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<title>Usabilidoido : Acessibilidade</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/</link>
<description>Acessibilidade diz respeito à flexibilidade de acesso a
algo. Se não posso ir por um caminho, tenho outro à disposição; se não
posso ver, tenho como ouvir; se não tenho os aparelhos ideiais, tenho
uma alternativa menos exigente.</description>
<dc:language>pt-br</dc:language>
<dc:creator>fred@usabilidoido.com.br</dc:creator>
<dc:date>2007-06-18T18:07:08-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Designer: acessibilidade é bom pra você também </title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/designer_acessibilidade_e_bom_pra_voce_tambem_.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Voc&ecirc; pode n&atilde;o saber exatamente o que &eacute; acessibilidade, mas certamente j&aacute;
  precisou dela um dia. </p>
<p>Se voc&ecirc; j&aacute; <strong>quebrou a perna</strong> e teve que subir uma escada de muletas, sabe a falta que faz uma rampa para uma pessoa que tem de usar muletas a vida inteira. </p><p>Quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, voc&ecirc; queria <strong>ligar no orelh&atilde;o</strong> pra passar trote e n&atilde;o conseguia porque era muito alto. &quot;Telefone &eacute; coisa de gente grande&quot;, diziam os adultos, mas e quanto aos adultos que usam cadeira de rodas e precisa fazer uma liga&ccedil;&atilde;o urgente?</p>
	<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/cadeirante_telefone.jpg" alt="Cadeirante n&atilde;o consegue subir na cal&ccedil;ada nem alcan&ccedil;ar o telefone" width="259" height="319" />
<p>Neste momento, enquanto voc&ecirc; l&ecirc; esse texto, voc&ecirc; pode achar que a <strong>fonte est&aacute; grande ou pequena demais</strong> para a sua vista. Se voc&ecirc; tem um mouse com rodinha de rolagem, voc&ecirc; pode segurar a tecla Ctrl (windows) ou Command (mac) e girar a rodinha; o texto vai aumentar ou diminuir de acordo com a sua vontade. Legal isso n&eacute;? </p>
<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/maus.jpg" alt="Scrollwheel: a rodinha do mouse" width="220" height="255" />
<p>Mas e se voc&ecirc; n&atilde;o tivesse como usar o mouse? Sim, pode ser que voc&ecirc; n&atilde;o tenha nascido com dificuldades motoras, mas pode adquir&iacute;-la futuramente se <strong>quebrar um bra&ccedil;o, se for alco&oacute;latra, se vier a sofrer de Parkinson</strong> e etc. Nesse caso, basta usar as teclas Ctrl ou Command combinadas com as teclas + ou - para ter o mesmo efeito. </p>
<p>Essas op&ccedil;&otilde;es de acessibilidade est&atilde;o embutidas no seu software navegador, mas se eu tivesse bloqueado a mudan&ccedil;a do tamanho do texto usando uma medida fixa para a fonte, pode ser que voc&ecirc; n&atilde;o conseguisse us&aacute;-las. </p>
<p>Porque eu faria isso? Ora, pra que meu layout fique sempre igual do jeito que eu quero e quem n&atilde;o conseguir ler, que <a href="http://usabilidoido.com.br/designers_analfabetos_funcionais.html">diminua a resolu&ccedil;&atilde;o do monitor</a>. Ou talvez eu fa&ccedil;a isso porque &eacute; mais f&aacute;cil. Se usar um tamanho de fonte relativo, terei que garantir que todo <a href="http://www.ivogomes.com/blog/layout-fixo-liquidofluido-ou-elastico/">o layout se ajuste</a>, o que daria um trabalh&atilde;o e os clientes n&atilde;o iriam me pagar o extra. N&atilde;o vale &agrave; pena. </p>
<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/385845_nokia_9300_in_use.jpg" alt="Navegando com um Nokia smartphone antigo" width="300" height="225" />
<p>Economizando desse jeito,   logo consigo juntar uma grana pra comprar um <a href="http://www.submarino.com.br/software_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=10&amp;CatId=11129&amp;ProdId=1888183&amp;ST=BV11129&amp;OperId=0&amp;CellType=2&amp;franq=137623">PDA com acesso &agrave; Internet </a>. Abro este site no navegador do PDA pra mostrar pros meus amigos e o danado do site fica todo desconjuntado porque eu mesmo defini que ele &eacute; &quot;melhor visualizado com Internet Explorer 6.0, 1024x768 pixels de resolu&ccedil;&atilde;o e Flash Player vers&atilde;o 9 instalada&quot;. A vergonha d&aacute; pra disfar&ccedil;ar com uma desculpa esfarrapada, mas e se fosse uma situa&ccedil;&atilde;o crucial na qual eu precisasse muito das informa&ccedil;&otilde;es do site? </p>
<p><strong>O fato &eacute; que, mais cedo ou mais tarde, seremos v&iacute;timas das barreiras que n&oacute;s mesmos criamos. </strong>Se &eacute; assim, por que n&atilde;o se esfor&ccedil;ar para evitar as barreiras? N&oacute;s sa&iacute;mos ganhando com isso; nossos amigos saem ganhando com isso; pessoas que nem conhecemos saem ganhando com isso; enfim, a sociedade como um todo sai ganhando com isso. </p>
<h2>Oxo: exemplo de sucesso </h2>
<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/oxo_chaleira.gif" alt="Chaleira da Oxo" width="257" height="250" />
<p>Sam Farber tinha uma f&aacute;brica de utens&iacute;lios dom&eacute;sticos chamada Copco nos Estados Unidos. <a href="http://www.design.ncsu.edu/cud/projserv_ps/projects/case_studies/oxo.htm">Ele sempre se preocupou</a> em criar produtos acess&iacute;veis para pessoas idosas e com defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, mas isso n&atilde;o era o foco da empresa. Quando se aposentou, ele e sua esposa passaram algumas semanas na Fran&ccedil;a e os utens&iacute;lios &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o eram terr&iacute;veis para quem tinha artrite como a esposa de Sam.  Sam decidiu voltar &agrave; ativa e fundou a <a href="http://www.oxo.com">Oxo International</a> com a proposta de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_Universal">design universal</a> como miss&atilde;o da empresa. Os novos produtos ganharam visibilidade na m&iacute;dia e cairam no gosto popular. Mesmo quem n&atilde;o tinha nenhuma defici&ecirc;ncia, preferia comprar Oxo pela facilidade de uso. A empresa ganhou v&aacute;rios pr&ecirc;mios e Sam pode se aposentar de novo, agora com a satisfa&ccedil;&atilde;o de ter contribu&iacute;do e muito para um mundo melhor. </p>
<h2>Acessibilidade em tr&ecirc;s passos </h2>
<p><strong>Primeiro passo: n&atilde;o exclua ningu&eacute;m, a n&atilde;o ser o preconceito. </strong>Mesmo que determinadas pessoas n&atilde;o se encaixem no p&uacute;blico-alvo do projeto, elas devem ter livre acesso. Voc&ecirc; n&atilde;o gostaria de ser barrado numa portaria de um pr&eacute;dio s&oacute; porque n&atilde;o faz parte do &quot;p&uacute;blico-alvo&quot; do pr&eacute;dio, n&atilde;o &eacute; mesmo? Discrimina&ccedil;&atilde;o &eacute; crime, mas, atrav&eacute;s do design, a discrimina&ccedil;&atilde;o pode se reproduzir da <a href="http://usabilidoido.com.br/design_e_etnocentrismo_.html">forma mais cruel e impercept&iacute;vel poss&iacute;vel</a>, mesmo aos olhos do pr&oacute;prio designer. Designers precisam conscientizar-se de que o diferente n&atilde;o &eacute; amea&ccedil;ador; pelo contr&aacute;rio: &eacute; com ele que aprendemos coisas novas. </p>
<p><strong>Segundo passo: flexibilize o acesso.</strong> Todas as pessoas s&atilde;o iguais perante &agrave; Lei e, portanto, tem os mesmos direitos. No entanto, a maneira como cada pessoa goza de seus direitos &eacute; diferente, j&aacute; que cada pessoa tem um corpo diferente, pensa diferentemente e age diferentemente. Os objetos e ambientes projetados s&atilde;o os mesmos para muitas pessoas, mas eles podem ser flex&iacute;veis a ponto de suportar algumas diferen&ccedil;as b&aacute;sicas. Algumas pessoas s&atilde;o altas e outras baixas e, para n&atilde;o impedir o acesso de ambos, devemos ter degraus baixos e portas altas. <a href="http://www.ivogomes.com/blog/25-dos-utilizadores-web-sao-deficientes/">Nivelamos pelo  percentil 5 e 95 </a>. Quando a diferen&ccedil;a &eacute; na percep&ccedil;&atilde;o sensorial, devemos oferecer conte&uacute;do alternativo para outros sentidos: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Closed_Caption">textos que podem ser lidos</a> por  surdos oralizados  ou <a href="http://www.freedomscientific.com/fs_products/software_jaws.asp">sintetizadores de voz</a> para cegos, por exemplo. Por fim, devemos permitir que as pessoas acessem com diferentes apetrechos (carro ou bicicleta; laptop ou smartphone) e encontrem caminhos alternativos para chegar onde elas querem (sinaliza&ccedil;&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o ou  balc&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es; navega&ccedil;&atilde;o por menus ou busca por palavra-chave). </p>
<p><strong>Terceiro passo: se coloque no lugar do outro. </strong>Teste o que voc&ecirc; projetar. Baixe o <a href="http://www.freedomscientific.com/fs_products/software_jaws.asp">leitor de telas Jaws</a> e tente navegar no seu website de olhos fechados, usando apenas o teclado. Se voc&ecirc; n&atilde;o for cego, isso s&oacute; vai te dar uma sensa&ccedil;&atilde;o pr&oacute;xima da que passar&aacute; um cego de verdade, pois ele n&atilde;o poder&aacute; abrir os olhos quando chegar numa parte confusa. Por outro lado, eles est&atilde;o muito mais acostumados do que voc&ecirc; a se virar em situa&ccedil;&otilde;es como essa. Celebre a diferen&ccedil;a observando como as outras pessoas acessam seus projetos e aprenda com isso. Tome como guia os princ&iacute;pios de <a href="http://usabilidoido.com.br/empatia_com_os_pesnochao_.html">Empatia</a> e de <a href="http://usabilidoido.com.br/o_tao_do_senso_critico.html">Cr&iacute;tica</a>. </p>
<h2>Chamando &agrave; responsabilidade </h2>
<p>A Acessibilidade &eacute; uma &aacute;rea que justifica especialistas como os meus <a href="http://acessodigital.net/quem_somos.html">colegas da Acesso Digital</a>, mas isso n&atilde;o significa que todo o trabalho deve ser empurrado a algu&eacute;m que entenda do assunto. Entender do assunto &eacute;  responsabilidade social de todo designer. O design acess&iacute;vel pode permitir que as pessoas fa&ccedil;am coisas maravilhosas que, sem ele, seriam imposs&iacute;veis. A Leda e o MAQ sempre foram vozes muito ativas nas atividades da Acesso Digital e <a href="http://acessodigital.net/video.html">nesse v&iacute;deo n&atilde;o foi diferente</a>. Quem viu, viu; quem n&atilde;o viu, ouviu; quem n&atilde;o ouviu, leu e quem n&atilde;o viu, n&atilde;o ouviu e n&atilde;o leu, n&atilde;o sabe o que est&aacute; perdendo. </p>

