acirc;ncia (via <a href="http://www.skype.com/intl/pt/">Skype</a>), diagramas eram essenciais para explicar minha vis&atilde;o do design. </p>
<p>Me lembrei de um diagrama que tinha  feito para um <a href="http://www.minhaturminha.com.br/">&aacute;lbum de fotos online</a> que descrevia os pap&eacute;is dos usu&aacute;rios e seus privil&eacute;gios. A id&eacute;ia inicial era que o visitante poderia se cadastrar para acompanhar e comentar outros &aacute;lbuns (turminhas) e, se quisesse, criar um &aacute;lbum pr&oacute;prio, transformando-se num &quot;administrador de turminha&quot;. </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/minha_turminha_papeis_usuarios.gif" alt="Pap&eacute;is de usu&aacute;rios no Minha Turminha" width="398" height="643">
<p>Este diagrama demonstra a rela&ccedil;&atilde;o entre os pap&eacute;is de usu&aacute;rios, mas n&atilde;o especifica como aconteceria a intera&ccedil;&atilde;o entre eles. Al&eacute;m disso, estes pap&eacute;is est&atilde;o definidos de acordo com a rela&ccedil;&atilde;o entre o usu&aacute;rio e o sistema (por ex: se &eacute; cadastrado ou n&atilde;o &eacute;). Do ponto de vista da intera&ccedil;&atilde;o social que o sistema est&aacute; mediando, estes pap&eacute;is n&atilde;o fazem sentido. A intera&ccedil;&atilde;o principal se d&aacute; entre os professores das turminhas, que postam fotos, e os pais dos alunos, que acessam e comentam. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, os pap&eacute;is da intera&ccedil;&atilde;o social s&atilde;o os &quot;professores&quot; e os &quot;pais&quot; e n&atilde;o &quot;administradores de turminhas&quot; e &quot;cadastrados&quot;. </p>
<p>Na &eacute;poca desse projeto, ainda n&atilde;o tinha percebido que ao projetar artefatos, estava tamb&eacute;m <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_de_interacao_social.html">projetando a intera&ccedil;&atilde;o social</a> que eles mediam, portanto, n&atilde;o dei aten&ccedil;&atilde;o suficiente &agrave; intera&ccedil;&atilde;o entre os pap&eacute;is. O assunto ficou restrito &agrave;s discuss&otilde;es em reuni&otilde;es com a equipe do projeto, sem necessitar de uma documenta&ccedil;&atilde;o, pois era mais importante especificar como o sistema iria funcionar. </p>
<p>Algumas <a href="http://mitpress.mit.edu/0262122715">leituras</a> e <a href="http://www.usabilidoido.com.br/sexo_a_interacao_original.html">reflex&otilde;es</a> depois, estava convicto de que nos novos projetos, eu deveria pensar na intera&ccedil;&atilde;o social antes de pensar no funcionamento do sistema. Num projeto de um compartilhador de informa&ccedil;&otilde;es que seguia alguns ideais Web 2.0, acabei desenvolvendo um diagrama parecido como o anterior, mas que ao inv&eacute;s de denotar privil&eacute;gios, denotaria as intera&ccedil;&otilde;es entre os pap&eacute;is numa escala de tempo. Cada diagrama descreveria um processo de sucessivas intera&ccedil;&otilde;es, ou seja, uma <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_dominio_do_design_de_interacao.html">atividade</a>. </p>
<p>O diagrama ficou parecido com este que descreve a intera&ccedil;&atilde;o social mediada pelo <a href="http://www.mercadolivre.com.br/jm/mercadopago">MercadoPago</a>, uma ferramenta de negocia&ccedil;&atilde;o financeira do site de leil&otilde;es <a href="http://www.mercadolivre.com.br/">Mercado Livre</a> que funciona muito bem:</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/diagrama_social_mercadopago1.gif" alt="Diagrama da Intera&ccedil;&atilde;o Social no MercadoPago" width="999" height="449">
<p>Este diagrama descreve detalhadamente o que o diagrama do pr&oacute;prio site do MercadoPago tenta resumir: </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/diagrama_mercadopago.gif" alt="Esquema do site do MercadoPago" width="567" height="130">
<p>O diagrama da intera&ccedil;&atilde;o social &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de entender que ele poderia mediante um trabalho mais cuidadoso no design gr&aacute;fico ser exibido para os usu&aacute;rios do MercadoPago. Ajudaria a responder certas perguntas que s&oacute; uma consulta &agrave; ajuda textual poderia responder. </p>
<p>Este diagrama auxiliou tanto na discuss&atilde;o da equipe que resolvemos fazer mais diagramas como esse, para documentar o que aconteceria no caso de algum usu&aacute;rio fazer algo inadequado. </p>
<p>Se um vendedor do Mercado Livre n&atilde;o enviasse o produto como prometido, aconteceria isto:</p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/mercado_pago_diagrama_falhou_envio.gif" alt="Se o vendedor n&atilde;o envia o produto" width="660" height="406">
<p>Para fazer estes diagramas, usei os stencils do grupo &quot;workflow&quot; do Microsoft Visio. </p>
<p>Pensei que havia criado um novo tipo de diagrama, mas ao <a href="http://www.smartdraw.com/examples/preview/index.aspx?example=Booch_Interaction_Model_-_Grocery">pesquisar sobre o assunto</a> hoje, descobri que um tal de Grady Booch <a href="http://cs-exhibitions.uni-klu.ac.at/index.php?id=447">j&aacute; havia tido essa id&eacute;ia antes</a>, mas para descrever a intera&ccedil;&atilde;o entre objetos de um sistema. </p>
<p>Ben Fry criou <a href="http://flickr.com/photos/bryce/tags/conceptdiagram">diagramas similares</a> para descrever a intera&ccedil;&atilde;o social que ocorre por meio do Flickr, mas o foco n&atilde;o eram os processo de intera&ccedil;&atilde;o e sim as rela&ccedil;&otilde;es entre os pap&eacute;is de usu&aacute;rios e os objetos conceituais do sistema. </p>
<p>Para saber mais sobre o design de diagramas, refor&ccedil;o <a href="http://www.experienciaperfeita.org/2006/04/design-da-informao.asp">as indica&ccedil;&otilde;es do Mauro Pinheiro</a>. </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/diagrama_para_representar_interacao_entre_papeis_de_usuarios_.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">629@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<dc:date>2006-11-10T19:58:47-03:00</dc:date>
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</item>
 