<object width='425' height='342'><param name='flashvars' value='prefix=videos&v=ad/3e/230205&id_video=230205&' /><embed width='425' height='342' align='middle' allowFullScreen='true' type='application/x-shockwave-flash' flashvars='prefix=videos&v=ad/3e/230205&id_video=230205&' quality='high' src='http://videolog.uol.com.br/swfs/player_externo.swf'/></object>        

<p class="download"><a href="http://acessodigital.net/video.html">Download completo em v&aacute;rios formatos</a>.  </p>

<p>[nota] Aproveitei para criar uma nova seção neste blog para agregar tudo o que já escrevi sobre <a href="http://www.usabilidoido.com.br/cat_acessibilidade.html">Acessibilidade</a>. Como disse o <a href="http://horaciosoares.blogspot.com/">Horácio</a>, depois que conheci o pessoal da Acesso Digital, estou me tornando também um acessibilidoido.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/designer_acessibilidade_e_bom_pra_voce_tambem_.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Acessibilidade</dc:subject>
<dc:date>2007-06-18T18:07:08-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Design e etnocentrismo </title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/design_e_etnocentrismo_.html</link>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/etnocentrismo">Etnocentrismo</a> &eacute; a sobrevaloriza&ccedil;&atilde;o dos valores  de um determinado grupo social em detrimento dos valores de outro. Trata-se de uma estrat&eacute;gia de afirma&ccedil;&atilde;o cultural que implica tamb&eacute;m em domina&ccedil;&atilde;o cultural, direta ou indiretamente. </p>
<p>Na domina&ccedil;&atilde;o direta, a cultura dominante &eacute; imposta explicitamente, como no caso da catequiza&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndios no Brasil, da coloniza&ccedil;&atilde;o brit&acirc;nica na &Iacute;ndia, do nazismo na Alemanha e do comunismo na China. Propaganda,  repress&atilde;o e rituais p&uacute;blicos s&atilde;o recorrentes. </p>
<p>Na domina&ccedil;&atilde;o indireta, a cultura dominante &eacute; sugerida implicitamente, como no caso da recorrente volta aos cl&aacute;ssicos Gregos,  da descoberta do pacifismo indiano e da globaliza&ccedil;&atilde;o do <em>American Way of Life</em>. A propaganda  tamb&eacute;m &eacute; central, mas se imiscui em diferentes &quot;produtos culturais&quot;: livros, jornais, revistas, filmes, programas de televis&atilde;o, produtos de consumo e etc.</p><p><strong>Em ambos os casos, o design &eacute; um meio importante para reproduzir (ou n&atilde;o) o etnocentrismo. </strong></p>
<p>No livro <a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0520240049?tag=usabilidoido-20">The Authority of Everyday Objects</a>, Paul Betts conta que o governo nazista estava muito preocupado em controlar como a cultura da nova Alemanha se espalhava. Todo mundo sabe que eles incendiaram em pra&ccedil;a p&uacute;blica livros que n&atilde;o coadunavam com seus ideais de beleza e verdade, mas tamb&eacute;m o fizeram com objetos de mob&iacute;lia que simbolizavam a cultura degenerada de outrora. </p>
<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/radionazista.jpg" alt="Cartaz vendendo R&aacute;dio Nazista" width="272" height="394">
<p>Este cartaz da &eacute;poca diz que &quot;Todos os Alem&atilde;os escutam o Fuhrer com o Receptor de Radio do Povo!&quot; O r&aacute;dio projetado por Walter Kersting serviu a domesticar a engenharia social da modernidade nazista. A casa e seus objetos foram apropriados pela ideologia nazista para dar ao povo a seguran&ccedil;a de que aquele era finalmente um caminho de progresso est&aacute;vel.</p>
<p>O etnocentrismo radical do nazismo parece passado superado da sociedade em rela&ccedil;&atilde;o aos dias de hoje, mas se observamos criticamente as for&ccedil;as que promovem a globaliza&ccedil;&atilde;o, veremos que elas partem de determinadas etnias que det&eacute;m o poder econ&ocirc;mico no mercado global. A cultural global n&atilde;o &eacute; a soma das culturas regionais, nem tampouco a consensualiza&ccedil;&atilde;o dos elementos comuns entre as culturas, mas sim uma <strong>imposi&ccedil;&atilde;o massiva dos valores dessas etnias dominantes</strong>. </p>
<p>Essa foto creio que diz tudo: </p>
<img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/mursiglobalizada.jpg " alt="Africana Mursi usando iPod e um fuzil">  
<p>Ao contr&aacute;rio do que voc&ecirc; provavelmente deve estar pensando, essa africana da Tribo Mursi n&atilde;o usa o iPod que segura nas m&atilde;os. Ela est&aacute; posando para a foto porque foi paga por algum fot&oacute;grafo sarc&aacute;stico (veja a grana na m&atilde;o embaixo do iPod). Segundo <a href="http://www.gabrielopenshaw.com/EthiopiaMursi.html">Gabriel Shaw</a>, a Tribo Mursi vive relativamente isolada do resto mundo gra&ccedil;as a estar localizada dentro de um parque nacional, mas a guerra com outras tribos &eacute; uma constante e &eacute; comum ver os mursis andando com armas nas m&atilde;os.  A foto foi encontrada numa galeria de fotos mostrando o <a href="http://www.ilounge.com/index.php/gallery/category/C12/">iPod ao redor do mundo</a>.</p>
<p>O <a href="http://usabilidoido.com.br/o_que_faz_o_design_do_ipod_tao_atraente.html">design</a>, a propaganda e os rumores sobre o iPod fazem-no parecer um produto universal, adequado para todas as culturas, todos os gostos, todos os estilos, todas as pessoas. <strong>Usando o iPod voc&ecirc; estaria em paz com todas as culturas, ao mesmo tempo que manteria a sua pr&oacute;pria individualidade</strong>. Voc&ecirc; escuta seu som sozinho e n&atilde;o incomoda ningu&eacute;m. Essa mensagem &eacute; expl&iacute;cita nas propagandas oficiais do iPod: </p>
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HZkEnxdIDnc"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/HZkEnxdIDnc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
<p>N&oacute;s, brasileiros, aceitamos a universalidade do iPod s&oacute; porque nossa cultura &eacute; dominada pela cultura que gerou o iPod, centralizada na figura dos Estados Unidos. Apoiamos o culto ao individualismo como se  fosse consonante com a nossa pr&oacute;pria cultura (que n&atilde;o &eacute; t&atilde;o individualista quanto a deles). </p>
<p>Segundo uma interessante <a href="http://www.itu.dk/people/barkhuus/chi2006workshop/nettamo.pdf">pesquisa sobre h&aacute;bitos de consumo de m&uacute;sica</a>, em Hong Kong, o iPod vende muito menos que os <a href="http://usabilidoido.com.br/pen_drive_mp3_player_portatil_podcasts_no_bolso.html">mp3-players baratos</a> de diversos fabricantes. O quente l&aacute; n&atilde;o &eacute; ouvir 5.000 m&uacute;sicas diferentes, mas sim escutar as &quot;10 mais&quot; diversas vezes. Os websites que listam os hits do momento tem papel fundamental na decis&atilde;o sobre o que ouvir. </p>
<table width="550">
  <tr>
    <th scope="col">&nbsp;</th>
    <th scope="col">Nova Iorque </th>
    <th scope="col">Hong Kong </th>
  </tr>
  <tr>
    <th scope="row">Descobrir</th>
    <td>Internet, amigos, iTunes, lojas de m&uacute;sica </td>
    <td>Internet, amigos </td>
  </tr>
  <tr>
    <th scope="row">Adqurir</th>
    <td>Lojas de m&uacute;sica independentes, iTunes, downloads ilegais, amigos </td>
    <td>Downloads ilegais, mensageiros instant&acirc;neos e email </td>
  </tr>
  <tr>
    <th scope="row">Administrar</th>
    <td>iTunes</td>
    <td>Administrador de arquivos do sistema operacional </td>
  </tr>
  <tr>
    <th scope="row">Consumir</th>
    <td>iTunes, iPod </td>
    <td>Windows Media Player, mp3-player port&aacute;til </td>
  </tr>
</table>
<p>Ser&aacute; que a coletividade tamb&eacute;m &eacute; predominante no Brasil? A compara&ccedil;&atilde;o das homepages do Mercado Livre e do Ebay sugerem que sim.</p>
<a href="http://www.ebay.com"><img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/ebayendingnow.png" alt="Os mais buscados no Mercado Livre" width="487" height="398" border="0"></a><a href="http://www.mercadolivre.com.br"></a>
<p>Enquanto um enfatiza os leil&otilde;es que est&atilde;o acabando e a variedade de produtos (Whatever it is.. you can get it on Ebay - Seja o que for... voc&ecirc; pode conseguir no Ebay) o outro enfatiza a prefer&ecirc;ncia do coletivo.</p>
<a href="http://www.ebay.com"></a><a href="http://www.mercadolivre.com.br"><img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/mlmaisbuscados.png" alt="Os mais buscados no Mercado Livre" width="564" height="379" border="0"></a>
<p>Os Mp4 e Mp3 players tamb&eacute;m s&atilde;o mais buscados e mais vendidos no Brasil do que o iPod. Na categoria Mp4, aparece o modelo Sansa e200 que tem um <a href="http://www.lilmonsta.com/index.php">hotsite</a> muito interessante descoberto no coment&aacute;rio do Luli Radfahrer sobre <a href="http://dwd3.blogspot.com/2006/08/todo-mundo-gosta-de-um-bom-design-ser.html">a doutrina do design</a>. O hotsite do Lil&acute; Monsta (pequeno monstro) deixa claro que o player n&atilde;o &eacute; voltado para o mesmo p&uacute;blico do iPod. Uma das funcionalidades ressaltadas &eacute; a capacidade de sintonizar r&aacute;dios FM, algo impens&aacute;vel num iPod. Um iPodeiro inveterado diria &quot;pra qu&ecirc; ouvir a r&aacute;dio, se eu posso escolher dentre as minhas 5.000 m&uacute;sicas?&quot; Pois as r&aacute;dios trazem novidades e tocam as m&uacute;sicas sucesso do momento.  </p>
<a href="http://www.lilmonsta.com/index.php"><img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/sansafm.png" alt="Lil&acute;monsta tem fm player" width="533" height="365" border="0"></a>
<p>N&atilde;o diria que o design do Lil&acute; Monsta &eacute; menos etnoc&ecirc;ntrico do que o do iPod. Ele tamb&eacute;m &eacute; um artefato que serve para mostrar que seu portador &eacute; melhor do que os outros que n&atilde;o o possuem. </p>
<p>Nesse setor, acho que o mp3 player gen&eacute;rico chin&ecirc;s &eacute; o menos etnoc&ecirc;ntrico. Sua apar&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; arrojada, ele &eacute; bojudo e deselegante, mas, pelo pre&ccedil;o, <a href="http://usabilidoido.com.br/pen_drive_mp3_player_portatil_podcasts_no_bolso.html">funciona muito bem</a>! O design n&atilde;o me parece desvalorizar outras culturas, mas &eacute; mais um exemplo que refor&ccedil;a a estrat&eacute;gia chinesa de colocar no mercado global produtos gen&eacute;ricos a um custo extremamente  baixo. </p>
<a href="http://usabilidoido.com.br/pen_drive_mp3_player_portatil_podcasts_no_bolso.html"><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/PB280536.JPG" alt="Pendrive mp3 player" border="0"></a>
<p>Christopher Woebken desenvolveu no Royal College of Art um projeto que vai na contram&atilde;o dos exemplos acima: <a href="http://www.interaction.rca.ac.uk/people/alumni/06-08/christopher-woebken/projects/escape.html">Escape Headphones</a>. Trata-se de um aparelho voltado para as pessoas que tem medo de estar em lugares apertados, com a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o poder&atilde;o sair se precisarem numa emerg&ecirc;ncia.  O headphone sintetiza sons de acordo com a dist&acirc;ncia de objetos pr&oacute;ximos, tornando o ambiente maior do que parece. Christopher diz que ficou especialmente interessada em como os cegos lidam com esse medo. </p>
<a href="http://www.interaction.rca.ac.uk/people/alumni/06-08/christopher-woebken/projects/escape.html"><img src="http://imagens.usabilidoido.com.br/escape1.jpg" alt="Escape Headphones" border="0"></a>
<p><a href="http://usabilidoido.com.br/pen_drive_mp3_player_portatil_podcasts_no_bolso.html"></a>O projeto nem desqualifica quem possui a fobia, nem tampouco oferece uma cura paternalista. Trata-se de uma explora&ccedil;&atilde;o para entender melhor o outro.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_e_etnocentrismo_.html#comments">Comente este post</a></p>
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</description>
<guid isPermaLink="false">676@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Design de Interação</dc:subject>
<dc:date>2007-06-03T17:51:01-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://imagens.usabilidoido.com.br/ebayendingnow.png" length="86813" type="image/png" /><enclosure url="http://imagens.usabilidoido.com.br/escape1.jpg" length="147951" type="image/jpeg" /><enclosure url="http://imagens.usabilidoido.com.br/mlmaisbuscados.png" length="110471" type="image/png" /><enclosure url="http://imagens.usabilidoido.com.br/radionazista.jpg" length="28609" type="image/jpeg" /><enclosure url="http://imagens.usabilidoido.com.br/sansafm.png" length="57918" type="image/png" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/PB280536.JPG" length="31967" type="image/jpeg" />
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<item>
<title>Usabilidade e Acessibilidade para dummies</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/usabilidade_e_acessibilidade_para_dummies.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Hoje dei a palestra mais divertida da minha vida. A <a href="http://www.eng.com.br">Eng</a> me arranjou uma palestra em Joinville, no Curso T&eacute;cnico em Inform&aacute;tica na <a href="http://www.sociesc.com.br/">Sociesc</a>. Quando olhei pra plat&eacute;ia e vi dezenas de adolescentes, me lembrei dos tempos de cursinho em que sonhava em ser uma daqueles professores show-mans. Aproveitei a oportunidade para experimentar e acho que a galera curtiu. Tire suas pr&oacute;prias conclus&otilde;es: </p>
<p class="audio"><a href="http://multimidia.usabilidoido.com.br/podcasts/usabilidade_na_acessibilidade.mp3">Usabilidade e Acessibilidade</a> [MP3] 1 hora e 32 minutos 13MB </p>
<p>Veja tamb&eacute;m os <a href="http://www.usabilidoido.com.br/usabilidade_na_acessibilidade.html">slides da palestra</a>, que apresentaram s&eacute;rios problemas de acessibilidade durante a palestra (escute no &aacute;udio). </p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/usabilidade_e_acessibilidade_para_dummies.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2006-04-06T21:19:28-03:00</dc:date>
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</item>
 