<item>
<title>Afinal, o que é ícone? Como criar ícones?</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_icone_como_criar_icones.html</link>
<description><![CDATA[
<p>A edi&ccedil;&atilde;o de setembro da <a href="http://www.arteccom.com.br/webdesign/">Revista Webdesign</a> traz uma reportagem completa sobre &iacute;cones, contando com a opini&atilde;o de especialistas no assunto como Ronaldo Gazel, Mauro Pinheiro, Felipe Mem&oacute;ria e outros. A reportagem consegue tocar em praticamente todos os principais aspectos a serem considerados na cria&ccedil;&atilde;o de &iacute;cones: padroniza&ccedil;&atilde;o, ilustra&ccedil;&atilde;o, est&eacute;tica e etc. Abaixo publico a entrevista completa que o jornalista Luis Rocha me prop&ocirc;s durante a elabora&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria. </p><p><strong>Como podemos definir um &iacute;cone?</strong></p>
<p> A palavra &iacute;cone vem do grego <em>eikon</em>, que significa imagem, mas em nosso ramo essa palavra &eacute; usada  para apontar um tipo espec&iacute;fico de imagem. Quando falamos em imagem, &eacute;  importante entender que a imagem &eacute; sempre uma representa&ccedil;&atilde;o de um objeto,  embora tratemos a imagem do objeto como se fosse o pr&oacute;prio objeto. Posso  apontar para a superf&iacute;cie de um tubo de raios cat&oacute;dicos (um monitor) e dizer: &ldquo;essa  aqui &eacute; sua pasta de documentos&rdquo;, embora n&atilde;o haja pasta alguma ali. O objeto a que  estou me referindo, em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; uma &aacute;rea f&iacute;sica num disco r&iacute;gido que  pode guardar dados. Uma pasta de papel tamb&eacute;m serve para guardar dados, logo, a  imagem da pasta serve como met&aacute;fora para facilitar o entendimento do uso da  &aacute;rea do disco r&iacute;gido. O &iacute;cone &eacute;, portanto, segundo a Semi&oacute;tica peirciana, uma  imagem que tenha alguma rela&ccedil;&atilde;o de semelhan&ccedil;a entre a representa&ccedil;&atilde;o e o objeto que,  se for convincente, permite que usemos a representa&ccedil;&atilde;o sem tomar conhecimento do  objeto. </p>
<p><strong> Existe alguma diferen&ccedil;a ou a fun&ccedil;&atilde;o dos pictogramas no  mundo real e dos  &iacute;cones no mundo virtual s&atilde;o as mesmas?</strong></p>
<p>  Se tomarmos o virtual como o mundo abstrato da mente humana,  incluindo, entre outras, o ciberespa&ccedil;o, &iacute;cones s&oacute; existem no plano virtual. Como  objetos reais, n&atilde;o passam de um amontoado de rabiscos ou de pontos luminosos  num monitor. O &iacute;cone &eacute; sempre uma abstra&ccedil;&atilde;o, pois funciona como uma  representa&ccedil;&atilde;o de um objeto outro que n&atilde;o a pr&oacute;pria representa&ccedil;&atilde;o. O virtual e o  &iacute;cone j&aacute; existiam muito antes da Internet, portanto, nesse novo meio, continuam  tendo a mesma fun&ccedil;&atilde;o. </p>
<p><strong>Falando especificamente da fun&ccedil;&atilde;o dos &iacute;cones em  interfaces digitais,
  voc&ecirc; acredita que o seu objetivo esteja mais ligado &agrave;  memoriza&ccedil;&atilde;o de
  determinadas tarefas ou a est&eacute;tica gr&aacute;fica?</strong></p>
<p>  Os primeiros &iacute;cones surgiram como met&aacute;foras para facilitar o  entendimento do funcionamento dos sistemas, como no exemplo da pasta. A  estrat&eacute;gia deu t&atilde;o certo que as pessoas se lembravam mais da forma do &iacute;cone do  que do nome do comando que ele representava. Logo, os &iacute;cones se tornaram a cara  do software, desempenhando papel fundamental na forma&ccedil;&atilde;o de sua pr&oacute;pria  identidade. Foi a partir da&iacute; que o valor est&eacute;tico dos &iacute;cones come&ccedil;ou a ser  explorado em softwares. Por influ&ecirc;ncia da linguagem visual das interfaces de  softwares, as primeiras p&aacute;ginas Web inclu&iacute;am &iacute;cones sem ganho funcional, apenas  para parecer que a p&aacute;gina era mais &ldquo;interativa&rdquo;. Esses &iacute;cones n&atilde;o tinham a  fun&ccedil;&atilde;o de facilitar a memoriza&ccedil;&atilde;o nem o aprendizado; seu &uacute;nico objetivo era o  ganho est&eacute;tico. Com o ingresso massivo de designers na cria&ccedil;&atilde;o de interfaces, o  que parecia inconcili&aacute;vel se tornou indissoci&aacute;vel. O Design mostrou que valor  est&eacute;tico e valor funcional n&atilde;o precisavam competir entre si. </p>
<p><strong>A efici&ecirc;ncia dos &iacute;cones depende do n&iacute;vel de  familiaridade das pessoas
  com as representa&ccedil;&otilde;es que se pretende passar?</strong></p>
<p> N&atilde;o necessariamente. Uma imagem pode ser facilmente lembrada  mesmo que n&atilde;o fa&ccedil;a refer&ecirc;ncia direta a algum objeto que conhecemos previamente,  pois nossa mente &eacute; capaz de criar in&uacute;meras associa&ccedil;&otilde;es indiretas. &Eacute; por esse  motivo que uma pintura abstrata pode suscitar algum tipo de sentimento ou  id&eacute;ia. A efici&ecirc;ncia do &iacute;cone est&aacute; mais ligada &agrave; adequa&ccedil;&atilde;o ao contexto. Se uma  interface oferece uma s&eacute;rie de &iacute;cones abstratos que se diferenciam entre si o  suficiente e fazem sentido para o contexto da interface, possivelmente, eles  ser&atilde;o eficientes. No Brasil, os &iacute;cones usados em fornos microondas fazem  refer&ecirc;ncias a objetos concretos (figura de peixe para a programa&ccedil;&atilde;o &ldquo;assar  peixe&rdquo;), enquanto que na Su&eacute;cia eles s&atilde;o mais abstratos (duas barras paralelas  para a programa&ccedil;&atilde;o &ldquo;descongelar&rdquo;). </p>
<p><strong>Hoje, j&aacute; podemos afirmar que a internet possui uma  iconografia
  particular (por exemplo: utilizamos a imagem de uma casa  para indicar a
  p&aacute;gina principal de um site)?</strong></p>
<p>  A maioria dos &iacute;cones que encontramos com freq&uuml;&ecirc;ncia na Web  tem suas origens nos softwares de desktop. A imagem da casa para indicar &ldquo;home&rdquo;  j&aacute; era usada antes da Web em apresenta&ccedil;&otilde;es multim&iacute;dia feitas com o Hypercard, o  av&ocirc; do Director. Entretanto, a transposi&ccedil;&atilde;o deve ser feita com cuidado. Ser&aacute;  que o usu&aacute;rio j&aacute; viu este &iacute;cone em algum software? Se viu, ser&aacute; que ele  entendeu? Se entendeu, ser&aacute; que ele vai entender se eu colocar nessa aplica&ccedil;&atilde;o  Web? Essas perguntas n&atilde;o podem ser respondidas com base no achismo. Melhor  testar com usu&aacute;rios reais. </p>
<p><strong>Por outro lado, o avan&ccedil;o da tecnologia permite que o  desenvolvimento de um
  site possua uma s&eacute;rie de novas funcionalidades. Por exemplo:  o espa&ccedil;o para
  coment&aacute;rios vem se tornando uma fun&ccedil;&atilde;o muito comum (e o  s&iacute;mbolo de um bal&atilde;o
  tem sido o &iacute;cone mais utilizado para represent&aacute;-lo). Diante  disso, quais s&atilde;o
  as principais etapas a serem consideradas na hora de se  criar um novo &iacute;cone
  (escolha de cores, tamanho, tipo de tra&ccedil;o etc.)? Caso  poss&iacute;vel, poderia
  citar um bom exemplo nesta &aacute;rea?</strong></p>
<p> A primeira etapa ao se criar um novo &iacute;cone &eacute; n&atilde;o criar um  novo &iacute;cone. Para qu&ecirc; reinventar a roda? Se o &iacute;cone para coment&aacute;rios na maioria  dos websites similares ao que voc&ecirc; est&aacute; trabalhando &eacute; um bal&atilde;o, ent&atilde;o &eacute; melhor  usar um bal&atilde;o tamb&eacute;m, a n&atilde;o ser que o objetivo seja confundir ou chamar a  aten&ccedil;&atilde;o para o pr&oacute;prio &iacute;cone. O contexto onde estar&aacute; o &iacute;cone &eacute; que vai dizer  qual ser&aacute; sua fun&ccedil;&atilde;o principal: embelezar, agilizar, desorientar ou o que for. &Eacute;  preciso, entretanto, ser consistente na fun&ccedil;&atilde;o dos &iacute;cones. &Iacute;cones agilizadores  n&atilde;o devem se misturar a &iacute;cones embelezadores, do contr&aacute;rio, ambos perdem for&ccedil;a.  Isso acontece porque os &iacute;cones n&atilde;o s&atilde;o percebidos em separado, mas sim fazendo  parte de uma s&eacute;rie. O usu&aacute;rio entende a fun&ccedil;&atilde;o do &iacute;cone comparando-o com os  &iacute;cones e controles pr&oacute;ximos. Por esse motivo &eacute; t&atilde;o importante usar uma mesma  linguagem visual (bordas, cores, perspectiva, ilumina&ccedil;&atilde;o) e figurada (objetos,  atores) entre todos os &iacute;cones de uma interface. Na tela de configura&ccedil;&otilde;es do  sistema operacional BeOS R5.0.1, a inconsist&ecirc;ncia na linguagem utilizada em  alguns elementos chama a aten&ccedil;&atilde;o.</p>
<a href="http://www.guidebookgallery.org/screenshots/menu"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image002.jpg" width="383" height="449" border="0"></a>