<item>
<title>Propaganda para cegos</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/propaganda_para_cegos.html</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://www.flickr.com/photos/usabilidoido/111035614/" title="photo sharing"><img src="http://static.flickr.com/43/111035614_31a2d92d7e_m.jpg" alt="Propaganda para cegos" /></a>
<p>Essa rede de supermercados em Florianópolis oferece panfletos de ofertas impressos em braille. Alem de respeito ao consumidor, é uma
oportunidade para vender mais. Prova de que acessibilidade é um bom
negócio.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/propaganda_para_cegos.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
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<dc:subject>Fotos</dc:subject>
<dc:date>2006-03-11T19:27:52-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Tablelove: transição suave aos Webstandards</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/tablelove_transicao_suave_aos_webstandards.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Dois dias antes do <a href="http://www.arteccom.com.br/encontro">10&ordm; Encontro de Webdesign</a> em Curitiba, a organiza&ccedil;&atilde;o do evento me convidou para substituir meu amigo Bechara, que teve de ser operado no ap&ecirc;ndice. Topei o desafio s&oacute; porque esse assunto n&atilde;o poderia faltar no evento. &Eacute; a mudan&ccedil;a mais importante no rumo do Webdesign nos &uacute;ltimos anos e o mercado curitibano n&atilde;o poderia ficar de fora. </p>
<p>Quando comecei a preparar os slides fiquei pensando como eu iria dizer a 300 profissionais que muito do que sabiam sobre codifica&ccedil;&atilde;o HTML estava errado e que era preciso mudar. Se dissesse para esquercer as tabelas, como prega o <a href="http://www.tableless.com.br/">discurso Tableless</a>, certamente iria desanimar uns e revoltar outros. Se dissesse que eles precisariam conhecer todas as <a href="http://www.w3c.org/">recomenda&ccedil;&otilde;es do W3C</a>, desanimaria a todos. </p>
<p>Inspirado na <a href="http://www.usabilidoido.com.br/projetando_websites_compativeis.html">transi&ccedil;&atilde;o suave proposta por Jeffrey Zeldman</a>, propus o movimento <strong>Tablelove</strong>. As tabelas quebraram nosso galho por muito tempo enquanto n&atilde;o haviam alternativas para marcar layout. Passar a odi&aacute;-las de uma hora para a outra n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel nem para os webdesigners, nem para as tabelas. </p>
<h2>Quem ama n&atilde;o abusa </h2>
<p>O primeiro passo do Tablelove &eacute; transferir a formata&ccedil;&atilde;o <em>inline</em> (embutida na pr&oacute;pria tag) para um arquivo separado de CSS. Com as propriedades de formata&ccedil;&atilde;o do CSS &eacute; poss&iacute;vel fazer muito mais com muito menos. As tabelas aninhadas (uma dentro da outra) diminuir&atilde;o e o <em>spacers.gif</em> transparente n&atilde;o ser&atilde;o mais necess&aacute;rios. </p>
<p>S&oacute; esse esfor&ccedil;o de separa&ccedil;&atilde;o entre o conte&uacute;do e a apresenta&ccedil;&atilde;o vai tornar a manuten&ccedil;&atilde;o do c&oacute;digo mais f&aacute;cil e aumentar a acessibilidade da p&aacute;gina. </p>
<h2>Quem ama quer sempre o melhor</h2>
<p>Originalmente as tabelas foram criadas para exibirem dados tabulados. Elas come&ccedil;aram a ser usadas para marcar layout porque n&atilde;o havia alternativa melhor na &eacute;poca, mas dessa forma estavam sendo mal tratadas. Eis um exemplo de tabela bem utilizada: </p>
<table width="300">
  <tr>
    <th scope="col">Fruto</th>
    <th scope="col">Cor</th>
    <th scope="col">Sabor</th>
  </tr>
  <tr>
    <td>Banana</td>
    <td>Amarelo</td>
    <td>Doce</td>
  </tr>
  <tr>
    <td>Ma&ccedil;&atilde;</td>
    <td>Vermelha, Amarela ou Verde </td>
    <td>Doce</td>
  </tr>
  <tr>
    <td>Tomate</td>
    <td>Vermelho ou verde </td>
    <td>Salgado </td>
  </tr>
</table>
<h2>Quem ama trai  </h2>
<p>Para substituir as tabelas na marca&ccedil;&atilde;o do layout, &eacute; recomend&aacute;vel a utiliza&ccedil;&atilde;o da tag DIV. Elas permitem posi&ccedil;&otilde;es mais flex&iacute;veis, precisas e ousadas. No <a href="http://www.csszengarden.com">CSS Zen Garden</a>, um mesmo grupo de DIVs &eacute; rearranjado de centenas de formas diferentes para compor layouts impressionantes. Observe que o c&oacute;digo HTML n&atilde;o muda, s&oacute; muda a folha de estilos da p&aacute;gina. </p>
<h2>&Aacute;udio  da palestra e slides </h2>
<p>Os t&iacute;tulos sugestivos das li&ccedil;&otilde;es do Tablelove ficam muito mais engra&ccedil;ados e memor&aacute;veis numa palestra ao vivo do que nesse texto. Para quem n&atilde;o estava no evento, segue o &aacute;udio da palestra que pode ser escutado <a href="http://www.usabilidoido.com.br/padroes_web_webstandards.html">junto com os slides.</a> </p>
<p class="audio"><a href="http://www.archive.org/download/Aprendendo_a_Amar_os_Webstandards/palestra_webstandards_eng.mp3">Padr&otilde;es Web (Webstandards)</a> [MP3] 1h e 30 minutos 14MB</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/tablelove_transicao_suave_aos_webstandards.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">465@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Podcast</dc:subject>
<dc:date>2005-09-18T15:10:33-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.archive.org/download/Aprendendo_a_Amar_os_Webstandards/palestra_webstandards_eng.mp3" length="14474449" type="audio/mpeg" />
</item>
 
<item>
<title>5º Ergodesign * parte II</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/5_ergodesign_parte_ii.html</link>
<description><![CDATA[
<p>O segundo dia de congresso começou com a palestra do professor James MacGlothlin (Purdue University), relatando o redesign de um controle remoto para plataformas elevadoras para pessoas com restrições motoras. </p>

<p>Nos EUA, existem plataformas que se elevam para permitir que usuários de cadeiras de rodas cheguem sozinhos a outros andares de prédios e entrem em veículos adaptados. O problema é que o controle desse mini-elevador era tão ruim, que haviam casos de mortes pela sua má utilização.</p>

<p>O projeto do novo controle começou com a coleta extensiva de dados antropométricos como o tamanho e a distância entre os dedos e partes da mão. Com base nesses dados, seus alunos montaram um protótipo para testar entre eles mesmos e com deficientes físicos. Após os ajustes, o projeto foi entregue a uma indústria que comercializou o produto.</p>

<p>Veja o antes e o depois, ou melhor, o depois e o antes na foto:</p>

<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/controle_remoto_elevador.jpg" alt="Depois e antes no projeto do controle para elevação de plataformas" /></p>

<p>Nos Estados Unidos, são mais de 7 milhões de pessoas com restrições físicas. Essas pessoas querem trabalhar e estudar, mas esbarram em problemas de acessibilidade. O governo está dando incentivos para pesquisas como essa para resolver os problemas desses cidadãos.</p>

<p>No Brasil, o quadro é muito mais desanimador. No <a href="http://www.usabilidoido.com.br/5_ergodesign_parte_i.html">dia anterior</a>, foram apresentadas três pesquisas sobre acessibilidade de locais públicos no congresso. Mesmo levantados os problemas, os pesquisadores admitem que será difícil resolver os problemas encontrados, porque demandam reformas estruturais em alguns prédios e o governo não trata isso como prioridade, embora existam novas leis exigindo tais melhorias.</p><h2>Ergonomia Estratégica</h2>

<p>Continuando o tema de ontem, o professor Dul explicou como a ergonomia pode ser integrada aos objetivos comerciais das empresas. A primeira coisa a se fazer é conhecer a estratégia de negócios da empresa, que pode ser de vários tipos:<br />
<ul><li>plano</li><br />
<li>padrão</li><br />
<li>posição</li><br />
<li>simulacro (pra inglês ver)</li><br />
<li>filosofia</li></ul><br />
A ergonomia precisa ser inserida na formulação dessa estratégia e isso só é possível se o ergonomista conhece muito bem a cultura administrativa da empresa. Ele precisa mostrar aos administradores como a ergonomia pode melhorar a satisfação do consumidor através da mudança no processo produtivo. </p>

<p>O trabalhador fica satisfeito quando tem boas condições de trabalho e aumenta a qualidade de sua produção. O consumidor fica satisfeito não só pela qualidade do serviço ou produto, mas também por saber que os trabalhadores estão sendo bem tratados. Dul conta que na Europa algumas pessoas rejeitam produtos vindos de países que exploram a mão-de-obra barata.</p>

<p>Ao invés de focar no cumprimento de normas de saúde e segurança, o ergonomista deve buscar trazer mais produtividade para a empresa. Dul sugere que os ergonomistas estudem mais sobre negócios, leiam livros, assistam outras conferências, conversem com profissionais de outras áreas. </p>

<p>O professor holandês está propondo uma nova forma de encarar a ergonomia, mais comercial e menos acadêmica. Alguns poderiam criticar que ele estaria corrompendo uma disciplina de objetivo tão nobre &#8211; melhorar as condições de trabalho, mas acho que não é essa sua intenção. Ele não está dizendo que o ergonomista deve abandonar o trabalhador, está dizendo que o ergonomista deve mudar a forma como apresenta seu trabalho para a gerência. </p>

<h2>Ergonomia do congresso de ergonomia</h2>

<p>Durante todo o evento, pude contar com a presença do leitor Wanderson de Andrade ao meu lado, comentando as apresentações até mesmo durante o almoço (esse sanduíche esquesito que ele estuda na foto). Antes do término do congresso, tivemos uma última conversa sobre a qualidade das apresentações e chegamos à conclusão de que falta ergonomia no congresso de ergonomia! Entenda o paradoxo:<br />
 <br />
<p class="audio"><a href="http://www.usabilidoido.com.br/audio/ergonomia_congresso_ergonomia.mp3">Ergonomia do congresso de ergonomia</a> [MP3] 12 minutos</p></p>

<h2>Outras apresentações</h2>

<p>Abaixo segue minhas notas feitas no Palm. Se alguém quiser que aprofunde algo, faça uma <a href="http://www.usabilidoido.com.br/doe_para_melhorar_este_blog.html">pequena doação</a> que eu escrevo mais.</p>

<p><br />
palestra</p>

<p>eua tem 7 milhoes deficientes<br />
- como eles vao se locomover<br />
- plataformas de elevacao<br />
- adaptacao depois que o carro ficou pronto<br />
- design ruim matou pessoas<br />
- governo incentivou pesquisas para resolver isso<br />
- design de controles remotos para deficientes</p>

<p>as ferramentas sao extensoes da mao</p>

<p>nao existe uma ferramenta ergonomica, depende da sua aplicacao - da tarefa - se ela sera adequad1</p>

<p>minimizar <br />
- forcas<br />
- temperatura<br />
- movimentos<br />
- vibracao</p>

<p>alicate permite duas empunhadoras precisao ou forca</p>

<p>centro de gravidape</p>

<p>hedonomia<br />
- perfeicao pessoal<br />
- expsriencia agradavel<br />
ergonomia<br />
- usabilidade<br />
- funcionalidade<br />
- seguranca</p>

<p>21% usuarios de cadeira rodas machucados<br />
- 1 guarto se machucam com elevadores pequenos</p>

<p>controle existente era muito ruim para acionar os elevadorss</p>

<p>antropometria da mao<br />
- se fosse muito pequeno o de mao grande nao conseguiria usar<br />
- medidas de acordo com a dimensao da mao<br />
- 25 percentil feminino<br />
- 75 perceatil masculino<br />
- usar com uma mao so</p>

<p>avaliacao<br />
-usabilidade<br />
-conforto<br />
-estetica<br />
-seguranca<br />
-adequacao a normas<br />
   - luzes<br />
   - textos grande<br />
   - cores fortes <br />
   - boa aderencia<br />
   - fio rj11 comum</p>

<p></p>

<p><br />
antropometria infantil<br />
- childata 95 europa<br />
- paschoareli 97 brasil<br />
- tabelas inadequadas<br />
- meihor usar softwares - catia, inventor e etc<br />
- simulacao atraves de manequins virtuais</p>

<p>softs analizados<br />
- peoplesize 2000<br />
- integrate (melhor, mas caro)<br />
- human builder no catia<br />
- jack (mais conhecido)<br />
- manequimprg <br />
- ergokit (nacional 2d)</p>

<p>nenhum tem dados infantis e poucos informam as origens dos dados</p>

<p></p>

<p><br />
prevencao e reabilitacao</p>

<p>design ergonomico<br />
- pos problema<br />
- condicoes de saude</p>

<p></p>

<p>riscos ergonomicos<br />
fmea = calculos de prioridade para problemas ergonomicos</p>

<p></p>

<p><br />
diagnose ergonomica</p>

<p>aeroporto pequeno<br />
- helicopteros maioria<br />
- avioes<br />
- treinamento<br />
- sem radar - so visual e radio<br />
- trafego aereo vem por tras - operador tem que rotacionar o torso<br />
- momentos em que ha sobrecarga de funcao por causa da escala<br />
- cai no buraco do alcapao</p>

<p>- ambiencia fisifa<br />
  - temperatura<br />
  - iluminacao<br />
  -  som<br />
- questionarios<br />
   - perfil<br />
   - condicoes trabalho<br />
   - stress<br />
- registros comportamentais<br />
   - rula<br />
   - foto</p>

<p>dores no pescoco, excesso da informacao</p>

<p>recomendacoes<br />
- 4 controlador<br />
- reorganizar e redimensionar a bancada </p>

<p>eduardo rangel</p>

<p></p>

<p><br />
catador de papel</p>

<p>- muito peso - media de 100 kg por dia<br />
- risco ocupacional<br />
- cardiaco<br />
- calor demais<br />
- nao usam protecoes</p>

<p>questionario sobre o desconforto<br />
masculino<br />
- coluna lombar<br />
- panturrilha<br />
- cabeca<br />
feminino<br />
- lombar<br />
- toracica <br />
- ombros e bracos<br />
sofrem mais porque sao mais baixas e tem que lídar com a manopla elevada</p>

<p>agravante psicosocial<br />
preconceito</p>

<p>adaptar a manopla</p>

<p><br />
entrevista aberta<br />
fale sobre seu trabalho, cite pontos positivos e negativos</p>

<p>boi fatiado</p>

<p></p>

<p><br />
design macroergonomico<br />
lpr - empreza de eventos</p>

<p>macroergonomia e uma area mais ampla que considera todos os fatores envolvidos num posto de trabalho<br />
- participativa<br />
- valorizacao dos trabalhadores - quem esta no problema</p>

<p>setor projeto</p>

<p>- entrevistas abertas em grupo<br />
- questionario que vem a partir das entrevistas</p>

<p>insatisfacao e solucao<br />
- trabalho aos sabados abolido e aumentaraam a carga diaria<br />
- ruido - moveu o escritorio</p>

<p></p>

<p>ensino ergodesign<br />
design centrado no usuario</p>

<p>nao da tempo do aluno entender a importancia do usudrio<br />
recorte<br />
- individuo<br />
- atividade<br />
- contexto</p>

<p>envolvidos<br />
- empresa<br />
- gerente<br />
- designer<br />
- usuario no foco vantagens para todos</p>

<p>sistema que guarda ferramentas e permita suporte para fazer pequenos reparos</p>

<p>- desenhos<br />
- matriz decisoria<br />
- modelos reduzido<br />
- modelo maior<br />
- testes de usabilidade<br />
   - postura<br />
   - angulo de visao<br />
- iteracao<br />
- prototipo funcional<br />
- novos testes</p>

<p>resultádo do silex</p>

<p><br />
Ergodesign 2</p>

<p>palestra</p>

<p>como ligar a ergonomia com os objetivos de negocios</p>

<p>tipos de estrategias<br />
- plano <br />
- padrao <br />
- posicao<br />
- pose (falsa)<br />
- filosofia</p>

<p>mistura de tipos numa empresa</p>

<p>formulacao de inplementaco da estrategia para chegar aos objetivos</p>

<p>ergonomia esta de fora, so mirando melhorar a saude<br />
- as normas nao sao fiscalizadas muito</p>

<p>a ergonomia tem que sair das regulameatacao e entrar na estrategia</p>

<p>mesmo com as regulamentacoes os niveis nao diminuiram - governo diz que nao funciona</p>

<p>auto-regulamentacao<br />
- consenso eftre os trabalhadores e empregadores</p>

<p>mudanca do sinaleiro para rotatorios na holanda</p>

<p>acoes voluntarias aumentariam, pois haveria interesse dos negocios</p>

<p>a ergonomia esta focanpo no lado mau de ter problemas<br />
- maximizar os bons efeitos<br />
- usar as vantagens<br />
- a seguranca e saude no trabalho deve ser consequencia</p>

<p>gerentss sao os melhores amigos <br />
- valorizacao do capital humano<br />
- esperam aumentar a produtividade</p>

<p>para ter lucro e crescimento e preciso ter a satisfacao do usuario e do trabalhador</p>

<p>temos que vender ergonomia ccomo satisfacao do cliente atraves do trabalhador</p>

<p>nos modelos de administracao as pessos sao consideradas diferentemente</p>

<p>ergonomia nunca sai nas revistas de negocios<br />
- temos que mostrar o que temos a oferecer</p>

<p>temos que traduzir nosso proprio vocabulario para os negocios<br />
- ler relatorios anuais<br />
- conversar com os adminis<br />
- ler a literatura<br />
- ir a conferencias</p>

<p>network<br />
- colaboracao com outros profissionais<br />
- lidar com os stakeholders<br />
   - identificar<br />
   - classificar - poder - legitimidade - urgencia (perigosos saos os que nao tem legitimidade e tem poder e urgencia)<br />
   - selecionar os relevantes</p>

<p>\um trabalhador sabe mais e custa menos que um consultor,</p>

<p>o ergonomista passa a ser uma especie de gerente de projeto<br />
- precisa de mais habilidades</p>

<p>dicas<br />
- focar nas tarefas criticas para a perfomance e nao nas mais perigosas<br />
- adaptar a cultura da empresa</p>

<p>o ergonomista bom e um tradutor<br />
- da enfase no positivo<br />
- ativos em network<br />
- cooperrativo<br />
- perito na politica<br />
- adaptar a cultuq</p>

<p><br />
</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/5_ergodesign_parte_ii.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">379@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Usabilidade</dc:subject>
<dc:date>2005-06-01T23:18:37-03:00</dc:date>
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</item>
 
<item>
<title>5º Ergodesign * parte I</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/5_ergodesign_parte_i.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Ergonomia é a disciplina mãe da usabilidade e se consolidou após a II Guerra Mundial, quando militares queriam saber como facilitar o uso de armamentos e veículos de guerra. Inicialmente, foi desenvolvida nas indústrias, para aumentar a produtividade das linhas de produção. Depois passou a ser considerada também em projeto de produtos para o consumidor final.</p>

<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/jan_dull.jpg" alt="Jan Dul" align="left" /> Na palestra de abertura do 5º Ergodesign, Jan Dul, professor da Eramus Rotterdam University (Holanda), disse que mesmo depois de tantas décadas de pesquisa e interação na área, a ergonomia ainda não tem a penetração que deveria ter nas empresas. </p>

<p>Para ele, o problema é a falta de integração com os objetivos comerciais da empresa. Os ergonomistas reclamam que só são acionados depois que foram detectados problemas, mas vendem seu trabalho dessa forma. Todo seu vocabulário gira em torno da solução de problemas, quando deveria girar em torno da prevenção de problemas. </p>

<p>É preciso então aumentar a sensibilidade do ergonomista para os objetivos comerciais da empresa, servindo como peça importante na estratégia de negócios da empresa. O autor cita o sucesso do carro Mazda Mi-5 e da chave-de-fenda Bahco, projetados com a ergonomia sendo o diferencial competitivo.<br />
</p><h2>Mensurando Emoções</h2>

<p>Outro trabalho interessante foi o de Marcos Buccini e Stephania Padovani (UFPE) sobre métodos para lidar com a emoção no design de produtos. Destaco alguns que dão boas idéias para superar a dificuldade natural de verbalizar emoções. </p>

<p>Análise Morfológica</p>

<p>O método consiste em apresentar ao usuário uma série de imagens de vários produtos da mesma categoria, cada um de um modelo diferente. O usuário escolhe aqueles que agradam ou não e descreve o porquê. </p>

<p>Emocard</p>

<p>O usuário escolhe dentre 16 cartas contendo desenhos de faces a que exprime melhor sua emoção ao usar um produto. Uma carta possui um rosto sorrindo, outro zangado e por aí vai. </p>