<p><strong>Qual &eacute; a melhor forma de testar a efic&aacute;cia de um &iacute;cone  na web?</strong></p>
<p> A melhor forma de testar &iacute;cones &eacute; observar se eles s&atilde;o  relevantes para os usu&aacute;rios. Como disse anteriormente, o usu&aacute;rio pode n&atilde;o  entender o significado que o criador do &iacute;cone quis transmitir, mas se fizer  algum sentido, for agrad&aacute;vel ou f&aacute;cil de memorizar, ent&atilde;o ele pode ser  considerado eficaz. Para avaliar esses aspectos com maior precis&atilde;o, s&oacute;  colocando o &iacute;cone no contexto onde ele vai ser utilizado, ou seja, num  prot&oacute;tipo da interface. Testar o &iacute;cone isoladamente atrav&eacute;s de m&eacute;todos como o  Icon Sorting, no qual o usu&aacute;rio combina livremente o &iacute;cone com um r&oacute;tulo que  descreve seu significado, &eacute; interessante para explorar diferentes  possibilidades de combina&ccedil;&atilde;o entre texto e imagem, mas n&atilde;o se pode confiar no  resultado como uma avalia&ccedil;&atilde;o real. O ideal &eacute; fazer um Icon Sorting antes e  depois testar o prot&oacute;tipo da interface em situa&ccedil;&otilde;es reais. </p>
<p><strong>O site GloboEsporte.com &eacute; um bom exemplo no uso de  &iacute;cones, ao utilizar
  os escudos de times de futebol para indicar as se&ccedil;&otilde;es  espec&iacute;ficas de cada um
  deles. Dentro de um site, quando se nota a necessidade de  criar um &iacute;cone
  para que o usu&aacute;rio consiga realizar determinada fun&ccedil;&atilde;o?</strong></p>
<p> O caso do <a href="http://globoesporte.globo.com">GloboEsporte.com</a> &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o rara. N&atilde;o &eacute; sempre  que se pode contar com &iacute;cones facilmente reconhec&iacute;veis para cada categoria. O  m&eacute;rito da efic&aacute;cia desses &iacute;cones &eacute; muito mais dos clubes que criaram escudos  &uacute;nicos do que da equipe do GloboEsporte.com que aproveitou a oportunidade de  utilizar esses escudos como atalhos. Al&eacute;m do valor funcional, estes &iacute;cones  tamb&eacute;m servem para aumentar a identifica&ccedil;&atilde;o do site com o torcedor, que v&ecirc; o  escudo do seu time na p&aacute;gina principal do site. Entretanto, a maior sacada da  equipe do GloboEsporte.com foi perceber que os usu&aacute;rios buscavam informa&ccedil;&otilde;es  espec&iacute;ficas sobre seus times e se beneficiariam muito de um atalho para essa  fun&ccedil;&atilde;o. Esse exemplo ilustra v&aacute;rias fun&ccedil;&otilde;es de &iacute;cones: atalho, decora&ccedil;&atilde;o, fetiche  e etc.</p>
  <img border="0" width="588" height="265" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image004.jpg">
<p><strong>Quais s&atilde;o as vantagens (economia de espa&ccedil;o da interface,  agiliza&ccedil;&atilde;o da
  navega&ccedil;&atilde;o etc.) e desvantagens (complexidade, polui&ccedil;&atilde;o  visual etc.) no uso
  de &iacute;cones em projetos de sites?</strong></p>
<p> Cada caso &eacute; um caso. Um visual colorido proporcionado por  uma s&eacute;rie de &iacute;cones pode ser vantajoso para um website infantil e desvantajoso  para um website sobre direito tribut&aacute;rio. &Eacute; claro que podemos fazer uma s&eacute;rie  de &iacute;cones monocrom&aacute;ticos para o website sobre direito, mas ser&aacute; que ainda assim  n&atilde;o prejudicar&aacute; sua imagem de seriedade? A avalia&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;s e contras da  utiliza&ccedil;&atilde;o de &iacute;cones deve, como todo elemento de interface, ser feita dentro do  contexto. </p>
<p><strong>Como os &iacute;cones podem ajudar a melhorar a usabilidade de  um site?</strong></p>
<p> Uma s&eacute;rie de &iacute;cones bonitinhos pode contribuir para  transmitir uma primeira impress&atilde;o de facilidade de uso, ou seja, contribuir  para a usabilidade percebida. Em websites que enfrentam grande concorr&ecirc;ncia e  s&atilde;o utilizadas poucas vezes por seus usu&aacute;rios, a usabilidade percebida &eacute; mais  importante do que a usabilidade efetiva. Para o usu&aacute;rio, n&atilde;o importa se a  conclus&atilde;o da tarefa vai demorar 1 minutos ou 3 minutos, importa mais que o  fluxo da tarefa durante esse tempo seja agrad&aacute;vel e sem problemas. &Eacute; claro que  &iacute;cones podem contribuir para a usabilidade efetiva, contribuindo para a  memoriza&ccedil;&atilde;o de atalhos rotineiros, mas isso s&oacute; se aplica a websites de uso  intensivo. </p>
<p><strong>Em alguns sites, &eacute; poss&iacute;vel reparar que os &iacute;cones  possuem textos
  auxiliares que funcionam como legendas para explicar o  significado daquele
  s&iacute;mbolo. Essa solu&ccedil;&atilde;o &eacute; aconselh&aacute;vel, ajuda na compreens&atilde;o  ou representa a
  falta representa&ccedil;&atilde;o de um &iacute;cone sobre a mensagem que ele  pretende passar?</strong></p>
<p> O r&oacute;tulo serve para ensinar ao usu&aacute;rio o significado do  &iacute;cone no contexto onde ele se encontra. Se o contexto por si s&oacute; j&aacute; deixa claro  para que serve o &iacute;cone, o r&oacute;tulo n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio. Quando estou escrevendo um  texto e h&aacute; uma s&eacute;rie de &iacute;cones representando diferentes alinhamentos de  par&aacute;grafo, n&atilde;o preciso de r&oacute;tulos. Existe uma semelhan&ccedil;a direta entre o &iacute;cone e  a apresenta&ccedil;&atilde;o do meu texto. Agora, abaixo da imagem de uma prancheta com um  documento em cima &eacute; necess&aacute;rio o r&oacute;tulo do comando pois a semelhan&ccedil;a &eacute;  indireta. A prancheta (<em>clipboard</em>) &eacute;  onde fica armazenado um trecho de texto pronto para ser &ldquo;colado&rdquo; na posi&ccedil;&atilde;o do  cursor. Como o &iacute;ndice de uso desse &iacute;cone era muito baixo no Office 2003, a  Microsoft pretende adicionar o r&oacute;tulo &ldquo;colar&rdquo; abaixo desse &iacute;cone na pr&oacute;xima  vers&atilde;o do Office.</p>
  <a href="http://www.microsoft.com/office/preview/uioverview.mspx"><img border="0" width="589" height="84" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image006.jpg"></a><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_icone_como_criar_icones.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">605@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2006-09-04T14:39:09-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image002.jpg" length="33072" type="image/jpeg" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image004.jpg" length="37963" type="image/jpeg" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/draft_posts_clip_image006.jpg" length="11946" type="image/jpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Semiótica aplicada à infografia</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_aplicada_a_infografia.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Estava dando uma passada pelos corredores de p&ocirc;sters do <a href="http://www.design.ufpr.br/ped2006">7&deg; P&amp;D Design</a> acompanhado de Jos&eacute; Pirau&aacute; e um p&ocirc;ster nos chamou muito a aten&ccedil;&atilde;o pela pequena quantidade de textos e minimalismo. Ficamos encafifados e voltamos ao p&ocirc;ster mais tarde para conversar com a autora Carolina Calomeno. </p>
<p class="documento"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/arquivos/PED2006poster_infografia_semiotica.pdf">Uma proposta de an&aacute;lise de infogr&aacute;ficos da guerra do iraque </a>[PDF] 256 kb  </p><p>A explica&ccedil;&atilde;o de Carolina  sobre o p&ocirc;ster foi muito interessante. Ela mostrou como a aplica&ccedil;&atilde;o das categorias de an&aacute;lise semi&oacute;ticas servem para entender a constru&ccedil;&atilde;o do significado superficial do infogr&aacute;fico (os elementos visuais que o comp&ocirc;em e suas interrela&ccedil;&otilde;es). Entretanto, fomos al&eacute;m desse trabalho e discutimos um t&oacute;pico espinhoso: o vi&eacute;s pol&iacute;tico do infogr&aacute;fico em quest&atilde;o, no caso sobre a invas&atilde;o do Iraque; adivinha quem estava sendo favorecido? </p>
<p class="audio"><a href="http://media.odeo.com/5/4/3/p_d2006_analise_semiotica_infografia.mp3">Semi&oacute;tica aplicada &agrave; infografia</a> [MP3] 15 minutos 2 Mb 
<embed src="http://www.odeo.com/flash/audio_player_tiny_gray.swf" quality="high" width="145" height="25" name="audio_player_tiny_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="audio_id=1707108&audio_duration=840.359&valid_sample_rate=true&external_url=http://media.odeo.com/5/4/3/p_d2006_analise_semiotica_infografia.mp3" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /></embed>
</p>