<p>PrEmo </p>

<p>O Product Emotion Measurement Tool pretende cobrir aspectos não alcançados pelos Emocards. 18 animações de um bonequinho com expressão facial e corporal permitem ao usuário escolher a que melhor se alinha à sua emoção.</p>

<p>Instrumentos de medição fisiológicos</p>

<p>Sensores medem batimentos cardíacos e a dilatação da pupila, mas só há grandes alterações nesses valores quando a emoção é intensa. </p>

<h2>Falhas do cinto de segurança</h2>

<p>Ao invés de contribuir para salvar-vidas, os fabricantes de carros preferem economizar nos cintos de segurança do banco traseiro dos carros de passeio e o resultado é que os usuários o rejeitam. </p>

<p>O estudo feito por Wilson Nobre (Puc-Rio)<br />
e Anamaria de Moraes (UFRJ) levantou diversos incômodos como o causado quando há três pessoas no banco.</p>

<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/passageiros_banco_traseiro.jpg" alt="Tres passageiros sentados no banco de tras de forma desconfortavel" /></p>

<p>Note como as cabeças dos passageiros dos cantos não está corretamente apoiada. Na hora de colocar o cinto, o passageiro do meio tem que levantar, pois não há espaço para a movimentação das mãos. </p>

<p>Já que os carros estão ficando cada vez menores, os autores recomendam que no banco de trás haja apenas dois lugares, com espaço suficiente para o uso correto do cinto. </p>

<h2>Ruído na sala de aula</h2>

<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/okimoto.jpg" alt="Maria Lucia Okimoto" align="left" /> Minha professora de ergonomia Maria Lúcia Okimoto (estou fazendo uma disciplina da Engenharia Mecânica) apresentou um estudo que mediu a poluição sonora em salas de aula da UFPR. </p>

<p>Apesar dos resultados serem bons, o estudo alerta para os problemas que o incômodo pode causar:</p>

<p>- fadiga mental tanto dos alunos como professores<br />
- desinteresse dos alunos<br />
- dificuldade no aprendizado</p>

<h2>Outras palestras</h2>

<p>Abaixo seguem minhas anotações <a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_experiencia_de_usar_um_palm.html">feitas no Palm</a>. Se alguém quiser uma cobertura mais aprofundada de algo, <a href="http://www.usabilidoido.com.br/doe_para_melhorar_este_blog.html">faça uma pequena doação</a> que eu escrevo mais. </p>

<p><br />
tato dinamico<br />
- introducao do dedo numa fenda<br />
- erro na hora de colocar o dedo<br />
- cortss</p>

<p>anisotropia<br />
- espaco perceptual e achatapo em relacao ao fisico <br />
- estacionar o carro parece mais dificil do que e<br />
- quanto mais distante mais distorcao</p>

<p>processos de acao e percepcao sao separados</p>

<p>importante a experimentacao</p>

<p>a percepcao nos engana, e so suficiente para viver</p>

<p>manuais de instrucao<br />
norman diz que aparelhos domesticos estao ficando muito dificeis</p>

<p>consumidores dizem que nao entendem os manuais<br />
- vocabulario tecnico<br />
- design grafico pobre</p>

<p>avaliacao heuristica<br />
- 40 especialistas em design para fazer graficos comparativa<br />
- cada um individual<br />
- gradacao de problemas</p>

<p>perguntas<br />
- rolou adaptacao das heuristicas</p>

<p><br />
Ergodesign 2</p>

<p>cinto de seguranca<br />
- usuario nao usa pelo constrangimento causado pela economia dos fabricantes<br />
- terceiro passageiro acaba<br />
- muito quente nao quer usar cinto<br />
- cor em contraste<br />
- dificil desengatar para bombeiro<br />
- espaco lateral pra colocar o cinto</p>

<p></p>

<p>historia da ergonomia</p>

<p></p>

<p><br />
intervencao ergonomizadora<br />
juntar metodologias<br />
- nr17 nao especifica <br />
- interseccao entre metodos<br />
   - analise ergonomica do trabalho<br />
   - analise macroergonomica<br />
   - sistema homem tarefa maquina<br />
- ninguem aplica igual ao autor<br />
- vies da experencia do ergonomista</p>

<p></p>

<p><br />
acessibilidade espacial da ufsc<br />
- lei que garante acesso<br />
- acessibilidade pedagogica<br />
- tecnologia assistiva<br />
- deslocamento independento<br />
- uso de equipamentos</p>

<p>- entrevistas com alunos e professores<br />
- prova em braile<br />
- sem assistencia da organizacao<br />
- nao chega a informacao<br />
- orientacao no campus - poperia ter mapas tateis<br />
- cursos nao esta preparados para atender</p>

<p></p>

<p><br />
percepcao do espaco pelas pessoas com restricoes</p>

<p> edificio publico<br />
- orientacao<br />
- deslocamento<br />
- uso<br />
- comunicacao</p>

<p>estudo de caso inss de sc<br />
- observacao direta<br />
- passeio acompanhado  - planejado<br />
   - prever o percurso<br />
   - deixar livre para a pessoa seguir<br />
   - grava e pergunta porque parou<br />
   - transforma em mapa<br />
 <br />
resulaados<br />
- largura das circulacoes<br />
- obstaculos<br />
- ausencia visual ou tatil<br />
- bip sonoro concorrente em duas filas<br />
- mobiliario auto<br />
- corrimaos inadequados</p>

<p>solucoes<br />
- larguras <br />
- retirada obstaculos<br />
- trocar wcs<br />
- pictogramas<br />
- placas em braile<br />
- mapa tatil<br />
- pisos tateis - guia<br />
- painel verbalizar<br />
- mobiliario mais baixo<br />
- tecnologia assistiva ou interprete</p>

<p></p>

<p><br />
percepcao do ruido de fundo em sala aula</p>

<p>massacre na arquitetura de escolas estaduais = em todas as regioes do estado <br />
- tijolos aberto no alto<br />
- quando uma professora da aula as outras nao conseguiar</p>

<p>- ruido atrapalha no aprendizado<br />
- ruido doi no hospital<br />
- prejudicia4 saude</p>

<p>na sala de aula todos precisam de concentracao<br />
- doencas na laringe nxs professores</p>

<p>- fadiga mental<br />
- mascaramento da fala<br />
- desinteresse</p>

<p>avaliadas as salas das universidades<br />
- 5 pontos em salas vazias janelas abertas<br />
- medidor de volume<br />
- software faz a media</p>

<p>norma de 40/50 dba  pela nbr-10152<br />
- somente 3 estao de acordo com o conforto, mas nao atrapalha demais</p>

<p></p>

<p>conforto e seguranca nos playgrounds</p>

<p>criancas nao sai de casa e perde o contato social e natureza</p>

<p>atrair a crianca</p>

<p>quais os constrangimentos das criancas?<br />
- observacao sistematica<br />
- checklist<br />
- normas nao sao suficientes<br />
- observacao da interacao foto</p>

<p>balanco<br />
- sem protecao lateral<br />
- asssento pequeno<br />
- madeira estraga e solta lasca<br />
- protecao das correntes<br />
- locais improprios = acidentes</p>

<p>gangorra<br />
- sem amortecedor<br />
- falta encosto<br />
- alcas pequenas<br />
- dificuldade de subir </p>

<p>escorrega<br />
- falta protecao lateral<br />
- falta redutor velocidade<br />
- corrimao<br />
- ferrugem<br />
- queimaduras metal aquecido</p>

<p><br />
Ergodesign 3 </p>

<p>palestra vem</p>

<p>video e monitoring = sincronizacao em tempo real de dados quimicos e biologicos com o video do usuario</p>

<p>analise de trabalho<br />
- quebraa em tarefas<br />
- elementos<br />
- relacionar fatores externos</p>

<p>equipamsnto<br />
- camera<br />
- cronometro<br />
- fita metrica<br />
- medidor de forca</p>

<p>o video ajuda a conyencer a gerencia fazer mudancas</p>

<p>cerca de 10 mil dolares<br />
</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/5_ergodesign_parte_i.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">378@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Usabilidade</dc:subject>
<dc:date>2005-05-31T21:38:24-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/jan_dull.jpg" length="7868" type="image/jpeg" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/okimoto.jpg" length="8652" type="image/jpeg" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/passageiros_banco_traseiro.jpg" length="18371" type="image/jpeg" />
</item>
 
<item>
<title>Contraste de cor depende do contexto</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/contraste_de_cor_depende_do_contexto.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Pablo Barros enviou para a <a href="http://www.topica.com/lists/arqhp/">ArqHp</a> o link de um <a href="http://www.juicystudio.com/services/colourcontrast.asp">analisador automático</a> de contraste que se baseia numa <a href="http://www.w3.org/TR/AERT#color-contrast">fórmula</a> bolada pelo W3C. Você envia seu CSS e ele diz quais formatações apresentarão problemas de legibilidade para daltônicos e usuários de monitores monocromáticos (ainda existe algum?).</p>
<p>A intenção é boa, mas está longe de resolver o problema na prática. O problema é que o contraste entre duas cores depende do contexto em que elas estão inseridas. Note no exemplo abaixo que uma mesma combinação de fundo azul e texto preto não é boa no contexto branco, mas no preto até que é razoável. </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/legibilidade_contraste.gif" width="350" height="284"></p>
<p> Num monitor preto-e-branco essa diferença é ainda mais fácil de perceber:</p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/legibilidade_contraste_pb.gif" width="350" height="284"></p>
<p>Por quê isso acontece? Ainda não li uma boa explicação fisiológica, mas chuto o seguinte: no último exemplo, o fundo branco provoca o fechamento da pupila e o preto provoca abertura. A pupila se dilata e abre para entrar mais luz na retina. O mesmo cinza parece diferente porque realmente entram quantidades diferentes de luz na retina. Talvez não seja esse o motivo, mas algo me faz crer que o fenômeno não é só interpretativo, mas também físico.</p>
<p>Segundo Benjamim Martinez (Visual Forces, 1988), o que acontece é parecido com o fenômeno que provoca a persistência de imagens (olhe para um objeto vermelho e depois para um fundo branco e uma silhueta verde aparecerá). Nessa <a href="http://www.grand-illusions.com/square.htm">ilusão de ótica</a> dá pra perceber isso bem nítido: </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/ilusao_otica_interacao_cor.gif" width="321" height="242"></p>
<p>Os artistas chamam isso de <strong>interação entre cores</strong> e atribuem um valor importantíssimo na pintura. Essa <a href="http://www.fxpal.com/people/foote/interactive/hacks/colorinteraction1.html">aplicação em Java</a> permite brincar com a interação entre cores e aprender muito sobre ela (só cuidado para não queimar a retina). </p>
<p>O minimalista alemão Josef Albers realizou diversos estudos empíricos para investigar o fenômeno e alguns de seus achados estão <a href="http://math.dartmouth.edu/%7Ematc/math5.pattern/lesson4art.html">nesta página</a>. Segue trecho traduzido:</p>
<blockquote>
  <p>O efeito é modificado ou aumentado pelas cores particulares escolhidas. Cores puras, intensas, primárias não são tão afetadas pelo contexto, mas as de baixa intensidade e cores não-primárias ou espectrais podem mudar de aparência radicalmente. </p>
  <p>O tamanho também pode influenciar o efeito de contraste simultâneo. Geralmente, áreas de cor maiores tem mais influência sobre as menores. O pequeno quadrado verde é mudado pela cor do quadrado amarelo ou azul, não o inverso. É por isso que o texto parece ser afetado pela cor do fundo e não o contrário, ou porque um fio branco desfiando por cima de uma roupa verde parece tão brilhante. </p>
  <p><img src="http://math.dartmouth.edu/%7Ematc/math5.pattern/colorinteractionCC.gif"></p>
</blockquote>
<p>Então, já que as cores fortes não sofrem efeito de interação entre cores, devemos colorir nossos layouts apenas com tais cores? Absolutamente não, mas é isso que induz o analisador automático de cores. Segundo ele, a combinação lá de cima deveria ser assim para que fosse legível: </p>
<p><img src="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/legibilidade_contraste2.gif" width="335" height="263"></p>
<p>Inegável que seja mais legível que a alternativa lá de cima, mas será que precisamos de tanto contraste assim? Quase sempre o contraste excessivo prejudica a harmonia de um layout porque chama muito a atenção para um determinado ponto. Como uma página Web é constituída de diversos pontos, fica difícil estabelecer uma hierarquia visual sem prejudicar a harmonia. Sem harmonia, em geral, não há beleza. Todos almejam os ideais estéticos, inclusive pessoas com necessidades especiais. Por uma acessibilidade mais bonita e menos automatizada! Viva o homem! </p>

<OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0"
	 WIDTH="220" HEIGHT="25">
	 <PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=287"> 
	<EMBED src="http://www.usabilidoido.com.br/perguntinha.swf?entryid=287" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="220" height="25"></EMBED>
	</OBJECT><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/contraste_de_cor_depende_do_contexto.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">287@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Acessibilidade</dc:subject>
<dc:date>2005-03-30T23:59:17-03:00</dc:date>
<enclosure url="http://math.dartmouth.edu/%7Ematc/math5.pattern/colorinteractionCC.gif" length="15384" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/ilusao_otica_interacao_cor.gif" length="3330" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/legibilidade_contraste.gif" length="3269" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/legibilidade_contraste2.gif" length="3737" type="image/gif" /><enclosure url="http://www.usabilidoido.com.br/imagens/legibilidade_contraste_pb.gif" length="4992" type="image/gif" />
</item>
 
<item>
<title>Acessibilidade e inovação</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_inovacao.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Hoje tive uma conversa bem interessante com o leitor Leandro Ferreira, o famoso Durang do <a href="http://www.flashmasters.com.br/forum/">fórum FlashMasters</a>, que me contava sobre uma tentativa de tentar tornar o conteúdo em Flash mais acessível. Como <a href="http://www.usabilidoido.com.br/websites_em_flash_x_em_html.html">sabemos</a>, tudo que se coloca dentro de um SWF dificilmente será acessado por um buscador ou um usuário com necessidades especiais (leitores de tela, aumento de fonte, navegação só pelo teclado, etc). Isso pode não parecer importante, mas um dia você se sensibilizará com a causa, seja pelo coração, seja pelo bolso.</p>
<p>Resumindo, eu disse a ele que não adianta tentar tornar o Flash mais acessível. Enquanto a Macromedia não fizer isso pra valer com um código no SWF mais estruturado e complacente a padrões como o SVG, não adianta o esforço extra. Se a acessibilidade é importante para o conteúdo, então melhor não usar Flash. </p>
<p>Porém, o rapaz usou <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php?id=1938">meu próprio argumento</a> para defender o uso do Flash: "precisamos inovar nas interfaces". O objetivo dele é encontrar uma solução que envolve detecção em Flash e XML com XLST para gerar XHTML. Complicado né? Por isso eu disse que não valia o esforço, mas se ele conseguir será um bem valioso para toda a comunidade de desenvolvedores de Flash. Acompanhe um trecho da conversa:</p><p><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
bem, pelo que tenho visto, é difícil um site todo em Flash apresentar alguma vantagem para usuário<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
isso por falta de uma solucao diferente de estrutura e metaforas que funcione pro usuario final<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
eu penso<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
eu pensava assim tb<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
mas mudei de idéia depois de ler alguns livro sobre design de softwares<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
fred:<br />
metáforas são muito perigosas<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
nao é algo facil.. esquema do windows funciona e todos acham facil<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
porque o designer fica apaixonado por elas<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
e acaba levando ao pé da letra<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
trazendo todas as dificuldades do objeto real<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
mas novidade é importantee imagino que seja possivel mudar sem tornar tudo mais dificil<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
simconcordo plenamente<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
e o Flash é o máximo nisso<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
entaogrande lastima nao se aproveitar dele<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
grande lástima o flash ser menos flexiveldo ponto de vista da acessibilidade<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
por isso acho que a Macromedia vai adotar uma forma semelhante de SVG<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
exatamente uma solucao de acessibilidade que eu to procurando<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
mas não é em qualquer trabalho que se pode experimentar inovações<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
aliásas oportunidades são muito restritas<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
em geralo usuário espera o padrão<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
orasmas experimentar é preciso..<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
nao to fazendo nenhum site comercial<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
depois de comprovado que funciona queas coisas saem da experimentacao<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
pense nos seus usuárioseles ficarão chateados se tiverem que reaprender alguns conceitos para poder navegar pelo seu site?<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
no caso do Usabilidoido eu achava que sim<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
mas depois de receber frequentemente reclamaçõespretendo adotar um modelo mais padrão<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
nao acho essa uma açao muito boa.. como encontrar boas solucoes se nao tentar?</p>

<p>nao to criando nenhum site pessoalou comercialou o que seja<br />
o objetivo de tudo seria exatamente testar um metodo pra deixar o conteudo do flash acessivel<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
porque não falou antes? vai fundoheheheh<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
mas te dou um conselho<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
não esquente muito com isso<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
porque talvez o Flash nunca seja acessível<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
pelo menos é o que acredita o Collin Moock<br />
</span><span class="interlocutor2"><br />
fred:<br />
ele diz que o foco do Flash é no visualpor isso não adianta<br />
</span><span class="interlocutor1"><br />
Leandro:<br />
bemnao custa tentar<br />
</span></p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_inovacao.html#comments">Comente este post</a></p>
]]>
</description>
<guid isPermaLink="false">256@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Acessibilidade</dc:subject>
<dc:date>2004-12-28T01:16:25-03:00</dc:date>

</item>
 
<item>
<title>A tendência tableless</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/a_tendencia_tableless.html</link>
<description><![CDATA[
<p>Estava quase indo dormir, quando o <a href="http://www.pvision.com.br">digom</a> me abordou para uma conversa no MSN. Puxa, como valeu à pena ficar mais um pouco acordado. Passamos por várias tenções: usabilidade X acessibilidade, persuasão X informação, quadrado X redondo e etc. O mais incrível é que tudo tinha a ver, na medida em que a conversa se desenrolava. Esse é só a ponta do iceberg que nos aguarda quando novos dispositivos tiverem acesso à Web. Leiam e fiquem de olho:</p><p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=216872&ST=SE&franq=137623" /><img align="left" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/216872.jpg" align="left" alt="Capa do livro Projetando Websites Compatíveis" /> </a></p>