<p>O infográfico em questão é de autoria de Renata Chabetai e foi publicado na Revista Época.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/semiotica_aplicada_a_infografia.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">602@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2006-08-14T12:30:35-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://media.odeo.com/5/4/3/p_d2006_analise_semiotica_infografia.mp3" length="2523264" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Referência visual de propriedades do CSS 2</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/referencia_visual_de_propriedades_do_css_2.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Quando sou obrigado a programar, tenho o mau costume de testar o c&oacute;digo o tempo todo porque n&atilde;o consigo prever com precis&atilde;o o resultado da altera&ccedil;&atilde;o. Isso &eacute; especialmente incoveniente quando estou lidando com a implementa&ccedil;&atilde;o de um layout em CSS. Quero ver o resultado na hora, instantaneamente, para corrigir e ajustar. Meu <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cognicao_e_personalidade_na_interacao.html">estilo cognitivo</a> &eacute; extremamente visual.</p>
<p>Quando descobri a extens&atilde;o <a href="http://chrispederick.com/work/webdeveloper/">webdeveloper</a> pro Firefox fiquei maravilhado, pois ela abre uma barra no canto para editar o CSS e o resultado &eacute; exibido instantaneamente, sem precisar recarregar a p&aacute;gina. Por&eacute;m, como sou visual, sinto falta de c&oacute;digos coloridos para r&aacute;pida identifica&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m adoraria se essa barra lateral pudesse sair do canto do navegador e ser posicionada onde quisesse na tela. </p>
<p>Acredito que essa valoriza&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo visual &eacute; respons&aacute;vel  tamb&eacute;m pelo apego ao Dreamweaver que tantos webdesigners ainda tem. C&oacute;digo n&atilde;o &eacute; nada visual. Eu n&atilde;o tenho medo, mas prefiro uma interface WYSIWYG. </p>
<p>As propriedades de formata&ccedil;&atilde;o em CSS possuem duas dimens&otilde;es: a dimens&atilde;o textual (o c&oacute;digo) e a dimens&atilde;o visual (o efeito dos c&oacute;digos). Acredito que muitos   webdesigners desistem de estud&aacute;-la simplemente porque &eacute; apresentada a penas a dimens&atilde;o textual nos <a href="http://brunotorres.net/2005/09/27/posicionamento-com-css">tutoriais</a> e cursos por a&iacute; afora. Pensei ent&atilde;o, numa forma visual de explicar como funciona algumas propriedades duvidosas e montei o seguinte infogr&aacute;fico, que pode servir de refer&ecirc;ncia r&aacute;pida at&eacute; para os mais experientes:</p>
<img alt="Referência visual das propriedades de posicionamento do CSS 2" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/referencia_visual_css_posicionadores.png" width="770" height="1900" />

<p>Como não sou expert no assunto, deixo aberto para os leitores corrigirem eventuais erros técnicos. Se gostarem, posso fazer uma tabela mais completa.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/referencia_visual_de_propriedades_do_css_2.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">484@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2005-10-15T13:00:24-03:00</dc:date>
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</item>
 
<item>
<title>O poder da educação interativa</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/o_poder_da_educacao_interativa.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Na vanguarda da pedagogia, se prevê uma mudança drástica no papel do aluno na aquisição de conhecimento para os próximos anos. Quem realmente estiver interessado em aprender poderá superar o mero papel de turista, aquele que está condicionado a ver somente o que o guia lhe mostra. Poderá se tornar um aventureiro destemido, esforçado para encontrar tesouros escondidos. </p>
<p>Para isso acontecer, mudar o relacionamento professor-aluno é apenas uma das medidas. É preciso, antes de tudo, que se desfaça o estigma criado pelo modelo da velha escola, onde aprender é uma tarefa chata. Aprender é muito divertido e gratificante, não é por obrigação que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/blogo_porque_assim_aprendo_mais.html">escrevo neste blog</a>. Se não fosse prazeiroso, não seria tão firme. </p>
<p>A proposta do edutainment é perfeita para esse fim: criar experiências divertidas que tenham fundo educativo. Talvez a forma mais bem succedida de edutainment sejam os games que simulam situações reais e históricas. </p>
<p>Um game é muito especial para mim nesse sentido: <a href="http://www.civ3.com">Civilization</a>. Descreverei melhor essa relação neste podcast: </p>
<p class="audio"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/audio/poder_educacao_interativa.mp3">O poder da educação interativa</a> [MP3] 7'</p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/civilization1.gif" alt="Captura de tela do Civilization I" width="320" height="200">
<p>Nos Estados Unidos, o póo absoluto da produção de games, pesquisadores fizeram experiências <a href="http://www.educationarcade.org/modules.php?op=modload&name=Sections&file=index&req=viewarticle&artid=44&page=1">introduzindo o Civilization III</a> nas escolas. Traduzo alguns resultados:</p>
<blockquote>
  <p>Na medida em que os estudantes sofriam derrotas, eles discobriam a importância da geografia. No final, muitos estudantes estavam usando as experiências de jogo como ferramentas conceituais, explicando como uma escassez natural de petrólep pode desestabilizar a política global. Um estudante comentou que "o que aprendi é que você não pode separar a economia da política ou da geografia. Os recursos naturais que eu tenho ou onde estou posicionado afeta como eu posso negociar com outros povos". </p>
  <p>Os textos americanos às vezes subestimam a cultura oriental. CivIII tem uma perspectiva mais global da história. É às vezes difícil para os estudantes entenderem que a história poderia ter se desenrolado de forma diferente. A qualidade do "como seria" do jogo permitiu aos estudantes tirar suas próprias conclusões sobre questões como e porquê a Europa colonizou a América do Norte e não o contrário. Esses estudantes, cuja maioria lia pouco e se batia com estudos sociais, desenvolveram habilidades sofisticadas pensando sobre a história e jogando CivIII. Eles aprenderam a formular suas próprias questões sobre o processo histórico.</p>
  <p>Por outro lado, poucos perceberam o enviesamento geográfico, materialista e a minimização das figuras históricas e fatores culturais do CivIII.</p>
</blockquote>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/civilization3_ciencia.gif" alt="Administração da Ciência: a descoberta da escrita permite o desenvolvimento da diplomacia e dos códigos de lei" width="344" height="164">
<p>Claro, como o jogo é uma simplificação da realidade, terá muitos defeitos. Porém, a história contada pelos professores também tem seus enviesamentos, de acordo com a visão de cada cultura e posição social em que está inserido. Disso não podemos escapar. Cabe ao professor, usar jogos como esses apenas como apoio em aula, ressaltando os pontos altos e baixos do game. O mais interessante é que o game fornece ao aluno um embasamento excelente para discutir sobre os assuntos tratados, algo que dificilmente acontecer numa aula meramente teórica. É como se o conhecimento estivesse assim mais acessível e envolvente. </p>

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	</OBJECT><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_poder_da_educacao_interativa.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2005-04-09T21:15:28-03:00</dc:date>
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</item>
 
<item>
<title>Visualização da Informação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/visualizacao_da_informacao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Essa é uma técnica aplicada de Design da Informação, 
  cujo objetivo é tornar uma série de dados abstratos em um padrão 
  reconhecível, mais próximo dos modelos mentais. Apesar de ser 
  uma disciplina bastante complexa e acadêmica, seus conceitos também 
  se aplicam na nossa interação com objetos do dia-a-dia, incluindo 
  as interfaces do computador. </p>
<p class="audio"><a href="http://www.archive.org/download/Visualizao_da_Informao/visualizacao_da_informacao.mp3">Visualização 
  da Informação no dia-a-dia</a> [MP3 - 10' - 1.9MB]</p>
<p>Notas</p>
<ul>
  <li> livro do norman</li>
  <li> consciente e inconsciente</li>
  <li> jogos tem que apresentar certa complexidade</li>
  <li> nós jogamos inconscientemente, simplificamos - números<br>
  </li>
  <li>jogo da velha<br>
  </li>
  <li> visualização da informação<br>
  </li>
  <li>dados abstratos, sem uma representação óbvia<br>
  </li>
  <li>percepção de padrões e relações, estimular 
    o pensamento<br>
  </li>
  <li>se estivesse usando slides<br>
  </li>
  <li>tufte e powerpoint<br>
  </li>
  <li>voltando ao jogo da velha, a técnica de visualização 
    transforma ele numa coisa do dia-a-dia, chata<br>
  </li>
  <li>é assim que as coisas de rotina tem que ser, para que concentremos 
    no que realmente importa</li>
</ul>
<p><b>Mais sobre o assunto</b>: <a href="http://www.infovis.net/">Infovis</a>, 
  artigos periódicos bem acessíveis sobre o assunto e a explicação 
  da lógica da <a href="http://researchweb.watson.ibm.com/history/explanation.htm">visualização 
  criada pelo setor de pesquisas da IBM</a> para visualizar a edição 
  de páginas da <a href="http://www.wikipedia.org">Wikipedia</a>.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/visualizacao_da_informacao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">210@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-12-01T10:23:36-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.archive.org/download/Visualizao_da_Informao/visualizacao_da_informacao.mp3" length="1931648" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Embelezar gráficos é perigoso</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/embelezar_graficos_e_perigoso.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Estou lendo o livro Designer´s Guides for Creating Charts an Diagrams de Nigel Holmes, que na época era 
  ilustrador da famosa revista Time. O cara adorava ilustrar gráficos para 
  torná-los mais amigáveis e interpretar os dados mostrados. Veja 
  um exemplo simples dessa técnica aplicada a um gráfico de pizza:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_browsers_usabilidoido.gif" width="180" height="100" alt="Navegadores usado pelos leitores do Usabilidoido em Outuibro de 2004"></p>
<p>O fucinho e a orelha da raposa saindo pra fora significam que o Firefox está 
  tentando tomar o lugar do Internet Explorer, mas ainda está longe de 
  conseguir. Como vocês podem notar, com as ilustrações mais 
  fácil de perceber o viés de quem fez o gráfico (sim, eu 
  recomendo altamente que vocês troquem de navegador).</p>
<p>Mesmo assim, nesse caso não houve distorções e o gráfico 
  é muito mais interessante que sua versão em tabelas com números. 
  Porém, fiz dois outros gráfico para ilustrar como nem sempre isso 
  é vantajoso para entender melhor os dados:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_acesso_hora_dia.gif" width="191" height="192" alt="Números de acessos médio no Usabilidoido por hora do dia (em Hits)"></p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_acesso_hora_noite.gif" width="184" height="194" alt="Números de acessos médio no Usabilidoido por hora da noite (em Hits)"></p>
<p>Apesar de bonitinhos, nesse caso os gráficos de barra dispostos em círculo 
  dificultam a comparação entre os valores. Note no gráfico 
  original feio como é muito mais fácil perceber o padrão 
  de acesso (que é o objetivo de um gráfico como esse):</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/hourly_u.png" width="512" height="256"></p>
<p>Outro recurso utilizado erroneamente pelos infografistas é trocar barras 
  por desenhos que são dimensionados de acordo com a altura da barra. O 
  problema dessa técnica é que causa uma certa distorção. 
  Note como no gráfico abaixo, o primeiro valor parece muito menor do que 
  o último, quando na verdade ele representa 1/4 do valor do último:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_vistas_usabilidoido.gif" width="287" height="242" alt="Número de visitas médio ao Usabilidoido por mês"></p>
<p>Se fosse mantida uma largura fixa como a barra do gráfico original, 
  os dados não seriam distorcidos, mas aí as figuras ficariam distorcidas. 
  Pior do que isso só usar grades curvas ou tridimensionais para se ajustar 
  melhor ao desenho que envolve o gráfico. Isso torna a comparação 
  mais imprecisa, porque é preciso levar em conta essas alterações 
  na grade e compensar as diferenças.</p>
<p>O livro foi escrito em 1982, quando os infográficos começaram 
  a ser mais valorizados nos jornais. Pelos <a href="http://www.nigelholmes.com/work/charts1.htm">exemplos 
  que vi no site do autor,</a> parece que ele mudou radicalmente sua abordagem. 
  Porém, ainda há muitos infografistas por aí que se vangloriam 
  por tornar gráficos mais amigáveis abusando de ilustrações. 
  Como diz Edward Tufte, no seu excelente livro "Envisioning Information": 
</p>
  <blockquote>Se você sente que precisa embelezar um gráfico, é 
    porque escolheu os números errados.</blockquote>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=197"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=197" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/embelezar_graficos_e_perigoso.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">197@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-11-11T10:43:19-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_acesso_hora_dia.gif" length="9647" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_acesso_hora_noite.gif" length="8568" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_browsers_usabilidoido.gif" length="5045" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/grafico_vistas_usabilidoido.gif" length="11143" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/hourly_u.png" length="2193" type="image/png" />
</item>
 