<p><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quanto a questões de compatibilidade com outros sistemas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu já não sou mto a favor<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pq acredito que uma versão feita pra web, pra ser vista em micros<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é diferente de uma pra PDAs e Celulares<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o que defendo é unificação da informação<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: claro que se vc tem que apresentar o mesmo conteúdo em 3 "plataformas" diferentes<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: claro que a informação tem que vir da mesma fonte<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não necessariamente sobre o mesmo "encapsulamento"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: não se trata de criar 3 versões do site<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e sim front-ends que tragam a informação da mesma fonte comum<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o problema todo acoontece quando as pessaos confundem acessibilidade com usabilidade<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: tem que te as duas coisas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quer ver um exemplo que fere esse princípio "estragado" que tá sendo formado na cabeça de muitos profissionais daqui?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: manda<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é uma situação que encontrei naquele próprio site que estava te mostrando<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: várias funcionalidades do site na web, não tem pé nem cabeça para constarem numa versão pda por exemplo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: muito menos num celular...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ex...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: você parar pra baixar os whitepappers da marca no seu celular..<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ou seja, é óbvio que existe um tratamento diferente<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: os canais são diferenciados...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: 1 menu para uma versão para celulares jamais vai ser igual a um menu web<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: a forma de caracterizar a informação<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o que fico puta da vida, é que nego defendo o tableless como se fosse a solução pra fugir da santa inquisição<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo, a usabilidade óptiima requer uma dedicação exclusiva ao suporte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: Acessível... compatível... <br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e funcionalidade?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: aí que está o X da questão<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, se você pode prover acessibildiade a um site sem fazer maiores esforços, porque não o fazê-lo?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: tableless é a maior moleza<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e ajuda muito a acessibilidade<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: concordo com você<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu vim do html na unha<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas eu acho o seguinte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o único problema que eu vejo, é a contra-mão da essência do design<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: futuramente, teremos que projetar uma mesma página para ser aberta em diferentes dispositivos<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim...<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: só que junto com a página<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não dispositivos totalmente adversativos<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: vai as especificações de como exibir em cada dispositivo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: no CSS tem um lance chamado mediatypes<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e existe o XLST que faz o mesmo pro HTML<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é possível ter sites completamente diferentes nas plataformas diferentes<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas já existe pleno suporte por parte dos browsers?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas com o mesm conteúdo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: existe sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: nesse caso eu concordo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: só que mesmo assim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, o problema é o seguinte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: existem recursos pertinentes a cada meio...<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: wireless ainda é muito caro<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: não é simplesmente a forma de apresentar<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pq se você for ver, o retrabalho que isso vai gerar, vai ser quase equivalente que criar versões autônomas, apenas com a mesma fonte de dados<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: apropriadas aos seus meios<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: não, não é mais fácil<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a chave pra tudo é a separação<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: só que 1 mecanismo de detecção eficiente<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: entre conteúdo, apresentação e comportamento<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e não precisa de detecção<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o browser faz isso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim, nesse caso não<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: se a coisa caminha para um processo evolutivo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: como o xhtml transicional<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: aí julgo válido<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pq cá entre nós cara<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: desenvolvendo em tableless muitos recursos visuais são perdidos<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: não se perde nada, isso é um mito<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: quer ver?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: posso lançar um desafio então?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: você passar um site pra tableless, sem perder nenhuma caractística...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: já vi vários sites "quadradões" convertidos pra tableless<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: dá uma olhada nesse site de banda de rock<br />
w.adrenalyn.net/news/<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: até aí sim.. válido...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: totalmente válido<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: vejamos<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: putz<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quadrado cara..<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eheh<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tem cara de site tableless<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: você quer redondo?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: então peraí<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas vou falar uma coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o cara foi inteligente<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: nas adaptações<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: isso eu admito<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: http://www.blogger.com/start<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ehehhe<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: já vi esse tbm cara :)<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo numa coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: por falar nisso, é um dos que julgo os melhores<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que site tableless tem cara de site tableles<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: isso é fato<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas isso não é por causa da limitação<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: do código<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas sim por causa de uma tendência do design<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: então é uma tendência retrógrada?<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a tendência por si só sempre é vanguardista<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, ela é diferente doq ue estamos fazendo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: por isso, podemos julgar antiquada<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: uma tendência no design, está intimamente ligada ao suporte<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: isso significa que toda a filosofia do tableless está influenciando esse pessoal<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: agora, temos que fazer sites clean<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim cara<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que sejam estruturados<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que tenham títulos, caixas delimitadas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: só que depende do foco<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: claro, mas tendência está acim disso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: imagina eu querer desnevolver um hotsite<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: você pega a tendência e aplica no seu projeto, ou não<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pra persuadir um determinado público<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: existem coisas que de cara<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu sei que se eu jogar "quadrado" pro usuário<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: para essas coisas existe Flash<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: vou ter resultados de péssimos pra catastróficos<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: http://www.nicotinol.com.br/<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: entra nesse<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: imagina tudo isso em box quadrados<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: um indicativo visual de "proibido fumar"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: quadrado....<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é bem uma analogia<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: talvez o cara entende...<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não da mesma forma<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: hahahaha, mas é possível converter para webstandards mole esse siter<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: esse sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: você só não vê isso pelo seguinte<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: usei um mal exemplo :)<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: nesse eu concordo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e percebo isso<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a filosofia do tableless preconiza rapidez no download<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: quanto mais economico você for, melhor<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas não exatamente da mesma forma<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: ninja<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: esse site,não tem jeito, teria que ter aquela imagem de fundo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu sei<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é pesado isso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu já peguei o espírito da coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: já li bastante sobre<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pra falar a verdade<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: estou desenvolvendo um projeto<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tableless<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: onde a economia de banda vai ser indispensável<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: foi esse o determinante<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tá mais ou menos na linha do blogger<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: eu tb peguei um projeto assim, heheheh<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mais ou menos um "finjo que sou redondo, mas no fundo sou quadradão"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eheh<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: ainda mais que é um projeto pessoal, e vai arder no meu bolso<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: olha só mais um nessa linha: http://www.lousco.com/index.htm<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: a vantagem desse é que ele consegue ser emocional, coisa rar em site tableless<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: um que gosto, embora seja quadrado, mas gosto, é do cara que comenta o usabilidoido<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o vitor<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: vitor?<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: Isso<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: troquei as bolas !<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: IVO!<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eheh<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: ah sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: esse dos labradores está bacana<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas vai de contra a natureza orgânica do produto<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é o site dele é massa mesmo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: labradores quadrados :)<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: outro dia estava pensando sobre isso<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: quadrado X redondo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: http://www.mesquita.com/<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: e cheguei à conclusão de que não podemos negar, nossa sociedade é quadrada<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: os carros, as casas, os prédios, as ruas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: tudo produto do racionalismo<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que é quadrado<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: mas tendemos às linhas orgânicas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: o famoso "arredondado"<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: não redondo... arredondado<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: sim, quando queremos voltar àquele eu natural<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: acredito que o arredondamento<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: é uma tendência de redução do impacto racional das formas<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: com certeza<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o redondo é irracional<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é uma linha que não tem começo nem fim!<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: é o infinito dentro dele<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: porém, não podemos nos esquecer do seguinte<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: estamos dentro de um ambiente extremamente racional<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: o computador<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: está mudando lentamente, mas não adianta<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: daí que vem a magia da coisa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: a grande sacada<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: que massa o site dos câes que você passou<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: por ele ser um ambiente tipicamente racional, a busca do orgânico é evidente e crescente<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu também adorei cara<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: e na boa<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: tudo no peso certo<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: redondo onde tem que ser, quadrado onde tem que ser<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: flash na medida certa<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: concordo contigo, é uma tenção constante<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: precisamos do redondo, tanto quanto do quadrado<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: mas, estou convicto de que no momento, predomina no computador a busca pelo quadrado<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu estou acompanhando a tendência<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: estudando<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: pra caso tenha que mudar drasticamente por exigência do meio<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: eu não seja atropelado<br />
</span><span style="color: #336699"><strong>fred</strong>: temos que ter a capacidade de fazer as duas coisas<br />
</span><span style="color: #CC6600"><strong>digom</strong>: sim</span></p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/a_tendencia_tableless.html#comments">Comente este post</a></p>
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<guid isPermaLink="false">199@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Mercado Web</dc:subject>
<dc:date>2004-11-13T00:29:43-03:00</dc:date>
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<title>Acessibilidade é lei no Brasil</title>
<link>http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_lei_no_brasil.html</link>
<description><![CDATA[
<p>A Presidência da República baixou um <a href=http://www.rnp.br/noticias/2004/not-040107.html>decreto</a> que obriga os websites governamentais a se tornarem acessíveis para deficientes físicos em no máximo seis meses. Se a onda de contratação de consultorias por órgãos governamentais já era boa, agora que vai ficar melhor ainda. Essa é uma tendência que começa pelo governo mas em breve será de todas as instituições. Porque não serão só cegos que usarão leitores de tela (softwares que lêem em voz alta). Você um dia vai dirigir enquanto "escuta" uma homepage.</p>

<p>Aqui em Curitiba, existem anúncios colados nos ônibus avisando sobre o lançamento do primeiro local público de acesso à internet para deficiente visuais. O problema é que até hoje, poucos webdesigners se preocuparam em escrever o código da página para que seja usável não só em monitores, mas em leitores de tela. Hora de parar de considerar a Web como um meio de comunicação visual e restringir o Flash (que sempre será inacessível porque o foco é no visual) a apenas aquilo que só o Flash pode fazer. Versões alternativas em HTML são obrigatórias.</p><p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/acessibilidade_e_lei_no_brasil.html#comments">Comente este post</a></p>
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<guid isPermaLink="false">19@http://www.usabilidoido.com.br/</guid>
<dc:subject>Acessibilidade</dc:subject>
<dc:date>2004-01-09T02:52:03-03:00</dc:date>

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