<item>
<title>Infográfico sobre tipos de voto</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/infografico_sobre_tipos_de_voto.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Estou há tempos sem postar porque estou atolado de trabalho e praticamente 
  offline. Mas, não pudia mais esperar mais para lançar meu mais 
  novo infográfico experimental: <b>O voto indeciso e o de protesto</b>. 
  O acabamento está meio tosco, faltou os efeitos sonoros, mas o importante são os conceitos 
  de simulação para o aprendizado, manipulação direta, 
  metáforas simplificadas, humor para quebrar o gelo, utilidade real, profundidade 
  de análise e etc. </p>

<p class="alerta">A versão abaixo é somente um esboço. Na época ainda não estava pronta a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/o_voto_indeciso_e_o_de_protesto.html">versão final deste infográfico</a>.</p>

<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
 width="450" height="400" id="voto_diferente" align="">
    <param name=movie value="http://www.usabilidoido.com.br/infograficos/voto_diferente.swf">
    <param name=quality value=high>
    <param name=bgcolor value=#FFFFFF>
    <embed src="http://www.usabilidoido.com.br/infograficos/voto_diferente.swf" quality=high bgcolor=#FFFFFF  width="450" height="400" name="voto_diferente" align=""
 type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer">
    </embed> 
  </object></p>
<p>Só quando estava terminando, pensei em ver se o Tribunal Superior Eleitoral 
  já tinha feito algo parecido. Fizeram sim, um <a href="http://www.tse.gov.br/eleicoes/urna_eletronica/simulacao_votacao/UrnaApplet2.htm">simulador 
  de urna em Java</a>, mas é bem mais pesado que o meu.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/infografico_sobre_tipos_de_voto.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">190@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-09-26T11:06:37-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Infográfico da linha de produção</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/infografico_da_linha_de_producao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>É raro encontrar infográficos interativos no Brasil, mas ontem 
  encontrei um no <a href="http://www.cosipa.com.br/">site da Cosipa</a> (cuja 
  homepage não me explica o que faz), feito pela <a href="http://www.bhtec.com.br">BhTec</a>. 
  Ele explica de forma atrativa como é o <a href="http://www.cosipa.com.br/Secao/0,1576,17-750,00.html">fluxo 
  de produção da empresa</a>. Se fosse impresso seria fantástico, 
  mas do jeito que foi implementado não deu muito certo. De novo, o problema 
  é a <a href="http://www.usabilidoido.com.br/ranco_na_publicidade_online.html">influência 
  da mídia impressa</a>.</p>
<img alt="infografico_producao_cosipa.gif" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/infografico_producao_cosipa.gif" width="254" height="181" border="0" />
<p>Não é porque se está falando de uma linha de produção, 
  que o infográfico precisa ser apresentado de forma linear. Às 
  vezes gostamos de rever partes, ou simplesmente <a href="http://www.poynterextra.org/eyetrack2004/main.htm">olhar 
  com pressa</a>. Por isso, além da sequência linear, o infográfico 
  deve ter flexibilidade para permitir outra ordem escolhida pelo usuário. 
</p>
<p>O famoso infográfico todo em Pixelart mostrando a <a href="http://popandco.com/archive/moab/">linha 
  de produção dos tijolos de Lego</a> peca nisso também. 
  Apesar de ter um fluxo muito melhor do que o da Cosipa, disperdiça a 
  oportunidade de permitir que o usuário pule e vá direto ao final. 
  Como já há uma área gráfica lá em cima que 
  mostra em que estágio você está, bastaria que os demais 
  estágios fossem clicáveis e estaria feito. </p>
<p>No info da Cosipa, para avançar, é preciso arrastar uma barrinha 
  quase invisível lá embaixo. Quando se clica em um objeto que está 
  nos cantos da tela, ele é selecionado, mas fica parcialmente encoberto. 
  Imagino que isso tenha sido feito na pressa, porque ficou tosco mesmo. O texto 
  fixo no canto direito (e alinhado à direita) também sugere isso. 
</p>
<p>Esse último problema também aparece no info da Lego. Apesar de 
  ter sido uma idéia muito boa usar a metáfora do videogame para 
  navegar, não ficou tão interessante a forma como o texto de legenda 
  aparece. Não precisa nem comentar que a animação dele sendo 
  escrito é desnecessária e irritante, mas o pior é que o 
  texto compete com o vídeo e está visualmente desconectado da área 
  de foco. Melhor seria fazer como o esse info que explica (ou ameniza) como funciona 
  um <a href="http://www.cbc.ca/news/iraq/presentations/refugees/refugee.html">campo 
  de refugiados</a> no Iraque. Rollover vê o nome da coisa, clicou abre 
  o texto numa área bem próxima, mas sem sobrepor o objeto. Na realidade, 
  o melhor no caso da Lego seria eliminar aquele vídeo ou então 
  oferece como opção ao clique. Além de pesado, a resolução 
  às vezes é tão baixa que não dá pra ver nada.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/infografico_da_linha_de_producao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">186@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-09-10T10:42:34-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/infografico_producao_cosipa.gif" length="9469" type="image/gif" />
</item>
 
<item>
<title>A importância da consistência no tom</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/a_importancia_da_consistencia_no_tom.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Apesar de muito bem escrito, ilustrado, animado e arquitetado, o infográfico 
  <a href="http://www.nationalgeographic.com/forcesofnature/interactive/">Forças 
  da Natureza</a> da National Geographics me deixou numa posição 
  desconfortável. Ele vai contando aos poucos como se formam os tornados, 
  terremotos e vulcões e mostra relatos da destruição causada 
  por essas imprevisíveis catástrofes. Porém, nos cantos 
  há um botão em destaque diz coisas como:</p>
<ul>
  <li>Cause o seu próprio tornado!</li>
  <li>Construa o seu próprio vulcão!</li>
  <li>Rodopie o seu próprio furacão!</li>
  <li>Prepare um terrmoto!</li>
</ul>
<p>Sim, com todos esses acentos de exclamação, como se destruir 
  grandes nacos de civilização fosse algo maravilhoso. As telas 
  a que eles levam realmente te permitem fazer isso. Veja esse pobre prédio 
  abaixo. Com o clique de um botão você escolhe que tipo de terremoto 
  vai devastá-lo.</p>

<img alt="Um pobre prédio que será estilhaçado" src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/forces_nature.jpg" width="211" height="233" border="0" />

<p>Não é mórbido? </p>
<p>Não sou contra ter essa seção dentro do infográfico, 
  aliás acho que ela é o pulo-do-gato da peça inteira. Escolher 
  opções e ver suas consequências imediatamente é uma 
  forma muito boa de se ensinar um conceito. Porém ver o celeiro voando 
  dentro de um tornado não é suficiente dramático para que 
  o usuário (ou seja lá o que for o cara que está dianta 
  de um infográfico interativo) tenha noção das reais consequências 
  de um tornado. Melhor seria se uma vaca subisse no aspirador, ou quem sabe uma 
  pessoa. Fotos reais de pessoas chorando por terremotos semelhantes aos que a 
  pessoa causou também devolveriam a moral que faltou ao infográfico. 
</p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
 WIDTH="220" HEIGHT="25">
 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=178"> 
<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=178" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
</OBJECT>

<p>Mas o pior mesmo foram os malditos botões cheios de exclamação. 
  Pessoal não se preocupa muito com isso, mas texto na Web é crucial, 
  é a essência. Não dá pra descuidar disso e investir 
  em sequências mirabolantes geradas em 3D Studio. </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_importancia_da_consistencia_no_tom.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">178@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-08-23T14:11:04-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/forces_nature.jpg" length="16057" type="image/jpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Dicas para infografistas interativos</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/dicas_para_infografistas_interativos.html</link>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://www.professordevigal.org/blog_in/archives/000508.html">Três 
  infografistas famosos</a> participaram de uma sessão de discussão 
  sobre infográficos interativos e geraram um <a href="http://www.professordevigal.org/downloads/files/Unity04-HandOut.pdf">rascunho 
  com recomendações</a> para quem vai produzir infográficos 
  interativos. Como essa área tem muito em comum com o desenvolvimento 
  de outros produtos interativos (website, softwares), não estranhe se 
  sentir que já leu isso em algum outro lugar. De qualquer forma, traduzi 
  os mais interessantes só para reforçar:</p><h2>Planeje, planeje, planeje</h2>
<p>Gaste o tempo organizando os seus pensamentos e faça um brainstorm com a equipe alguns 
  minutos (mesmo que só na hora do cafézinho) para salvar horas 
  de trabalho perdido depois. Não deixe de fazer um storyboard.</p>
<h2>Pense na escalabilidade</h2>
<p>Se você antecipar qualquer crescimento da seu pacote de estórias 
  (assim como a maioria dos especiais de notíocias o fazem), pode construir 
  uma interface que permite esse crescimento. Não se deixe ser pego adicionando 
  um "botão extra" só porque você não tinha 
  um plano emergencial.</p>
<h2>Templates</h2>
<p>Faça modelos padrão para serem usado em várias estórias 
  de mesma ordem para que você possa se concentrar na contação 
  de estórias e no jornalismo. Isso vai permitir que você desenvolva 
  estórias mais complexas e visualmente desafiadoras para coberturas especiais.</p>
<h2>Internautas quase não tem paciência</h2>
<p>Eles estão sempre com pressa; estressados nos seus teclados, prontos 
  para ir embora. Eles estão prestando muito menos atenção 
  do que nos impressos, na televisão ou no rádio. Corte e edite 
  sem perdão suas animações, áudio e vídeo. 
  E pule rapidamente para a estória: os primeiros 10 segundos são 
  críticos para prender a atenção do usuário na peça.</p>
<h2>Explique claramente o seu projeto </h2>
<p>Use títulos, subtítulos e texto bem breve para explicar sobre 
  o que sua estória trata e porque ela é importante, antes dela 
  começar. Leve em conta que seu visitante pode estar chegando por um link 
  não-informartivo ou um buscador -- em outras palavras, fora de contexto. 
</p>
<h2>Não se esqueça dos princípios básicos do design</h2>
<p>Quando estiver desenvolvendo interfaces para pacotes especiais, não 
  se esqueça dos básicos sobre consistência, contraste/ hierarquia 
  e contraste.</p>
<h2>Determine a hierarquia através do contraste</h2>
<p>Assim como o editor visual, você decide o que é mais importante 
  e o que é secundáro. Use contraste para ajudar a guiar o seu leitor 
  através da estória a partir do mais importante para o menos. E 
  não, nem tudo pode ser manchetado.</p>
<h2>Veja seus elementos em contexto</h2>
<p>É fácil projetar um componente bonitinho, que pareça fantástico 
  sozinho, mas uma vez na página atual -- com títulos, rodapés, 
  banners e textos -- se torne confuso e ruidoso. </p>
<h2>Seja consistente</h2>
<p>Não force o seu usuário a aprender uma interface toda nova se 
  a história não precisar disso. </p>
<h2>Teste sua interface</h2>
<p>Interfaces de usuário são mais que design gráfico, entretanto 
  designers gráficos são comumente alocados para construí-las. 
  Navegação confusa ou pobre (mesmo que bonita) pode detonar um 
  projeto. Mantenha suas interfaces simples; reuse elementos quando puder e se 
  aproveite de modelos estabelecidos (como as interfaces do Windows e do Macintosh) 
  e faça os seus se comportarem do mesmo jeito.</p>
<p>Faça mini-testes de usabilidade com amigos que sejam interessados no 
  assunto, mas não familiar com o projeto. Eles vão achar buracos 
  na medida em que você mergulha no projeto testando todos os aspectos da 
  interface. </p>
<h2>Rastreie o uso</h2>
<p>Mesmo em (ou especialmente em) componentes em Flash, gaste o tempo extra para 
  fazer um sisterma de rastreamento para saber exatamente o que os seus usuários 
  estão fazendo. Isso vai minimizar a adivinhação sobre o 
  que as pessoas preferem do seu conteúdo e como estão entendendo 
  bem a sua interface.</p>
<h2>Considere a irreverência</h2>
<p>Considere formas de amenizar uma estória. Talvez correr riscos online 
  que a mídia tradicional não pode correr. O seu destaque noticioso 
  poderia ser um jogo? Você consegue colocar um toque de divertimento no 
  seu assunto, na mídia Web? Você consegue criar momentos divertidos 
  para dar uma quebra numa estória mais séria?</p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
 WIDTH="220" HEIGHT="25">
 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=177"> 
<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=177" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
</OBJECT><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/dicas_para_infografistas_interativos.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">177@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-08-23T13:03:59-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Fidelidade sonora é mais importante</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/fidelidade_sonora_e_mais_importante.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Nos frustramos mais com ruído nos sons do que com baixa resolução 
  nas imagens. Essa já tinha percebido revendo 10 mil vezes os trabalhos 
  da <a href="http://www.lifemotion.com.br">Lifemotion</a> (veja por exemplo a 
  história <a href="http://www.lifemotion.com.br/sonhos/">Sonhos</a>), 
  mas nunca tinha lido uma boa explicação para isso. Mais uma vez 
  o livro Train of Thoughts traz o seguinte argumento:</p>
<p>
  <blockquote>A maior parte de nosso campo de visão cai na zona periférica, 
    onde não temos a capacidade de distinguir detalhes. Somente os estímulos 
    que caem no ponto focal parecem ter algum detalhe. </blockquote>
</p>
<p>Isso não é desculpa para exportar JPEGs só em qualidade 
  20 no Photoshop. Isso significa que de nada adianta investir em imagens de altíssima 
  qualidade (maior que 60), se a imagem será percebida por poucos segundos 
  e demorará um tempão para carregar. Pior ainda se isso for desculpa 
  para deixar o som com menor qualidade (menor que 22KHz). Mais do livro:</p>
<p>
  <blockquote>De acordo com estudos realizados por Reeves e Nass, "a fidelidade 
    do áudio pode ajudar o visual, muito mais do que a qualidade técnica 
    das figuras, porque bom áudio pode até mesmo fazer as pessoas 
    pensarem que os visuais são melhores". Então, temos uma 
    tolerância muito menor para áudio pobre do que com a fidelidade 
    das imagens. Na verdade, áudio que é excessivamente pobre pode 
    desviar uma pessoa da compreensão do sentido da mensagem. </blockquote>
</p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
 WIDTH="220" HEIGHT="25">
 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=174"> 
<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=174" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
</OBJECT>

<p>Só para comprovar: ninguém deixa de assistir a final de um campeonato 
  de futebol se a antena da TV tá com interferência, mas se o jogo 
  só vai ser transmitido na AM do rádio, esqueça. É 
  muito mais penoso. </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/fidelidade_sonora_e_mais_importante.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">174@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-08-21T22:35:48-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>Adaptando infográfico impresso</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/adaptando_infografico_impresso.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Aproveitando o fim de semana, posto rapidinho. Terminei a título de experimentação meu segundo infográfico, desta vez adaptando de um infográfico impresso na revista Super Interessante (set/98).</p>
<p>
 Como na minha <a href="http://www.usabilidoido.com.br/meu_primeiro_infografico.html">primeira tentativa</a> gastei mais tempo pesquisando sobre o que iria falar e menos na exploração do formato, resolvi partir de um conteúdo pré-definido. <a href="http://www.usabilidoido.com.br/publicidade_na_web_e_diferente.html">Como de costume</a>, a primeira coisa que fiz foi pensar como criar interatividade entre o leitor (ou usuário) e a informação. Nesse caso foi fácil: deixar que o usuário passe o gelo e a compressa e veja as consequências de suas escolhas imediatamente. Espero que a curva de aprendizado para o arraste não seja puxada demais... mas acredito que pela vantagem mnemônica valha à pena, porque é simulação de um movimento real.</p>

<p>
<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"
 codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
 WIDTH="350" HEIGHT="300" id="pancada" ALIGN="left">
 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/fred/trabalhos/infografico/pancada/pancada.swf"> <PARAM NAME="quality" VALUE="high"> <PARAM NAME="scale" VALUE="noscale"> <PARAM NAME="bgcolor" VALUE="#FFE1C4"> <EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/fred/trabalhos/infografico/pancada/pancada.swf" quality="high" scale="noscale" bgcolor=#FFE1C4  WIDTH="350" HEIGHT="300" NAME="pancada" ALIGN="left"
 TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></EMBED>
</OBJECT>
</p>
<br clear="all" />

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<dc:subject>Infografia</dc:subject>
<dc:date>2004-08-01T04:51:01-03:00</dc:date>

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<title>Entre no ritmo do Hip-hop</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/entre_no_ritmo_do_hip-hop.html</link>
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<p><a href="http://www.lukewhittaker.co.uk/breakintheroad/">Break in the Road</a> 
  é o mais novo infográfico a me imergir num assunto: música 
  underground. Não tive paciência de assistir a introdução, 
  mas pesquei que os caras conversam sobre sair na rua e pegar uns sons legais. 
  E é exatamente isso que o infográfico te permite fazer. O mouse 
  vira microfone e os botões embaixo são canais para guardar os 
  sons. Quando terminar, volte para a "Home", usando o mapinha e coloque 
  os sons na timeline. Genial, só faltou a opção de fazer 
  o download da trilha mixada.</p>
<p>Excelente exemplo de como o desenho da interface cumpre papel essencial em 
  criar o clima e também de como a interatividade pode ser usada para envolver 
  o usuário com a história. Tudo isso sem prejudicar em nenhum momento 
  a usabilidade. Tudo é muito leve e rápido. </p>
<img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/mixer_hiphop.jpg" width="271" height="162" alt="Detalhe da timeline onde é possível mixar os sons." border="0" />
<p>Falar de Mixer online e não citar <a href="http://www.bacardidj.com/">Bacardi 
  DJ</a>, da famosa <a href="http://www.2advanced.com/">2advanced</a>, é 
  um crime. Imagino que os caras tiveram um trabalho do cão de programação 
  no Flash e ainda conseguiram deixar tudo muito bonito e distinto. Apesar da 
  interface estar um tanto quanto poluída e ter alguns textos minúsculos, 
  eles incluiram ajuda para o usuário aprender como usar. Aliás, 
  o site foi atualizado recentemente e ficou bem melhor, mais vendedor, como dizem 
  aqui na agência. </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/entre_no_ritmo_do_hip-hop.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
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<dc:date>2004-07-14T22:57:24-03:00</dc:date>
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